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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Renamo-Renovada teme violência na Beira (2)



…Ilações importantes a tirar


Prossigo a série. Vemos na verdade que os acontecimentos das últimas semanas dão para tirar três ilações importantes:
Um, referente as razões que ditaram a que os problemas internos na Renamo resvalem a ponto negativo a que se situam. De facto, são óbvias tais razões que ninguém pode ignorar que tem a ver com o status quo que foi abalado depois que as verdadeiras bases se aperceberam que alguém fugia, com o poder da ditadura do voto que pertence ao eleitorado e só a ale incumbe votar para quem vai dirigir os seus destinos.


Segundo, o modus operadus da direcção central da Renamo levanta preocupações legitimas quer entre os membros e simpatizantes, como da sociedade em geral. Todo mundo ficou em suspence depois que esta organização política enveredou pelos mesmos métodos e caminhos trilhados pela Frente de Libertação, que nós todos sabemos que não teêm nada de democrático. É só olhar como o o Dr. Comiche foi cuspido sob a bandeira dos Estatutos e da disciplina partidária. Não diria que este edil seguisse o exemplo do Eng Simango, candidatando-se como independente, mas o facto de não deixar que as verdadeiras bases tenham um palavra a dizer, estragou o tal ‘momento de festa’ que Edson Macuacua nos habituou quando chegam estas alturas das eleições. Tal comportamento deveras pernicioso da direcção actual da Renamo criou o barulho que estamos a ouvir da Beira. Um barulho de que nos devia ser poupado se a sobriedade estivesse ao serviço de quem dirige. O dirigente que dirige na base de ‘fofocas’, calunias, e mentiras não vai longe. Aliás é do dominio o adágio de que a mentira tem pernas curtas. Ela não dura!


O último ponto que queria por como um dos meus temores se refere ao aproveitamento desta situaçåo toda pela força política contrária; neste caso a Frelimo. A Renamo que não se dê ao luxo de dizer que a Beira é sua com estas pronunciadas contradições no seu seio, porque tudo indica que, enquanto as razões de me referi acima não forem atacadas com a frieza necessária, a vitória da Frelimo, a menos que o gato preto afaste os demónios, estará garantida. Veja na próxima postagem as minhas conclusões/propostas para se sair do lodo em que a Renamo se meteu.

sábado, 30 de agosto de 2008

Guebuza defende-se do caso Comiche, em Inhambane

…face ao avolumar da onda de condenações sobre a maneira como foi este último atirado para fora da corrida às próximas eleições no Município de Maputo. Passo com a devida vénia passagens de uma entrevista a AEG ao notícias (29/08/2008):


“O PARTIDO Frelimo considera que a derrota de Eneas Comiche nas eleições internas realizadas semana passada no Comité da Cidade de Maputo para a indicação do seu candidato ao cargo do Presidente do Conselho Municipal não tem nada de anormal, pois trata-se de um exercício democrático previsto nas directivas desta formação política.

O Presidente do Partido, Armando Guebuza, disse em Mabote, Inhambane, que “a Frelimo reconhece o trabalho positivo realizado por Comiche, o que ainda vai fazer, o que ele é capaz de fazer. Todavia, no nosso partido as normas orientam que a eleição para lugares de chefia obedecem a um processo eleitoral, da base ao topo”.

Guebuza acrescentou que Comiche, que é membro da Comissão Política, “não se sente diminuído por isso, porque todos reconhecemos as suas qualidades e capacidades”. Explicou que no seu partido as decisões são tomadas em colectivo e não apenas pelo presidente, diferente de uma instituição administrativa, onde o responsável manda e os outros são conselheiros.

“Aqui, a Comissão Política toma decisões que até podem ser diferentes do posicionamento do presidente. As normas foram aprovadas em todo país, a partir da célula, para serem cumpridas por todos”, disse. Num outro desenvolvimento, Guebuza fez saber que os membros da Comissão Política não passam pelo processo eleitoral para deputados de Assembleia da República em caso da vitória da Frelimo. Eles são automaticamente designados cabeças de listas, no caso das províncias onde tenham liderado o processo de trabalho antes do escrutínio.

Recorde-se que Eneas Comiche, presidente do maior município do país, Maputo, foi semana preterido pela força do voto na sua pretensão de se candidatar à sua própria sucessão, a favor de David Simango, actual ministro da Juventude e Desportos.” Fonte?foto Noticias

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Que a Comiche ditou derrocada humilhante nas ‘internas’ da Frelimo?

…Algumas opiniões de fontes dignas de crédito.

Paira no ar a sensação de que Eneas Comiche foi relegado para o segundo plano nas eleições ‘internas’ do préterito fim de semana, porque há interesses de ‘grupos’ ou alas dentro do partido. Não é a pretensa ‘continuidade’ de que se referiu o Ministro Aiuba Cuereneira à imprensa no passado sábado. Para fazer jus a esta problemática, o Canal de Moçambique, procurou os mais badalados analistas e conhecedores da Frelimo adentro na Cidade de Maputo, para tecerem seus comentário, sobre as razões que, de facto, estão por detrás desta derrocada humilhante e numa margem assustadora de Eneas Comiche.

Por enqunto, “Comiche cometeu alguns erros intoleráveis”, frisou o deputado da Assembleia da República pela bancada do Partido Frelimo António Frangoulis. O deputado indicou que nesta administração de Comiche “de facto houve alguns erros na base” , escusando-se a citá-los. Frangoulis disse que ia falar sobre eles numa ocasião oportuna, pelo que “agora não posso dizer quais são, ponto a ponto”.
Ainda assim, e no entender de Armindo barradas, director da Indústria e Comércio da cidade de Maputo, “… quando estamos a fazer o trabalho com as massas não podemos esquecer as bases. O subordinado de Comiche atacou seu superior de não ter descido as bases, pese embora tenha trabalahdo bem. A perca de confiança dos camaradas neste municipiu foi enfatizado por Barradas, reside no facto de Comiche ter falhado na “solução dos problemas das bases”, esperando que David Simango os corrija, uma vez eleito. Armindo barradas declinou de indicar quais de facto foram os erros de Comiche e refutou as alegações de sua demissão estaja relacionado com o mal estar que se semeiou depois de se colidir com alguns interreses do vasta império empresarial, com a destruição do Splash (uma cantina e clube) numa zona residencial densamente povoada (PH-Coop), ao que se referiu que tal destruição se fez cumprindo as posturas municipais.

Com a mesma toada, Anibal Macamo (empresário da Frelimo) veio ao publico acusar Comiche de que “nos trabalhos que ele fazia, sentia-se que o partido não sabia”. Mas nega confirmar se a derrocada humilhante de Comiche possa ser indicação de que ele terá perdido ou não a confiança do empresariado ligado ao partido Frelimo na Cidade de Maputo. Negando confirmar, este empresário de sucesso alega que pode haver vozes que queriam ver Comiche a frente dos destinos do Minícipio de Maputo.
Pode-se finalmente ler no artigo de Borges Nhamirre/Canal de Moçambique (onde baseio partes para desta postagem) que, “a derrota da Eneas Comiche está a ser vista por amplos sectores que não participaram da eleição do candidato a Edil de Maputo nas eleições autárquicas de Novembro próximo, como uma vitória do presidente do Partido, Armando Guebuza, que dessa forma conseguiu afastar um dos últimos.
Fonte/Foto CanaldeMoc/FDC
Biografia: Eneas da Conceição Comiche nasceu a 28 de Julho de 1939, no distrito de Moma, Província de Nampula. Licenciou-se em Economia pela Faculdade de Economia do Porto, Portugal e desempenhou cargos ministeriais nos dois Governos da Frelimo. (Adaptado da FDC)

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Comiche repudia dupla administração no Município de Maputo

- Perante o chefe do estado, Armando Guebuza
O “Notícias” de hoje titula “CIDADE DE MAPUTO: Dupla administração dilui responsabilidades” num momento em que duas presidências abertas, a do edil, Eneas Comiche e do chefe de estado estão a decorrer. No encontro que houve ontem entre os três governos soou alto "A COEXISTÊNCIA de duas instâncias de governação local no território da capital do país dilui as responsabilidades, tanto da edilidade como do Governo da cidade, podendo futuramente prejudicar o desenvolvimento harmonioso e integrado da urbe como um todo" (sic.). Ao que tudo indica, esta nuvem escura que desenha nos céus da cidade de Maputo podem oferecer razões bastantes para Guebuza puxar a consciencia de cujo efeitos podem ser surpreendentes aos pergaminhos presentes da Cidade de Maputo. Foi notório e vergonhoso verificar que duas entidades estivessem apresentar relatórios sobre as actividades que se “avultam” sobre as mesmissimas áreas de actuação. A questão é Maputo, segundo Comiche, não precisa de ser dirigida por dois governos, para lá do Governo central que também tem como sede na mesma cidade. Foto Noticias

sexta-feira, 21 de março de 2008

Não há "rosas sem espinhos"


- Dois governos num ‘desamor’ aberto em plena cidade de Maputo!

O edil do Maputo, Dr. Eneas Chomiche, aparece retrato no Jornal fax “Alternativa” desta semana, fazendo o balanço de governação do presente mandato que está prestes terminar, além de ter encontrado como motivos pelo não cumprimento de muitas da promessas eleitorais e a ruinosa gestão da coisa pública, figuram a exiguidade de fundos para as obras de construção e estradas.
Num outro desenvolvimento, Comiche atacou veementemente ao Presidente da República, Armando Guebuza pela “falta de clareza no diz respeito às responsabilidades entre a sua instituição e o Governo da Cidade” (SIC.).
Vociferou ainda que “as pessoas devem saber que fui responsável pela governação da cidade por um determinado período e quando fiz o meu programa não previa o que depois veio a suceder” – numa clara alusão a nomeação de Rosa da Silva como Governadora, constituindo assim um governo paralelo.
Comiche, por último, expôs ao sol colérica e destemidamente a acção desavergonhada de Guebuza de lhe forçar a coabitação com Rosa da Silva, frisando que “com a criação do Governo ao nível da Cidade tudo o que tinha programado ficou baralhado”. Como consequência desta acção guebuziana – sentencia Comiche – em boa “verdade não vai realizar na totalidade as acções que prometera fazer. Caso para dizer que nao ha' "rosas sem espinhos".

Nota: Ao que pode perceber, na Cidade de Maputo passou-se o tempo com a Frelimo em lutas ‘intestinais’ do poder pelo poder que nada a prestigiam.

Angola24Horas

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