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quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Nova insurreicção armada ou simples ataque aos ATM's?

…Bando faz explodir ATM em dois pontos especificos de Maputo e Maputo-Província
Se bem que se compreende que não estamos bem em termos de democracia partidárias neste país, com o recente escamoteio da vontade popular pelos dois maiores partidos, a Renamo e a Frelimo, as exploxões que tiveram lugar recentemente dão para mexer com as sobrancelhas, ou não? Conforme o Canal de Moçambique, na sua edição online, “Um grupo ainda não identificado fez explodir na madrugada de ontem duas ATM´s, em Maputo e Matola, respectivamente. Uma no Hospital Central de Maputo e outra num prédio no Bairro 700. As explosões semearam o terror mas não causaram vítimas humanas. De acordo com testemunhas o grupo responsável pela operação fazia-se transportar em duas viaturas “sem matriculas” e era composto por cerca de “dez indivíduos armados”. Aparentemente, os episódios não tiveram por objectivo o roubo de dinheiro pois num dos casos o dinheiro foi destruído pela explosão e no outro caso as gavetas permaneceram com, se não todo, pelo menos com boa parte do valor que possuíam na altura do atentado. A polícia em declarações preliminares disse que se tratou de um novo tipo de crime, já corrente na Europa e em outras parte do mundo, mas novidade em Moçambique. As ATM´s e os locais onde estavam instaladas ficaram seriamente destruídos.”
O aumento do crime organizado no país não é acompanhado por esforço visível da parte do Governo, sobretudo porque se percebe que tal tem haver a pobreza. Com mais de 60% de moçambicanos mergulhados abaixo do limiar de pobreza absoluta, um punhado de gatos pingados ligados ao partido no poder detém a riqueza absoluta deste país. Isto por um lado.
Por outro lado, não se conhece o mote deste espantoso assalto de quase um pilotão de homens armados, o que leva a antever que haja algo que vai por debaixo que deve ser clarificado: seus motivos, quem são e o que querem. Não é mau, por isso, conjecturar que seja uma insurreicção armada de descontentes do regime do dia. E como é hábito comparar com coisas de fora [vimos JC comparar Manhenge com Jacob Zuma], não terá este ataque as mesmas resemblâncias dos ataques no vizinho reino do Mswati III (Suazilândia), não vai muito tempo? A ver vamos acompanhar as explicações de quem de direito.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Nesta Mafalala só se fala muito tão-pouco se faz


…mas dali sairam os dirigentes (Pascoal Mucumbi), o poeta de renome (Jose Craveirinha) e o génio do futebol portugues/Mocambicano (Eusébio da Silva Ferreira/na foto)


Como se não bastasse, as reuniões intermináveis que datam de 75 para esta parte teimam a manter a arrepiante situação em que os moradores daquele bairro se encontram. O problema da Mafalala é antigo, mas sabe-se que a solução o mesmo não por simples reuniões organizadas pelos grupos dinamizadores. Naquele bairro situado a meio da zona urbana de Maputo requer saberes tanto de planeamento físico e urbanização como os engenharia cívil. As intervenções a fazer, de certeza que mexem com o reordenamento e investimento concreto. O ‘mar’ de lamentações não nos leva longe, mas sim a doenças provocadas pela imundície, aos crimes de que a Mafalala é prenhe, a dificuldade de trafégo porque as estradas anda esburacadas, a contínua habitação desordenada provocada pela ausência de autoridade e da lei. Foto vedeta ou marreta

domingo, 27 de abril de 2008

Dois galos na mesma capoeira nunca se entendem


À-propósito de estruturas paralelas no Município de Maputo

Foi na ponta final da sua ‘presidência aberta’ que S. Excia o Presidente da República, Armando Guebuza foi acossado por questões concretas pendentes sobre a dupla administração na gestão do administrativo-territorial de Maputo-Cidade. Na prática actuam duas autoridades (Governo e Município). Por exemplo, o Município tem um director na área da educação e cultura, a mesma estrututa o gabinete da Governadora da Cidade a tem. A preocupação quanto ao funcionamento destas estruturas paralelas na Cidade de Maputo é tal que o Presidente da República foi forçado a dizer na passada sexta-feira “que as diferenças de opinião estimulam o desenvolvimento, e que, no caso vertente, o Conselho Municipal e o Governo da cidade de Maputo vão saber valorizar os aspectos que interessam ao crescimento do território como um todo e o melhoramento da vida da população.” Será que estas são diferenças de opinião ou é o que está a acontecer? Os munícipes não sabem a quem encaminhar os seus problemas. Ninguém sabe quem manda o quê com a proliferação de autoridades exercendo por vezes as mesmas funções. Entretanto, sem ter o seguimento que se impõe ao problema, pelo Chefe de Estado, o presidente Eneas Comiche acabou dizendo [em alternativa ao discurso falacioso do Camarada] que “um dos desafios do futuro a eliminação das potenciais redundâncias suscitadas pela coexistência de duas instâncias de governação local para o território da cidade, situação que, na sua óptica, dilui responsabilidades, podendo, no futuro, prejudicar o desenvolvimento harmonioso e integrado da cidade como um todo.” Será que o chefe do estado não sabe que ‘dois galos na mesma capoeira nunca se entendem’! Foto Noticias
Nota: Penso que Guebuza nao tera' avaliado o peso orc,amental e outros encargos adicionais que representam manter de uma estrutura nao eleita e vinda dos seus caprichos discreciona'rios colada ao Municipio do Maputo. Nao se percebe porque ele teima a mante^-la, apesar da avalancha de pedidos para que este a descontinue.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Comiche repudia dupla administração no Município de Maputo

- Perante o chefe do estado, Armando Guebuza
O “Notícias” de hoje titula “CIDADE DE MAPUTO: Dupla administração dilui responsabilidades” num momento em que duas presidências abertas, a do edil, Eneas Comiche e do chefe de estado estão a decorrer. No encontro que houve ontem entre os três governos soou alto "A COEXISTÊNCIA de duas instâncias de governação local no território da capital do país dilui as responsabilidades, tanto da edilidade como do Governo da cidade, podendo futuramente prejudicar o desenvolvimento harmonioso e integrado da urbe como um todo" (sic.). Ao que tudo indica, esta nuvem escura que desenha nos céus da cidade de Maputo podem oferecer razões bastantes para Guebuza puxar a consciencia de cujo efeitos podem ser surpreendentes aos pergaminhos presentes da Cidade de Maputo. Foi notório e vergonhoso verificar que duas entidades estivessem apresentar relatórios sobre as actividades que se “avultam” sobre as mesmissimas áreas de actuação. A questão é Maputo, segundo Comiche, não precisa de ser dirigida por dois governos, para lá do Governo central que também tem como sede na mesma cidade. Foto Noticias

terça-feira, 22 de abril de 2008

Duas presidências abertas colidem nos ares de Maputo

- Uma visita a seguir...

Sinceramente, numa altura em que o dr. Comiche, Presidente do CM de Maputo se encontra num desusado esforço de contactar as bases no âmbito do que designou de “presidência aberta” visitando quase todos os distritos municipais, incluido a Ilha Inhaca, eis que o Presidente da República, Armando Guebuza, se lança hoje na sua “Presidência aberta” e por conscidência nos mesmos sitios onde, pouco tempo depois de ter “gazetado” a cerimónia de graduação da Uni-Pedagógica nessa mesma cidade.
A pior ‘chatice’ que Guebuza é de tentar meter água na fervura ao agendar um Governo da Sr. Rosa Silva e do Conselho Municipal do dr. Comiche. Como o leitor deve ter ficado a saber, estas duas figuras não se entendem desde que o chefe do estado se decidiu por exemplo, por um governo duplo para a cidade de Maputo. Até hoje ninguém sabe o que faz a figura de governadora da cidade. O próprio Comiche já veio ao público demonstrar seu descontentamento facto que lhe custou uma nova arrumação do seu programa e incumprimentos das acções de dissera não eram da alçada do CMCM.
Visita sob manto da ‘super-terça’
Mas olhando o programa de Guebuza pode-se afirmar que este foi desenhado para passar a ‘esponja’ indignação dos cidadão ante os problemas da caréstia da vida, os problemas de transportes, da corrupção e do mau desempenho do governo por este dirigido. Em menos de dois meses do presente ano fez remodelações que aos olhos da sociedade não corresponderam ao peso e medida das preocupações do povo. Será que Guebuza trás uma nova mensagem depois ter andado ‘escondido’ durante toda esta saga que vem deste as esplosões do paiol até quando a ‘super-terça’ eclodiu? Quem lhe vai acreditar? A ver vamos se é desta que se sai bem!
Dedé Moquivalaka

segunda-feira, 31 de março de 2008

Munícipes agastados com burocracia na DCU

- Cidade de Maputo

“Quando o Presidente da República, Armando Guebuza, assumiu a presidência deste país prometeu combater a burocracia nas instituições do Estado. Na altura prometeu ainda que a tramitação dos documentos nos balcões das instituições estatais duraria no máximo 15 dias, mas não é o que está a acontecer. Voltamos de novo ao espírito do deixa andar, não havendo quem fiscaliza os serviços prestados aos cidadãos" - Carlos Matine cidadão residente no bairro da Costa do Sol, agastado com a burocracia do Director da Direcção da Construção e Urbanização da Cidade de Maputo

Vários cidadão mostram-se agastados com a burocracia que reina na Direcção de Construção e Urbanização da cidade de Maputo ( DCU) quanto ao processo de tramitação dos expedientes para a regularização dos espaços que ocupam a fim de construírem definitivamente as suas habitações. A reportagem do «Canal de Moçambique» escalou aquela instituição, localizada na Avenida 24 de Julho, centro da capital, e ouviu o sentimento de alguns citadinos sobre a matéria tendo-se revelado agastados pela demora na tramitação da documentação que ali é submetida. Carlos Matine, residente no bairro da Costa do Sol, quarteirão número 8, disse à nossa reportagem que requereu um pedido de regularização do espaço que ocupa, aproximadamente, em 1989, e até agora ainda não teve nenhum despacho. "No meu terreno já passaram várias equipas técnicas desta instituição. A última vez que lá estiveram fizeram a medição do espaço que ocupo para depois, pelo que me disseram, virem colocar os marcos. Isto foi em princípios de 2006, mas até aqui quando procuro saber do andamento do assunto, dizem que o director ainda não fez o despacho. Eles normalmente mandam voltar de novo 15 dias depois. Isto é demais porque praticamente tenho que quinzenalmente frequentar este local", disse o nosso interlocutor lamentando o facto de sempre ter que gastar muito dinheiro em transporte sem resultados satisfatórios. Carlos Matine, lembrou que uma das coisas que o presidente da República Armando Guebuza prometeu quando criou a Autoridade para a Função Pública, mais tarde extinta porque inconstitucional e em seu lugar criou o Ministério da Função Pública, era no sentido de combater a burocracia nas instituições do Estado. "Na altura falou-se que a tramitação da documentação nas instituições do Estado deveria no máximo durar 15 dias, mas não é o que está a acontecer. Voltamos de novo ao lema do deixa andar", disse a nossa fonte acrescentando que o director da Direcção de Construção e Urbanização da Cidade de Maputo quando for autorizar a regularização do seu espaço talvez já não terá dinheiro para construção. "Será tarde de mais. E agora não posso fazer nada, pois se o fizer contra a lei virão destruir", disse. Leia + aqui.

terça-feira, 25 de março de 2008

Quando falta sinalização



A cidade de Maputo é esburacada e possui sérios problemas de sinalização até em zonas privilegiadas. Já reportaram-se vários acidentes de viação resultantes destas más condições das estradas.

"O público em geral e os automobilistas sabem disto. Entretanto, era praticamente impensável que, transitando por uma das faixas centrais da Eduardo Mondlane podia-se entrar num buraco tão grande ao ponto de caber uma viatura. Mas aconteceu. Cerca das 5 horas da manhã de ontem, uma viatura, que seguia no sentido Alto-Maé/Central, mergulhou quase até à metade num buraco que se abriu durante a noite na faixa central daquela rodovia junto ao seu cruzamento com a Guerra Popular. Por sorte não houve feridos, mas o motor da viatura terá se danificado seriamente com a entrada de água. Fonte da Água de Moçambique (AdeM) explicou que a abertura é resultado da rotura de uma conduta subterrânea que cruza a zona. Acrescentou que em outros casos é fácil notar devido à aparição de água no asfalto, mas naquela altura toda a estrada estava molhada uma vez que chovia continuamente na capital. A foto de Filipe Mabutana, jornalista da Rádio Moçambique, mostra-nos o incidente." (Fonte: J.Noticias)

sexta-feira, 21 de março de 2008

Não há "rosas sem espinhos"


- Dois governos num ‘desamor’ aberto em plena cidade de Maputo!

O edil do Maputo, Dr. Eneas Chomiche, aparece retrato no Jornal fax “Alternativa” desta semana, fazendo o balanço de governação do presente mandato que está prestes terminar, além de ter encontrado como motivos pelo não cumprimento de muitas da promessas eleitorais e a ruinosa gestão da coisa pública, figuram a exiguidade de fundos para as obras de construção e estradas.
Num outro desenvolvimento, Comiche atacou veementemente ao Presidente da República, Armando Guebuza pela “falta de clareza no diz respeito às responsabilidades entre a sua instituição e o Governo da Cidade” (SIC.).
Vociferou ainda que “as pessoas devem saber que fui responsável pela governação da cidade por um determinado período e quando fiz o meu programa não previa o que depois veio a suceder” – numa clara alusão a nomeação de Rosa da Silva como Governadora, constituindo assim um governo paralelo.
Comiche, por último, expôs ao sol colérica e destemidamente a acção desavergonhada de Guebuza de lhe forçar a coabitação com Rosa da Silva, frisando que “com a criação do Governo ao nível da Cidade tudo o que tinha programado ficou baralhado”. Como consequência desta acção guebuziana – sentencia Comiche – em boa “verdade não vai realizar na totalidade as acções que prometera fazer. Caso para dizer que nao ha' "rosas sem espinhos".

Nota: Ao que pode perceber, na Cidade de Maputo passou-se o tempo com a Frelimo em lutas ‘intestinais’ do poder pelo poder que nada a prestigiam.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Sapatos & tratos

Lembro-me que no minha terra natal, um representante do estado [administrador] incomodado com o problema de saltos mesmo dentro da cidade resolveu mandar tirar tirar todo o resto de alcatrão que da urbe. Como resultado, dar uma passeata ou cruzar a cidadela é como se tivesse ido dançar niketxe ou shopa [tipo de danças]. Quer dizer uma vez engajados nesta dança, os pés são irreconhecíveis. Mas os locais procuram zonas com terra argilosa e não poeirenta. Logo!

Logo me lembrei, sou obrigado a dançar niketxe todos os dias nas estradas poeirentas de Maputo. Isto nem que passes por engraxadores mais recomendados dos quatro cantos do Maputo. Fui obrigado a re-inventar como saio à rua em Maputo, sobretudo quando sei que vou tomar um chapa ou andar a pê: Usar xinelos. Os sapatos, pergunta minha filha! São tratos da minha filha que vê um museu de sapatos nos corredores. Farta de me alertar, tirou uma foto delas e me ofereceu. Obrigado filha!

sexta-feira, 7 de março de 2008

Maputo integra lista de 'capitais sujas'

Por Eleutério Fenita - BBC-Maputo
Em Moçambique citadinos de Maputo reagiram à inclusão da capital na lista das 25 cidades mais sujas do mundo, exigindo que as autoridades façam mais pela urbe. Luanda também integra a lista publicada pela prestigiada revista norte-anericana, Forbes.
A referência ou ponto de partida para a pontuação, segundo a revista Forbes, é a cidade de Nova Iorque. Os indicadores são os níveis de poluição, acesso a água potável e a serviços de saúde, presença de doenças infecciosas e gestão de lixo, constituindo esta última o calcanhar de Aquiles de Maputo.
A capital moçambicana encontra-se na 23ª posição de um lote de 25 cidades mencionadas no artigo da revista norte-americana, Forbes como “as mais sujas do mundo”. A BBC ouviu a reacção dos residentes da capital moçambicana. “Assim não vamos atrair turista nenhum e o governo diz que é preciso investir no turismo”, queixou-se um citadino. Leia + aqui.



NOTA: O Eleuterio Finita esqueceu-se de dizer que ha' tres governos em funcoes na Cidade de Maputo. O do Dr. Comiche, da Dra. Rosa Silva e do Guebuza 'Foguinho'. Parece que nenhum deles se deu conta do estado em que a Cidade se mergulhou, preocupando-se apenas com a Avenida Julius Nherere e arredores apenas.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Comissão Municipal aprova 50 propostas de toponímia

A COMISSÃO Municipal de Toponímia, incorporando quadros do município e homens da arte cultural, aprovou, no segundo semestre de 2007, um total de 50 propostas de nomes para ruas, praças, pracetas e outros locais públicos na cidade de Maputo.

A informação foi revelada sexta-feira, em Maputo, durante a sessão extraordinária do Comité da Cidade do partido FRELIMO, no poder há 32 anos, que se reuniu para apreciar os avanços até aqui concretizados neste domínio.A cidade de Maputo possui uma extensa lista de locais que ainda ostentam toponímia do período colonial. Para contrariar esta tendência, a comissão minicipal recebeu, até finais do ano transacto, um total de 175 propostas. Deste número, 50 foram aprovadas, faltando apenas a sua implementação.Por outro lado, 43 vão continuar a ostentar os mesmos nomes, enquanto as restantes 82 já possuem propostas eleitas.
A título de exemplo, as ruas Henriques Tocha, João Querois, Viana de Carota, no Bairro Central A passam a chamar-se Lacerda de Almeida, Gabriel Simbine e Chico da Conceição, respectivamente. As ruas Eduardo Noronha, Fiado Almeida, Oliveira Martins e Tomás Ribeiro, no Bairro da “Coop”, passam a ostentar nomes de consagrados escritores da literatura moçambicana que são Aníbal Aleluia, João Campos, Carneiro Gonçalves e Sebastião Alba. Os nomes de entidades como Said Omar, Gito Baloi, João Dias e conjunto Jambo, personalidades da área radiofónica e musical, foram imortalizados nas ruas do Bairro da Malanga. Há ruas noutros bairros que também têm outros nomes.Eneas Comiche, Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM), disse que a atribuição de nomes ligados à cultura, geografia, história e literatura às ruas, pracetas e outros locais públicos valoriza não só a identidade do povo moçambicano, mas rompe a longa relação com o passado colonial.“Temos que fazer alterações para que os nomes das nossas ruas, praças e pracetas tenham uma toponímia associada à nossa história”, disse Eneas Comiche, acrescentando que as áreas da cultura, geografia, história literatura têm nomes suficientes para o efeito. O edil de Maputo disse que no encontro a edilidade pretende auscultar a orientação do partido no poder, de forma a ter a proposta desejada da toponímia que será submetida ao Governo Central, para a respectiva aprovação. (J-Noticias/imagem encontrada aqui).

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008


Maputo pode ser considerada cidade-lixeira de 2008

- Bermas da Joaquim Chissano transbordam de todo o tipo de lixo

Um instrumento de medição do nível de capacidade de limpeza e salubridade independente e um “watch dog”/corpo independente de monitoria do nível de sanidade e beleza das cidades e vilas moçambicanas não existes. Seria de todo interessante que cidadãos servidos pelos serviços de recolha e tratamento de lixo, tivessem informação científica e credível sobre como os municípios e administrações tomam conta do recado. Esse instrumento devia também ser usado para medir o nivel de civismo de residentes, ao diz respeito ao lixo e asseio público. Maputo, onde eu vivo, num olhar de glance, pelo menos, ao que refere às bermas da avenida, com o nome do ex-chefe de estado, a partir do Hospital de Xipamanine até as bombas de CDM, para quem passa por lá vê, além de moscas, a poluição que se vê é visual criada pelo lixo caseiro e dos mercados. Uma gestão de lixo junto de residentes que vivem no Bairro Vulcano e Jardim se impõe. O “watch dog” que me refiro pode ajudar a olhar o que o Governo faz nesta área para que não venha com desculpas furada de falta de meios para resolver os problemas. Lá vão anos que se fala de transferência de lixeira, nada feito, contas não cobradas. Por isso, digo que Maputo pode ser considerada cidade-lixeira de 2008.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Última hora*



"Revolução popular arranca em Maputo”


Ao que tudo indica, milhares de manifestantes avançaram esta manhã, para o coração da cidade de Maputo, em repudio pela alta de preços decretados pelo Governo do Presidente Armando Guebuza. Esta manifestação popular teve já pre-anúncio há dias quando a associação transportadora negociava os preços das rotas, tendo o Governo anuido que sejam de 7.50/9kms e 10.00Mts/10km+. Não se sabe bem como vai ser o desfecho deste levantamento popular, mas diz-se por fontes próximas ao poder que o Governo contempla um ‘marcha atrás’ caso a situação do protesto deteriore. Leia+ aqui: BBC e aqui: "Jornal Opaís" . Governo suspendeu seu conselho e promete falar esta tarde.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Há fortes indícios que há ‘morte por contrato’ fomentada pela funerárias no Maputo


- Todo mundo tem medo de ficar doente por medo de cair nesta cilada viciosa

Não constitui segredo para ninguém e é sempre actual o ‘surruru’ que corre ao nível da capaital do país que há ‘morte por encomenda’ que neste momento é fomentada pelas funerárias. Os contactos entre os agentes da medicina legal, dos médicos e enfermeiros na várias enfermarias do HCM e as funerárias espalhadas pela capital e arredores decorre como se de serviço se trata-se. O segredo quem fornece é o próprio paciente ao revelar a sua zona de residência. Este dado é importante para se saber qual a funerária da zona caso de uma morte, mesmo que o paciente não esteja grave. Por sua vez, as funerárias agradecem [monetáriamente] aos agentes/funcionários hospitalares, conforme se tratar se um morto que usou urnas mais caras ou de menos valor, e as despesas de transporte pagas. Outro dado essencial é este da luta titanica das funerárias de influenciar que as cerimónias funébres decorram aqui no Maputo não noutras zonas mesmo que o falecido seja de zonas de fácial accesso ou se pode aero-transportar, por medo de perder negócio. Daí que se pode concluir que haja ‘morte por contrato’ fomentada, a partir das funerárias. Quando é que esta forte suspeita deixará de pairar no ar. Todo mundo tem medo de ficar doente por medo de cair nesta cilada viciosa.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Automoveis invadem passeios de Maputo


- disputando o espaço com os pedestres ante ar apático do CM

Um pouco por toda a cidade de Maputo, máquinas e automóveis de todo o tipo e tonelagem invadem, amiudemente, os passeios das avenidas e ruas a cidade disputando o espaço com os transuentes. Os violadores das posturas municipais [veja-se a imagem que documenta a zona do Rei da Chaves, avenida Valdemir Lenine] constam, entre outros, os proprietários dos estabelecimentos comerciais, privados e entidades do estado e governo. Esta falta de civismo, tirando a beleza a cidade se manifesta perante uma inércia da Polícia Camarária da Cidade que não os autua por considerarem, presumo, intocáveis.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Ainda sobre a vaga de chuvas que se abatem sobre Maputo

- Trabalhos de pouca monta decorrem na baixa da cidade

Trabalhos pontuais decorrem na baixa da cidade de Maputo. Mas ao que se pude observar na Avenida que dá pelo nome de Samora Machel os trabalhadores de alguma empresa tentam com os meios limitados que têm, tentam repôr uma parte do dreno que há muito reclamava uma acção de gênero.
Uma pergunta que se pode fazer ao Conselho Municipal do edil, Eneas Comiche, é do porquê não uma obra de fundo para resolver este problema da drenagem que a Cidade de Maputo reclama? Porque nao aprender da Beira para ver como problemas de genero se resolvem!?

sábado, 10 de novembro de 2007

Maputo aos 120 anos

Este foi um dos destaques do diario jornal noticias que "Maputo completa hoje 120 anos da sua existência desde que ascendeu à categoria de cidade em 1887 com o nome de Lourenço Marques. Diversas realizações de índole cultural, recreativa e desportiva irão marcar a passagem da data".
Tambem se referiu que "cento e vinte anos depois da sua ascendência à categoria de cidade, a então vila cresceu e também o seu número de habitantes, principalmente depois da independência nacional. Calculada para albergar cerca de 700 mil habitantes, hoje as estimativas apontam para mais de 2600 de residentes o que cria óbvias dificuldades no seu funcionamento ao não se conseguir dar uma resposta satisfatória a este crescimento nas componentes Educação, Saúde, saneamento, transportes públicos e todos os serviços indispensáveis para o bem-estar dos seus cidadãos." Noticia completa pode ser encontrada e conferida desta fonte.

Massinga: Indivíduo abatido não é o Chaúque

O noticias difundiu ontem uma historia sobre a morte do tristemente famoso Chauque. Mas hoje veio ao publico a desmentir a mesma noticia, no seguinte:
"O COMANDO-GERAL da Polícia da República de Moçambique (PRM) esclareceu ontem que o indivíduo abatido a tiro na madrugada da última quinta-feira, no quarto de uma unidade hoteleira na vila sede do distrito de Massinga, província de Inhambane, não é o Agostinho Ruben Chaúque, cadastrado responsável por assaltos a bancos e assassinatos a agentes da lei e ordem. Contudo, segundo a corporação, o indivíduo em causa respondia pelo nome de Julião Macul e era traficante de viaturas roubadas em Moçambique, África do Sul e Suazilândia e que também vinha sendo procurado pelas autoridades."
Comentei no bloque do Dr Carlos Serra que pode ser que tenha havido uma confusao. O sujeito produrados pode ser que nao seja o mesmo. Mas, mais desenvolvimentos desta historia pode conferir nesta origem.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Da Praça da OMM: Monumento desabado carece de estudo

MONUMENTO erigido na Praça da OMM na cidade de Maputo, e que ruiu na passada quarta-feira, está a criar uma série de interrogações junto de várias sensibilidades sociopolíticas e sociedade civil. De acordo com informações colhidas na tarde de ontem, o Notícias ficou a saber que uma equipa de técnicos foi convocada pela Direcção Nacional da Cultura, para se esclarecerem sobre as possíveis causas que levaram ao desmoronamento precoce.

obra, projectada pelo arquitecto José Forjaz, foi construída em homenagem à mulher moçambicana, tendo na altura da sua inauguração levantado muita polémica por se tratar de uma estrutura abstracta. Mesmo tendo havido este insurgimento contra um monumento que à partida não se identificava com a mulher moçambicana, ou com qualquer outro feito protagonizado por ela, as estruturas que decidiram colocar ali aquele símbolo ignoraram os protestos e avançaram com a ideia.

De acordo com testemunhas oculares, não houve qualquer impacto físico sobre o “defunto” monumento para ditar a sua queda. Ele ruiu aparentemente por si, sem que ninguém o tocasse.
Refira-se que na Praça da OMM têm se verificado casos de viaturas que se despistam e invadem a área circular, mas, neste caso, nenhuma viatura tocou no monumento, segundo trabalhadores que estiveram no local na hora do aluimento.
Fonte: Noticias

Maputo vai festejar 120 anos sem postura (camarária)

Com as ruas cheias de ramos secos - Comiche não sabe onde buscar USD 22 milhões para parar com a erosão que ameaça a cidadeA cidade de Maputo festeja amanhã (10/11) a passagem dos 120 anos da sua existência mergulhada ainda num mar de dificuldades, principalmente no que concerne ao saneamento do meio. Existe até quem diz que Maputo vai festejar os 120 anos sem postura camarária atendendo a alguns cenários que se observam em grande parte da zona de cimento da cidade capital moçambicana.


Um dos cenários apontados como de falta de postura por parte do próprio município é a incapacidade de tirar o lixo provocado pelo próprio município. É que depois de sensivelmente 3 meses, o município ter podado as acácias de várias avenidas, os restos de ramos e folhas secas continuam até este momento a inundar várias ruas e a criar constrangimentos sérios aos munícipes. Há casos em que os peões são obrigados a usar as estradas em vez de passeios pois os ramos e folhas não permitem a passagem pelos passeios.Segundo soubemos de fontes do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, a permanência de restos de ramos e folhas de acácias deve-se ao facto de os dois tractores que faziam o serviço de recolha terem sido desviados para trabalhos urgentes ligados à preparação dos 120 anos da cidade de Maputo.


Entretanto, os funcionários do CMCM conseguiram tirar, sem dificuldades, os troncos maiores para vários usos.Outro grande problema da cidade capital moçambicana tem a ver com a erosão na avenida marginal que parte do Ministério das Finanças até mais ou menos à zona dos pescadores. Eneas Comiche, edil da cidade capital garante que o CMCM continua a bater todas as partes possíveis no sentido de conseguir os USD 20 milhões de necessários para reabilitar a marginal da cidade de Maputo. Sem avançar detalhes, Comiche disse que há horizontes que permitem sonhar em, um dia, conseguir o valor necessário.(Fernando Mbanze)

Fonte: MEDIA FAX

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