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sábado, 1 de setembro de 2007

Em 2008: MEC recruta 10 mil professores primários


O MINISTÉRIO de Educação e Cultura (MEC), vai recrutar para o próximo ano lectivo, 10 mil novos professores para o ensino primário, o que vai permitir a expansão e acesso a oportunidades de aprendizagem e redução de disparidade geográfica e de género, bem como a consolidação e leccionação do novo currículo do ensino básico, com destaque para a avaliação dos alunos, ensino bilingue e currículo local.

Aires Aly, ministro do pelouro disse ontem, no encerramento do terceiro conselho coordenador do Ministério de Educação e Cultura, que decorreu em Ulongue, sede distrital de Angónia, que na área de educação, continuará em 2008 a ser privilegiada a expansão do acesso e a melhoria da qualidade do ensino, através da construção de infra-estruturas educacionais, formação e recrutamento do corpo docente, desenvolvimento e consolidação dos currículos do ensino.

"No âmbito do ensino secundário, as atenções em 2008 serão concentradas na conclusão da revisão da Estratégia do Ensino Secundário, introdução do novo currículo na 8ª classe e a transformação curricular do ensino secundário, tornando mais integrado com aspectos profissionalizantes", disse Aires Ali. Disponibilização do livro para o ensino secundário, construção e reabilitação de salas de aulas para o ensino secundário fazem parte do lote das prioridades do Ministério de Educação e Cultura para o próximo ano.

Relativamente ao ensino superior, o Conselho Coordenador do Ministério de Educação e Cultura, definiu que se deve acelerar o processo de preparação do regulamento da lei do Ensino Superior para a sua aprovação.

Está também definido como prioridade, o fortalecimento da capacidade das instituições de Ensino Superior, por forma a oferecer um leque de cursos relevantes e de qualidade com equidade, assim como a criação e implementação do Sistema Nacional de Garantia da Qualidade e Acreditação e do Sistema Nacional de Acumulação e Transferência de Créditos Académicos.

"Para o próximo ano temos a grande tarefa de implantação da Universidade Zambeze ( UniZambeze), na região centro do país, precisamente na Beira, na província de Sofala e a construção dos edifícios de raiz para os três Institutos Politécnicos abertos em 2006, nas províncias de Gaza, Manica e Tete", referiu Aires Ali.

No capitulo de melhoramento e expansão da rede escolar, o MEC prevê a construção de mais 180 salas de aulas, no âmbito do projecto KFW sendo 45 para a província de Manica, 45 em Sofala e 90 na província de Inhambane, sendo que nesta última parcela do país, 45 salas de aulas serão a reposição das salas de construção precária destruídas pelo ciclone Fávio, permitindo assim a criação de mais 8.100 lugares e a expansão do cesso em mais de 2.475 vagas.

Serão ainda construídas 72 casas para professores, 36 blocos administrativos, 288 latrinas melhoradas e 36 furos para o abastecimento de água potável aos alunos.

Até ao fim deste ano serão concluídas 2319 salas de aulas do ensino primário, construídas no âmbito do programa de construção acelerada de salas de aulas.

A reunião do Ministério de Educação e Cultura que decorreu de 28 a 31 de Agosto ultimo, aprovou a proposta de Orçamento Corrente e de Investimento para 2008 para a implementação das actividades inseridas no Plano Estratégico da Educação e Cultura para o quinquénio 2006/2011 já aprovado pelo Conselho de Ministros em Junho do corrente ano.
Fonte:Notícias M I R A D O U R O - bloge noticioso-MMVII






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quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Até finais de 2009

Mais de 1,5 milhão de pessoas serão alfabetizadas
Quanto mais para Norte, mais analfabetismo
O Ministério da Educação e Cultura prevê alfabetizar mais de 1,5 milhão de pessoas em todo o país, até aos finais do ano de 2009, no âmbito do projecto de Educação Não Formal, que está sendo desenvolvido por este sector governamental, com o apoio da GTZ da Alemanha.
Esta cifra, de acordo com uma fonte do MEC, representa uma redução em 10 pontos percentuais, da actual taxa de analfabetismo no país situada em 51,9 porcento, esperando-se que até lá, a taxa fique na ordem de 41 por cento, ao nível nacional.
Em declarações ao «Canal de Moçambique», o director nacional de Educação e Alfabetização de Adultos no MEC, Ernesto Muianga, disse que até ao presente momento estão inscritas 600 mil pessoas, para frequência normal e outras 80 mil para o ensino via rádio, totalizando quase a metade da meta estabelecida até ao presente quinquénio que termina em 2009.
Segundo Muianga, o Ministério da Educação já graduou cerca de 300 mil alunos, o equivalente a 80 por cento do aproveitamento.
Ainda no mesmo âmbito, o chefe da Repartição da Educação Formal no Ministério da Educação e Cultura, disse que para além de alfabetização, as pessoas beneficiam de formação em habilidades para potenciação da vida, como seja o fabrico de blocos estabilizados feitos a base de argila e cimento, construção de infra-estruturas de baixo custo, entre outras actividades.
Dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), a que o «Canal de Moçambique» teve acesso, indicam que a região Sul do país encontra-se abaixo de 50 por cento da média em termos de índices de analfabetismo, contra a região norte que se encontra acima dessa média.
As mulheres continuam fazendo parte da camada social, com menos formação, ao nível nacional.
A este propósito, ficamos, a saber, por exemplo, que a província de Cabo Delgado, tem uma taxa de analfabetismo de 70,1 %, Niassa, com 62,3%, Nampula, 62,3%, tudo isso na Região Norte, considerada "pelos seus hábitos culturais e tabus, como a região com menos aproveitamento escolar".
Na Região Centro do país, a província da Zambézia tem uma cifra de 62,6 % de analfabetos, Tete 54,6%, Manica com 43,6% e Sofala 47 % de pessoas não escolarizadas.
Quanto a Região Sul, Inhambane tem 46,8 %, Gaza 48,1 e finalmente a província de Maputo com 21,7 % de analfabetismo.

Entretanto

O Estado moçambicano, entretanto, espera gastar mais de 12 milhões de dólares norte-americanos, em investimentos na área de infra-estruturas físicas nas áreas de educação e alfabetização, mormente na construção de quatro Centros Convencionais de Formação e Alfabetização nas províncias de Maputo, Gaza, Manica e Nampula, num projecto que tem o suporte do Fundo de Apoio ao Sector de Educação (FASE).
Ernesto Muianga, do Ministério da Educação e Cultura, disse ao nosso jornal, que a construção de cada centro, vai custar pouco mais três milhões de dólares americanos, tendo acrescentado, contudo, que ainda não existem garantias de financiamento total do referido projecto.
As projecções apontam que cada centro vai puder albergar cerca de 100 formandos, refere o interlocutor do «Canal de Moçambique».
Na verdade, de acordo com a fonte, é a primeira vez que Estado projecta construir unidades de formação convencional no país, sendo por essa razão que as formações e outras actividades de alfabetização e educação de adultos, têm decorrido em horas extras, aproveitando-se de infra-estruturas usadas correntemente pelo chamado ensino formal.
O Centro da Matola, já foi concluído. Restam por fazer obras nos outros três empreendimentos projectados, nas província de Gaza, Manica e Nampula. Contudo os fundos ainda não estão assegurados para a construção dessas obras, tendo sido apenas desembolsados pouco mais de 3 milhões de dólares americanos para o Centro de Gaza.
Num outro desenvolvimento, Muianga explica estar em curso a expansão do Programa de Desenvolvimento Rural (PRDER), para as províncias de Inhambane, Manica e Niassa, cujo início foi na província de Sofala de Sofala com a formação de 200 pessoas em habilidades para a vida, fabrico de bloco estabilizado feito de argila e cimento, construção em Chibabava de 3 salas de aulas, 3 residências para o pessoal de saúde e um centro de saúde.

Fonte:Canal de Moçambique

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Alfabetização

Homens com vergonha de aprender o abecedário ao lado das mulheres
"É a vergonha e o orgulho que faz com que alguns homens, mesmo sabendo que não sabem ler nem escrever não se dirijam aos centros de alfabetização"- Ernesto Muianga, Director Nacional de Alfabetização de Adultos
Desde que Moçambique introduziu no currículo da Educação a alfabetização de adultos em cumprimento do preceituado nos «Objectivos de Desenvolvimento do Milénio» (ODM) delineados pela Organização das Nações Unidas, o processo tem vindo a conhecer grandes avanços. No entanto, as desistências dos alfabetizados no meio do ano lectivo e ausência das salas de alunos do sexo masculino estão a manchar de certa forma o processo. Em entrevista ao «Canal de Moçambique» o Director Nacional de Alfabetização de Adultos no Ministério da Educação, Ernesto Muianga, reconheceu a existência desses dois obstáculos.
A mesma fonte, contudo, disse que mesmo assim há bastante confiança no sucesso deste processo que prevê a alfabetização de mais de metade da população adulta no País com particular incidência nas mulheres que estão na situação mais crítica.
Solicitado a explicar as razões dos elevados índices de desistência em algumas escolas de alfabetização, principalmente nas zonas rurais, o interlocutor do «Canal» foi peremptório: "existem vários factores, mas o que mais se destaca para esse cenário é sem dúvida a fome".
Ainda de acordo com Ernesto Muianga "nas zonas rurais, quando chega a fase da seca e da estiagem a tendência dos alunos é de abandonar as salas e lutar pela sobrevivência".
Mas existe uma outra explicação para as desistências. "É o facto de alguns homens proibirem as suas esposas de se dirigirem às escolas".
"Estamos a sensibilizar os homens para que deixem de comportar-se dessa forma", asseverou Muianga que acrescenta: "Temos tido apoio das mulheres que já perceberam a importância de saber ler e escrever". "É a mulher que passa vergonha no hospital quando não sabe interpretar o calendário do bebé. É a mulher que se sente mal quando não sabe ler as receitas médicas para o filho". Tendo compreendido a importância da alfabetização "temos tido grande apoio da própria mulher, que é até o nosso alvo principal".
Em diversos pontos do País, disse Muianga, para além de os alfabetizados ocuparem-se das letras, desenvolvem entre outras actividades, designadamente corte e costura, e culinária.
O «Canal de Moçambique» visitou nos últimos dias algumas Escolas e Centros de Alfabetização. A presença massiva das mulheres é notável. Todavia à semelhança do que sucede a toda a escala nacional, como nos foi referido por Muianga, os homens optam pela ausência. No Centro Optar Upa, localizado na Avenida Vladimir Lénine, próximo do mercado Xiquelene, por exemplo, 97 porcento dos alunos são mulheres. Na Escola Primária Matchik-Tchik localizado no bairro Polana Caniço, o cenário em termos percentuais é o mesmo.
Para explicar a ausência dos homens nas salas de aulas, Ernesto Muianga aponta duas causas que considera "fundamentais": "A vergonha e o orgulho". "Fazem com que alguns homens, mesmo sabendo que não sabem ler nem escrever não se dirijam aos centros de alfabetização".
Quando questionado sobre o ensino à distância via rádio, Muianga disse: "vamos potenciar a alfabetização à distância usando a rádio como instrumento principal para veicular os conteúdos relativos ao processo de ensino e aprendizagem".
Relativamente ao tempo que se leva para alfabetizar um adulto, ou seja, dois anos, alguns alfabetizados disseram ao «Canal» ser "longo demais". Um adulto não precisa de muito tempo para aprender, referem, pelo que aconselham a redução dos períodos.
Para Muianga "essa contestação tem razão de ser".
"Um adulto não precisa aprender, por exemplo, a lição «a Rosita vai a escola» tal como acontece com os miúdos. Pretende coisas mais objectivas e directas, por isso dois anos é realmente muito. Para o próximo ano vamos reduzir o tempo. Ao invés de dois anos será um ano", concluiu Muianga. Frisa que apesar dos contratempos mantêm-se os objectivos delineados. "Serão alcançados", garante.

(Jorge Matavel)

Fonte:Canal de Moçambique

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sábado, 25 de agosto de 2007

Estudantes Marcham em Maputo


Estudantes de diversas escolas do Ensino Geral e Técnico Profissional da capital do país marcharam clamando pela melhoria da qualidade de ensino. A marcha insere-se no contexto da Feira da Educação que decorre desde ontem, em Maputo.
Fonte:Imensis (23-08-2007).

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