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segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Na componente social, económica e humana: Região norte é importante pólo de desenvolvimento – segundo Rui Fonseca, PCA dos CFM


O PRESIDENTE do Conselho de Administração da Empresa Caminhos de Ferro de Moçambique, Rui Fonseca, disse que a região norte constitui neste momento um pólo importante para a promoção do desenvolvimento socioeconómico e humano do país. Esta afirmação foi feita em Nampula durante a cerimónia pública de tomada de posse do novo director executivo dos CFM-Norte Franco Katutute.
Maputo, Segunda-Feira, 8 de Outubro de 2007:: Notícias
Rui Fonseca, destacou que a empresa que preside, tem prestado um contributo valioso na promoção do desenvolvimento social, económico e humano a nível da região norte que compreende as províncias de Cabo Delgado, Niassa e Nampula, que beneficiam de serviços ferro-portuário.
O sistema ferroviário do norte com mais de seiscentos quilómetros que parte da cidade portuária de Nacala até Cuamba, com dois ramais para a cidade de Lichinga, e a vila de Entre-Lagos, na província de Niassa, fronteira com o Malawi, constitui um elo importante para o escoamento da produção da maioria das populações que se dedica à produção agrícola assim como pecuária.
Os potenciais produtos de rendimento, nomeadamente tabaco, algodão, gergelim, amendoim incluindo parte de cereais sobretudo milho e mandioca produzidos nas províncias do Niassa e Nampula, incluindo parte norte de Cabo Delgado, são exportadas através do porto de Nacala, factores que Rui Fonseca considera ser responsáveis do desenvolvimento social, económico e humano que se regista actualmente.
Com efeito, instou ao recém empossado director executivo dos CFM-Norte Franco Katutule e aos trabalhadores em geral no sentido de trilharem os mesmos caminhos que norteiam os princípios de prestação da sua empresa virados para a promoção do desenvolvimento económico e social com impacto na componente humana a nível da região.
Franco Katutule, engenheiro civil, conhecedor profundo do sistema ferro-portuário de Nacala, sucede a Filipe Nhussi que esteve frente da direcção executiva por um período de cerca de catorze dias. O novo timoneiro dos CFM-Norte pediu colaboração a todos os colegas para em conjunto atingirem os objectivos definidos pela empresa e pelo Governo, que não somente se cingem ao interesse de promover a economia e a parte social mas também do empresariado local e regional. 
 Fonte: NOTÍCIAS  M I R A D O U R O - ACTUALIDADE NOTICIOSA - MOÇAMBIQUE - MMVII



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terça-feira, 11 de setembro de 2007

Portos de Moçambique movimentam mais carga para países vizinhos

Os três principais portos de Moçambique processaram mais 75,2 mil toneladas de carga de e para os países vizinhos no primeiro semestre deste ano em termos homólogos, informou segunda-feira em Maputo a Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM).

Dados da empresa citados pelo jornal Notícias, de Maputo, indicam que para aquele crescimento valeu fundamentalmente a contribuição dos portos de Maputo e da Beira, que manusearam mais 37,7 mil toneladas e 35,6 mil toneladas de carga, respectivamente, uma vez que o porto de Nacala registou um crescimento de apenas 1,9 mil toneladas.

Para o aumento da carga em trânsito processada no porto de Maputo pesaram as exportações de magnetite, ferro-crómio e açúcar da África do Sul, as de citrinos da Suazilândia e as de ligas de ferro do Zimbabwe, que também importa fertilizantes.

Relativamente ao porto da Beira, marcaram diferença as exportações de granito e carga contentorizada e importações de adubos, combustíveis, trigo, arroz e óleo de palma pelo Zimbabwe.

O tráfego de carga sul-africana representa 49 por cento do total manuseado nos três portos, situação que se fica a dever aos investimentos que vêm sendo feitos com vista à potenciação do transporte ferroviário, nomeadamente através da reabilitação da linha de Ressano Garcia.

O Zimbabwe contribui com 30 por cento, contra 16 por cento do Malawi, três por cento da Zâmbia e apenas dois por cento da Suazilândia.

De uma forma geral, o relatório da produção ferro-portuária nacional nos últimos seis meses aponta para um crescimento na ordem dos 6,1 por cento na área dos portos e um decréscimo em 1,9 por cento na componente ferroviária.
Fonte: macauhub

Angola24Horas

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