
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Novo pleito eleitoral melhor para a crise Zimbabwena

quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Credibilidade de Mugabe seriamente afectada durante Cimeira da SADC
Manzini (Canal de Moçambique) - O chefe do regime da ZANU-PF, Robert Mugabe, abandonou abruptamente a Swazilândia, evitando assim comparecer perante jornalistas durante a conferência de imprensa agendada para o fim da cimeira da SADC que entre outros pontos devia discutir a crise no Zimbabwe. A discussão da situação prevalecente neste país acabou por ser adiada para uma próxima cimeira em virtude do primeiro-ministro zimbabweano, Morgan Tsvangirai, não ter podido estar presente por falta de passaporte. sábado, 11 de outubro de 2008
Zimbabwe: Unilateralismo da Zanu-PF censurável
…com a indicação de Ministros por Mugabe, da Zanu-PF, em franco atropelo dos acordos recentemente assinados com os MDC'ssexta-feira, 26 de setembro de 2008
Ódio, desprezo e temor cimentam o acordo de partilha de poder no Zimbabwe.
Impotentes, mas senhores de arraigado desprezo mútuo, os três líderes do Zimbabwe enveredaram por um compromisso de que contam tirar benefícios para posteriores ajustes de contas." Tenha mais desenvolvimentos desta postagem neste elo.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Poder em Harare como Noé Nhantumbo percebe
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Finalmente o acordo chegou aos Zimbabueanos
…Mas Mugabe não vai “engolir” a MDC?
Foi, finalmente, assinado hoje (11.10h) o acordo de partilha de poder entre o Zanu-PF e a MDC bem assim Da MDC-facção, com a presença do mediador Tabu Mbeki e representantes da região e de África. Tudo quanto se sabe Roberto Mugabe permanece chefe de estado, presidirá o gabinete e vai chefiar as forças armadas. Enquanto isso, o senhor Morgan Tsagangirai será um premier-executivo que terá poderes de coordenar a actividade de um conselho de ministros e controlar as forças policiais. O vice-premirer passa a ser o senhor Arthur Mutambara. Os mais cépticos vêem neste acordo muitos lúpulos que podem levar o MDC a ser "engolida" por Mugabe, como o foi com caso de Joshua Nkomo da Zanla-PF. Outrossim, enquanto Mugabe retiver o cargo de camandante-em-chefe das forças armadas zimbabueanas, o perigo, de a qualquer momento deste usá-las para cometer atrocidades contra os zimbabueanos, é maior. Há outras vozes que preferem ser mais optimistas, dando crédito, primeiro, o Thabo Mbeki por ter arrancado este acordo que vai permitir a reconciliação da família zimbabuena e, segundo, o abrir das portas para a solução da crise económica. Foto AFP
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Tsavangirai e Mugabe com acordo

Segundo a imprensa internacional, no Zimbabué o líder da oposição, Morgan Tsvangirai [na foto] e o presidente Robert Mugabe alcançaram um acordo de partilha de poder após sete semanas de intensas - e duras - negociações. O presidente sul-africano, Thabo Mbeki, o mediador das negociações, disse numa conferência de imprensa em Harare que os pormenores do acordo seriam divulgados na cerimónia da sua assinatura, na próxima segunda-feira. O Governo e o MDC de Tsvangirai já tinham decidido que este último seria primeiro-ministro e Mugabe presidente mas não tinham até agora chegado a um consenso quanto aos respectivos poderes executivos. Pensa-se que o acordo contempla a criação de um Conselho de Ministros presidido por Mugabe como um órgão separado do Governo, chefiado por Tsvangirai. O que não está, no entanto, ainda claro é qual dos órgãos terá, na prática, mais poder. Leia os desenvolvimentos desta hitória aqui.
sábado, 5 de julho de 2008
Botswana não reconhece Mugabe e pede a SADC para seguir seu exemplo

… distanciando-se da posição de Moçambique
Num comunicado distribuido ontem pelo Ministério dos Negócios Estrangeiro tswana refere que o país não reconhece Mugabe, como Presidente e apela o grupo regional, SADC, para não o fazer, no seguimento da 2a volta das eleições por ele concorridas sozinho.
Foto Reuters - AlertNet
domingo, 29 de junho de 2008
Mugabe inicia novo mandato hoje

sexta-feira, 21 de março de 2008
Eleições no reino do Senhor Mugabe
por Vítor Gomes Pinto quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Holanda insurge-se contra uma eventual ida de Mugabe a cimeira afro-europeia em Lisboa
A HOLANDA manifestou-se, ontem, contra a presença do presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, na II cimeira África-Europa, prevista para 8 e 9 de Dezembro em Lisboa, juntando a sua voz às do Reino Unido, República Checa, Suécia e Finlândia.O MIRADOUR(O)NLINE pode revelar que "não é de todo desejável que Mugabe esteja presente na cimeira", disse à AFP o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros holandês, Bart Rijs.
"Já falámos com (as autoridades de) Portugal que assegura a presidência da União, para que se encontre uma solução. Se se confirmar a presença de um representante do Zimbabwe, então a União Europeia deve abordar longamente a questão da situação dos direitos humanos nesse país", afirmou o porta-voz de Maxime Verhagen. Interrogado sobre um eventual boicote da Holanda no caso de Mugabe se deslocar a Lisboa, Bart Rijs escusou pronunciar-se, limitando-se a indicar que Haia analisará, então, essa situação. Na semana passada, em Lisboa, o primeiro-Ministro britânico, Gordon Brown, reafirmou que o Reino Unido não participará na cimeira África-Europa se Mugabe estiver presente na capital portuguesa."Não nos podemos sentar à mesma mesa que o Presidente Mugabe", afirmou, então, Brown, acusando o governo de Harare de violações aos direitos humanos, razão pela qual Londres "não pode caucionar um governo que age com brutalidade sobre a sua população".
A II Cimeira África-Europa – a primeira decorreu em 2000 no Cairo –, tem vindo a ser sucessivamente adiada desde Abril de 2003, depois de vários países europeus se recusarem a acolher Mugabe, devido às alegadas violações dos direitos humanos no Zimbabwe. Portugal, que preside à União Europeia até ao final deste ano, tem vincado a sua intenção de concretizar a cimeira, apesar da posição britânica. Se o Reino Unido se recusa a estar presente na Cimeira, no caso de Mugabe estar presente, o mesmo se passa com a República Checa, embora Finlândia e Suécia estejam dispostos a participar, mas não ao alto nível.
Entretanto, os chefes da diplomacia portuguesa e maliana defenderam ontem que a União Europeia e África devem aproveitar a Cimeira de Lisboa, para avançar para uma "nova parceria", pondo fim à "interrupção do diálogo" entre os dois blocos. As declarações de Luís Amado e do homólogo do Mali, Moktar Ouane, foram feitas no final de uma reunião na capital maliana, Bamako, primeiro ponto de passagem no périplo africano que o chefe da diplomacia portuguesa está a fazer no âmbito da preparação da cimeira África-Europa."Podem contar com o Mali para a União Europeia e para a Comunidade das Democracias", organização de cerca de 100 países, cuja presidência bienal passa do Mali para Portugal já em Dezembro, afirmou Moktar Ouane, após encontro com Amado.
O chefe da diplomacia maliana afirmou esperar que a partir da reunião de quarta-feira entre a Presidência do Conselho da União Europeia e alguns chefes de diplomacia africanos se "possa chegar à formulação de uma parceria estratégica entre os dois continentes". Isto, adiantou, numa altura em que está "interrompido o diálogo" bilateral, que "é necessário para o bem dos dois continentes e do mundo".
Fonte: NOTÍCIAS/ M I R A D O U R (O)NLINE - CANAL NOTICIOSO - MOÇAMBIQUE - MMVII
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