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VOA News: África

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Guebuza fala à Assembleia


- num discurso repetitivo e de muita jactância, com a agavante da “gazeta” da Renamo

Num documento de 36 páginas reflectindo o plano quinquenal do Governo, Armando Guebuza fez ao pódio da AR para dar a estado geral da nação. O discurso não foi muito além de uma repetição dos discursos anteriores, sem no entanto trazer novidades.

O combate a pobreza, o cavalo de batalha da Frelimo nesta gestão governativa, segundo Guebuza, saldou-se num desenvolvimento de 8%, com ênfase ao desenvolvimento do distrito, a questão do uso dos 7 milhões, educação e saúde. A bancada da Renamo se fez ausente.

Ao que pareceu uma atitude bem concertada, a Frelimo mobilizou o antigo da república, Joaquim Chissano, para fazer análise do discurso de Guebuza. Chissano não fez mais senão fazer uma apreciação seguidista, tocando aspectos sobre a valorização da pessoa humana, a auto-estima e a pobreza absoluta. Num tom geral, este discurso de um pouco mais de uma hora, foi muito repetitivo e muito vanglório, regado de muitas palmas pelos camaradas da bancada.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Redução de dependência sim, mas reino da impunidade, não!


...aos que desviam ajuda externa ao país

Já se percebeu que a recente comunicação a imprensa do Governo de que prevê reduzir os apoios externos nos próximos anos, esconde muita coisa.

Ainda que possamos admitir que há em carteira os ditos mega-projectos, de que o Governo se funda para tais reduções de dependência ao financiamento do seu Orçamento do Estado (OE), nota-se claramente que o Governo se esforça para mascarar o real problema.

O búsilis da questão aqui, não são os próximos anos, é, sim, um Governo relutante a sair a rua para nos dizer, onde meteu os dinheiros dos contribuintes de impostos das nações doadoras ao OE. Este seria o primeiro passo a dar, para depois se redimir do seu erro, com vista a restaurar confiança, quer no meio da comunidade doadora, quer ainda para com as populações.

Enquanto prevalecer este reino de impunidade contra os detentores de vastos interesses empresariais, desvios de aplicação de fundos, roubos descarados da coisa pública, ‘cunhas’, admissões de funcionários fantasmas, créditos não sanados, crimes organizados, não resolvemos nada. Escrevemos na água!

Teria vergonha o Ministro de Planificação de Desenvolvimento (AC)(na foto) de dizer que não notificado da interrupação ou redução da ajuda da Suécia, quando na verdade o foi. Teria ainda mais vergonha na cara o PR (AEG) ecoar a desintelegente posição do seu ministro durante a dita presidencia aberta. Ninguém não sabe que precisamos de uma redução de dependência ao exterior para manter o governo, mas reino da impunidade, onde ‘ladrões não são apanhados’, deve cessar. Foto Governo

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Que diferença faz entre boicotar a CPLP e estar presente na Cerimónia inaugural do jogos Olímpicos com participação minima de atletas nossos?



…Porquê à Beijing não vai somente o sr. Carlos de Sousa (o Vice dos desportos)?



Ao que tud indica, O Presidente da República deixou de ir a reunião recente da Comunidade dos Países da Língua oficial Portuguesa (CPLP), enviando uma emissária de quem se questiona a nacionalidade, sra Luisa Diogo (PM), para aceitar o convite de estar presente em Beijing. Aliás, é mesmo a abertura dos Jogos Olímpicos-2008 num quadro em que um grupo de gatos pingados de moçambicanos fazem parte. Porque não enviou o Vice-Ministro dos Desportos, pois isso nos poupava divisas por essa movimentação de tanta gente entre ministros e seguranças. Segundo o Notícias, faz diferença ao Presidente entre boicotar PALOP’s e ir a China comunista.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Porquê conflito de interesses em Moçambique?



…por parte do nosso Presidente da República (PR)

Armando Guebuza, enquanto PR, continua impunemente a ser o dono de um vasto império empresarial sem que a nossa justiça mova palha alguma para o confrontar. Aliás a lei é bem clara que os detentores de cargos públicos devem declarar seus bens àquando da sua assumpção. Ao que se pode ver e a natureza de negócios que o Senhor Guebuza e família detém não foram ao escurtínio judicial. Se fossem, o senhor Guebuza não seria presidente hoje ou estaria a cumprir a sua pena nos calabouços. A história é bem clara nisto. Esta descreve-o como um ministro do interior dos tempos samorianos famoso pela sua política dos 24/20 (Não é tradição dos moçambicanos pagar o mal pelo mal, mas neste caso a Frelimo exagerou) e que esteve directamente envolvido nas grandes ‘operações de produção’ que resumiram no desterro dos seus próprios aborrigenes para as selvas do Niassa e contra as liberdades de reunião e religião.

Constam das suas tristemente famosas andanças no terreiro político, uma pretença liderança de um golpe de estado contra o saudoso primeiro presidente deste seu/nosso ‘maravilhoso Moçambique’, que resumiu na movimentação, sem conhecimento do nível mais alto do comando, de tropas de elite para a mediações do grande Maputo. Esta e outras acções pessoais dexaram-no indefinitivamente como um Ministro-Sem-Pastas até aos derradeiros dias de Samora Machel.

O resurgimento de Guebuza dá-se quando Joaquim Chissano (JC) o promove a cargos internos do Partido dos ‘Camaradas’ e, por via disso, à chefe de bancada; lugares onde ele fez tudo para, não só, fazer a sombra a JC, como também, preparar um ambiente para o demover, o que veio acontecer quando JC entrega-o poder (in)voluntariamente. Armando Guebuza afirma-se como terceiro presidente e reconcerta o seu poder, quando o público conhece os contornos e profundidade do seus vastos interesses empresariais que chocam actualmente com o seu exercício, como o alto magistrado da nação. Um exemplo disso são as actuais Portagens de Maputo e Moamba de que ele é um dos donos. O que faz a justiça nestes casos gritantes flagrantes de abusos de poder? O que faz o tribunal/conselho constitucional? Quo vadis, Guebuza! Foto Who'sWho

terça-feira, 15 de julho de 2008

Guebuza na frente da Zambézia*


O Presidente da República, Armando Guebuza, inicia amanhã e até ao próximo domingo uma visita de trabalho à província da Zambézia, onde, para além da capital provincial, Quelimane, vai escalar os distritos de Morrumbala, Namacurra, Gilé, Milange e o posto administrativo de Alto Lingonha.

Nestes locais, o Chefe do Estado tem agendadas reuniões com os governos locais, comícios populares e visitas a locais de interesse socioeconómico.
Guebuza far-se-á acompanhar pelos ministros da Administração Estatal, Mulher e Acção Social, Obras Públicas e Habitação, da Agricultura, da Justiça e pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), respectivamente Lucas Chomera, Virgília Matabele, Felício Zacarias, Soares Nhaca, Bevinda Levy e Paulino Macaringue.
Também fazem parte da delegação presidencial os vice-ministros do Interior, dos Transportes e Comunicações, dos Negócios Estrangeiros e Cooperação e da Energia, nomeadamente José Mandra, Ernesto Augusto, Eduardo Koloma e Jaime Himede. (Notícias)
*Meu título

PS: Uma comitiva de muito peso, o que se passa?

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Presença, senhor presidente!?


Tenho vindo a observar um vazio na actuação do nosso presidente da República nas diferentes vertentes da vida nacional e no foro internacional. Onde é que anda o nosso presidente afinal? Não tem presença, será por simples esforço de ser introverso? O cargo que lhe pesa à costas exige de si muita acutilãncia, muito empenho, muita retórica e muito pragamatismo político. Nada disto estamos a ver!

Pela negativa, só me lembro da sua intervenção tardia e enfadonha depois que o paíol de Madlhazine já tinha seifado a vida de centenas de cidadãos nossos, deixado viuvas e viuvos, criado um exercíto de crianças órfãs. Me lembro tenuemente da sua recorrente frase “cahora bassa já é nossa” mas não se deu a massada de nos dizer como é que é tão nossa assim. De longe procuro na imaginação que fez algumas ‘passeatas’ presidênciais, muito criticadas tanto pela Oposição como pela opinião pública de serem muito onerosas, pois não só movimentaram frotas de aviões e helicopetros, como também de viaturas e motorizadas numerosas, além do vasto número de agentes da sua segurança e ajudantes de campos.

No plano internacional nada ou pouco se sente a pujança e intervenção da nossa diplomacia por si dirigida. A mudança de pastas que houve no MNE de uma família amiga para outra família amiga não trouxe a lufada de ar fresco para aquelas lides. Foi preciso Dlhakama acordar o presidente do sono da diplomacia do silêncio (se é que existe mesmo) para tratar a questão zimbabuena. Vimos Tsagangirai vir a Maputo às expensas e apadrinhamento da Oposição. Onde já se viu isso? A situação agudiza-se, os vizinhos querem apoio; o nosso governo prefere acobardar-se, ganhando refúgio de não querer intervir nos assuntos internos do Zimbabúe. Então deixa que o moçambicanos expressem indignação à forma brutal e dispota como Mugabe governa a terra dos Mwenemutapas.

O calor dos debates no Egipto sobre o Zimbabúe passou à ilharga do nosso Presidente. Notou-se um presidente velho em ideias, sem presença de destacar entre os outros expivatados magistrados das nações presentes na cimeira de dois dias. Dos contactos mantidos poucos justificam os gastos do presidente nesta viagem ao Egipto. O que vemos e' uma tentativa do Noticias de amplificar o que se passou. Propunha que, ao invés do presidente persistir por viagens com custos fabulosos ao erário público que não logram atingir os objectivos esperados (para onde até leva, desnecessariamente, uma primeira dama que nem sei de percebe do que se está a falar nesses foruns internacionais), retraia-se e fique no país. Mande a Primeira Ministra, Luisa Diogo, ou o seu delfim, Aiuba Cuereineia (Ministro do Planeamento e Desenvolvimento). Pelo menos, o tio Dlhakas arrancou risadas e ovação em Paris, quando falou não há democracia só para a europeus e democracia só para os africanos, demonstrando capacidade natas de pensar fora da caixinha.
Foto NoticiasMaputo

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Qual é a diferença entre “Representante do Estado”, “Governador”, “Administradores” e “Secretário Permanente”

...Parem de inventar a roda que lá está.

Não restam dúvidas que o recente decisão de criar novos territórios tomada pelo Governo sem consulta popular nem mandato para o fazer visa, para além do seu objectivo supremo de ganhos eleitoralistas, tem por missão enquadrar a onda de camaradas que se vê desafectada no clube da ‘nomenkalatura’ do poder.
Para quem percebe a geografia moçambicana, 11 territórios provinciais são dirigidos por igual número de Governadores nomeados pelo chefe do estado. A esses mesmos territórios, e por delegação do Preseidente da República, são nomeados 11 Representantes do Estado da Província, 117 Representantes do Estado do nível dos distritos, 128 administradores, incluindo 5 que as zonas da cidade de Maputo têm. Além dos ministérios e algumas empresas, o país conta com 128 Secretários Permanentes.
O governo vem replicado nas províncias tudo o que é serviço distrital e provincial, além das enúmeras direcções provinciais disto e daquilo, que se querem escondidas num balcão único chamado BAU. Aqui é que houve um golpe de baú porque de facto a estrutura pesadissima prevaleceu e os métodos também. Por assim dizer, quem está no BAU é visto, para já, como um simples estafeta.

Entretanto, temos 33, agora alargadas a 43 zonas autárticas, onde funcionam governos eleitos e uma assembleia. No que tange às assembleias, para além da da República (nosso parlamento), o país contará, já no próximo ano, com 11 assembleias (mini-parlamentos) provínciais eleitas. Com os municipios e assembleia não me encomodo, porque sei que duma maneira ou de outra, quando chega a hora, alguém deve prestar contas e ser responsabilizado pelos actos de governação.

Para a ironia dos moçambicanos, ao que tudo indica, o Governo esforçou-se em povoar as províncias com cerca de 400 agentes da sua confiança (não eleitos), mas não mediu o peso fardo que representa manter essa rede toda de chefes. Para além de salários acima da inflação, há mordomias de bradar os céus, oferecidos a estes agentes do Estado. Ora isto não se comporta, com a repugnante realidade e indignante pobreza em que, mais que mais de metade, dos 19 milhões de moçambicanos, está mergulhado.

Discursos, até aqui, vázios dos dirigentes para vencer a pobreza que se multiplicam exponencialmente, com pretensa agenda rotular, só ajudam a criar mais desconfiança e revolta nos populares. As massas populares já notam com sobriedade velada a distância, entre a organização para um trabalho governativo profícuo, e a desorganizaçao para fins alheios; ou seja, a tal que abriu brechas já visíveis, por onde o erário público que é delapidado indecorosamente. Qual é a antitese desta preocupação de muito Estado e pouco trabalho (o deixa-andar a esse nível), senhor Presidente da República? Não responda a mim, mas sim aos Comiches e outros que vêm nisto uma duplicação e paralelismo funcional.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O domínio empresarial guebuziano fortifica-se inda mais


... na área dos transportes o conflicto de interesse está à olhos vistos.



Os interesses empresariais detidos pelo Presidente da República, Armando Guebuza, são deveras assustadores.

Numa altura em que as denúncias caiem por todo o lado [ver Indian Ocean Newsletter], Guebuza continua, entre outras, as mãos firmes sobre uma série de empresas de capitais estrangeiros e nacionais de transportes. É o caso da TATA Holding Lda e Mbatine Investimentos Lda. Estas, por sua vez, fazem uma parceria com a NAVIQUE e EMOSE na EQUIMAR Lda (Empresas do Estado; ou seja coisa pública). Recorde-se que a Mbatine Investimentos Lda é pertença da família António Sumbana. O registo desta vasto e devoradouro império empresarial é, na verdade porém visto com alguma desconfiança, mesmo entre os “camaradas” do partidão, que agora já pensam que Guebuza terá usado sua posição para enriquecimento pessoal e da familia. Assim sendo, Guebuza, cedo ou tarde, poderá prestar contas ou fazer juizo destas ‘obras’ pessoais que conflituam com o bom nome de alguém em posição de chefia. Enquanto não chega esse dia e não se identificar “os flancos por onde Guebuza pode sofrer” (C.f Mosse, 2005), o rol dos interesses empresariais não param de se expandir e a confundir a coisa pública da pessoal. Foto AP

sábado, 31 de maio de 2008

O império empresarial de Guebuza exposto hoje

…na revista internacional “Indian Ocean Newsletter”

Enquanto a maioria dos moçambicanos vive abaixo da linha de pobreza, o primeiro magistrado da nossa pátria, Armando Guebuza e sua família, usou da via vantagem política conquistada durante o tempo para erguer ao olhar impávido e sereno da justiça, de um dos grandes impérios empresariais jamais visto. A seguir vai a informação na íntegra.

Guebuza family has finger in every pie

After he became President at the beginning of 2005 Armando Guebuza, did not stop developing his portfolio of investments. Better still, he and his family have since then expanded their business network via various companies in which they own stakes. The firm Moçambique Gestores (MG), of which the President is one of the shareholders, is present in the Maputo Port Development Company (MPDC) which runs the capital’s port. Meanwhile Guebuza’s family company Focus 21 owns a stake in the navigation company Navique, is a partner in the South African energy company Sasol and is involved in the bank BMI. Furthermore, the President is also a shareholder in the mobile telephone company Vodacom via his stake in Intelec Holdings. He can also be found in Moçambique Capitais, a firm which has just launched the Moza Banco in partnership with Geocapital owned by the Macao magnate Stanley Ho.

Guebuza’s new partners. Intelec Holdings, the company chaired by the head of the Confederaçao das Associaçoes Economicas (CTA, employers’ association), Salimo Amad Abdula, is to go into exploring for chalk and other ore with the aim of opening a cement works. To this end, it is participating in the creation at the beginning of May in Elephant Cement Moçambique Lda (ECM) with a 15% stake. The leading shareholder in ECM, with 85%, is Shree Cement Ltd, an Indian cement manufacturer represented in this transaction by its financial director, Ashok Bhandari. Intelec Holdings has at the same time launched into another project. Represented by its general manager Tomas Arone Monjane, it has founded a consulting and expertise company called Intelec Business Advisory & Consulting Lda (Intelec B.A.C) jointly with a Mozambican resident in Cape Town (South Africa), Tania Romana Matsinhe (the company’s CEO, with a 35% stake), Catarina Mario Dimande from Maputo (12.5%) and Armando Ndambi Guebuza (12.5%). The latter is none other than one of President Geubuza’s sons who has studied in South Africa. Intelec BAC will carry out market studies and reports on the business environment for its clients.

All the family is involved. Ndambi Guebuza is already a shareholder, as are his brother, his two sisters and his parents, in the family firm Focus 21. His sister Valentina Guebuza owns a small minority (2.5%) in Beira Grain Terminal SA, a company created at the beginning of 2007 to operate the cereals terminal at the port of Beira (ION 1209), while the Mozambican President’s eldest daughter, Norah Armando Guebuza, has joined forces with Zimbabweans and Mozambicans to launch the firm MBT Construçoes Lda, specialised in construction and public works, at the beginning of the year. She is married to the Mozambican Tendai Mavhunga, who for his part is in partnership with Miguel Nhaca Guebuza, one of the Mozambican President’s brothers, in a construction industry consulting company Englob-Consultores Lda (ION 1200). This is the same Miguel Guebuza who has just been appointed to the board of the new firm Mozambique Power Industries, which will manufacture and market electricity transformers. This company’s shareholders are Wilhelm François Jacobs, Munir Abdul Sacoor, Marilia Americo Munguambe and Christoffel Cornelius Koch. For her part, Ana Maria Dai, the twin sister of Mozambican First Lady Maria da Luz Dai Guebuza, is a shareholder in Macequece Lda alongside another member of her family, José Eduardo Dai. Her brother, Tobias Dai, is a former Defence Minister.

Last year, Macequece created the mining company Mozambique Natural Resources Corp in partnership with International Minerva Resources BV.Discreet withdrawal. Nevertheless, President Guebuza has just sold his stakes in two companies. In mid-April he withdrew from Mavimbi Lda (fishing) whose ownership is now split between Moises Rafael Massinga (38%) and a consortium whose members have not been revealed. Similarly, Mozambique Gestores and the former Minister Teodato Hunguana have sold their stakes in Sociedade de Aguas de Moçambique Lda to Joao Manuel Prezado Francisco and Totem Investments whose shareholders are not known since this company was created before the law obliging their disclosure. The time has come for Guebuza to become more discreet in business!

sábado, 17 de maio de 2008

DNA: Presidente-empresário e a coisa pública [2]

...finalmente vende sua parte como dono da Mavimbi Lda.

Revisitando os interesses, os parceiros e as acções vendidas do seu vasto império empresarial.

Segundo o “IOL”, de hoje, o presidente da República decidiu vender as suas acções na Mavimbi em que tinha como sócio, o senhor Jesus Joaquim Camba Gomes.


Esta operação realizada no mês passado. Além da presidência, Armando Guebuza é empresário, com um vasto império de interesses que se estendem desde a imobiliária, passando por institutos de beleza à area de comunicações, com acções na Vodacom onde participa em vários pacotes comerciais.

Será que esta venda de acções é um 'retraimento' para dessuadir as acussações crescentes de que Guebuza terá se metido em conflitos de interesse sem presendentes? E só lembrar da Entelec Lda. para dai se chegar as conclusões devidas.
Foto google

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Professor tem de volta sua motorizada roubada por agentes da PRM

- foi preciso presidência para tê-la de volta

O regime no poder deve ter iniciado uma contra-ofensiva para repelir os possíveis efeitos do recente relatório da Amenstia Internacional que acusa a Polícia da República da Moçambique de brutalidades que ficam impunes. Segundo a estatal “Notícias”, um de nome Michel Luís em Nacarrôa teria denunciado diante o Presidente Armando Guebuza de lhe ser tomada a sua motorizada, torturado e acussado de a ter roubado. No termos do professor, depois de ter sido encontrado a conduzir a sua motorizada à noite, sem luz, o polícia de trânsito apreendeu o veículo que foi depositado no Comando Distrital da PRM. No dia seguinte, quando Michel Augusto chegou à Polícia para levantar a sua motorizada foi informado que esta havia desaparecido, tendo sido, para o cúmulo, acusado de ele mesmo ter furtado a sua motorizada. Para a nossa surpresa, tudo isto leva um Presidente da república para conter e chamar ao juízo os agentes da polícia. Qual é a garantia que Jorge Kalau, vice-comandante da PRM em Nampula, depois de ter devolvido a motorizada oferece ao professor que não haverá recriminações advindas desta acção, sobretudo porque quatro agentes vão sofrer processos disciplinares e criminais? Nenhuma. Imagem Pravda

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Carta aberta ao Presidente da Republica


Mais uma carta do Deputado Manuel Araujo - da Renamo-EU, sobre as incomodas praxes do Presidente da Republica Armando Guebuza. Se nao se tinha dado conta das recentes 'gafes' protocolares do PR, confire-as no link a seguir: CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA REPUBLICA

terça-feira, 1 de abril de 2008

Matabele e Cândido no ‘olho da rua’?

Circulam rumores, por confirmar, de uma possível demissão da Ministra da Mulher e Acção social Virgínia Matabele e o seu Vice-Ministro, João Candiane Cândido. A acontecer Guebuza terá protagonizado a maior ‘vassourada’ de ministros na história dos Presidentes de Moçambique.
Neste caso vertente, a senhora Matabele tem sido acusada e inacção diante das candentes situações de carestia, e falta de intervenção social, sobretudo no apoio a Mulher e a Criança, considerada um segmento da população mais vulnerável. A ver vamos que isto esta decisão de a afastar do Conselho de Ministros nos próximos tempos. Certamente que, para Guebuza, a esposa [Maria Guebuza] seria a melhor escolha! A imagem que ilustra a Sra Matabele Regional assinando o memorandum e' da Hunger and Vulnerability Programme (RHVP).
Nota: retomaremos os assunto assim que houver novos desenvolvimentos.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Guebuza faz jogos sem pernas para fintar em jogadas muito derimidas [1]

Quando há mau tempo, nem sempre o campo de jogos está preparado, para se derimir uma partida, ainda que o nosso adversário seja de pequena monta. É o que aconteceu hoje em Dar-es-Saalam, com os Mambas ávidos de manter a toada das vitórias sobre os “mwalimo” da vizinha Tanzania, mas calculadamente não houve jogo [significa que houve ponderacao profunda pela consequencia adversas, desde pernas partidas 'as febres, caso se deixasse que o jogo tivesse lugar]. Esta, de facto, é uma lição que um jogador [político] do gabarito de PR Armando Guebuza [na imagem encontrada aqui] devia usar, quando vai a várias contendas. Mas não, o comum é ver ele todo desafiador de quem manda, com ar triunfalista e ameaçador, como que a dizer ‘Moçambique é meu!”. Um ar que, por um olhar atento pode visualizar, caracteriza os 10 pecados deste jogador. Vou prosseguir a serie mais tarde...

terça-feira, 25 de março de 2008

O rosto das explosões de paiois com dias contados [2]

- Continuam fortes os sinais e rumores da demissão de Dai, Ministro da Defesa

Os detractores de Dai, dentro e fora do MDN, muitiplica-se exponsialmente a idea de que esta' assente decisão do chefe do estado, Armando Guebuza, de afastar o seu cunhado [ele é irmão da actual Primaira Dama, na imagem abaixo] do pelouro, mas aguarda a melhor oportunidade.
Tudo isto vai ter lugar, assim que terminar a visita de Cavaco Silva, Presedente Português e proceder ao empossamento da amargurada ex-Ministra dos Negócios na já atribulada situação do MICOA. Cá fora, não são poucos que querem advinhar a data da saída de Dai pela ‘porta esquerda’.
O factores que implicam e ditam este espara desfecho ao Dai, entre outros, sao sobretudo a sua imensurável negligência na reacção e acção, na solução dos problemas dos militares e os problemas decorrentes das explosões do paiól de Madhlazine que vitimaram mortalmente cerca de 100 pessoas, cerca de 500 feridas, 80 crianças órfãs, 7 viúvas e 8 viúvos. Estes dados chegariam para o ‘protegé’ do chefe do estado chamar a mão à consciência e demitir-se logo a seguir a esta calamidade humana. Ao que parece, o 'cordão umbilical' que o une ao Presidente Guebuza lhe tira a vergonha da cara de evitar a palavra 'demito-me', ante um grito popular crescente.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Guebuza deve ter ateado fogo nos quarteis*

Mexidas nas mais altas chefias militares

- Lagos Lidimo e Mateus Ngonhamo exonerados pelo PR

As mais altas chefias das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) foram exoneradas por Armando Guebuza, Presidente da República e Comandante-em-Chefe das Forças de Defesa e Segurança do País. O chefe do Estado Maior General das FADM e o vice, respectivamente General do Exército Lagos Henrique Lidimo e o Tenente-General Mateus Ngonhamo, foram afastados da mais elevada hierarquia das Forças Armadas. Os seus substitutos já são conhecidos. O Brigadeiro Paulino José Macaringue é o novo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Moçambique e o Major-general Olímpio Cardoso Laisse Cambora é novo Vice-chefe do Estado Maior General das FADM.
O agora CEMG das FADM, Brigadeiro Paulino José Macaringue era até à sua nomeação chefe da Política Nacional de Defesa. Já Olímpio Cambora era o Comandante Nacional do Exército. Os primeiros comentários sobre as alterações ordenadas pelo Chefe de Estado ao mais alto nível das Forças Armadas de Defesa de Moçambique provém de antigos combatentes da RENAMO que fazem questão de lembrar que o Acordo Geral de Paz subscrito em Roma em 1992 preconiza que "as FADM devem ser dirigidas por quadros provenientes dos ex-exércitos beligerantes, da Renamo e das extintas FAM-FPLM, na proporção de 50% de cada parte".
O ambiente nos meios castrenses está agora muito perturbado, de acordo com fontes do ZAMBEZE, por se entender que o presidente da República para evitar exonerar o seu cunhado do cargo de Ministro da Defesa em consequência das explosões mortíferas em diversos paióis do País, muito especialmente as que se registaram em Março do ano passado no Paiol de Mahlazine, em Maputo, atingiu apenas os dois mais altos oficiais das Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Tais fontes dizem-se na expectativa do Presidente da República ainda vir a corrigir a tendência que deploram. Receiam, no entanto, que o Presidente da República ainda venha a tentar manter o General Tobias Dai no Conselho de Ministro, como ministro da Defesa. Exigem também a sua exoneração, facto que poderá por em risco a unidade das FADM caso não seja acatado pelo PR, dizem. Entretanto, fontes castrenses dizem que a perturbar o ambiente nos meios militares estão agora informações segundo as quais o CEMG cessante, General Lagos Lidimo "mandou desmontar" esta terça-feira, no seu gabinete no Quartel General na Av. 24 de Julho ao Alto Maé, em Maputo, "uma parte do sistema de comunicações".
De meios castrenses provenientes da ex-guerrilha da Renamo começam também a surgir vozes indignadas com o facto do Chefe de Estado estar, segundo eles, a eliminar das chefias dos ramos das FADM oficiais superiores que durante a Guerra Civil estiveram sob comando do general Afonso Dhlakama. Referem objectivamente o caso do Comandante da Marinha, Almirante Pascola Nhalungo que "foi substituído por um oficial do ex-exército da Frelimo, o general Jotamo Kancuda". Pedem que o Presidente da República continue a respeitar o princípio da distribuição equitativa das forças armadas de acordo com os compromissos de Roma, isto é, 50% para cada parte. Imagem retirada daqui.


* Meu titulo

segunda-feira, 3 de março de 2008

PR engasgado com questão do Zimbabwe


- Ecos da Holanda

"Moçambique vive hoje um clima de paz, próprio para atrair investimentos. Isto porque o conflito interno que durou 16 anos teve dois adversários, ambos interessados na paz, faltando-lhes apenas oportunidades, e que sabiam que a agressão era fomentada a partir do exterior" – Armando Guebuza "Quero acreditar que a negociação com Mugabe vai dar certo. Os zimbabweanos realmente não estão satisfeitos, mas há uma nova Constituição, e eles em conjunto vão definir o país que precisam" - idem "Não confundam os chineses, não são só eles quem retira a nossa madeira. Há muita mais gente metida nisto" - PR "Queremos sugerir ao PR a retirada do símbolo da arma na bandeira naciona, porque não faz sentido com a paz da qual nos orgulhamos"- mensagem dos moçambicanos na diáspora O Presidente da República Armando Guebuza em discurso a semana passada no Instituto de Relações Internacionais de Clingesdale, na Holanda, falou das potencialidades de Moçambique pós-guerra, e fez uma incursão sobre a questão do Zimbabwe e do Congo. Mais adiante o PR dissertou sobre outras áreas de interesse económico, e no final do dia conviveu com a comunidade moçambicana na diáspora. Leia + aqui e imagem retirada daqui.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

O povo está cansado de sofrer – admite Presidente da República


Feridas ainda não sararam
Guebuza fala na Holanda da revolta de 5 de Fevereiro


O Presidente da República, Armando Guebuza, de visita oficial ao Reino dos Países Baixos, disse quarta feira última em reunião no Hotel Plazza com os empresários que o acompanham nesta sua visita de trabalho à Holanda, que “as manifestações que aconteceram em Maputo no passado dia 5 de Fevereiro e que certamente todos acompanhámos, e que alguns chamaram de greve e outros de tumultos sociais”, se devem ao facto do povo estar cansado de sofrer e servem de lição para que se redobrem esforços na mitigação dos problemas de que padece o Pais. Guebuza, visivelmente agastado com os últimos acontecimentos em Moçambique, assumiu perante os presentes que o País vive no presente e não pode esperar pelo futuro. “Não queremos hipotecar o desenvolvimento. Temos que assumir o desafio agora e não ficarmos reféns do amanhã”, acrescentou o Chefe de Estado.

Já na Universidade Técnica de Delft, Guebuza afirmou que o País precisa de políticas de desenvolvimento harmoniosas. Revelou que a cooperação com a Holanda vai incidir grandemente na criação de instrumentos técnicos capazes de influenciar positivamente no estancamento dos efeitos das cheias. Bombardeado por perguntas dos presentes, especialmente académicos e estudantes holandeses, Guebuza foi respondendo, com algum nervosismo à mistura. Deixou no entanto claramente entender que os desafios estão reféns da realidade. E comentou na ocasião que se peca por defeitos culturais, corrupção, e gestão duvidosa de fundos. Frisou ainda que estes dois últimos aspectos influenciaram negativamente levando a que o governo holandês retirasse o seu apoio ao sector da Justiça em Moçambique. Leia + aqui.
Nota: Era preciso sair do pai's para tecer comenta'rios a volta do 5/2. Presidente, seja um pouco responsavel!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Guebuza ‘sarpa’ para Holanda de 27 a 19/2 próximos

- Deixa ‘maka quentes’ por resolver em terra

Numa altura em que o país está ainda por se refazer e resolver os problemas levantados pelo ‘sismo’ social de 5/2 e da bem recente greve dos transportandores, o Presidente dá-se no luxo de fazer digressões ao exterior? Não vejo a razão de ser desta viagem com questões tão prementes que chamam a sua liderança e empenho. O pior é que nesta deslocação integram, precisamente, os ministros ministro dos Transportes e Comunicações, António Munguambe; ministro da Indústria e Comércio, António Fernando; e o de Energia, Salvador Namburete que têm fortes ligações com os problemas que o país está a viver de transportes e crude, além da Sra Alcinda Abreu-MNE. É absurdo!

Vejam o que Guebuza vai fazer na Holanda:

  • Reforçar as relações de cooperação entre os dois países;
  • Prestar atenção à Moçambique como nação modelo que saiu de um conflito armado e conseguiu estabilizar-se economicamente;
  • Manter encontros com o ministro do Desenvolvimento e Cooperação Internacional da Holanda, com os membros do Senado e representantes do Instituto Holandês para a Democracia Multipartidária;
  • Dirigir-se-á a uma audiência no Instituto das Relações Internacionais (Clingendael) e na Universidade Tecnológica de Delft . (In Opaís).

Absultamente, não vejo nada desta agenda que tenha efeito imediato na solução dos problemas das populações que vivem debaixo duma caréstia da vida sem presendentes. Guebuza devia retrair-se e trabalhar. Mandaria um outro quadro do seu executivo. Nesta caso a Primeira Ministra, Vitória, melhor, Luisa Dias Diogo que até tem ‘calos’ e ‘traquejo’ nesses assuntos de cooperação e 'testada' na Bretten Woods. Bom passeio, senhor Guebuza!

NOTA: Quanto ao segundo objectivo da visita, fica claro que nao ha' accao nenhuma. Prestar atenc,ao 'a Mocambique? Qual que^! Atencao no's ca' temos. E' por isso que o Povo foi a rua dizer 'chega' de mentiras, corrupcao, nepotismo, ma'-governacao. E por isso foi a rua dizer 'chega' a riqueza absoluta!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Guebuza não foi boa escolha para liderar partido Frelimo nem o estado moçambicano

Armando Emilio Guebuza é tido, em muitos circulos de opinião, que foi uma escolha infeliz que a Frelimo, alguma vez, almejou ter para as suas mãos, como seu Presidente. Contrariamente ao que se pensava, de um estar ‘de estadista’, de dinamizador politico e da economia nacionais, este só se interresa no seu império empresarial, que vem tomando e domando tudo o que foi instituição ou bem público para si, e para sua familia restrita e alargada. Não é preciso enumerar aqui o tipo e quantidade do seu ‘submundo’ empresarial, nem sequer podemos nos dar ao luxo de fazer o exercício de saber, dos seus ganhos. Que não são poucos! Mas, a tudo isto em que o Preseidente da República se meteu, põe ou obscurece o seu papel de chefe de estado que é, de comandante-em-chefe [o crime está aumentar, sem alternativas viáveis] e duvido que tenha tempo para estar junto da sua esposa [na imagem abaixo] e filhos que muito carinho e afecto precisam dele. Os moçmbicanos, também, estão ‘sem um pai da nação’ visionário, estudioso e competente, pois encontram na figura do Sr. Guebuza um vazio, uma lisonja e uma perca de tempo. Tudo isto ante uma situação sócio-económica, cada vez mais, tremida, ao bolso de cada um de nós, cujas vicissitudes mais notórias se centram na escacez e encarecimento ‘selvagem’ do transporte público, do pão, e de serviços de educação, saúde, entre outros. Agora sao as cheias e sem socorro 'a altura. Ele esta' ao fresco! Cade^ Guebas! Que exemplo dá ao resto da sociedade com esse ‘modus vivendi’? Leia+ sobre "Governação e Integridade muito fraca” e ainda Moçambique não melhora no «Global Integrity Índex»



Nota: Guebuza mandou tomar banho seus potenticiais rivais e dectractores, casos de Helder Muteia, antigo Ministro do MADER, Tomas Salomao, Antigo Ministro do Plano e Financas e dos Transportes e Comunicacao, bem assim do pro'prio Joaquim Chissano que anuncio, em abruptu, sua intencao de deixar o poder sem que houvesse clausula de lei que o impedisse a concorrer a mais um mandato.

Angola24Horas

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