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VOA News: África

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sexta-feira, 14 de março de 2008

Salão & calão

Certas autarquias do país são famosas pela sua obediência obcecada ao poder do dia. Aceitam tudo, desde a violação que ajudaram a formular até ao acanhamento em face as constantes atropelos da postura municipal.

Na Beira o editil se impõs para devolver a ordem as bandeirinhas que a Frelimo ia plantando em tudo o que era sitio, numa aparente campanha eleitoral anticipada e permanente. Se a vitoria se organisa, este não é o caso do Municipio do Maputo onde o Partido dos camaradas se confunde com a coisa pública.

E, como lei não é cumprida, os cidadãos implantam suas oficinas, pastelarias, barracas, xovas-si-tadumas, e salões de cabelereiros um pouco por todo o Maputo envolvendo cidadãos nacionais e estrangeiros. Isto ao olho dos fiscais! Aliás estes até ajudam que nenhum procedimento postuário seja seguido, bastando para tal alguém dê ‘algum para tomar coca-cola’ [corrupção]. Se o conselho Minicipal de Maputo fosse rigorosa não teriamos uma imagem ao lado, com calão natural: Salão Lia: Fazemos: Disfrizagem, pedicur, manicur, peteados para noivas [Sic.!]. Será que a vereação da edilidade maputense viu este anuncio na Rua do Jardim? Sim é a provável resposta.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Automoveis invadem passeios de Maputo


- disputando o espaço com os pedestres ante ar apático do CM

Um pouco por toda a cidade de Maputo, máquinas e automóveis de todo o tipo e tonelagem invadem, amiudemente, os passeios das avenidas e ruas a cidade disputando o espaço com os transuentes. Os violadores das posturas municipais [veja-se a imagem que documenta a zona do Rei da Chaves, avenida Valdemir Lenine] constam, entre outros, os proprietários dos estabelecimentos comerciais, privados e entidades do estado e governo. Esta falta de civismo, tirando a beleza a cidade se manifesta perante uma inércia da Polícia Camarária da Cidade que não os autua por considerarem, presumo, intocáveis.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Olhar crítico a era tembiana na gestão municipal da Matola

- Um legado de miséria e conformismo, mas cheio de vontade de servir

Não é fácil caracterizar aquela que foi a vida e obra do Dr. Carlos Tembe como académico e político. A sua imponência no devir nacional quer através da sua contribuição docente quer nos meandros da política foi sem razão de sombra tal que o tornou singular e ponto de referência. No entanto, como gestor da coisa pública, Tembe estava mergulhado num mar de situações gerencionais desde a da terra até aos de postura, dificultando o cumprimento do seu plano para devolver a Matola o lugar que merece entre as urbes moçambicanas. Um exemplo dessa falha e, quiça, anacrônica é o legado de legado de miséria e conformismo a que se votou a maioria dos mercados. Nesta procura extontente dos produtos da primeira necessidade fui dar com uma imagem repugnante do Mercado Principal do Infulene ‘A’ cuja imagem ao lado-acima fica para o julgamento do caro leitor. Penso que com este legado do Dr Tembe, nada resta ao futuro edil quer seja o da Frelimo, quer seja o da Renamo quer seja ainda de um outro partido, terá que trabalhar à estopinhas para resolver o caso dos mercados municipais, onde a imundície convive com os alimentos.

Nota: Pese embora não devidamente esclarecidas as causas da perca irreparável deste grande homem, será muito difícil para a Frelimo encontrar uma aleternativa credível ao homem melhor esclarecido e inteligente como foi o do então Presidente Tembe. Requerer um estudo muito cauteloso para encontrá-lo e que faça seguimento do legado que ele deixa que não foi, diga-se de passagem, de todo mau.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

“Beira está a melhorar em flecha”

- Edil da capital de Sofala

* mCel advertida em defesa da estética

“A travessia do Chiveve bloqueada no Cais Manarte é um problema que esperamos atacar e resolver em 2008 com a chegada de mais meios já garantidos pela Cooperação Italiana. É uma prioridade abrir aquele canal para permitir que as águas circulem e se salve a cidade”- eng. Daviz Simango. Leia em...

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Como separar actividades religiosas, turísticas, desportivas, pescatórias e de entretenimento na mesma água da Praia da Costa do Sol?


- Para la' da actividade de manutenção e limpeza que teima a ser irregular ou não existente mesmo!

Determinadas seitas religiosas usam a marginal e ao longo da praia da Costa do Sol para a pratica dos seus 'cultos' e 'costumes' enraizados de veneração do "sobrenatural" como a imagem documenta [retirada do Okwiri]. Esta pra'tica tem vindo a ser uma constante obrigatória, generalizada e quase ritual diário e' normal.

Quanto 'a lei, tudo bem. O estado, hoje, foi obrigado a defender a liberdade de seus cidadãos professarem a religião que quiserem e quando quiserem. Graças 'a resistência popular iniciada nos anos setenta, contra a tirania monolitica do regime de Maputo, que vemos hoje, para além, das antigas igreja, nascerem outras, quiçá de cariz mais africana. O único problema com os religiosos que usam a praia reside no facto de haver desvios 'as posturas municipais. Ademais, pergunta-se ao Conselho Municipal do Maputo:

- Será que os participantes deviam ir com traje multicolor-garrido a um ambiente aberto a todo tipo de gente, incluindo nacionais e hospedes da cidade?

-Será que os crentes usam os seus amuletos, raízes, animais, ossadas, perfumes, líquido, e outros instrumentos de uma maneira que não polui ou crie outros problemas ao ambiente a orla maritima?

-Será que há segurança garantida aos cidadão alvos dos rituais durante a alta e maré baixa?

-Como devemos diferenciar a actividade turística, da actividade pescatória, da religiosa no mesmo colo aquatico?
As perguntas demandam mais acção que simples respostas, para conferirmos outro alento e cor aquela que já foi a sala de visita de Maputo: Praia da Costa do Sol cujas imagens pode conferir apreciar a seguir [Fonte: Xiconhoca]


sábado, 24 de novembro de 2007

A frelimo é a mesma… como um leão ferido que rugi e estrebucha.


- Compulsando sobre as bandeiras na Beira!

Irónico! Ao longo da semana fomos digerindo a noticia sobre a decisão e implicação da retirada de bandeiras, seja de que partido for, dos locais inapropriados que atentem sobre as posturas camararias no segundo centro urbano do pais, Beira. Deviz Simango, o edil daquele município, defendeu este posicionamento depois que o Ministro da Administração Estatal (MAE), Lucas Chomera veio a tona reiterar “na última quarta-feira, na Beira, que o seu pelouro poderá ver-se obrigado a recorrer a uma penalização contra o edil da Beira, Daviz Simango, se este insistir na violação da lei, continuando a retirar as bandeiras dos partidos políticos hasteadas um pouco por todos os bairros da urbe.”

No entanto, o Ministro não tornou claro a que lei se referia para punir Simango sobre esta legítima decisão de por ordem na cidade da Beira onde cada um aparece a colocar bandeira em qualquer sitio. Nota-se clara e estranhamente que o posicionamento do Governo e uma ação de desespero já que conta com uma minoria bem reduzida naquela zona do pais. E mais, se se lembram dos Grupos de Dinamizadores (GDs) e de Vigilância (GVs) que espalhavam terror e com ordens de recolher todos os objectos em forma de bandeiras, efígies [sobretudo a do Dlhakama] e literatura que fizessem alusão a inimigo [oposição].

Será que se esqueceram que violavam os domicílio e faziam escutas telefónicas rigorosas de pessoas que achavam que se simpatizam com o outro lado? Hoje a Frelimo usa lugares de emprego para montar as suas células do Partido, promove reuniões e distribuindo literatura e bandeiras do “partidão”. A Frelimo esquece que agindo assim, não só promove a exclusão, como também contribui para a baixa de produtividade, uma vez que tais reuniões obrigatórias são realizadas em plenas horas de labor.

Agora o que mudou? Penso que não mudou nada. A frelimo é a mesma. A Frelimo actua agora, como um leão ferido que rugi e estrebucha, metendo medo nas pessoas com mau uso de pretensos instrumentos legais, que diz ter, com o fito de contrariar a derrota desastrosa que se lhe foi infligida no último veredicto eleitoral. Duvido que seja democrático nem inteligente agir dessa maneira, conferindo o artigo do Reflectindo sobre Mocambique.

Angola24Horas

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