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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Alegada corrupção na troca de cartas indigna utentes

Do modelo “cor de rosa” para o biométrico, em Quelimane
A acusação é feita pelos utentes daqueles serviços, que entendem que existe favoritismo no processo. O INAV em Quelimane já reagiu e diz que a demora deriva duma avaria numa das máquinas.
É extremamente preocupante o cenário que se vive no Instituto Nacional de Viação (INAV), na sua delegação de Quelimane, província central da Zambézia. De acordo com os utentes daqueles serviços, nos últimos tempos têm se assistido a actos de corrupção para a troca da antiga pela nova carta de condução biométrica.
Os automobilistas são forçados a permanecer mais de sete horas sem obter resposta dos seus pedidos, tudo devido à alegada morosidade no atendimento por parte dos funcionários do INAV, uma situação também ligada a actos corrupção.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Confrontos entre policia e vendedores informais em Moçambique. A cidade de Quelimane, no centro de Moçambique, viveu esta Quinta-feira momentos de tensão, depois das autoridades terem destruído bancas pertencentes a vendedores do sector informal


Recorde o 5 de Fevereiro, em Maputo
Centenas de vendedores saíram ás ruas, ergueram barricadas e obrigaram á intervenção da polícia, que chegou a usar armas de fogo e gás lacrimogéneo.
Segundo o correspondente da BBC em Maputo, as imagens dos confrontos foram divulgadas pela televisão pública.
O nosso correspondente salientou a fúria que se apoderou dos vendedores informais em Quelimane.
Nas imagens, podiam-se ver estradas e ruas paralisadas por pneus em chamas e pessoas inconformadas com a destruição, na calada da noite, das suas bancas pelas autoridades municipais.
As autoridades municipais todavia indicam que não estão dispostas a recuar nas medidas destinadas a impor as regras e disciplina que se exige de uma urbe.
A cidade de Quelimane, capital da província da Zambézia, é a quarta maior cidade de Moçambique.
BBC – 27.05.2010

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Quelimane celebra hoje seu dia

... mas doente.

Quelimane que jaz nas nas margens do rio dos Bons-Sinais e a 20 kms do Oceano Indico, ascendeu à categoria da Cidade a 21 de Agosto de 1942. Com um porto e uma não menos intensa actividade piscatória. Nos dias de hoje, Quelimane é uma urbe com inumeros problemas muitos deles resultantes de problemas de políticas de gestão mal desenhadas e a incompetência dos seus gestores, à cabeça da qual está o senhor edil Pio Matos.
Sendo um centro urbano com contranstes resultantes do seu baixo nível freatico e uma densidade populacional, Quelimane se bate com o problema de investimentos e ‘politiquices’ movidas a partir da capital do país, tornando-a uma cidade pouco atractiva, com pouco a oferecer aos cidadãos e turistas. Como as actividades culturais vão à reboque do partido no poder, a cidade da bicicleta, a cidade dos palmares do mundo, a cidade dos carnavais do tipo brasileiro, a cidade da acção de caridade virou simplesmente em cidade parada no tempo. Foto Wikipidia

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Em Quelimane se quer um outro “kalimani”


…E deixemos de justificações ora de estudos ora de baixo nível freático.

Foi preciso que a Senhora Luisa Diogo fosse a Quelimane para se põr de pé um projecto de reabilitação (não contrução) de estradas propalado por aí muitos meses senão mesmo anos atrás. Porquê não é o Pio Matos, o edil eleito, a nos dizer como 22 milhões de dólares norte-americanos do Governo vão ser usados?. Chega de palhaçadas. Nós queremos uma Quelimane bela e vibrante como sempre o foi mas que teima viver as parangonas da má gestão e nepotismo dos que mandam neste país. Fonte & Foto Noticias

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

A moda começa a pegar no país


Jornalista do «Diário da Zambézia» escorraçado no exercício das suas funções

Desta vez a protagonista foi a chefe do gabinete de Pio Matos, edil da cidade de Quelimane

O jornalista do «Diário da Zambézia» (DZ), António Zefanias, diz que foi, na última sexta-feira, 10 de Agosto, escorraçado do gabinete da chefe do gabinete do presidente do Conselho Municipal de Quelimane, por ela própria e empurrado em jeito de agressão.
Eram 9 horas, quando o jornalista do «DZ», em plena actividade, diz ter sido escorraçado e agredido fisicamente do gabinete da Secretária do presidente do Conselho Municipal de Quelimane, Pio Augusto Matos, pela respectiva chefe do gabinete que dá também pelo nome do Anabela Bila.
Tudo isto aconteceu depois do jornalista ter recebido informações segundo as quais havia um funcionário do Conselho Municipal, afecto ao ramo da Polícia Municipal, de nome Lima Domingos, que estava naquele local com tubos ligados a sacos de soro, como forma de pressionar o presidente da edilidade a pagar-lhe os seus vencimentos em atraso de três meses. Ele saíra do hospital para protestar nos exactos propósitos em que se encontrava internado.
Chegado ao local, segundo disse o jornalista Zefanias ao «Canal de Moçambique», ele estava acompanhado de um funcionário da edilidade. Pediu licença para entrar e dai foi autorizado, pelos funcionários que ali se encontravam. Confirmou que o doente estava lá sentado e ao seu lado estava um agente da polícia municipal que dá pelo nome de Félix. Já quando o paciente ia a começar a narrar os factos que o levara a abandonar o hospital e a dirigir-se ao Município, portanto, seu local de trabalho, para protestar os três meses de vencimentos em atraso, "eis que entrou a chefe do gabinete do presidente do Conselho Municipal" - conta o jornalista - "tendo logo de seguida questionado o que estava a fazer naquele local".
"Vinhas fazer o quê aqui? Especular?" terá dito a secretário de Pio Matos segundo Zefanias, para depois acrescentar: "Não te aproveites da ocasião. Retire-se desta sala porque eu é que mando aqui" – terá rematado a chefe do gabinete do edil de Quelimane. Na tentativa do jornalista explicar os motivos que o levara até aquele local, conta ele, "eis que a senhora me pôs as mãos empurrando-me para fora da sala e a dizer: «sai daqui, já disse que sou eu que mando neste local".
António Zefanias afirma que abandonou o local, tendo de seguida feito telefonemas para outros colegas da Rádio Moçambique e Televisão de Moçambique "para que viessem ver in-loco este caso bárbaro". "O mais rápido destes órgãos foi a RM, que enviou um jornalista de nome Quim Monteiro". Segundo a fonte, ele e Quim dirigiram-se depois à viatura onde o doente já ia, entretanto, de volta ao Hospital. Na tentativa de obter a versão dos factos acima descritos "eis que mais um caso de espantar sucede", descreve Zacarias. "O agente da polícia municipal, que acompanhava o doente, portanto o Félix, vedou o caminho aos jornalistas para que não tivessem alguma informação do doente, por sinal colega, tendo logo de seguida fechado o vidro da porta do lado onde estava eu e o meu colega, do lado de fora da viatura". Mesmo assim, conta Zacarias, ainda conseguimos ter alguma informação do doente. Foi aí que repetiu que fora ao Conselho Municipal para exigir o pagamento dos seus salários. O doente contou que fez "uma carta aos recursos humanos e à contabilidade, para o senhor Sábado, mas até agora não me dizem nada".
"Nada mais pudemos saber. A viatura arrancou em direcção ao hospital".
Na tentativa de ouvir novamente a chefe do gabinete do presidente do Município de Quelimane sobre as possíveis soluções para este caso, a senhora continuou a fazer os dois jornalistas de pessoas que querem apenas "especular" e terá dito: "Eu não sei se querem entrevista ou outra coisa, porque se for sobre aquele caso... eu não falo porque o presidente não está". "Se quiserem façam uma carta pedido de entrevista" - sublinha entretanto a chefe do gabinete. Mas quando as coisas pareciam ter ficado sanadas, era mentira. "Saiam e depois peçam autorização de entrar. Dai serão ditos se devem ou não entrar", voltou a dizer a senhora, como conta Zefanias. Acto contínuo retiraram-se da sala.
António Zefanias garante que ambas as vezes entrou nas instalações com autorização da secretária de Pio Matos
"Dai em definitivo retirei-me da sala, depois deste cenário que levou pouco mais de meia hora do tempo".
António Zefanias comunicou já o sucedido à delegação provincial do MISA e do Sindicato Nacional de Jornalistas, para dar conta de mais um caso de uma instituição pública que viola por completo o princípio da Liberdade de Imprensa e do direito à Informação. E para também deixar anotada a "agressão" a um jornalista em plena actividade.

Fonte: Canal de Moçambique

M I R A D O U R O - bloge noticioso-MMVII





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