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VOA News: África

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terça-feira, 12 de agosto de 2008

Dos céus cinzentos de Nampula, aos 'calientes' de Gaza onde professores exigem seus salários que demoram a chegar


…ameaçando paralizar as aulas.


É dado adquirido que do universo de 7 mil professores que a Província de Gaza tem, cerca de 3.500 professores não estão auferir parte do seu salário – segundo a Rádio Moçambique (hoje). A ‘maka’ é tal que os mesmos tencionam boicotar a leccionação. Já à porta do período eleitoral, o Governo da Frelimo pode ver a sua constituência predilecta a rebelar-se nos próximos dias. Lá vai o ditado que 'quem tem o professor, tem a nação' (devido a capacidade de mobilização de massas deste). No entanto, o assunto da educação bastas vezes aqui referido, foi também referido em postagens relativas 'a problemática das direcções das escolas e a extorção que se vive nelas, e a já recorrente situação dos professores de Anchilo em Nampula desenvolvida neste elo. Foto YouTube/ProfsADPP


PS: Agora digam-me la' se o professor pode se sentir motivado a trabalhar para a dita qualidade de ensino, com o ventre vazia.

MEC requalifica professores


…em fase da sua inaptidão?


O detentor da pasta da Educação, o Dr. Aires Ali, veio ao público, a quando o encerramento do IV Conselho Coordenador do Ministério da Educação e Cultura (MEC), defender a necessidade urgente de requalificar os docentes para que saibam ensinar. Segundo o Ministro, a tal requalificação vai tomar forma de “jornadas pedagógicas”(?) a toda largura do país, com sendo a pedra de toque para o rendimento escolar entre a camada estudantil.

Ali frisou que Não há nenhum currículo que produz incapacidade de aprendizagem de alunos. O professor é determinante no processo de aprendizagem. Por isso, a formação dos professores, a sua requalificação, o seu acompanhamento, a inspecção da acção das escolas, de forma dinâmica, actuante e preventiva, a supervisão, devem continuar a merecer a nossa redobrada atenção”. Não se sabe ainda como é que as tais jornadas pedagógicas vão responder a este desafio da crescente e estagnante situação escolar. Recorde-se que Moçambique é dos país da região da SADC com baixos indeces de rendimentos escolares, sendo o Zimbábué onde alunos atingem níveis satisfatórios de aprendizagem. Foto/fonte Noticias
PS: Convido o Leitor de seguir artigos relacionados nas colunas “Relexão” e “Copitos” acima

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Mexidas no Ministério da Educação e Cultura (Comunicado)


…e subida de vulto é da antiga Directora Provincial de Educação de Inhambane, Dra Naima, por sinal, colega, amiga e braço de Aires Ali, quando Governador naquela provincia. Por sua vez, o comunidado ditou ainda a saida do Dr Simão Mucavele do cargo de Inspector Geral da Educação.

Voltarei ao assunto com dados mais precisos sobre o assunto nesta mexida repentina de quadros de Airs Ali que também afectou o Director-Adjunto Provincial de Educação de Sofala. (x) Imagem retirada aqui.

terça-feira, 17 de junho de 2008

"Multipla escolha" foi e é ‘totobola’ sempre: o aluno não aprende

…quer em exames nacionais quer em provas durante o ano lectivo




Parece que a Educação e Cultura (MEC) terá trazido uma inovação para o ensino em Moçambique. Mas quanto a nós, não!

Ora bem, fazendo fé ao pronunciamento do actual director da área de avaliação e exames do MEC, o Dr. Jafete Mabote, a pergunta que se lhe põe é se o modelo de exames a introduzir brevemente, cuja característica é de multipla escolha, trará benefícios ao sistema de ensino, ou não? Não teremos um sistema que ensina o aluno a não estudar a estruturar o seu pensamento e conhecimento numa folha de exame?

Não estaremos em presença dum sistema em que o aluno sabe de antemão que vai jogar uma ‘totobola’ para acertar as questões postas no exame? Este cepticismo não é apenas deste blogue, mas o é de uma grande maioria de país que vê nesse sistema a implemetar uma farsa, pois não trás nada de novo.

Afinal o que diz a experiência de aplicação de sistema de resposta multipla? Quais são as vantagens e desvantagens desse sistema, Dr Mabote? Terá o MEC feito consultas a sociedade para eleger este sistema, como sendo o mais perfeito de todos os que existem?

Para nós, o que se pode depreender neste exercício, é que o MEC terá sido beneficiada de uma série de consultorias que nada tem haver com a realidade no terreno, com perigos potencias ao ensino. Na base dessa consultoria, o MEC pretende centralisar ainda mais o sistema de exames e com ajuda de maquinetas substituir o ‘homem’ [professores] na correcção dos mesmos! Ora isto é mau. Não se produz um ensino de qualidade mecanicamente. A componente humana; ou seja de professores exminadores espalhados pela nação fora deve ser integrada no processo activamente.

Por isso, ao invés desta ‘totobola’, devolvamos as proporções de competências de que gozam os órgãos centrais dos exames para as províncias. Sejam elas responsabilizadas na condução do processo, desde a administração, correcção e publicação de resultados dos exames. Uma das estratégias viáveis para a dinamização do processo de exames ao nível das províncias é o estabelecimento de sistema de exames coerente, de treinamento do pessoal docente examinador e a disponibilização de recursos. A função do ministério seria de supervisionar, ‘aferir’ ou mesmo homologar os resultados obtidos pelas escolas. Enfim, o que se pretende é que o MEC deixe as escolas trabalhar, sem interferências grosseiras como a que se nos deixa ver que, a-priori, certamente, vai levar o ensino a um autêntico desastre. (x) Foto Eng Cardoso

Angola24Horas

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