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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Henriques Lagos Lídimo cujo papel nas FPLM resultou na matança de moçambicanos indefesos


...devia ser julgado, ao menos.

O uso de poder coercivo e abusos de direitos humanos não são madrasta às Forças Populares de Libertação de Moçambique (FPLM) agora com a roupagem de FADM. Quem não se recorda mandos de H. Lagos Lidimo, Chefe do EMG das FADM e antigo chefe da contra-espionagem militar da FRELIMO, na Zambézia, onde cidadãos por clamarem seguir uma maneira diferente de pensar foram despojados das suas preciosas vidas. Quem não se recorda da polítca de terra queimada infligida a cidadãos indefesos em localidades como as de Dugudiua, Alto Benfica, Namanjavira, Namarrói, Gilé, Nauela, Mopeia, Mugeba, Molumbo, Nacuarro, Mepuagiua, Ruace, Namacurra e tantos outros lugares onde elementos das FPLM protagonizaram as piores atrocidades contra a pessoa humana. Eu as vezes fico boquiaberto quando à Renamo se lançam todo o tipo de mentiras pela propaganda da Frelimo sobre o que se passou de facto durante a guerra dos 16 anos. Escondem as verdades de cá e vitimizam as de lá. Quando olho por exemplo este escorraçamento de Lagos Lidimo da posição de Chefe de Estado Maior General (EMG) da FADM, vejo que a Frelimo tem uma preocupação única fazer desaparecer os agentes que encabeçaram dos mais abomináveis crimes contra a humanidade neste país. Por isso, tarde que tardar gente como este General devem aparecer em juizo, porque há testemunhos contra e a seu desabono na nossa jurisprudência. Chissano disse "perdoar não é esquecer. Mas reparar os danos causados é necessário, chamando ao juizo para quem de facto esteve por detrás delas. Foto MocambiqueParaTodos
PS: Fala-se deste General ter mandado limpar [matar] companhias inteiras que nao acatassem as suas ordens de ir aos recontros com a Renamo, sobretudo nos quarteis de Quelimane e Mocuba. Este assunto devia ser investigado para se apurar a verdade.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Militares assaltam cidadãos indefesos



...em plena Cidade de Maputo


Indivíduos trajando fardamento das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e por vezes empunhando armas de fogo, actuam nos bairros da cidade de Maputo onde estão localizados alguns quartéis das FADM, nomeadamente, «Malhazine», perto do Paiol e «Bagamoio», onde está localizada outra unidade militar das FADM, e bairros circunvizinhos (George Dimitrov e «Inhagoia). Tais indivíduos assaltam cidadãos indefesos na via pública, retirando-lhes bens, espaçando-os e por vezes com alguma gravidade. Estas práticas vêm-se alastrando de há algum tempo a esta parte, e já foram inúmeras vezes criticadas por personalidades e organizações da sociedade civil. A Polícia diz estar a trabalhar no caso. Recentemente um jovem vendedor ambulante viu-se despojado do seu telemóvel e da receita do seu negócio por um militar no bairro George Dimitrov (Benfica). Esta informação foi apurada junto do comando da PRM na cidade de Maputo, e o porta-voz desta instituição, Arnaldo Chefo, contou que "não foi possível neutralizar o militar que cometeu este crime".
Persistem casos
O porta-voz da polícia ao nível da cidade de Maputo reconheceu que este caso não é o único, e diz que "alia-se a tantos outros de militares do Paiol de Malhazine que praticam actos de vandalismo, de militares do Bagamoyo e de tantos outros que ainda persistem na cidade". No entanto, Chefo refere que já foram neutralizados alguns destes indivíduos que perpetram tais casos, e acrescenta, "constatamos que nem todos são militares". Devido à persistência dos casos contra cidadãos indefesos na via pública, Arnaldo Chefo admite que "é necessário que seja feito um trabalho apurado pela polícia, para encontrarmos se as pistas dos militares e de outros que usam fardamento militar e actuam em nome dos primeiros". Chefo recorda que "desde o ano transacto foram capturados muitos indivíduos que se faziam passar de militares e praticavam crimes", referiu.
«Caso de George Dimitrov» na PIC
Devido à sua relevância, o caso ocorrido no passado dia 29 de Abril no bairro «George Dimitrov», o porta-voz da polícia garantiu que "foi encaminhado para a PIC onde prossegue a sua investigação". Para se apurar a proveniência de equipamentos militares e policiais que são usados pelos criminosos nas suas investidas, Arnaldo Chefo garantiu que "está a decorrer um trabalho de força conjunta entre a PRM e as FADM, com reuniões semanais no Comando da PRM da Cidade de Maputo". Entretanto, Chefo adianta que nos encontros havidos entres os elementos que constituem a dita força conjunta, "percebe-se que alguns policiais de má fé é que facultam o fardamento aos malfeitores", afirmou, garantindo que em conexão com estas práticas, "muitos agentes da PRM estão detidos nas celas do Comando". Não disse quantos nem se os mesmos vão ser submetidos à Justiça. Fonte: Canal de Moçambique
(Borges Nhamirre)

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Às escondidas, as Forcas Armadas de Defesa de Moçambique fazem balanço de actividades


E que balanço?

Sem indicar o local onde vai decorrer o balanço da defesa de todos NÓS, as FADM, mais precisamente por parte do seu Estado-Maior General, mandaram a imprensa ontem um comunicado que anunciava que irão “fazer a avaliação das actividades desenvolvidas pelas Forças Armadas de Moçambique de Defesa de Moçambique (FADM) durante o ano em curso”, a partir de ontem.
Tudo leva a crer que, pela extrema cautela em não anunciar o local do tal evento, tudo tenha a ver com o estado de desorganização a que estão votados os homem e locais onde se acomodam garantem a soberania estatal. Sabe-se ainda que, mesmo o recinto do Quartel General, constitui palco mais distracções, entre elas, sítios de pastos, musica e entrada de civis desnecessariamente.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Lagos Lidimo diz que nunca ouviu falar do “Questionário Confidencial”

Nas celebrações do dia 7 de Setembro

O Chefe do Estado Maior FADM, general Lagos Lidigo, disse ao «Canal de Moçambique» que nunca ouviu falar da circulação de um questionário com perguntas de índole político-partidária nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique, desde a celebração do Acordo Geral de Paz (AGP). “Nunca ouvi falar desse questionário”, disse ao «Canal de Moçambique» o militar mais graduado das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).
O contacto com o chefe do Estado Maior General das FADM deu-se na sexta-feira 7 de Setembro na Praça dos Heróis quando se comemorava a efeméride dos Acordos de Lusaka através dos quais foi reconhecido o direito à auto-determinação e independência aos moçambicanos, acordos esses chancelados pela então Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) e uma Junta Militar que governava então Portugal após o golpe de Estado que pôs termo ao regime que pretendia perpetuar a soberania lusa nas colónias que vinha mantendo em África.
Ao afirmar que “nunca” ouvira falar “desse questionário”, o general Lagos Lidimo desmentia o brigadeiro Jorge Gune, comandante da Casa Militar, que confirmou a este jornal a autenticidade do referido documento, chegando a afirmar de viva voz que “desde que comecei a assumir cargos altos tive sempre de preencher esse tipo de documentos”.
A uma outra questão sobre o significado do dia 7 de Setembro de 1974, Lagos Lidimo foi curto e grosso: “Contacte os antigos combatentes. Eles é que podem falar melhor sobre isso”. Após dito isto, apareceu um segurança com um aviso ríspido e contundente: “Se ele não quer falar, é melhor não insistir”.
O autor destas linhas, perante os factos, retirou-se e procurou o major Freitas Norte, director do Centro de Recrutamento Militar, para também deste, colher a sua versão sobre a circulação do não menos polémico «Questionário Confidencial» em circulação nas FADM. O Major Norte, no mesmo diapasão do seu chefe do Estado Maior repetiu a ladainha: “Eu nunca ouvi falar deste questionário”. “Eu estou de férias”, foi o mais que disse. Mas mesmo assim o Major Norte solicitou ao «Canal de Moçambique» uma cópia do «Questionário Confidencial» alegando que não podia “Fazer especulações”. “Tenho que comentar sobre algo que sei”, concluiu.
O «Questionário Confidencial» é um documento também já publicado pelo Semanário ZAMBEZE em que são feitas ás hierarquias militares perguntas de índole partidária e mais objectivamente pretendendo claramente aferir as simpatias dos inquiridos pelo Partido Frelimo, de que é presidente do actual chefe de Estado, Armando Guebuza.
Enfim, foi mais uma das várias oportunidades que temos estado a oferecer a figuras de relevo do panorama nacional, sobre um assunto que parece ser de carácter melindroso nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique que é suposto serem rigorosamente apartidárias como aliás vem prescrito na Constituição da República. O próprio Procurador Geral da República recentemente exonerado pelo presidente da República, Dr. Joaquim Madeira, reconhecera pouco antes a ilegalidade e inconstitucionalidade de tal «Questionário Confidencial» que o chefe da Casa Militar, a primeira entidade contactada pelo «Canal de Moçambique» para se certificar da autenticidade, admitira em uso corrente.
(Emildo Sambo)
Fonte: Canal de Moçambique

Angola24Horas

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