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quarta-feira, 2 de abril de 2008

CB planeia vender 250 magawatts/dia 'a Eskom

A eléctrica sul-africana Eskom vai em breve receber mais 250 megawatts de energia eléctrica por dia de Cahora Bassa no âmbito de uma negociação em curso, afirmou terça-feira em Maputo o presidente da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB). Paulo Muxanga disse que a empresa que dirige respondeu de uma forma positiva ao pedido apresentado pela Eskom, devendo o contrato para o fornecimento dos megawatts adicionais ser assinado em menos de um mês.
A HCB fornece actualmente 1100 megawatts de energia eléctrica por dia à Eskom, empresa que tem sido forçada a proceder a cortes no fornecimento de energia eléctrica um pouco por toda a África do Sul, apagões que têm forçado à paragem das minas e consequente aumento do preço dos metais preciosos.
Cahora Bassa tem um potencial para gerar 14 mil megawatts de energia eléctrica, cerca de sete vezes a actual produção, mas para que isso aconteça são precisos investimentos elevados.A HCB, controlada em 85 por cento pelo governo de Moçambique, pretende atrair investidores estrangeiros embora, de momento, se vá limitar a pequenos investmentos para aumentar gradualmente a produção. Fonte:MacauHub Imagem Engsolvers epoch suite.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Paulo Muxanga é o novo presidente do conselho de administração da HCB


Indicado pelo Governo, " antigo ministro dos Transportes e Comunicações Paulo Muxanga é o novo presidente do conselho de administração da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), o primeiro moçambicano a ocupar aquele cargo em substituição do português Joaquim Silva Correia. Até a data da sua indicação, Muxanga desempenhava funções de presidente do conselho de administração da Administração Nacional de Estradas de Moçambique. Como administradores, pela parte moçambicana, foram escolhidos Gildo Sibumbe, Max Tonela, Isabel Guembe, Domingos Torcida, Manuel Tomé e Rosaque Guale, e pela parte portuguesa Marques da Costa e Álvaro Pinto Correia."

Nota: O Miradouronline tambem pergunta se Paulo Muxanga pagou a divida pessoal ao Banco Austral? Porque para saber gerir os pagamentos aos bancos frances e portugues deve ter uma experiencia de sucesso.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Assumindo atitude e dever patrióticos


- Dlhakama Participa hoje na cerimônia de reversão da HCB

Ao contra'rio dos relatos de uma certa imprensa propalou no dia de ontem sobre o dito romper com os boicotes aos eventos organizados pelo Governo, o Presidente da Renamo-UE assumiu um posicionamento patriótico, sem favoritismos nem complascente e decidiu participar nas cerimônias centrais da reversão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa hoje em Songo-Tete.
Sendo um empreendimento nacional, dos lucros da HCB todos moçambicanos usufruam, dai a Renamo se fizesse representar pelo seu líder. O que se pode talvez nao se deve esperar e’ que o senhor Mugabe venha com as mesmas histo'rias proferidas outrora na Praça da Paz aquando dos 10 anos da AGP, procurando politizar o evento em favor do Governo do dia. O Miradouronline sauda a entrega final deste empreendimento aos Mozambicanos, embora saibamos que ainda exitem divi'das a saldar com os bancos credores.

domingo, 25 de novembro de 2007

O Negocio BCI-Fomento Versos HCB

Aí vai uma história de LADRÕES...sem Polícia !E assim vai o pais da marrabenta.... Quem vai pagar os 20% da INSETEC no BCI- Fomento? Fontes indicam-nos que a Intellica, empresa consultora e decisora do concurso que escolheu a empresa que irá efectuar o financiamento da Barragem de Cahora Bassa, pertence ao Grupo Insetec, liderada pela próspero empresário Moçambicano Celso Correia ( semi-analfabeto e que nunca se preocupou em estudar. Prefere ser testa de ferro...).O vencedor do concurso para financiar a Barragem, por sinal é também o BPI que é um dos accionistas do BCI-Fomento.

Segundo fontes anónimas, os 60 Milhões de Dólares que deverão ser pagos ao BPI e aos outros accionistas do BCI-Fomento foram a moeda de troca para o favorecimento no concurso da Cahora Bassa.Houve favorecimento na decisão da empresa que irá financiar a Barragem, mesmo para salvaguardar os interesses do Grupo INSETEC.Este mesmo Grupo INSETEC comprou uma parte da Ernest and Young para se beneficiar dos serviços do IGEPE, através do seu accionista Daniel Gabriel, na consultoria das participações do estado em empresas Públicas. O Grupo Insetec ainda é responsável pela organização das eleições em Moçambique há mais de 10 anos em Regime de exclusividade. Neste negócio giram milhões de dólares financiados pelos doadores. Nunca houve concurso e nem qualquer outro tipo de pesquisa no mercado para se encontrar outra empresa. O Grupo INSETEC para quem não sabe pertence ao nosso querido presidente ARMANDO EMÍLIO GUEBUZA.Assim vai o combate à pobreza absoluta...e ao deixa andar.
NOTA:E tudo a bem do POVO! Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE

sábado, 10 de novembro de 2007

Transferência do controlo de Cahora Bassa com mega-cerimónia


Foi noticiado que “a transferência do controlo para Moçambique da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) será assinalada numa mega-cerimónia agendada para 27 de Novembro no distrito do Songo (centro), disse fonte governamental.”


Para o efeito, Moçambique vai pagar a Portugar 700 milhões de dolares americanos no dia 26, permitindo que retenha 85% do capital do empreendimento. Leia mais aqui.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Moçambique: Canadiana Manitoba Hydro vai gerir a Hidroeléctrica de Cahora Bassa

O MIRADOUR(O)NLINE pode revelar que a empresa canadiana Manitoba Hydro poderá vir a participar na gestão corrente da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), após a alteração da estrutura accionista em favor do Estado moçambicano, noticiou quarta-feira o jornal electrónico Canal de Moçambique. De acordo com o jornal, que cita fontes próximas da operação, a contratação da empresa com sede na província canadiana de Manitoba está já em curso.

A Manitoba Hydro, que desde o dia 01 de Setembro de 2007 tem o contrato da gestão da produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia eléctrica em Timor-Leste, é a quarta maior empresa do sector no Canadá. Na terça-feira, o Governo moçambicano assegurou estarem "reunidas as condições" para saldar até final do ano a dívida de 700 milhões de dólares a Portugal, depois de o consórcio composto pelo banco português BPI e francês Calyon terem comunicado a sua decisão de financiar a operação.

Por esclarecer ficam os termos em que se processará a assumpção da dívida por parte do consórcio bancário BPI/Calyon, nomeadamente a garantia que será prestada pelo Estado moçambicano para a formalização do negócio. O Governo tem apontado a venda de energia de Cahora Bassa como a garantia do negócio, afastando o cenário de o consórcio se tornar accionista do empreendimento.

Actualmente, a HCB fornece energia a Moçambique, África do Sul e Zimbabué, havendo negociações para alargar a rede ao também vizinho Malauí e a capacidade da barragem suscita o interesse em várias partes do mundo. O acordo assinado há um ano com Portugal, prevê que Moçambique fique com 85 por cento das acções da HCB, bem como com a sua gestão efectiva, reduzindo Portugal a sua participação para 15 por cento. Moçambique controla actualmente 18 por cento do empreendimento e Portugal 82 por cento.

Fonte: Macauhub / M I R A D O U R (O)NLINE - CANAL NOTICIOSO - MOÇAMBIQUE - MMVII

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quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Um reticente 'stand' do PR nos coloca na mo' de baixo no assunto da CB, por enquanto...

O MIRADOUR(O)NLINE pode perceber que o Presidente da República, Armando Guebuza, garante que estão criadas as condições para a conclusão da transmissão das acções da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB ) para Portugal, no prazo previsto de 31 de Dezembro deste ano.

AG considera que a reversão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa para Moçambique vai imprimir maior robustez à economia moçambicana.
Em mensagem por ocasião da passagem, amanhã, do primeiro aniversário da reversão de HCB para Moçambique, Guebuza salienta que Cahora Bassa, sob controlo de Moçambique vai significar mais postos de trabalho, mais escolas, mais fontes de água e mais hospitais.
AG aponta que através de um processo de consulta internacional lançado pelo governo, em Fevereiro deste ano, foi seleccionado o Consórcio Calyon/BPI para a estruturação e montagem do financiamento da reversão do empreendimento dentro dos prazos previstos.
Este consórcio já comunicou ao governo moçambicano a sua decisão de disponibilizar o montante a ser pago a Portugal até Dezembro próximo, no valor de setecentos milhões de dólares.
30.10.2007

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quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Cahora Bassa no centro de mais uma controvérsia


Imprensa lusa evidencia contradições do ministro português das Finanças
Portugal tem ou não um "Plano B" para o caso do governo de Moçambique não pagar até Janeiro de 2008 os 700 milhões de Euros pela aquisição da maioria do capital social da HCB ?
O ministro das Finanças de Portugal depois de ter admitido a semana passada ter um "Plano B" para a eventualidade do governo de Moçambique não ser capaz de honrar o comprimisso assinado em Maputo de pagar a última tranche para compra da Hidroeléctrica de Cahora Bassa até Janeiro de 2008, voltou ontem a abordar a questão para esclarecer que a possível privatização de uma parte do capital da Electricidade de Portugal (EDP) é independente do pagamento por parte de Moçambique da verba relativa à HCB.
O ministro português, Teixeira dos Santos, foi citado pelo semanário Expresso na semana passada a dizer que tinha um "Plano B" de venda de 4% das acções da EDP para equilibrar as contas públicas de Portugal caso o governo de Moçambique não pague os 700 milhões de Euros, equivalentes a 950 milhões de USD na altura em que o compromisso foi assinado e a vencer em Janeiro de 2008.
À entrada para a reunião dos ministros das Finanças da União Europeia (UE), na cidade do Luxemburgo, Teixeira dos Santos afirmou esta semana algo que não cola com o que o semanário Expresso informou na sua publicação online a semana passada atribuindo a responsabilidade das declarações ao titular da pasta das Finanças no governo do secretario-geral do Partido Socialista Português e primeiro-ministro, engenheiro José Sócrates.
O ministro português das Finanças e citamo-lo por transcrição do jornal luso «Correio da Manhã» disse agora que o seu governo tem "um objectivo de obtenção de receitas de privatização para o ano 2007 e, para atingirmos esse objectivo, poderá, de facto, tornar-se necessário ainda este ano a realização de uma operação de privatização, que poderá ser eventualmente a EDP".
Está agora tudo em aberto até Janeiro de 2008 para que então nessa altura se possa aferir até que ponto as declarações atribuídas pelo Expresso a semana passada a Teixeira dos Santos não seriam mesmo a verdade do que move o ministro das Finanças de Portugal. Isto porque certos observadores continuam a insistir que o facto do grupo liderado por Celso Correia ainda não ter pago à SCI de Magid Osman os cerca de 50 milhões de dólares para sair da sociedade do banco BCI-Fomento é sintomático das dificuldades por que o governo de Armando Guebuza está a passar para conseguir sair do imbróglio em que se meteu com anunciada aquisição a Portugal da maioria do capital da Hidroeléctrica do Songo, no rio Zambeze, na província de Tete, que o presidente da República moçambicano já disse ser "nossa" sem dinheiro disponível para honrar o acordo firmado com o governo luso liderado pelo socialista José Sócrates.
Esses mesmos observadores dizem ainda que um consórcio bancário luso-francês é dado como certo como financiador da operação de crédito com que o presidente Guebuza estará a contar para poder sair deste negócio da HCB sem perder a face, e se vier de facto a avançar com a avultada verba (700 milhões/€) que terá de estar entregue aos cofres portugueses até Janeiro próximo, ficará mesmo assim comprometida a atribuição a um moçambicano do cargo de Presidente do Conselho de Administração da Hidroeléctrica de Cahora Bassa. Dizem esses observadores que se admite como provável que o Administrador-Delegado Executivo possa vir a ser Moçambicano mas nunca o PCA. A ser como eles vaticinam poderá vir a ser um francês.
Seja como for até Janeiro aos moçambicanos resta aguardar com serenidade para finalmente se desvendar o mistério da HCB. Será nessa altura que acabarão as especulações e se saberá finalmente se Cahora Bassa é de facto já nossa ou esse sonho alimentado não acabará frustrado.

(Redacção)

 Fonte: CANAL DE MOÇAMBIQUE / M I R A D O U R O - ACTUALIDADE NOTICIOSA - MOÇAMBIQUE - MMVII



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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Mobilização de recursos para pagar dívida HCB decorre «satisfatoriamente»

O ministro moçambicano da Energia assegurou que a mobilização de financiamentos para o pagamento da dívida de Moçambique a Portugal, pela reversão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), decorre "satisfatoriamente", manifestando optimismo em cumprir os prazos acordados. Falando no decurso do III Conselho Coordenador do Ministério da Energia, a decorrer em Cabo Delgado, norte de Moçambique, Salvador Namburete reconheceu que a reversão de HCB é a "principal preocupação" do executivo moçambicano.

Por isso, garantiu, o executivo moçambicano está a trabalhar "arduamente para ir ao encontro dos anseios do povo visando a sua libertação económica", embora não tenha dito onde irá buscar o dinheiro. No final do ano passado, os governos de Lisboa e Maputo rubricaram o acordo que permitiu a mudança da posição accionista na HCB, passando Moçambique a deter 85 por cento das acções, contra os 15 por cento de Portugal. Ao abrigo do memorando do entendimento assinado pelo Presidente moçambicano, Armando Guebuza, e o primeiro-ministro português, José Sócrates, Moçambique deve pagar ao executivo de Lisboa 950 milhões de euros.

Para já, o governo moçambicano pagou a Portugal 250 milhões de euros, devendo os restantes 700 milhões de euros serem pagos até ao final deste ano, tendo para tal sido constituído um consórcio formado pelos bancos português BPI e francês Calyon, que recebem como garantia a venda de energia do empreendimento (afastando a hipótese de entrega de uma posição accionista). O Calyon, que faz parte do Grupo Crédit Agricole, e o BPI, já com forte presença em Moçambique através da participação de 30 por cento no BCI Fomento, lançaram já os trabalhos de estruturação e montagem da operação.

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