"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,

VOA News: África

Mostrar mensagens com a etiqueta Liga do Direitos Humanos de Mozambique. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Liga do Direitos Humanos de Mozambique. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Alice Mabota revela sentido de voto perante Chissano


Por não ter recebido completo, aqui vai parte de um artigo do MAGAZINE INDEPENDENTE, a sair amanhã, dia 14.

Passou-se numa reunião de campanha do ex-Presidente Joaquim Chissano com advogados e juristas:

…….

eleitoral do seu partido preconiza a criação de instituições que velem pela separação e independência do aparelho judiciário, incluindo o envolvimento dos cidadãos na governação. Defende, igualmente, a promoção da eficiência e eficácia das instituições do Estado, bem como um aparelho judiciário célere e transparente.

Já a terminar, Joaquim Chissano disse aos juristas e advogados presentes que a Frelimo é o único partido com a visão da administração de justiça que se pretende para Moçambique. "Por isso votem na Frelimo e em Guebuza, porque teem sensibilidade dos problemas do país", pediu Chissano.

Terminado o discurso, Chissano pediu aos presentes para apresentarem as razões de eles, querendo, votarem na Frelimo e no seu candidato presidencial, como, assim havendo, quem não queira votar nos Camaradas, apresentar, igualmente, as suas razões.

Após cerca de cinco minutos de silêncio, Alice Mabota, Presidente da Liga Moçambicana dos Direitos Humanos, pediu a palavra e o micro para dizer o que lhe vinha na alma.

"Vou falar aquilo que eu sinto e penso. Não pretendo escovar ou ofender a ninguém, tanto mais que admiro e respeito muito o ex-chefe do Estado", assim introduziu Mabota, para, depois, gelar a sala com as seguintes palavras: "eu não vou votar na Frelimo e em Guebuza, porque a Frelimo humilha as pessoas, pisa as pessoas. Não concordo com o ex-chefe do Estado quando diz que tudo o que temos e somos, hoje, foi a Frelimo quem o fez. Será que, mesmo se o colono continuasse até hoje, Moçambique não estaria assim? Eu fui a primeira mulher negra a ter carro no período colonial, aqui em Moçambique e não era a Frelimo a governar", explodiu.

Prosseguiu, no mesmo tom, dizendo que "o dinheiro que a Frelimo usa e tem vem dos nossos impostos, nós é que pagamos os impostos, por isso, não venham nos dizer que votem na Frelimo e em Guebuza, porque tudo o que existe e temos a Frelimo é que o fez, porque, se levarmos o mesmo dinheiro e o dermos a um outro partido, também esse pode fazer muitas coisas boas".

Sustentando as suas declarações, Alice Mabota fez saber, no entanto, que o facto de não votar na Frelimo e em Guebuza, não é sinal de que ela seja da aposição. "Com esta minha idade, não posso ser de um outro partido, senão a Frelimo, mas hão tenho o cartão de membro, já o tive, mas, agora, não o quero ter, por causa das pessoas iovens que estão a dirigir agora. Por isso, não quero ter o cartão de membro e não quero votar na Frelimo e em Guebuza! Talvez se me dissesse que o governo que a Frelimo irá formar será inclusivo, mas, mesmo issim, não quero", terminou a Presidente da Liga Moçambicana dos Direitos Humanos.

No contra ataque, o orador em serviço, Joaquim Chissano, tentou contornar o embaraço, dizendo “concordo com a doutora Alice Mabota quando diz que não vai votar na Frelimo por aquilo que fez. Eu, próprio, vou votar na Frelimo e em Guebuza, não por causa daquilo que fez, vou votar, sim, por causa daquilo que vai e pretende fazer". Mabota referiu ainda que "alguém me disse que os políticos são malabaristas e malabarismo para mim é sujeira, é crime, é corrupção. Por isso, não quero votar na Frelimo e em Guebuza".

Aliás, Chissano dissera, logo à sua chegada naquela sala, sobretudo depois de gritar viva Frelimo, viva Armando Guebuza que "eu sei que nem todos os que levantaram a mão a dizer viva o fizeram do coração; mas é normal, porque o que queria era apresentar as razões de se dever votar na Frelimo e em Guebuza".

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Almeida Daniel Mucobo fuzilado por agentes da PRM na Moamba

…Confirma a Corporação
Numa altura em que a fama da Polícia da República de Moçambique (PRM) não é das melhores (conforme o relatório Amnistia Internacional de Abril último), por pensar que está no deu direito de tirar a vida a qualquer cidadão sem apelo nem agravo, o caso de uma vala comum na Moamba veio ao foro público, alegadamente os restos mortais de três cidadãos foram enterrados algures naquele distritos, após serem retirados de celas da PRM e fuzilados pelos seus agentes. Depois da denúncias populares que o assunto está ser tratado como um 'jogo de pingue-pongue' entre as autoridades policiais aos vários níveis, porque ninguém quer aceitar responsabilidade.
O Comando Geral da PRM veio, no entanto, ao público fazer o relato íngreme deste hediondo crime por seus elementos à mando de pretensa teia de comandos dentro corporação. Para gelar ainda os moçambicanos de caso abominável, já se conhecem até as identidades dos fuzilados à margem da lei, que inclui Almeida Daniel Mucobo, cujos familiares tiveram que recorrer a Liga dos Direitos Humanos, para ver o caso "mexido". Mas, a PRM teima em trazer ao público quem são e à comando de quem os policiais da PRM actuaram neste crime irreparável.
Siga os pormenores deste caso badalado e que mexe com a imagem da PRM neste elo.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Executivo de Guebuza acusado da alta de abuso de direitos humanos em Moçambique


Tudo indica que com a subida de Guebuza ao poder, atrocidades contra os direitos humanos em Moçambique deterioraram. Esta história vem a-propósito de um Relatório anual publicado pela “LDH” para o período 2005/2006.


“A ascensão de Armando Guebuza ao cargo de chefe de Estado moçambicano, em 2005, provocou deterioração da situação dos Direitos Humanos no país. O governo de Chissano, pelo menos, ouvia as inquietações e sugestões da sociedade civil, o que já não acontece no Executivo de Guebuza. Esta é a grande diferença entre o governo de Guebuza e do seu antecessor. Enquanto Guebuza continuar no poder, a situação dos Direitos Humanos tenderá a ser pior no país, porque ele e o seu governo não se abrem ao diálogo” – comentou o Dr. Custódio Duma.

Para mais desenvolvimentos do assunto leia aqui.

sábado, 10 de novembro de 2007

Políticas inaptas impedem erradicação

- refere Liga dos Direitos Humanos
Volvidos 32 anos de Independência Nacional, 52% dos homens moçambicanos continuam a não saber ler, escrever e calcular em nenhuma língua das faladas no País. Entre 100 mulheres, mais de dois terços não sabem ler e escrever. Estes números são considerados pela LDH como desastrosos para se poder pensar em erradicação da pobreza “As políticas traçadas com vista à erradicação do analfabetismo em Moçambique têm-se mostrado inaptas pelo facto de não conseguirem acompanhar o crescimento da população. A população tem vindo a crescer exponencialmente, mas a construção de infra-estruturas tem caminhado lentamente” - Liga Moçambicana dos Direitos Humanos “
É preciso levar-se sempre em linha de conta que a questão da erradicação do analfabetismo em Moçambique atravessou momentos bons e amargos” - director de Alfabetização do MEC, Ernesto Muianga.
Esta historia vem contida num artigo do Canal de Mozambique de ontem que achei por bem colocar aqui para o conferir.

Angola24Horas

Últimas da blogosfera

World news: Mozambique | guardian.co.uk

Frase motivacionais

Ronda noticiosa

Cotonete Records

Cotonete Records
Maputo-based group

Livros e manuais

http://www.scribd.com/doc/39479843/Schaum-Descriptive-Geometry