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sábado, 16 de outubro de 2010

Os dilemas de Armando Guebuza

Pacheco vai passar por uma prova de fogo
O Chefe do Estado, Armando Guebuza, ainda não encontrou, ao fim de quase seis anos de presidência, a pessoa certa para o ministério responsável pelo principal objectivo da sua governação: o combate à pobreza.  Pacheco vai passar por uma prova de fogo.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Rádio Moçambique anuncia: "Presidente Guebuza procede a importante remodelação governamental " incluindo a emblematica figura de Pacheco

José C Pacheco
Mas pode ser o IMENSIS que deu mais eco o exonerar da figura mais emblemática (pela negativa) das ultimas recentes manifestacoes populares de 1 e 2 de Setembro em Maputo, Matola e Chimoio ao chamar as pessoas dos mais terríveis nomes, num perjúrio que o deixou sem cara para sustentar a sua posição de Ministro do Interior. 

O Presidente Guebuza não teve mais nada, ainda que tardio, exonerar José Condungua Pacheco do cargo de Ministro do Interior. Mas tratando-se de uma figura na linha de sucessão do pós-guebuziana foi mais uma vez 'premiado' com o cargo de Ministro de Agricultura de onde saiu mesmo na "fervura" do caso PROAGRI para Governador de Cabo Delgado, onde pelas suas ordens foram sufocados perto de uma centena de manifestantes numa cela policial no distrito de Montepuez.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Especulação e intriga, segundo o ministro Pacheco

Jeremias Langa
“É promover intriga perguntar como a Semlex entra em Moçambique, começa a produzir documentos e só se regista 8 meses depois, como consta na própria publicação oficial do Estado moçambicano, nomeadamente o já aludido Boletim da República de 9 de Julho de 2010?”
O ministro do Interior disse, esta semana, que o negócio entre o Governo e a Semlex foi transparente e que os questionamentos do “O País” ao mesmo não passavam de “especulação e promoção de intrigas”.
Curiosamente, no entanto, José Pacheco não se referiu a nenhum dos muitos pontos de interrogação que este jornal tem vindo a levantar sobre este negócio. Não rebateu, e nem esclareceu, em concreto, nenhuma das questões que suscitam dúvidas no negócio, pelo que as nossas interrogações permanecem intactas.
Claramente, não interessava a José Pacheco prestar esclarecimento exaustivo aos termos do negócio. E não lhe interessava porque, provavelmente, não tinha nenhuma explicação esclarecedora a dar de tão evidentes e aterradores que são os factos. Por isso, optou por uma estratégia clássica nos políticos – adoptar a teoria da conspiração: quem questiona, não merece resposta, porque não está connosco. E quem não está connosco, está contra nós. Faz conspiração, é um conspirador. Só faltou mesmo Pacheco dizer que somos reaccionários, inimigos da pátria e estamos a seguir uma agenda externa! Porque, infelizmente, para alguns políticos, moçambicano patriota é aquele que concorda com todos os actos do Governo.
A verdade é que o ministro José Pacheco tem de aprender a viver com questionamentos, enquanto ocupar cargos públicos. Político que não se quer expor a críticas ou questionamentos, o melhor que tem a fazer é pedir demissão e arranjar um emprego, onde possa viver confortavelmente na total discrição. Há muitas pessoas nessa situação, neste país, e não há mal nenhum nisso!
Mas voltemos aos factos que o ministro Pacheco não quer tocar: no caso da Semlex, é promover intriga e especulação perguntar com quem e como o Governo faz um negócio tão sensível para a nossa soberania como o da emissão de documentos de identificação civil? É promover intriga perguntar como a Semlex entra em Moçambique, começa a produzir documentos e só se regista 8 meses depois, como consta na própria publicação oficial do Estado moçambicano, nomeadamente o já aludido Boletim da República de 9 de Julho de 2010?
Por acaso, é promover intriga questionar onde a Semlex se registou, em Moçambique, antes de Outubro de 2009, e como conseguiu assinar contrato com o Governo moçambicano, assegurar que esse mesmo contrato tivesse o visto do Tribunal Administrativo e começasse a produzir bilhetes de identidade e passaportes biométricos em Moçambique?
No acto de registo de sociedades estrangeiras, a lei moçambicana preconiza que tenham de obter uma licença de representação junto do competente agente consular moçambicano, comprovativo de que se acham constituídas e funcionam de harmonia com a Lei do País em que se constituíram e depois seguirem os mesmos procedimentos de registo, que seguem as sociedades de direito moçambicano, na conservatória das entidades legais. Não estamos a encontrar indicação de que a Semlex tenha seguido esses trâmites, que tenha sido certificada por agente consular nacional e, por isso, questionamos como é que foi capaz de assinar contrato com o Governo moçambicano, sem ter essa certificação. Perguntamos se isso se trata de tratamento diferenciado ou há alguma outra razão que legitima que isso tenha de ser assim. Mas perguntar tudo isto é, pelos vistos, para o nosso ministro do Interior, especular e promover intriga.
A outra alternativa é criarem uma sociedade de direito moçambicano, que faz mais sentido para o contrato de 10 anos que a Semlex celebrou com o Governo moçambicano. Essa sociedade, de facto, foi criada(...) 8 meses depois. A pergunta é por que a Semlex assinou contrato com o nosso Governo como “Semlex Europe SA”, começou a operar e, oito meses depois, cria a Semlex Moçambique, Lda? Há, ou não, relação entre as duas Semlex? Se sim, qual? Perguntar isto é promover intriga?
Questionar por que a Semlex indicou, nos seus estatutos, como sua sede, um endereço que pertence a outra empresa cujos donos e funcionários dizem nada ter a ver com a Semlex, é promover intriga? Se a lei obriga as empresas a indicarem endereço físico com exactidão, no acto da sua constituição, que endereço declarou a Semlex ao Governo, no acto de assinatura do contrato? O mesmo que consta dos estatutos que, como se sabe e comprovámos, pertence à empresa Elgas? Ou indicou um outro endereço tão secreto, que não pode se quer constar dos seus próprios estatutos, nem do Boletim da República?
Já agora, se a lei já obriga qualquer empresa registada a ter endereço, por que na cláusula 39 do contrato entre Semlex-Governo, as duas partes acordam que a Semlex comunique, no prazo de 60 dias após a assinatura do mesmo, o domicílio legal desta em Moçambique? Quer isto dizer que o próprio Governo sabia que a Semlex não tinha domicílio em Moçambique. Como é que, então, se fez o seu registo, se se fez, sem obedecer a este preceito? Perguntar isto também é promover intriga, ministro Pacheco?
O contrato de concessão com a Semlex foi firmado na modalidade de ajuste directo, previsto na alínea f) do número 3 do artigo 9 do Regulamento de Contratação de Empreitada de Obras Públicas, Fornecimento de Bens e Prestação de Serviços ao Estado, vulgo decreto 54/2005 de 13 de Dezembro. Ora, no número 1 desse artigo 9, sublinha-se a necessidade de se adoptar um regime excepcional, sempre que se mostre conveniente ao interesse público. No entanto, chama-se à atenção para a necessidade de a Autoridade Competente dever fundamentar por escrito a decisão de declarar verificados os requisitos de contratação em Regime Excepcional. Perguntar quem foi, neste negócio, a “Autoridade Competente” e onde podemos encontrar o documento com a sua fundamentação para o negócio ter mudado, repentinamente, para adjudicação, quando inicialmente se estava a preparar o lançamento de concurso público aberto, isto também é promover intriga, ministro Pacheco?
Perguntar se a Semlex constava do cadastro único de empreiteiros de obras públicas, fornecedores de bens e de prestadores de serviços, elegíveis a participar nos concursos realizados pelos órgãos e instituições do Estado, incluindo autarquias e empresas do Estado, como preconiza o artigo 58 do mesmo decreto 54/2005 de 13 de Dezembro, pelos vistos, é promover intriga para o nosso ministro do Interior.

O melhor, então, é que a gente se cale e faça de contas que está tudo bem? Não é, senhor ministro Pacheco?

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Eleiçôes autárquicas - Tolerância zero - adverte José Pacheco

Para uma maior cobertura policial, segundo José Pacheco, novos agentes da Polícia recentemente graduados nas diferentes instituições de formação policial foram enviados para todas as províncias.
Falando durante a sua recente visita à província de Tete, o titular da pasta do Interior asseverou que o processo de reforço dos efectivos policiais vai prosseguir até final do ano.
“O nosso reforço na perspectiva das eleições autárquicas é integrado, tanto no âmbito dos recursos humanos, assim como em meios materiais”, disse josé Pacheco citado pela Rádio Moçambique.
Com estes reforços, explicou o Ministro, não haverá espaço para que os oportunistas possam tirar proveito dos momentos eleitorais para cometer irregularidades.
No último Conselho Coordenador do Ministério do Interior, realizado na vila fronteiriça da Namaacha, em Maputo, José Pacheco instou os quadros da sua instituição a tudo fazerem para assegurar a ordem e tranquilidade públicas durante as próximas eleições autárquicas.
Considerou, na ocasião, que as eleições municipais constituem mais um desafio para a corporação, devendo-os encarar com seriedade. Foto GovMoz

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Manhenje nos calabouços - Terá sido a pressão dos dois SS? (Suécia e Suiça?)

Acabo de receber a reflexão de Manuel Araujo, á-propósito da prisão já propalada na imprensa local desde ontem. Com a devida vénia, eis:
Varias fontes acabam de me confirmar que de facto o ex-Ministro do Interior foi detido hoje, alegadamente para responder ao caso de desvio de fundos no Ministerio do Interior. Lembre-se que o actual Ministro do Interior, Jose Pacheco, foi dos poucos senao o unico ministro do executivo de Guebuza, que antes de pegar no 'volante' no seu ministerio, em 2005 ordenou a realizacao de uma auditoria as contas do seu pelouro, tendo detecto um rombo financeiro a escala planetaria. Produzida a auditoria, esta foi entregue as entidades competentes, nomeadamente a Procuradoria Geral da Republica. Ao que consta, nenhum dos procuradores anteriores teve a coragem suficiente para avancar com o processo, ate que ha dois meses atras, os embaixadores de dois paises, a Suecia e Suica, informaram ao executivo mocambicano que diminuiriam a sua ajuda ao orcamento do pais, como forma de protesto contra o facto de o governo 'nao estar a levar a cabo accoes contundentes na luta contra a corrupcao'.
Especificamente os embaixadores queriam ver 'peixe graudo' dentro dos calaboucos, para responder as acusacoes de corrupcao. Esta preocupacao tambem foi levantada em varias reunioes do G19, o grupo de parceiros que apoia directamente o Orcamento Geral do Estado. Recorde-se que na penultima reuniao deste grupo com o governo em meados de Abril do corrente ano, o governo nao apresentou o relatorio sobre governacao e corrupcao, alegando que teria de faze-lo primeiro a Assembleia da Republica, uma desculpa considerada por nos como de 'mau pagador', pois quando se trata da aprovacao do orcamento de estado, o governo age de forma contraria, comecando por obter a aprovacao dos desembolsos da comunidade doadora e, so depois apresentando-o a Assembleia da Republica, que conformada com a posicao tomada pelos doadores, cumpre a funcao de carimbar o orcamento do governo, transformando-se assim a 'Casa do Povo' num mero instrumento de praxe para satisfazer aos interesses e conluio entre os doadores e o governo, o que a nosso ver enfraquece a nossa incipiente democracia.
A accao dos governos da Suica e da Suecia foi ecebida por variossectoes da sociedade mocambicana de forma diferente. por exemplo, o Centro de Integridade publica, na pena do seu Director, Marcelo Mosse, publicou um artigo que encorajava a atitude dos doadores. por outro lado, outros sectores da sociedade e neste caso concreto 'representados' pela pena do sociologo Macamo, condenaram e ate questionaram a legitimidade dos doadores em 'pressionarem' o governo. Apesar de o governo, na voz do Ministro do Plano e Desenvolvimento, Aiuba Cuareneia ter tentado desdramatizar os cortes 'cirurgicos' ao orcamento, o certo e que parece que a medida esta a surtir os efeitos desejados. Oxala esta accao nao seja uma estrategia singular do governo para por poeira nos olhos dos observadores atentos e da comunidade internacional.
Outro factor que pode ter contribuido para a prisao do 'intocavel' Manhanje, pode ser o facto de para a proxima sessao da Assembleia da Republica estar a agendada a apresentacao pelo Chefe do Estado do Informe sobre o 'Estado da Nacao', ocasiao sublime em que o Presidente da Republica, deve apresentar a 'Magna Casa do Povo' uma radiografia anual dos feitos do seu governo. Nao existindo tantos feitos para mostrar, os estrategas do Chefe do Estado, podem ter recomendado a prisao de Manhenje como forma de mostrar servico, matando desta forma dois passaros numa cajada- a audiencia interna e a comunidade internacional. Mas como o tempo e o melhor juiz, ca estamos para verificar ate que ponto o Executivo de Guebuza e serio no combate a corrupcao. Para ja vao os nossos parabens ao novo PGR, ao Executivo e porque nao aos embaixadores e governos dos dois paises que operaram o 'forcing'. 'Nao basta que a esposa de Cesar seja fiel, e importante que o pareca!
Estamos atentos! Um abraco patriotico,
Manuel de Araujo

Angola24Horas

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