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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Engenho explosivo achado no corredores de ligação a Moçambique e África do Sul



Pode ter sido um 'complo' qualquer por individuos ainda 'a monte


Segundo a Times of Swaziland, "na última quinta-feira, foi encontrado um engenho explosivo sob a ponte rodoviária de Mpaka, na estrada entre o posto fronteiriço de Lomahasha-Namaacha, uma das fronteiras do Reino da Swazilândia com Moçambique, e as cidades de Manzini e Mbabane. Um outro engenho explosivo foi detectado na linha férrea que passa por baixo da mesma ponte. Nenhum dos explosivos foi activado.Ainda um outro engenho explosivo viria a ser activado no mesmo dia na estrada que liga Manzini ao posto fronteiriço de Lavumisa-Golela, que separa a Swazilândia da África do Sul. O engenho, colocado na ponte sobre o Rio Usuthu, na região de Big Bend, não causou danos de maior.
Na semana anterior havia sido descoberto um engenho explosivo na linha férrea, próximo da estação de Mpaka. Esta via liga a Swazilândia à fronteira norte com a África do Sul, atravessando todo o território swázi em direcção à fronteira sul com o mesmo país. A via férrea é utilizada fundamentalmente para escoar minérios da zona de Phalaborwa para o porto de Richards Bay na província sul-africana do KwaZulu-Natal, para além de açúcar produzido na Swazilândia. Um outro ramal com origem em Mpaka liga a Swazilândia ao porto de Maputo, através da zona fronteiriça de Mhlumeni-Goba.
Esta fronteira é a única alternativa à Lomaacha-Namaacha com Moçambique. Desconhecem-se os autores dos actos de sabotagem, tendo a polícia referido que os explosivos eram constituídos por blocos de dinamite V8 e V6. Fontes Times of Swaziland/Canal de MoÇambique.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

O que vale entre visitar vitimas do paiol agora e na hora de dor aguda, Sua Excelência?

- 'A-proposito da visita do Chefe do Estado e do Governo a Cidade de Maputo
Pouco tempo depois das explosões do paiol de Malhazine, parece que o silêncio foi nota dominante da parte da Sua Excelência o Presidente da República, salvo sua intervenção com sorriso irónico notado por milhares na televisão do seu governo e aquela rapida visita aos vitimas no HCM 'para inglês ver’ ou para a propaganda fútil.
Daí reinou um conformismo crescente e fora de comum e sobretudo ireactivo aos pedidos para que demitisse seu ministro da defesa e cunhado, Tobias Daí. Daí presidiu a uma incompetente resposta ante as vitimas mortais as centenas, viuvas, viuvos e crianças sem pais e destruições massisas de bens. O presidente escondeu-se e, escudou-se para não ouvir as críticas que se podiam lançar sobre a demissão deste, a proteção e consevação dos meios bélicos no país; escudou-se para não ter que ser ele a assumir este erro humano.
Agora, são para quê os elógios que lança as equipas que fizeram as casas? São para quê os pedidos que faz para que as vitimas ‘guardem bem’ as suas novas casas? Sua exelência sabe que nada substitue o que foi destruido. Sua exelência sabe que nada está no lugar que foi devorado pelas mortiferas armas do paiol de Madhlazine. Ressinta-se enternamente e roga da sua pessoa que, de futuro, se algo de gênero aconteçe, assuma uma outra postura, mais diligente, mais sábia, mais chefe de estado e, sobretudo, mais humana. Foto Noticias

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Paiol de Mahlazine : Destruição de engenhos assusta população local

O paiol de Malhazine, nos arredores da cidade de Maputo, é, neste momento, palco da detonação de material bélico, que por razões de segurança não foi transportado para o distrito da Moamba, onde destruiu-se grande parte dos engenhos explosivos recolhidos após o incidentes de 22 de Março do ano passado. A destruição, que se realiza numa área julgada segura, no interior do paiol, realiza-se, diariamente, entre as 11.00 e 14.00 horas, segundo apurou a nossa Reportagem junto dos residentes dos bairros circunvizinhos daquela unidade das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM). Nesse sentido, os moradores de Mahlazine, “Matendene”, Zimpeto, “CMC” e Mahotas estão, paulatinamente, aprendendo a conviver com os estrondos gerados pela detonação dos engenhos militares, mas ainda mostram-se assustados com as explosões.Recorde-se que num incidente registado em Março de 2007, morreram mais de 100 pessoas, cerca de outras 500 ficaram feridas, para além da destruição de inúmeras infra-estruturas sociais. (Noticias). Leia + aqui.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Transporte de obuses da Catembe para Boane: Perigo eminente na baía de Maputo

O TRANSPORTE de material militar obsoleto via marítima, do município da Catembe para o campo de destruição, no distrito de Boane, passando pelo centro da cidade de Maputo, pode terminar em tragédia. O facto é que o armamento bélico está sendo transportado no mesmo "ferry-boat" que leva consigo centenas de passageiros, pondo em perigo as suas vidas e não só, isto se se considerar que por qualquer motivo ele possa explodir, causando danos incalculáveis.

O MIRADOUR(O)NLINE pode perceber que iniciado há algumas semanas, o processo está ferido de graves irregularidades, uma vez que os carros das Forças Armadas de Moçambique (FADM), cumprem os horários normais, misturando-se com milhares de pessoas civis, que cruzam as pontes de Maputo e Catembe. Aliás, ontem, por causa do calor intenso que se fez sentir, muitas foram as pessoas que se viram obrigadas a deslocar-se de "ferry-boat" de um lado para o outro, juntamente com os camiões militares carregados de armamento obsoleto, a caminho da destruição. Era movimento típico aos fins-de-semana por causa dos banhistas.

Falando à nossa Reportagem, alguns utentes do "ferry-boat" não esconderam o seu medo e desagrado, lamentando não ter outra alternativa para se deslocarem, a não ser usar a mesma embarcação. No acto de transporte, algumas pessoas chegaram a esconder-se por detrás de tudo que julgavam ser seguro, isto para o caso de qualquer eventualidade, mesmo sabendo que o impacto com que já nos habituamos destes obuses quando explodem é devastador.

Entretanto, um dos responsáveis militar que comandava as operações de transporte do material de Catembe para Boane, via cidade de Maputo, disse que a operação iniciou há duas semanas, onde está a ser recolhido tudo que se afigure cansado no quartel da Catembe para a sua destruição. Não nos foi possível ouvir a posição do Ministério da Defesa quanto a este assunto, uma vez que o seu porta-voz, Joaquim Mataruca, estava com o telemóvel incomunicável.

PS: O PR, Armando Guebuza, tem a obrigacao constitucional de velar na seguranca e bem-estar dos mozambicanos. O que se pode perceber e' que ele nao olha nada disso e continua a manter o seu incompetente cunhado a frente do Ministerio da Defesa Nacional. Porque tanta arrogancia? Desculpa, mas nisto os mocambicanos nao lhe vao perdoar mesmo depois de deixares de ser PR. Esta' em frente dum governo perdula'rio que se vira apenas para o dinheiro facil.

Fonte: NOTÍCIAS/ M I R A D O U R (O)NLINE - CANAL NOTICIOSO - MOÇAMBIQUE - MMVII

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sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Cerca de 650 milhões de armas nas mãos de civis - alerta a ONU

CERCA de 650 milhões de armas ligeiras, o correspondente a 75 porcento de armas deste calibre em circulação no mundo, estão nas mãos da população civil, na sua maioria nos países mais ricos, indica um relatório apresentado ontem pelo Instituto Superior de Estudos Internacionais de Genebra.
Os civis são donos de 650 milhões das 875 milhões de armas de fogo que circulam hoje em dia, uma estimativa superior àquela feita em 2002 pelo programa do Instituto sobre as Armas Pequenas", afirmou o director do Instituto Superior de Genebra, Keith Krause, em conferência de Imprensa..

Quase dez países concentram 70 porcento do total do armamento nas mãos de civis, começando pelos Estados Unidos, cujos cidadãos possuem 270 milhões de armas.

Os EUA, com menos de cinco porcento da população mundial, abrigam entre 35 porcento e 50 porcento do total das armas em poder de civis no mundo.

Outros grandes países com uma elevada quantidade de armas em posse de civis são a China, Índia, Alemanha, França, Itália, Espanha e Grã-Bretanha.

Por outro lado, segundo o relatório, a escassez de oportunidades de emprego e recursos em algumas cidades são um factor importante na geração de conflitos urbanos.

O instituto considera que "a urbanização em grande escala e sem controlo é acompanhada de níveis decrescentes de segurança pública, e, aparentemente, associada ao aumento da violência armada".

"Antes, a urbanização estava associada à industrialização e ao crescimento económico, uma conexão que foi rompida", afirmou Krause.

Ele afirmou que, "hoje em dia, a expansão urbana atinge 25 milhões de pessoas que em cada ano se juntam a um bilião que vive em assentamentos precários, enquanto os segmentos mais ricos se concentram em comunidades cercadas de grades".

Krause disse que "ainda não se pode determinar um vínculo claro entre a posse de armas ligeiras pela população e o auge de violência nas cidades, sobretudo naquelas que possuem mais de 20 milhões de habitantes".

Em cada ano são produzidos entre 530 mil e 580 mil armas de assalto, fuzis militares e carabinas, com licença ou sem permissão, o que representa entre 60 porcento e 80 porcento do total da fabricação de armas ligeiras.

Somente 57 porcento das armas produzidas são fabricadas com licença, um comércio que supera os quatro biliões ao ano.

No período 2002-2004 houve transferências "irresponsáveis" de armas ligeiras a 60 países, dos quais 36 apresentam graves violações dos direitos humanos ou estão envolvidos em conflitos armados.

O relatório menciona o desvio de centenas de milhar de armas ligeiras dos Estados Unidos para o Iraque, dezenas de milhar de cartuchos de munição das tropas de paz sul-africanas distribuídos no Burundi e as transferências de armas para Líbano, Somália e Sudão.

Fonte:Notícias







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