Sintra, Portugal, 03 Out - O grupo brasileiro Odebrecht espera um ritmo de crescimento das suas receitas em Angola "superior à média dos restantes mercados" e está a preparar a entrada em Moçambique, afirmou quinta-feira em Sintra, Portugal, o seu presidente.
Em declarações à agência noticiosa portuguesa Lusa à margem de uma reunião internacional, Marcelo Odebrecht disse que o mercado angolano representa já perto de dez por cento das receitas do grupo, que no ano passado facturou perto de 30 mil milhões de reais.
A perspectiva para evolução das receitas em Angola é de crescimento, e este mercado é daqueles que "vai continuar acima da média", a cerca de um terço ao ano, adiantou.
"Estamos a viver um crescimento muito grande do mercado de infra-estruturas a nível mundial, e a nossa prioridade é África, América Latina, Emirados Árabes Unidos", disse Odebrecht.
Em Angola, o grupo actua na construção, no sector diamantífero (concessão da Catoca), na prospecção de petróleo e, mais recentemente, na promoção imobiliária.
Há poucas semanas, anunciou o lançamento de cinco empreendimentos imobiliários em Luanda.
Venceu ainda contratos públicos para a construção de 186 quilómetros de auto-estradas, entre a capital e outras províncias, e de Benguela para diversos destinos, além de obras do Programa de Desenvolvimento Integrado de Infra-estruturas, na província do Cuanza Sul.
A empresa brasileira está também envolvida na reabilitação da Barragem do Gove, na construção de subestações e na instalação de linhas de transmissão.
Marcelo Odebrecht adiantou que o grupo está "em conversações" para entrar no mercado moçambicano e ainda no argelino.
Actualmente, em África, actua na Líbia e Djibouti, além de Angola.
Em declarações à agência noticiosa portuguesa Lusa à margem de uma reunião internacional, Marcelo Odebrecht disse que o mercado angolano representa já perto de dez por cento das receitas do grupo, que no ano passado facturou perto de 30 mil milhões de reais.
A perspectiva para evolução das receitas em Angola é de crescimento, e este mercado é daqueles que "vai continuar acima da média", a cerca de um terço ao ano, adiantou.
"Estamos a viver um crescimento muito grande do mercado de infra-estruturas a nível mundial, e a nossa prioridade é África, América Latina, Emirados Árabes Unidos", disse Odebrecht.
Em Angola, o grupo actua na construção, no sector diamantífero (concessão da Catoca), na prospecção de petróleo e, mais recentemente, na promoção imobiliária.
Há poucas semanas, anunciou o lançamento de cinco empreendimentos imobiliários em Luanda.
Venceu ainda contratos públicos para a construção de 186 quilómetros de auto-estradas, entre a capital e outras províncias, e de Benguela para diversos destinos, além de obras do Programa de Desenvolvimento Integrado de Infra-estruturas, na província do Cuanza Sul.
A empresa brasileira está também envolvida na reabilitação da Barragem do Gove, na construção de subestações e na instalação de linhas de transmissão.
Marcelo Odebrecht adiantou que o grupo está "em conversações" para entrar no mercado moçambicano e ainda no argelino.
Actualmente, em África, actua na Líbia e Djibouti, além de Angola.
Fonte: Macauhub
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gusto de volver a visitarlos
ResponderEliminarbuenos post felicitations
saludos y obrigados
Très joli blog, bravo
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