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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Que ensino superior para Moçambique moderno?


…O actual?

Francamente, na senda dos que como eu defendem um gradualismo nestas coisas do ensino superior, uma voz dissonante, a do Dr. Aires Ali (MEC), veio ao público nesta semana para se honrar pelo ‘nível satisfatório’ da sua implementação nas províncias. E como se não bastasse, rapidamente, reconheceu o qualidade de provisão (questionável) que se tem com a multiplicidade de universidades e suas ‘sucursais’ (delegações).

Peguemos o exemplo clássico da Universidade Pedagógica (UP). Além de ter nascido mal (com o fecho da antiga Faculdade de Educação da UEM, por decisão errada do actual Presidente do Conselho Constitucional, Rui Baltazar dos Santos), esta não oferece condições de se chamar univerdidade. A produção de elites intelectuais é a função e meta de uma universidade, seja aqui sela fora daqui. E, pela sua natureza e desiderato, o ensino superior não é para quem quer - dizia o antigo Reitor da UEM, o prof. Doutor Mazula. O que nos se deixa assistir, nos dias que passam, é uma execessiva superlotação da UP, inviabilizando a actividade formativa. Ela (UP) pode ser que nem uma escola secundária onde uma turma chega a albergar cem alunos. E não é segredo para ninguém frisar aqui que as elites políticas actuais fazem da UP um tranpolim para 'certificados fáceis'. Porque na verdade a função da UP é produzir elites intelectuais pedagógas, vemos proliferação de cursos que para atender os fins da elite politica que não têm nada haver com a primeira finalidade. Ora, isto contribui sobremaneira para a falta de professores formados no país, sobretudo no ensino secundário geral.

É para perguntar finalmente, se este deve ser o ensino superior para o moçambique moderno queremos? da elite intelectual com saber e saber fazer que Moçambique precisa? Não.

sábado, 1 de setembro de 2007

Em 2008: MEC recruta 10 mil professores primários


O MINISTÉRIO de Educação e Cultura (MEC), vai recrutar para o próximo ano lectivo, 10 mil novos professores para o ensino primário, o que vai permitir a expansão e acesso a oportunidades de aprendizagem e redução de disparidade geográfica e de género, bem como a consolidação e leccionação do novo currículo do ensino básico, com destaque para a avaliação dos alunos, ensino bilingue e currículo local.

Aires Aly, ministro do pelouro disse ontem, no encerramento do terceiro conselho coordenador do Ministério de Educação e Cultura, que decorreu em Ulongue, sede distrital de Angónia, que na área de educação, continuará em 2008 a ser privilegiada a expansão do acesso e a melhoria da qualidade do ensino, através da construção de infra-estruturas educacionais, formação e recrutamento do corpo docente, desenvolvimento e consolidação dos currículos do ensino.

"No âmbito do ensino secundário, as atenções em 2008 serão concentradas na conclusão da revisão da Estratégia do Ensino Secundário, introdução do novo currículo na 8ª classe e a transformação curricular do ensino secundário, tornando mais integrado com aspectos profissionalizantes", disse Aires Ali. Disponibilização do livro para o ensino secundário, construção e reabilitação de salas de aulas para o ensino secundário fazem parte do lote das prioridades do Ministério de Educação e Cultura para o próximo ano.

Relativamente ao ensino superior, o Conselho Coordenador do Ministério de Educação e Cultura, definiu que se deve acelerar o processo de preparação do regulamento da lei do Ensino Superior para a sua aprovação.

Está também definido como prioridade, o fortalecimento da capacidade das instituições de Ensino Superior, por forma a oferecer um leque de cursos relevantes e de qualidade com equidade, assim como a criação e implementação do Sistema Nacional de Garantia da Qualidade e Acreditação e do Sistema Nacional de Acumulação e Transferência de Créditos Académicos.

"Para o próximo ano temos a grande tarefa de implantação da Universidade Zambeze ( UniZambeze), na região centro do país, precisamente na Beira, na província de Sofala e a construção dos edifícios de raiz para os três Institutos Politécnicos abertos em 2006, nas províncias de Gaza, Manica e Tete", referiu Aires Ali.

No capitulo de melhoramento e expansão da rede escolar, o MEC prevê a construção de mais 180 salas de aulas, no âmbito do projecto KFW sendo 45 para a província de Manica, 45 em Sofala e 90 na província de Inhambane, sendo que nesta última parcela do país, 45 salas de aulas serão a reposição das salas de construção precária destruídas pelo ciclone Fávio, permitindo assim a criação de mais 8.100 lugares e a expansão do cesso em mais de 2.475 vagas.

Serão ainda construídas 72 casas para professores, 36 blocos administrativos, 288 latrinas melhoradas e 36 furos para o abastecimento de água potável aos alunos.

Até ao fim deste ano serão concluídas 2319 salas de aulas do ensino primário, construídas no âmbito do programa de construção acelerada de salas de aulas.

A reunião do Ministério de Educação e Cultura que decorreu de 28 a 31 de Agosto ultimo, aprovou a proposta de Orçamento Corrente e de Investimento para 2008 para a implementação das actividades inseridas no Plano Estratégico da Educação e Cultura para o quinquénio 2006/2011 já aprovado pelo Conselho de Ministros em Junho do corrente ano.
Fonte:Notícias M I R A D O U R O - bloge noticioso-MMVII






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quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Na Universidade Pedagógica

Estudantes finalistas à beira de ataques de nervos
"Para poder ter acompanhamento por parte de alguns docentes é necessário ter grandes influências", palavras de um dos estudantes
A segunda maior Universidade do País, a Universidade Pedagógica continua a arrastar os problemas que foram herdados dos tempos do Reitor Carlos Machile. Desta vez são os estudantes da Faculdade de Ciências de Educação Física e Desportos que contactaram há dias o «Canal de Moçambique» para manifestarem a sua apreensão. Tudo, de acordo com eles, está relacionado com a falta de docentes para fazerem o acompanhamento na elaboração dos trabalhos de fim de curso, o que cria para o processo um enorme congestionamento.
Os estudantes que preferiram falar na condição de anonimato revelaram que o processo de defesa dos trabalhos torna-se bastante moroso, isto porque apenas uma docente é que está a fazer o referido acompanhamento.
"A professora acompanha entre 20 a 30 estudantes".
Ainda de acordo com os estudantes esta situação tem vindo a agravar-se a cada dia que passa, isto porque "para poder ter acompanhamento por parte de alguns docentes é necessário ter grandes influências", revelou uma das fontes acrescentando que "ter acompanhamento na produção do trabalho de defesa naquela Faculdade representa «um bico-de-obra»".
Contrariamente ao que é prática noutros países onde quem está nas vésperas da conclusão do grau de licenciatura entre outros níveis tem um acompanhamento pronto e eficiente, aqui em Moçambique a situação é diametralmente diferente. Significa concluir o curso e andar à deriva. Em alguns casos é preciso, segundo revelaram os próprios estudantes, ter enormes influências. Que tipo de influências?, era a questão para a qual obviamente procurámos respostas. Os nossos interlocutores recusaram-se a detalhar.
Os estudantes do anterior currículo daquela Faculdade concluíram o curso no ano passado. Isso para alguns significaria em termos práticos até este momento terem já o trabalho de defesa feito e o diploma na mão. Pura imaginação! Isto porque contrariamente ao que estava previsto, a graduação deles foi adiada. Razões – não apresentaram os trabalhos de defesa.
O cenário naquela Faculdade, segundo dizem os estudantes, é bastante azedo. Explicam: porque muitos docentes não se mostram com disponibilidade de fazer o devido acompanhamento dos trabalhos de fim de curso. Apenas uma única docente faz este esforço, observam os estudantes que nos procuraram, pelo que segundo eles acaba sendo uma gota de água no oceano tendo em conta a demanda que se verifica de ano para ano.
Os estudantes disseram ainda que este momento de estagnação representa um paradoxo ao actual discurso de flexibilização na formação de novos quadros, na medida em que "ao se desenvolver este processo a este ritmo verifica-se claramente uma retenção dos quadros".
"Assim não vamos a lado nenhum", revelou um dos estudantes do grupo que nos procurou acrescentando: "estamos aqui estagnados e, curioso ou não é que a Direcção da Faculdade está informada sobre este caos, mas nada faz", frisa.
"Existem alguns dos nossos colegas que mesmo sem terem feito o trabalho de defesa já estão no mercado de emprego, por isso já não estão preocupados com o problema, mas nós precisamos de um documento que confirme que temos a nossa situação regularizada", disse um dos estudantes que aproveitou o «Canal» para estender o pedido de auxílio: "faço um apelo a UP para flexibilizar a saída de estudantes, uma vez que a retenção de estudantes prejudica a eles próprios e em grande medida o País".
Outros estudantes que falaram na mesma condição de anonimato disseram ao «Canal» que o problema de apresentação de trabalhos de fim de curso não é uma questão particular da Faculdade de Ciências de Educação Física, mas, sim, predomina em todas faculdades que fazem a (UP). No entanto, reconhecem que o marasmo daquela Faculdade "não tem comparação" com as demais.
A terminar, os nossos interlocutores, bastante agastados com o cenário, revelaram casos. Existe um caso, por exemplo, de uma colega que "concluiu o curso já lá vão três anos, mas ainda não conseguiu organizar o seu trabalho de defesa devido a esta desorganização".
Todos esforços evidenciados no sentido de contactar a Direcção daquela Faculdade, incluindo o Reitor Rogério Uthui, redundaram num fracasso. O mesmo, alegadamente, encontra-se fora do País. No entanto, nos próximos dias o «Canal» continuará a trabalhar para ouvir da Direcção daquela instituição de modo a que possa vir a público com a sua versão do que aqui é reportado.
De recordar que recentemente, em entrevista exclusiva ao «Canal de Moçambique», o actual Reitor da UP, professor doutor Rogério Machili disse que para 2008 muita coisa vai mudar para o melhor na Universidade Pedagógica.

(Jorge Matavel & Felicidade Zunguza)
Fonte:Canal de Moçambique

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quinta-feira, 9 de agosto de 2007

[Mudando de nome,] ISPU passa a universidade


UNIVERSIDADE Politécnica, ou, abreviadamente "A Politécnica", é a nova designação do Instituto Superior Politécnico e Universitário (ISPU), na sequência das transformações ocorridas naquela instituição privada de ensino superior.

Com a nova designação e estatutos já aprovados pelo Conselho de Ministros, a Universidade Politécnica passa a ter como objecto principal o desenvolvimento de actividades nos domínios do ensino, da investigação científica e tecnológica e da extensão, para além de poder desenvolver também actividades subsidiárias e complementares desse objecto. A alteração do ISPU em Universidade Politécnica é resultante do facto de haver a necessidade de adequar o quadro jurídico do até aqui instituto à evolução registada nos seus 12 anos de existência. E considerando ter assumido com sucesso a sua natureza de instituto que privilegiou o desenvolvimento da componente politécnica, cuidando, simultaneamente, do desenvolvimento da componente humanística, reconhece-se que uma instituição de ensino superior com natureza universitária pode prosseguir melhor a sua missão e objectivos, afirmando-se naquelas duas componentes, conforme considerou o Conselho de Ministros

Fonte: Notícias





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