terça-feira, 16 de agosto de 2011
Liderado por Tomáz Salomão: Secretariado executivo da SADC acusado de gestão danosa
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Dom Dinis Sengulane critica lideres regionais de fazer pouco!

...Para este prelado "Estamos a fazer muito pouco uso das nossas capacidades. Até quando? O que é que ainda não aconteceu no Zimbabwe que nos impeça de considerar que é uma crise? Tudo já aconteceu!"
Foto/fonte BBC
Crise constitucional Malauiana trava projecto de energia da HCB naquele país

Esta informação foi fornecida pelo titular da pasta da Energia do nosso país, o ministro Salvador Namburete. O projecto de energia está encalhado “devido a uma crise institucional que o Malaui vive nos últimos tempos. Face à situação, existe até a possibilidade de o respectivo presidente, Bingu wa Mutharika, dissolver o Parlamento, órgão que deveria ratificar o projecto de fornecimento de energia eléctrica por parte da HCB” (Notícias, 14.08.08).
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Bostwana levanta mais acima a barra contra Mugabe

Dado assente é que na Cimeira da SADC prestes a ter lugar em Pretória o Botwana vai estar ausente, segundo o Ministro das Relações Exteriores tswana, Phandu Skelemani. O búsilis da questão se prende no facto de Robert Gabriel Mugabe "não foi eleito democraticamente, razão pela qual a sua liderança é ilegítima" (CanaldeMoc). Skelemani indicou, no entanto, que o seu governo reconheceria os resultados das conversações em curso entre a ZANU-PF e o MDC visando a criação de um governo de transição no Zimbabwe. A Posição de não participar nas futuras cimeiras da SADC data deste a última cimeira da União Africana realizada no Egipto.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
SADC confrontada com a realidade

O clube da SADC deve ter atingido um nível mais baixo de inoperacionalidade quando José Eduardo do Santos (Zédu) se viu compelido a adiar uma cimeira para a capital angolana ontem, na qual o PR Armando Guebuza devia tomar parte.
sábado, 5 de julho de 2008
Botswana não reconhece Mugabe e pede a SADC para seguir seu exemplo

… distanciando-se da posição de Moçambique
Num comunicado distribuido ontem pelo Ministério dos Negócios Estrangeiro tswana refere que o país não reconhece Mugabe, como Presidente e apela o grupo regional, SADC, para não o fazer, no seguimento da 2a volta das eleições por ele concorridas sozinho.
Foto Reuters - AlertNet
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Presidente Muanawassa muito doente é transferido para Paris
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Clube SADC – familia, amigos, camaradas nada mais

A segunda via é o camaradismo que encerra as relações entre os estados. A crise do Zimbabué foi reveladora dessa situação. Os camaradas da Frelimo só agora é que mandam a imprensa que controlam para dizer que estao a seguir com preocupaçao a crise naquele na terra dos mwenemuthapas. A um comportamento, de camplascência e de apoio incondicional ao regime de Mugabe, como este dos homens da ‘maçarroca e tambor’ Montesquieu* descreveu-o um dia que ‘Se [eles] conhecesse[m] alguma coisa que fosse útil à [sua] pátria, mas prejudicial à [Africa], ou que fosse útil à [Africa], mas prejudicial ao género humano, considerá-la-ia um crime. A Frelimo nega declarar que Mugabe seja um criminoso, para os desvairo e infelicidade dos moçambicanos. (x) *Cahiers, sur lui-même
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Renamo contra políticas que excluem a população*

A problemática de xenofobia não se confina apenas num único país. Ela apresenta nuances. Para o deputado da assembleia da República, Manuel de Araújo, em entrevista ao jornal online canal de Moçambique, afirmou que “não é só na África Sul onde se verificam actos de violência devido a políticas que de certa forma excluem a população”. Na verdade porém, “aqui em Moçambique isso acontece e o 5 de Fevereiro foi um exemplo disso embora tenha acontecido apenas entre moçambicanos” – disse.
O busílis do problema reside no facto de “nenhum governo nesta região tomou em atenção os sinais que nós temos vindo a alertar há bastante tempo” contra os emigrantes. A não tomada de uma posição firme quanto à questão do Zimbabwe, que é um sinal claro de que o governo da África do Sul não está a levar a sério as preocupações das populações” – asseverou Araújo.
O governo sul-africano não está isenta de culpa neste caso por ter reagido “com muita lentidão, sem proteger da forma como nós esperávamos, sem defender os imigrantes que são uma força extremamente preponderante para a economia da África do Sul”.
sábado, 7 de junho de 2008
Dos Santos marca eleições gerais angolanas para 5 de Setembro 2008

O blogue angolano “Hukalilile” titula “ou é agora ou nunca” a recente decisão do patrão do regime de Luanda, José Eduardo Dos Santos de marcar as eleições gerais para um único dia a 5 de Setembro de 2008.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Bizarra ida de Mugabe na reunião do PMA em Roma

….Numa região em que só Muanawassa lidera mudança de fora para dentro do Zimbabwe
Enquanto o grosso dos líderes da região pautam pelo seguidismo e complascência em relacção a situação catastrofica que se vive no Zimbabwe, o Presidente da Zambia, Levi Muanawassa que o assunto se resolva à bem do povo Zimbabuano.
... Mugabe tem as mão banhadas de sangue do seu próprio povo
...
Os povos da região notaram a grande agilidade de LM de olhar o assunto de frente, não tacteando-o superficialmente, convocando a recente cimeira. Quem não gostou foi Mugabe e muitos dos seus pares aliados natuarais na região, boiotada pelo primeiro e com resmungos dos últimos. Para muitos deste do clube dos amigos da SADC custa perceber que Mugabe tem as mão banhadas de sangue do seu próprio povo. Mugabe conduziu uma reforma agrária xenófoba e racista em que as únicas vitimas foram os farmeiros brancos que levou o país à ruina. De celeiro regional que foi, Zimbabwe está hoje a viver das piores recessões económicas. Bizzara é a razão da ida de Mugabe a reunião do programa mundial da alimentação (PMA) em Roma!
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Cimeira de emergência sobre Zimbabwe no Sábado
MPLA tem em marcha plano para decapitar todos os opositores
Revelamos plano de acção sugerido pelo SINFO e entregue ao presidente José Eduardo dos SantosNos últimos dias os dirigentes do partido no poder em Angola, o MPLA, tem estado numa feroz campanha de diabolização de todos quantos, por defenderem a democracia e um Estado de Direito, são seus adversários. O 4 de Abril foi uma vergonha, pois apenas falaram de realizações do governo os membros do partido no poder que tiveram espaço de antena nos Órgãos públicos, onde destrataram como no tempo de partido único o Galo Negro, numa clara demonstração de receio quanto a um desfecho desfavorável nas eleições de Setembro, como ocorre no Zimbabué. A par disso, o NL revela na íntegra o plano de acção sugerido, em documento datado de 20 de Março, pelos Serviços Internos de Informação, SINFO. Um plano em que é sugerida uma acção do tipo “vale tudo”.segunda-feira, 31 de março de 2008
Secretariado de Tomás Salomão sob escrutínio de Muanawasa

sábado, 15 de março de 2008
Contribuição para uma política de relações exteriores da Renamo [Fim]

Termino esta série com um olhar as questão da integração regional de Moçambique na zona económico-política dos países da Africa austral. Sem papas na língua, posso dizer que grande parte das decisões tomadas naquele foro são implementadas aqui, sem consulta nenhuma ao povo.
Abriram-se as fronteiras aos cidadãoes de países vizinhos, não houve consulta. Está num processo de mudança de cartas de condução, o Governo não se fez rogado em ter a palavra do povo. Esta-se num processo de mudar da tipologia das graduações das nossas universidades para assumirem os da região mas não há consulta nenhuma. Vamos deitar as ‘licenciaturas’ fora ou vamos propor que os países da região tenham ‘licenciates’?
Não passam semanas que que o líder da Renamo alertou para um trabalho sério com os nossos vizinhos, RAS, Zimbabwe, Zambia e Malawi entre outros, sobre a questão das cheias. Porque choramos todos os anos, se sabemos que nestas altura são de cheiras e que a África do Sul abre as comportas da suas barragens? Eu achei esta reflexão de Dlhakama importante e perspicaz porque mostra que devemos planificar para prevenção e remediar depois. Indirectamente, ele lança aos quadros da sua organização política um desafio para pensarem nas políticas da Renamo no seu relacionamento regional.
Que a Renamo desenhe políticas e estratégias que ajudem a potenciar a região [tudo bem]. No entanto, se deve ter em conta as preocupações internas do povo. A consulta popular para as decisões que se tomam é deveràs necessária. Mesmo agora, os deputados e membros da Renamo podia ir perguntar ‘como veem a nossa relação com a Tanzania?’. Juro que teriam respostas interessantes que podia ajudar no desenho de políticas. Diria mais, mas paro por aqui de momento.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Zimbabué: oposição acusa SADC de parcialidade
Líderes da oposição no Zimbabwe confirmaram publicamente pela primeira vez que o diálogo com o Governo conduzido durante o último ano terminou em fracasso. Representantes do MDC, partido na oposição, afirmam que se sentem traídos pela SADEC que acusam de não se ter servido da sua influência com o Governo zimbabueano.Parte do problema centra-se em torno da falta de acordo quanto à data em que a nova constituição entraria em vigor. A oposição afirma que o governo voltou atrás na promessa segundo a qual a constituição entraria em vigor antes da realização de eleições. Reagindo às alegações, o secretário-executivo da SADEC, Tomás Salomão afirma que após o processo negocial, resta à oposição definir uma linha clara de acção. Tomás Salomão deixou ainda claro estar satisfeito com a forma como o presidente sul-africano, Thabo Mbeki, conduziu o processo de mediação entre o Governo zimbabueano e a oposição. Fonte: BBC
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Jacob Zuma ‘batata quente’ para os sul-africanos
Depois da eleição de Jacob Zuma como o Presidente do ANC da África do Sul por uma margem substancial de 70%, os sul-africanos já passaram imediatamente à reflexão sobre a ‘batata quente’ que têm nas mãos. Tudo isto porque Zuma, muito embora tenha nutrido simpatia das classes desfavorecidas daquele país vizinho, ao contrário do actual presidente, Thabo Mbeki, um tecnocrata, este enfrenta acussações de fraude e ter-se envolvido com uma senhora portadora de HIV-SIDA sem o consentimento desta. Mas com esta eleição, Zuma abre portas para ser Presidente dos sul-africanos, cargo que poderá aceder mesmo antes de Mbeki terminar ser mandato já que este poderá se sentir em crescentes dificuldades de governar. Ou mesmo, Mbeki tem a prorogativa de escolher seu sucessor sem dar espaço a Zuma. As implicações sobre estas mudanças em Moçambique divididem os partidos políticos, mas são unanimes a considerarm que Thabo Mbeki propíciou um ambiente para seu próprio baqueio.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Desarmamento aduaneiro regional em vigor no país
- O processo decorre por etapas até a uma completa supressão em JaneiroNa seqüência dos acordos regionais da SADC, Moçambique iniciou o processo de supressão de direitos alfandegários a uma serie de produtos que transitem ou entrem no território nacional. A primeira fase arrancou no passado dia 1 de Outubro, prevendo-se que se complete a 1 de Janeiro próximo. Para Rosário Fernandes, presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, esta supressão tarifária "não deve ser visto como uma ameaça, mas, como um desafio às política fiscal e aduaneira e como uma porta aberta para a competitividade económica e capitalização das vantagens comparativas". Nem todos os produtos foram isentos, numa historia que se pode ler na Macauhub.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Seguindo as leis da SADC, nossas cartas de condução ao lixo dentro em breve
A CONVERSÃO da actual Carta de Condução por uma outra nova com padrões aceites em todos os países da Região Austral iniciou, ontem, nas províncias de Nampula, Sofala, Maputo e cidade de Maputo. Espera-se que até 31 de Dezembro próximo todas as capitais provinciais do país estejam equipadas com tecnologia que permita a emissão deste documento considerado mais seguro contra qualquer tipo de falsificação.
Pelo menos quatro centros foram equipados com tecnologia de ponta com todas as medidas de segurança estabelecidas e estão desde a manhã de ontem a operar em simultâneo para o atendimento do público, tendo se registado uma grande afluência logo nas primeiras horas do dia, mas a eficiência demonstrada pelo sistema facilitou a capacidade de resposta.
Foram aplicados no processo da instalação dos centros de emissão e da fábrica de produção da nova Carta de Condução mais de 12 milhões de meticais, o que permitiu que tudo estivesse a postos para o arranque da operação. A nova carta terá validade de cinco anos, tal como acontece com a que ainda está em uso.
O Ministro dos Transportes e Comunicações, António Munguambe, disse durante a abertura oficial do balcão da delegação da cidade de Maputo, que a materialização deste projecto reflecte os esforços que têm vindo a ser exercidos pelo Governo na preparação do país para a integração regional e foi tudo tratado de modo a permitir que o documento saia com a maior qualidade possível e contenha os elementos de segurança que não facilitem a sua falsificação. “Podemos dizer que terminou o pesadelo da falsificação das cartas de condução e das complicações dos nossos cidadãos quando viajam para outros países da região, porque acreditamos que quem pretenda produzir um documento falso deverá investir muito dinheiro em equipamento, o que não valeria a pena.
Esta foi a primeira fase e estamos empenhados para que até 31 de Dezembro todas as províncias tenham este serviço instalado”, disse Munguambe.
Fonte: Noticias
terça-feira, 23 de outubro de 2007
«UE» exige da «SADC» abolição de direitos aduaneiros
- Karl Falkenberg, negociador-chefe da «UE» nos acordos de parceria comercial entre «UE» e «SADC», lança o desafio de que nem todas as economias modernas se sustentam de receitas de fronteiras
O MIRADOUR(O)NLINE anota que a União de Europeia (UE) poderá abrir, a partir de 1
de Janeiro de 2008, o seu mercado aos produtos dos países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, (SADC), caso um acordo bilateral de parceria económica seja concluído entre as partes, até ao próximo mês de Novembro do ano em curso, como está previsto para quando as delegações se voltarem a reunir em mais uma ronda negocial. Para o efeito, estiveram reunidos durante três dias aqui na capital moçambicana, peritos da «UE» e da «SADC» (exceptuando o Zimbabwe), para conversações. No final de mais esta ronda negocial, chegaram a alguns entendimentos quanto aos procedimentos que serão exigidos a ambas partes, como forma de melhor implementação do futuro protocolo. No entanto, um dado importante a referir é de que a «União Europeia» quer que futuramente os países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), modernizem os seus sistemas regulamentares (leis de investimentos, fiscais, entre outros), como forma de melhorar o seu enquadramento nos benefícios da referida parceria económica com os países membros desta comunidade da Europa, cuja entrada em vigor está prevista como atrás foi apontado para Janeiro de 2008.
Segundo Karl Falkenberg, negociador-chefe da União Europeia dos acordos de parceria económica com os países da SADC, espera-se que o volume de negócios entre a UE e a SADC, seja de 90 por cento, isto tendo em conta as projecções recomendadas pela Organização Mundial do Comércio, (OMC).
Por outro lado, no caso concreto de Moçambique, este vai ter um tratamento preferencial no mercado europeu, a par do Botsuana, mormente na exportação do açúcar para os mercados na União Europeia, alegadamente por serem modelos de economias com algum sucesso. A União Europeia, considera que a região da SADC, constitui 84 por cento de oportunidade de negócio, para os países membros daquele bloco europeu.
Contudo, o próprio Karl Falkenberg, foi categórico, ao afirmar a jornalistas, que Bruxelas exige que no âmbito do futuro protocolo de parceria económica, os Estados membros da SADC venham a abolir todos os direitos aduaneiros, dentro de um período de 15 a 25 anos, de modo a permitir maior acesso a investimentos e trocas comerciais.
O «Canal de Moçambique», procurou saber de Falkenberg, se estas exigências de abolição de pautas aduaneiras colocadas pela UE não resultariam em perdas e, como tal quais seriam os mecanismos a adoptar pelos os Estados da SADC, para serem recompensados das receitas habitualmente provenientes dos direitos aduaneiros, caso estes fossem reduzidos ou mesmo suprimidos, ao que respondeu, que vai ser necessário adoptarem-se medidas fiscais internas de modo a conseguirem arrecadar novas colheitas ou seja a compensar as referidas perdas.
"Os países terão que abolir todos direitos aduaneiros dentro de 15 a 25 anos. Obviamente deverão aceitar as perdas", disse o negociador chefe da União Europeia com a SADC, acrescentando que "para compensar as perdas os Estados membros devem adoptar medidas fiscais internas". Outrossim, sustentou que "nem todas as economias modernas se sustentam de receitas de fronteiras ou de direitos aduaneiros". Mas para garantir que os países da SADC cumpram com as exigências do acordo de parceria comercial e fechem certas lacunas que serão criadas pelos compromissos futuros, a União Europeia promete uma ajuda de compensação de 135 milhões de euros que poderão crescer caso a implementação em fases vá sendo honrada pela SADC.
Contudo, a UE, de acordo com Falkenberg, adverte que caso os compromissos não sejam honrados por parte da SADC, o montante referido poderá ser imediatamente retirado do pacote de apoios.
A configuração do protocolo de parceria económica em negociação entre a UE e a SADC, não inclui o Zimbabwe, porque segundo Karl Falkenberg, este está a negociar o mesmo acordo na COMESA, um outro bloco económico regional de que é membro, e que está actualmente também em conversações com o bloco europeu. Na verdade, o problema como é sabido é outro mas o nosso interlocutor europeu ao responder deste modo quis evitar falar implicitamente da recessão económica que este país vizinho de Moçambique atravessa actualmente.
(Bernardo Álvaro) - Fonte: CANAL DE MOÇAMBIQUE / M I R A D O U R (O)NLINE - ACTUALIDADE NOTICIOSA - MOÇAMBIQUE - MMVII _______________________________________________
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