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VOA News: África

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Frelimo sabia do risco que Mondlane corria em Dar-es-salaam

Joaquim Chissano, antigo Presidente da República
Novas revelações de Chissano sobre morte do líder da Frelimo.
Chissano defende, porém, que a morte de Mondlane não foi motivada por algum deslize de segurança, mas sim pela forma diferente como o “inimigo” agiu, usando a alegada bomba no envelope.
O antigo presidente da República e então chefe de segurança na Frente de Libertação de Moçambique, Joaquim Chissano, reconhece que a Frelimo tinha conhecimento do perigo que Eduardo Mondlane corria em Dar-es-Salaam, Tanzania.
Mesmo tendo sido alertada por três jovens moçambicanos sobre o perigo, a Frelimo fez ‘ouvidos de mercador’ e não retirou o então líder da Frelimo, Eduardo Mondlane, daquele país. “Realmente, esses jovens trouxeram essas informações sobre o perigo que o presidente Mondlane corria e nós tomámos as devidas medidas para tentar solucionar o problema”, explicou Joaquim Chissano.
Chissano defende, porém, que a morte deste líder não foi motivada por algum deslize de segurança, mas sim pela forma diferente como o “inimigo” agiu, usando a alegada bomba no envelope.
“A morte dele foi um deslize, digamos, do próprio presidente Mondlane, que gostava de andar sozinho, como ele gostava de conduzir. Mas não foi necessariamente o deslize que o matou, uma vez que o inimigo também usou uma estratégia diferente, e para a qual não estávamos preparados (usou um envelope com uma bomba no seu interior que acabou o matando), mas nós estávamos atentos a uma emboscada, um atentado ou coisa do género”, recordou Chissano.«O País»

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A série de quatro “telegramas” americanos divulgada pela WikiLeaks

Maputo (Canalmoz) - Esta é a série de “telegramas” diplomáticos que o Wikileaks divulgou a semana passada e que o adido de Imprensa e Cultura da Embaixada dos Estados Unidos em Maputo lamentou que tenham sido publicados embora tenha ressalvado que o seu País continua preocupado com o “narcotráfico” em Moçambique. Estão agora na internet em vários portais, traduzidos em português. 
Os códigos que antecedem cada “telegrama” merecem as seguintes NOTAS:  - RR diz respeito a mensagens de "rotina".
- Por exemplo, R 010455Z JUL 09 = enviada dia 1 de Julho de 09 às 0455Zulu
(ou TMG).
- RUE = é o sistema diplomático de telecomunicações.
- INFO RUCNSAD/SOUTHERN AFRICAN DEVELOPMENT COMMUNITY = a mensagem foi enviada para todas as embaixadas dos Estados Unidos em países membros da SADC, e para organizações e departamentos norte-americanos relacionados com essa comunidade regional.
- DECL: 06/25/2019 = esta mensagem só devia, em princípio, ser divulgada a 25 de Junho de 2019.
- CENTRAL INTELLIGENCE AGENCY = entre os recipientes está a CIA.
Leia as traduções que estão patentes na internet.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Cada um está julgar Manhenge

...se bem que a imprensa não o poupa
Tenho em mão dois dos cinco jornais da praça que fazem menção aos contornos do tristemente célebre caso Manhenge. O MediaFax e o DN dão conta das cerca de 50 acusações de crime contra Almerino Manhenge, aquele que foi a mão direita do ex-Presidente da República. Dizia no título o pode també está a julgar Manhenje porque até o rol acusatório se lhe podia cair às centenas. Deixando isto para lá, e se perguntar não ofende, será que o ex-PR tem mão limpas neste caso? Será um simples equivoco o Atribunafax ter dado gabarito a uma inverdade na sua página nobre, ha' dias atra's? Sem fogo pode haver fumo, pergunto eu? Francismo Madeira (ex-PGR) tinha muito por dizer, quando viu seu exercicio encurtado precocemente. Vamos, enfim, acompanhar a facetas e nuances deste assunto mesmo que recorramos a andimes para espreitar a verdade dos factos. (x)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Enquanto advogados procuram soltura, MP acussa Manhenge e Co Lda de roubo dos 220 mil milhões de Meticais

…desde hoje processo 771/PR/08 vai estar a batuta do juiz Octávio Tchuma
Conforme o Notícias de hoje, o ex-super-ministro de Joaquim Chissano, Armelino Manhenge e comparsas envolvidos no saque, nada mais nada menos que 220 mil milhões de Meticais; ou seja cerca de 8 milhões de dolares americanos, delapidados do erário público à coberto de uma pretensa empresa privada que servia para ‘baldear’ do MINT para as mãos alheias. Entretanto, Manhenge e seus amigos no rombo aos cofres do Estado tem protestado a sua inocência através dos seus advogados para estarem ao fresco. Aliás esse sinal de interferência no processo já sente também do lado da ala consevadora da Frelimo bem assim do próprio Joaquim Chissano, que teve a infeliz comparação deste caso com o do Jacob Zuma na RSA.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Prendam também o Chissano*

…Leu-se num dos seus cartazes dos antigos trabalhadores da Alemanha do Leste ao desfilarem ontem em Maputo
Segundo Joaquim Faduco, escrevendo no Canal de Moçambique de hoje, sobre a 9ª sessão ordinária Da Assembleia Da República, diz que “o descontentamento dos desmobilizados de Guerra, que se dizem injustiçados pelo governo é outro aspecto a merecer a atenção do Chefe do Estado.
O continuado caso dos «Magermanes» ou seja os regressados da ex-RDA que há anos reivindicam soluções para um leque de situações em que se dizem “roubados por agentes do Estado”, também é por eles aguardado como um dos prováveis temas a serem tratados pelo PR na Assembleia da República. A indignação deste grupo de ex-trabalhadores da ex-Alemanha do bloco socialista é tal que a propósito das injustiças que provêm do tempo em que o antecessor de Guebuza se encontrava como presidente, e da mais recente captura do ex-ministro do Interior Almerino Manhenje, ao desfilarem ontem em Maputo eram portadores de um cartaz em que se lia: “Prendam também o Chissano”.
A recente intervenção de Joaquim Chissano para ‘travar’ justiça no seu super-ministro piloto-aviador Almerino Manhenge, cuja brutalidade dos policiais que co-comandou recordou memórias tristes de muitos, senão a maioria dos “magermanes” do seu modus operandus. E tal recente posicionamento de Chissano[procurando estar acima da lei, como o fez quando protegia o seu falecido filho no caso Carlos Cardoso] deve ter ateado a animosidade recorrente do cartaz contra ele. Durante a sua governação, Joaquim Chissano e os Magermanes chegaram mesmo a trocar palavras injuriosas (com a p*t* que os *r*u entre outras) em pleno comício  na praça dos trabalhadores em Maputo. Chissano teve interromper impromptu seu discurso e de seguida ser evacuado [continuando a injuriar dentro do carro] do local de emergência pela SISE/PIR.

Fonte *CM

sábado, 10 de maio de 2008

Chissano quer ajudar a dissuadir ânimos contra a Frelimo

…com “mentiras da verdade” que teimam não tapar o sol com a peneira só inflamadas com as 5.000 camisetes para a Frelimo do saco azul do tesouro estatal
Vivendo momentos impares de crise interna, caracterizada por alas e cisões camufuladas na diferença de opiniões entre os camaradas, a Frelimo lança, em desespero, o seu último cartucho, o antigo chefe do estado, Joaquim Chissano (JC), com o fito de travar o momentum de que goza a Renamo, não só ao nível do parlamento com intervenções que vão de encontro com as reais preocupações das populações, como também a popularidade de que goza a perdiz nos três quadrantes do país; ou seja norte, centro e sul.

Quando se diz que a Frelimo pode atear fogo o seu próprio tecto, é notória nesta intervenção de JC na política nacional. Aliás, sem formas de atingir a oposição a Frelimo, na voz de JC, preferiu defender os seu mediocre modo de governação que foi de manter os ‘ditos’ quadros a frente da coisa pública mesmo sabendo que nada faziam. Isto é como a dizer o Guebuza para parar de fazer remodelações!

Portanto, que “Camaradas” não nos ponham na segura que um governo era melhor que outro se quisermos comparar o governo do dia e o que se foi. São farinhas do mesmo saco. Nada tem a oferecer de estraodinário que interesse as populações, nem venha aqui dizer que programas foram desenhados neste ou naquele governo foram bons. Para a populaçåo avida de uma mudança tudo anda de mal a pior.

O povo anda farto, indignado, mais pobre, mais esfomeado e mais sugado à proveito de gente que dirige este país. A corrupção que se escalou à largura nacional e institucional é tal que hoje, mesmo perante os doadores ou os parceiros internacionais o poder do dia faz a questão de exibí-lo à luz do dia, e de que maneira! Nomeadamente anúncios para aquisição de 5.000 camisetes para o partido Frelimo. Um esforço corrupto de ganhar as eleições com meios que o partido dos “Camaradas” não tem. Foto Wikipidia

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Lider da Renamo, Afonso Dlhakama, recebe Morgan Tsavanguirai do MDC do Zimbabwe

- Lider do principal partido da oposicao do Zimbabwe

Em mais uma jornada politico-diplomática, o líder da Renamo conferenciou com o Presidente do Partido da Oposição MDC do Zimbabwe, o sr Morgan Tsavanguirai no seu gabinete de trabalhos. Ao que tudo indica Dlhakama facilitou também os encontros que o chefe do MDC com o ex-chefe do estado J.Chissano e com a Sua Excelência, o Presidente da República, Armando Guebuza. Falando aos jornalistas, após um encontro com o Chefe do Estado, Tsavanguirai disse que veio a Maputo pedir ajuda dos chefes de estado para uma intervenção enérgica no Zimbabwe. Ele descartou a possibilidade de uma segunda volta sem se conhecerem os resultados presidenciais e muito menos de um governo de unidade nacional naquele país vizinho. O pano de fundo dos encontros que Tzavanguirai teve em Maputo é o impasse que vive na crise zimbabwena, com a ZEC a não publicar os resultados das presidenciais naquele país ate' aqui.
Foto gentilmente retirada do blogue Meu Ser Original. Obrigado Ivone.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Chissano na berlinda, acusado de liderar pilotão de morte contra seus aborigenes na Manhiça quando era MNE


Minuto de silêncio
Sugiro pedirem um minuto de silêncio na Assembleia em memória dos membros da Renamo fuzilados por Chissano. Igualmente, os familiares dessa gente deveriam pedir indemnização de um milhão de dólares por cada chefe de família fuzilado por Chissano, foram três.

Portanto Chissano ainda ficaria com 2 milhões de dos dólares do seu amigo de negocios Ibrahimo, dos quais deveria dar metade ao Afonso Dhlakama, sem o qual o Chissano teria ficado enterrado na história como mais um ditador de mais um estado falhado.

Igualmente, a bancada parlamentar da Renamo deveria considerar apresentar uma queixa contra o assassino Chissano ao novo Tribunal Internacional dos Crimes contra a Humanidade, onde este ano já deu entrada uma queixa contra o sangrento Sam Nujoma pelo Presidente da Liga dos Direitos do Homem da Namíbia, Phil ya Nangolo.

yaNangolo recentemente levantou acusações formais contra Nujoma no Tribunal Criminal Internacional, na base de Nujoma ter sido responsável pela morte de algumas centenas de guerrilheiros da SWAPO, empurrados nos anos 80 para abaixo duma profunda ravina na província do Lubango, em Angola. yaNangolo também acusou Nujoma de ter sido um informador pago pelo CIA no tempo da luta de libertação.

Saudades a todos do André Thomashausen”

Esta é a original da notícia (email) em ingles:

From: fmoisessr@hotmail.comTo: info@moibrahimfoundation.orgSubject: Chissano: Mozambique's Criminal against HumanityDate: Tue, 30 Oct 2007 20:38:05 -0700
On January 11, 1983, as foreign minister of Samora Machel, Joaquim Chissano, directed the live execution by a military firing squad of three alleged Renamo guerillas at Manhica, a place about 70 kms from Maputo. The executed were not charged nor tried in a court of law.

The event was recorded and later relayed on Maputo radio with the intriductory note from the announcer saying " foreign minister Joaquim Chissano today presided over the execution of three armed bandits (then the regime's reference to Renamo guerrillas)."

As president of Mozambique, Chissano perpetuated the rule of open discrimination in favour of southern Mozambique against central and northern Mozambique, regions known in the parlance of his regime as "forgotten zones." Death squads like those that killed journalist Carlos Cardoso, who was investigating corruption, took place during his regime and and his own son, Nyimpine, was named in court as having masterminded and planned the killing. He used his power to protect his own.

There were many extrajudiary executions during his regime.His rule was far from being an exemplary rule. In prisons, it used dogs to kill and eat prisoners and allowed farmers to use prisoners as slave labour (Sunday Times, May 29 1988).Our blood stops still in our veins and stops running when we hear that the Mo Ibrahim Foundation in London has decided to grant this monster a prize for good governance? Good governance by Chissano's? My foot! Let the Ibrahim Foundation investigate the real criminal

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Chissano e o tráfico de armas

Maputo,Segunda-feira 29.04.02, Nº 2515 - Editor: Lourenço Jossias
Sobre o alegado tráfico de armas envolvendo o Presidente Joaquim Chissano, o mediaFAX apurou o seguinte:
- Em contacto com fontes na actual direcção da Universidade Moderna (UM), foi-nos dito que, no longo processo em julgamento no Tribunal de Monsanto (arredores de Lisboa), não existem quaisquer refe- rências a esta matéria.
- Uma jornalista portuguesa que teve a oportunidade de consultar o processo corrobora a informação obtida junto da UM.
- As mesmas fontes fazem, contudo, notar que há processos paralelos que ainda estão em segredo de justiça, esses, sim, abordando a problemática do tráfico de armas e a sua ligação à Universidade Moderna e a uma loja maçónica em Cascais, a Grande Loja Regular de Portugal - GLRP.
- José João Zoio, antigo cavaleiro tauromático e trabalhando também na segurança da Universidade Moderna, movimentando-se nos círculos da extrema direita portuguesa, é o indivíduo referenciado como envolvido no tráfico de armas. Zoio fez várias viagens a Moçambique, São Tomé e Príncipe e Brasil, segundo declarou à Polícia Judiciária para tratar de assuntos da maçonaria.
- O mediaFAX apurou que a maçonaria portuguesa, uma sociedade de contornos secretos visando fomentar os interesses dos seus próprios membros no seio das instituições democráticas, há vários anos que tenta recrutar " maçons pretos" no seio da hierarquia do poder em Moçambique. Com a mesma discrição, a "Opus Dei", um movimento secretivo baseado no fundamentalismo católico, tem desenvolvido idênticas iniciativas no País. Em Portugal, uma parte da direcção histórica do Partido Socialista, incluindo Mário Soares, têm ligações com a maçonaria, por sinal, uma "loja" diferente do GLRP. Na "Opus Dei", uma das figuras mais conhecidas é o banqueiro Jardim Gonçalves, patrão do BIM. À altura do seu assassinato, foi referido que Lima Félix, também administrador do BIM, seria membro da "Opus Dei", mas tal facto nunca foi provado. Em Itália, o caso mais mediático de actividades ilícitas envolveu uma loja maçónica, o Vaticano e a Máfia.
- Por força da coabitação com a Renamo e sobretudo para retirar ao movimento de Afonso Dhlakama os seus apoios externos, têm aumentado no País desde a década de 90 a circulação e permanência por largos períodos de indivíduos ligados à extrema direita em Portugal e na África do Sul, habitualmente circulando sob a capa de "homens de negócios" ou consultores para assuntos de segurança. Ao abrigo dessa mesma política, implicados no " levantamento branco" contra o Acordo de Lusaka, mais conhecido como o "7 de Setembro", residem ou deslocam-se a Moçambique com a mesma capa. Para além de outros nomes referenciados anteriormente no mediaFAX, vem com alguma frequência a Moçambique, o comandante Alpoim Calvão, responsável pela invasão da Guiné-Conacri, por tropas portuguesas e acusado por Otelo Saraiva de Carvalho de estar implicado no assassinato de Amílcar Cabral. Elementos dos serviços secretos e das forças especiais sul-africanas responsáveis por massacres em Moçambique e Angola, desenvolvem negócios em Maputo, alguns dos quais com parceiros na antiga segurança moçambicana. O indivíduo ficou conhecido como o mais famoso espião do "apartheid", Craig Williamson, infiltrado nos movimentos estudantis sul-africanos, onde militou Carlos Cardoso, tinha negócios em Moçambique antes de ser preso em Angola num negócio de diamantes. Embora não provado, foi referido que um outro "novo empresário" sul-africano residente em Sofala esteve envolvido no assassinato do Primeiro-Ministro sueco, Olof Palme
- Os mecanismos de investigação de sanções à Unita referiram, em pelo menos um caso, a utilização da base aérea de Nacala por um avião ao serviço de uma das novas companhias aéreas moçambicanas operando com aviões de pequeno porte nos fornecimentos a Jonas Savimbi no interior de Angola.
- Fontes ligadas ao MPLA disseram ao mediaFAX que, pouco antes da ofensiva militar de 1999 contra Jonas Savimbi, os serviços de inteligência angolanos teriam detectado o porto da Beira como uma das rotas para os blindados da Unita adquiridos nas ex-repúblicas soviéticas. Os blindados foram circulados por um terceiro país vizinho a Moçambique antes de entrarem no extremo Leste de Angola. As mesmas fontes garantem que o MPLA fez saber do seu desagrado às autoridades moçambicanas através de canais apropriados. Foram infrutíferos os esforços do mediaFAX para tentar confirmar junto do porto da Beira tais movimentos.
- O mediaFAX tentou obter dos deputados da Renamo informações adicionais que substanciassem as suas acusações. Sem sucesso.
O mediaFAX prosseguirá a sua investigação tentando juntar todas as pontas deste complexo processo.(R)
Fonte: CANAL DE MOÇAMBIQUE / M I R A D O U R (O)NLINE - CANAL NOTICIOSO - MOÇAMBIQUE - MMVII
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Mo Ibrahim: Chissano reitera dedicatória do prémio aos moçambicanos [mas ao mesmo tempo diz que nao oferece a ninguem]

O ANTIGO presidente da República, Joaquim Alberto Chissano, reiterou ontem em Maputo, a dedicatória do Prémio Mo Ibrahim, conquistado semana passada em Londres, a todo o povo moçambicano, mas tornou claro que não o distribuirá conquanto, caberia a cada um centavos, não dando para o desenvolvimento de qualquer actividade.

O MIRADOUR(O)NLINE pode revelar que no seu regresso do Uganda, em missão das Nações Unidas, Joaquim Chissano salientou que o prémio, no valor de 5 milhões de dólares será aplicado em actividades de desenvolvimento.

Lembrou que através da sua fundação, a Fundação Joaquim Chissano dá emprego a muitos moçambicanos a quem paga salários, contribuindo por essa via para a melhoria das condições de vida dos cidadãos.

O ex-chefe do Estado considerou os cinco milhões de dólares ganhos em recompensa da sua boa governação, como uma semente que é preciso plantá-la para a partir daí ganhar a reprodução.

"A melhor maneira de partilhar o prémio com os moçambicanos é canalizá-lo para actividades de desenvolvimento. Vou tentar fazer o melhor para que o dinheiro se multiplique", frisou.

A uma pergunta sobre as declarações de Afonso Dhlakama, líder da Renamo, segundo as quais a conquista do prémio deve-se também a ele, o ex-presidente da República reconheceu ter trabalhado com este na busca da paz para o país, mas vincou que o prémio não lhe foi atribuido pelos acordos de Roma.

"Se se deve a ele, ele também é parte do povo moçambicano a quem dedico este prémio", salientou o antigo estadista moçambicano.

Referindo-se à sua missão no Uganda, Joaquim Chissano disse que ao que tudo indica, o processo de pacificação está no bom caminho.

Neste momento há tréguas entre as forças governamentais e o Exército de Salvação do Senhor, tréguas essas que não significam o fim das hostilidades, pois as partes continuam de armas em punho, podendo disparar caso as conversações fracassem

PS: Seria de admirar ver Chissano abrir a possibilidade de redistribuir o dinheiro do premio muito menos dar ao seu compatriota Dlhakama a quem deve profundamente os bons servic;os pela Paz nao so' em Roma como tambem no terreno. Esquece Chissano que a guerra estava a 5minutos da sua presidencia se quando viu compelido a ir a Roma para fumar o cachimbo da Paz. Eu penso que a sociedade mozambicana deve reconhecer e agradecer a acc;ao de Dlhakama pela cessacao das ostilidades de ambas as partes.

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sábado, 27 de outubro de 2007

África já não tem espaço para ditadores - afirma Joaquim Chissano

O MIRADOUR(O)NLINE pode revelar que o antigo presidente moçambicano afirmou, quarta-feira, durante o Sétimo Fórum para Boa Governação em África, que o nosso continente não é mais um lugar para ditaduras militares, monopartidarismo ou presidências vitalícias. Joaquim Chissano que discursava em Ouagadougou, capital de Burkina Faso, considerou que ele pessoalmente é a prova viva desta forma emergente de política governativa no continente.

"A arena política africana mudou profundamente em direcção a uma maior ordem constitucional, estabilidade política e democratização. Os Estados africanos têm renunciado drasticamente à cultura de ditaduras militares, monopartidarismo e as presidências vitalícias", afirmou Joaquim Chissano.

Ironicamente, Chissano proferiu este comentário num país, onde o Presidente, Blaíse Campaoré, ocupa a presidência da república há 20 anos, conquistada na sequência de um golpe de Estado militar que levou à morte do antigo presidente, Thomas Sankarah. No entanto, Campaoré, que abriu a presente sessão do Fórum, não se encontrava na sala do encontro quando o antigo presidente moçambicano proferiu o seu discurso.

Joaquim Chissano, recentemente galardoado com o Prémio Mo Ibrahim pelo "Sucesso na Liderança em África", preside actualmente, a este Fórum, que tem como principal missão intervir em questões relacionadas com a política governativa do continente. "A democracia multipartidária é uma prática comum nos últimos anos, muitos países através das suas constituições têm, de forma sistemática, limitado o número de mandatos presidenciais", reconheceu Joaquim Chissano, no seu discurso, segundo referiu ontem a Agência de Informação de Moçambique.

Ps: Alto ai' Sr. Chissano. O senhor nunca teve esse sonho de sair do poder apos uns bons 18 anos como PR mais os the PM e os do MNE. Pergunte-se ou pergunte os seus detractores dentro da grande familia da Frelimo que o dirao que o senhor foi empurrado a menos que quizesse uma sumic;co 'a samoriana. De nada vale hoje andar ai' a propagar essa ideia porque se sabe, pelo menos, aqui em Mozambique que o senhor faz isso para amealhar com as suas consultorias. Cale-se, por favor, e deixe de fazer sombra ao Guebuza.

Fonte: AIM/ M I R A D O U R (O)NLINE - CANAL NOTICIOSO - MOÇAMBIQUE - MMVII






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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Afonso Dhlakama: sabia que Chissano ia ganhar

O MIRADOUR(O)NLINE pode revelar que o líder do maior partido da oposição de Moçambique (Renamo), Afonso Dhlakama, disse, na tarde desta segunda-feira, em Maputo, que sabia que o antigo estadista moçambicano, Joaquim Chissano, ia ganhar o prémio Mo Ibrahim. Afonso Dhlakama reconheceu que "sem dúvidas, mais uma vez o nome de Moçambique é elevado".

"O que queremos é que Moçambique seja mais falado como o exemplo da paz no mundo, não só no continente africano". Afonso Dhlakama disse que já havia comentado, há três semanas, que Joaquim Chissano ia ganhar aquele que é o maior prémio individual do mundo, porque todos os países africanos que tiveram guerra celebraram a paz, porém, mesmo depois da paz o disparar das armas continuou "a coabitar o mesmo espaço com a paz".

Afonso Dhlakama vincou que o prémio de paz e boa governação que Joaquim Chissano conquistou na manhã desta segunda-feira foi graças à sua passividade como líder da oposição porque, na sua opinião, apesar da violência que caracteriza "a nossa paz", ele não tem enveredado pelo mesmo caminho de violência.

Já o porta-voz da bancada parlamentar da Frelimo, partido de Joaquim Chissano, o prémio é um orgulho para todo o povo moçambicano, mas acima de tudo é uma enorme responsabilidade para o vencedor que tem a missão de preservar a sua imagem que jogou bastante para a conquista do prémio paz e boa governação.

Ricardo Machava

Fonte: OPai's/ M I R A D O U R (O)NLINE - CANAL NOTICIOSO - MOÇAMBIQUE - MMVII

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