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sábado, 22 de novembro de 2008

Perante factos, Lourenço Bulha prefere ser o mesmo, felicitando o vazio!


...demonstrando falta de ‘civismo’ e respeito. Dirias ‘Felicito o Eng. Daviz Simango por ter ganho as eleições’ pois só esse gesto ficaria bonito. Mas proferiste outra bulha!
Ao que o governamental “Notícias” notou e noticiou, o candidato da Frelimo à presidência do Conselho Municipal da Beira, Lourenço Bulha, convocou ontem uma conferência de Imprensa para, segundo suas palavras, informar aos munícipes que, de acordo com os resultados parciais, as eleições de 19 de Novembro poderão ser ganhas por um outro candidato cujo nome não mencionou.
"Assim, felicito ao candidato vencedor. Saúdo igualmente o civismo demonstrado pela população e todos os outros envolvidos, nomeadamente os órgãos eleitorais, a PRM e os órgãos de Comunicação social que, de forma imparcial, fizeram a cobertura do processo. Continuarei a contribuir energicamente para o desenvolvimento da cidade da Beira"-prometeu. Bulha disse ainda que no se refere às eleições para a Assembleia Municipal os resultados parciais indicam que a Frelimo poderá sair vencedora."
Leia mais aqui.

Foto Noticias

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Bulha envolvido numa bulha de negócio ilegal de terra

...rezam documentos em posse do "Zambeze"
• Lourenço Bulha e sua mulher Eucelia Sacramento Monteiro Bulha implicados em venda de terra urbana, a troco de dívida, à seguradora IMPAR, agora SIM do Millennium-bim, por 350 milhões de meticais
"A terra é propriedade do Estado e não deve ser vendida ou por qualquer outra forma alienada, nem hipotecada ou penhorada. É isso que determinada a Constituição da República de Moçambique no seu artigo 109. Mas é frequente ouvirmos histórias que a serem verdadeiras seriam a prova de que este preceito constitucional terá sido imensas vezes violado. Até aqui, pelo menos nós, não conhecíamos qualquer caso em que se pudesse provar que até mesmo agentes em funções em organismos tutelados pelo Estado, no que à Terra diz respeito, incorrem em violações à Constituição da República de Moçambique. Contudo, agora, pela primeira vez conhece-se um caso concreto, passado na Beira, que envolve duas pessoas que na altura exerciam cargos de elevada responsabilidade na própria autarquia e praticaram e/ou permitiram acto de flagrante violação da Constituição envolvendo uma companhia de seguros privada, a IMPAR, agora designada por SIM, em processo de venda de título de uso e aproveitamento de terra por 350 milhões de meticais". Confira mais dados sobre o assunto aqui. Foto Noticias

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Vereador do Município da Beira detido às ordem da PGR provincial


Beira (Canal de Moçambique) – António Obadias Simango, um dos vereadores do Conselho Municipal da Beira, foi ontem detido por ordem da procuradora provincial da República em Sofala.
Embora careça de confirmação da
PGR, temos informação que Obadias Simango terá sido detido devido a ter tido durante uns dias na sua conta pessoal um valor equivalente a pouco mais de vinte mil meticais (1 USD = 24,00 MT) proveniente de cobranças aos devedores de um empréstimo na ordem dos cento e cinquenta mil meticais contraído por armazenistas junto do Conselho Municipal da Beira e que suscitou já a exoneração de Arnaldo Tivane, director de Feiras e Mercados.
Contaram-nos que os armazenistas assumiram o compromisso de liquidar o empréstimo em prestações mas sempre que lhes era perguntado se já o teriam feito, informavam que sim, mas, no entretanto, depois de concluído o processo burocrático que implicava várias assinaturas autorizadas de pessoas do município que permitisse ao banco informar sobre os movimentos da conta do Município e constar-se que de facto os depósitos teriam sido feitos, a operação acabava por permitir apurar que nada havia dado entrada na conta da edilidade. Tendo isso ocorrido alegadamente mais do que uma vez, o vereador terá combinado com os devedores que passassem a depositar os valores na sua conta pessoal para ele não ter de se sujeitar a tanta burocracia indispensável para que o banco informasse se os depósitos na conta do município teriam sido feitos. Tratando-se de uma conta pessoal o vereador entendera que podia tratar de saber ele próprio junto do seu banco se o dinheiro tinha dado entrada. E confirmando-se, entenderam-se as partes que se levantaria o dinheiro para que cada um depositasse de novo, então na conta do município. Ora se isto funcionou, porque existe a alegação de que "não ficou nada por depositar na conta do município", o facto é que parece que uma importância de cerca de 20 mil meticais chegou a estar cerca de dez dias na conta de Obadias. E isso está agora a levá-lo a passar pelos calabouços.

Consta que o denunciante foi Arnaldo Tivane, que era o director de Feiras e Mercados sob tutela da vereação a cargo de Obadias. A zanga foi devida à ruptura na Renamo quando o presidente Afonso Dhlakama decidiu que o candidato oficial do seu partido seria Manuel Pereira e não mais o eng.º Faviz Mbepo Simango que acabou por avançar como independente. Tivane ficou do outro lado da barricada e agora a vítima é o familiar do edil, o vereador, como acusa a Renamo.

De acordo com uma fonte do «Canal de Moçambique» na Beira, o vereador António Obadias foi detido ontem ao princípio da tarde, na Beira. Ele encontra-se às ordens da Polícia de Investigação Criminal (
PIC). Algumas fontes dizem-nos que a acção admite caução pelo que Obadias "poderá ser libertado amanhã" – hoje, mediante caução.

O facto está a suscitar na Beira grande celeuma pelo facto de haver há cerca de cinco anos um processo na
PGR contra o último presidente do Município eleito pelas listas da Frelimo, Chivavice Muchangage, que envolve ainda um empresário local que é membro do Comité Central da Frelimo, em que o móbil é corrupção activa com aparelhos de comunicação Motorola e viaturas usadas, e tanto quanto se sabe ninguém foi detido, para além do processo estar pura e simplesmente "emperrado". "Dois pesos e duas medidas", comenta-se agora pelas esquinas da cidade. Embora se defenda o funcionamento da Justiça comenta-se que nesta altura eleitoral pretende-se com esta detenção promover desgaste de imagem ao candidato à sua própria sucessão como edil, o eng.º Daviz Simango.(Fernando Veloso)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Buacam-se apoios à candidatura independente de Daviz Simango para edil da Beira


Conforme o Reflectindo sobre Moçambique: Em apoio à candidatura de Daviz Simango

Ao que tudo indica, obra do Eng. Daviz Simango já estão a pôr em prática os seus sonhos. Desta feita com abertura de [clique a seguir] conta bancária onde qualquer um pode doar algum dinheiro para apoiar a sua candidatura desta vez como independente, mas escolhido pelas bases da Renamo na Beira.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Simango apresenta sua candidatura como independente, dia 4 de Setembro as 14:00horas [O país vai parar para ouvir Simango]


…e poderá fazer história se bem que ajuizou a vontade genuína dos munícipes beirenses

Já disse algures neste blogue, que a seguir ao anúncio do delegado provincial da Renamo de que Manuel Pereira era o seu novo candidato as eleições, há quem diz que houve festa nas hostes frelímicas.

Foi festa não porque Pereira foi escolhido para concorrer as eleições Foi festa não porque Pereira é deputado da Renamo na Assembleia da República. Foi igualmente festa não porque o deputado Pereira já, em tempos, foi conotado com a Frelimo. Nem uma nem outra coisa.

Mas, foi festa porque a Frelimo conseguiu o que pela via democrática não ousariam alcançar: ver o Eng. Daviz Simango a ser irradiado do processo eleitoral. Essa táctica que não é nova entre os “camaradas”, já foi usada com sucesso contra o pai de Simango, o Reverendo Urias Simango, e com relativo sucesso contra o presente edil da cidade de Maputo, Dr. Eneas da Conceição Comiche, este último que escolheu o silêncio, com sua arma de combate!

A presidência Renamo, a sede partido ao nível central terão sido apanhadas de surpresa e desatentas pelo ‘truque’ de desinformação usado, por certos elementos dentro do partido e que, viabilizam a acção da Frelimo no Chiveve e em Maputo. Para colocar bem as coisas, ouve infiltração e sabotagem. De nada ajuda ao chefe maior ouvir dizer, para tomar decisões. Era importante, ouvir as partes para uma decisão informada e, sobretudo justa. O comportamento do Eng. Simango, após tal irradiação é sintomático da falta de consulta interna e de coerência.

Chico José, elemento da Comissão formada para apoiar a candidatura de Davis Simango como independente, disse que as verdadeiras bases não foram consultadas (BBC, 3/08/08). Parafraseando José, foram desinformar o Presidente Dhlakama de que Daviz quer tomar às rédeas do poder na Renamo e outras coisas, levando ao Presidente do Partido a remover controversamente esta rara referência, de execelência, na governação municipal em Moçambique.

No entanto, José diz que a actividade de recolha de assinaturas dos membros e militantes [democracia a funcionar à plenos pulmões] decorre, e que Daviz Simango, se tudo correr a contento, Simango apresenta sua candidatura como independente, dia 4 de Setembro as 14:00horas, na Delegação do Partido na Beira.

Ora, isto cria uma autentica ‘dor de cabeça’ os que fizeram festas de arromba, com ‘batuque e maçaroca’ à mistura. Se assim for, a Frelimo voltará a estaca zero e, tenho certeza que tentará pôr em marcha um segundo plano para bloquear esta candidatura independente. Não me admira que a CNE possa o declinar anuindo os desejos dos ‘camaradas’, uma vez que anda a seu reboque. Na Renamo, por outro lado, poderá instalar a pior crise de liderança que aquela organização já mais viveu na sua história, podendo ser mais gravosa para o seu líder, cuja reputação, nestes ziguezagues incoerentes, deve ter sofrido.

sábado, 30 de agosto de 2008

Minhas inquietações e devaneios sobre o candidato Manuel Pereira da Renamo para as municipais da Beira


Busílis do problema

Impõe-se-nos traçar aqui dois momentos, em que, nesta marcha de partidos às próximas eleições locais e geral, se enquadram. Primeiro, o adiamento sucessivo pelo presidente da República, AEG, dos pleitos no ano passado e nos meados do início do ano. A justificação dos adiamentos e, por aquela via, a discricionária executiva posição do chefe do estado foi o respeito das festas dos religiosos, neste caso os que professam o islão. Isto por um lado. E, por outro, veio à mente lhe veio a justificação de financiamento e deficit do número de recenseados até então.

Impõe-se-nos, ainda, ter presente que o chefe de estado não se referiu, em momento algum, sobre a necessidade de um lapso de tempo para ‘reorganizar a máquina’ dos partidos para, democraticamente, apurar aqueles que iriam ser os candidatos aos pleitos eleitorais que se avizinham. Para dizer que, a preparação dos partidos, para as eleições ficou implícito naquelas decisões transcorridas. O que quer dizer ainda que, se as eleições tivessem tido lugar nos períodos previstos, nem a Frelimo, nem a Renamo, nem ainda outros partidos estariam preparados para concorrer. Daí a esta parte é que, de facto, começamos a ver um movimento mais acutilante e desusado deste e daquele partido, mas sem que pudéssemos discernir o que os partidos estão tangivelmente a fazer, na direcção de eleições livres e transparentes, quer na selecção dos candidatos, quer nas próprias eleições locais e gerais.

Houve “eleição”, “Selecção” “endossamento” e/ou “indicação” interna de candidato Manuel Pereira (na foto)? – (Etiquetas múltiplas que se auto-excluem para um mesmo problema)

Convinha, à jeito de contextualização, centrarmo-nos naquilo que se passou nos aposentos da Renamo, uma vez já termos tecido referências à Frelimo e seus candidatos algures recentemente. Afigura-se-nos imperativo reiterar, aqui e a bom som, que aquilo se nos deixou testemunhar o resultado das pseudo-eleições das lides e entranhas do “Partidão” perfaz uma quimera, da qual não se pode embandeirar em arco. Falar de democracia, na atinente acepção que encerra o verbo, e fazer democracia sui generis, sem nuance draconianas, não foi palavra de ordem. Operou-se à ilharga do básico que uma democracia deve comportar. Para nós, é repugnante contemplar o espaço que cremos democrático, como uma simples miragem!


Que factores precipitam a aparente crise na Beira?

Desemboquemos então naquilo que é o objecto deste artigo, questionando o seguinte.

· O que se passou nas confluências interiores e baixas do maior partido da Oposição que levou a eleições/indicações internas dos candidatos as eleições municipais?
· Será esta a maneira mais sábia, transparente e democrática de apurar os concorrentes do partido?
· Qual é o papel dos líder do partido neste processo de eleições, de escolher, indicar, ou endossar os candidatos?
· Quem são as “bases do partido Renamo” de que o senhor Manuel Pereira, e que queriam a sua candidatura?

Não vou propositadamente me lançar na procura de respostas das perguntas acima, mas há aspectos que merecem um reparo de modo como os processos de eleições são dinamizados nos partidos. A partir do momento que um partido é registado como devendo operar legalmente neste país, tem obrigações superiores de abrir as portas, ao público membro e não membro, para o que se está a cozinhar nele. Chamo a atenção, para o facto de, não me estar a referir de tácticas e estratégias de ganhar as eleições, que para mim é segredo da vitória. Não obstante a isso, quando se cria uma vitrina opaca entre os eleitores e as direcções do partido, quanto aos processos de eleição e outros, tal não é democrático, pois se configura numa obscenidade sem paralelo, e como tal, indescritível. Por baixo desse processo rocambolesco não há nada! O que existe, se não estou errado, são as chamadas “bases políticas”. As tais “bases políticas” de facto, não existem. O que existe é um ‘exército’ de pessoas que se acha no direito de fazer a vez do eleitor no momento sagrado do depositado do voto. São as tais “bases políticas” da Frelimo e de certo modo da Renamo.

Na ausência de um processo transparente, democrático e credível, o país parou para ouvir que o melhor entre os melhores edis do país, Eng. Davis Simango, fora posto fora da corrida as eleições na última quinta-feira. O que se alega é o facto do jovem engenheiro não ser da Renamo (?) e que as ditas “bases políticas” apostarem na figura do deputado Manuel Pereira. Ao que percebemos, não houve eleição interna nenhuma. Manuel Pereira foi seleccionado em detrimento do Simango. O que custa é, de facto, perceber sobre quem de facto selecciona quem, para um cargo, tão púbico, que é o de edil de uma cidade, como a Beira, onde vivem milhares de cidadãos. É o líder da Renamo? É a comissão política, que há muito não se reúne? É a conferência nacional, que faz tempo que se reuniu? Que selecciona quem na Renamo, para edil?

Confrontemo-nos com a realidade! Davis Simango já não é pela “Perdiz” o candidato par'o bem cobiçado cargo de edil da Beira. Com Simango jaz um rio de amarguras. Com Simango sofrem os eleitores beirenses. Com Simango há também uma experiência e uma esperança. Foi um líder que mostrou suas qualidades, honestidade e humildade. Davis Simango cumpriu com o seu manifesto eleitoral (RM, 30/08/08), ficando assim 'com eira e com Beira', muito acima daquilo que foi antes. Simango declinou, no entanto, confirmar seu afastamento da corrida a edil da Beira, respondendo às perguntas da RM-Jornal. Mostrou-se, contudo, "satisfeito" pelo seu mandato, e que sai “feliz por ter contribuído para a sua Beira e os beirenses”, como o citei ipsis verbis.

O que resta à Davis Simango? (assumpções hipotéticas)

Se querer ser o apóstolo da desgraça, é necessário equacionar o futuro de Davis Simango, pese embora ele próprio não o faça para descartar especulações e exageros. Para mim quatro cenários se desenham no horizonte:

O primeiro pretende-se com um acatamento da dita disciplina partidária e deixar que as coisas rolem à bel prazer de um factor exógeno a influenciar seu silêncio e, espere outras oportunidades que o partido Renamo lhe oferecer;

A acção oposta ao que mencionei acima, pode ser aquela de um Simango inconformado, disposto e espevitado no âmago crise da qual repousam respostas, como uma candidatura independente ao município do Chiveve; já que a lei lhe assiste nesta matéria;

Não parece que Simango, jovem que é, contemple por ora uma reforma da vida política activa. Pode ser que, se a razão imperar no seio da Renamo e pelos créditos de ter sido o melhor edil, o mesmo possa seja chamado a liderança da Renamo, para os desafios eleitorais vindouros que vão, de certeza, requerer pujança e vibração política. Ele pode ser, enfim, a requerida pedra-de-toque incontornável.

Expostos que são estes cenários, subsiste a questão de quanto é avanço democrático no seio da Renamo, para permitir que haja uma saída airosa desta aparente crise. Senão de nada vale todo o esforço de todos quantos sacrificaram suas vidas, para ver “tal democracia que não seja apenas de África, tão-somente da Europa”, vingar e prevaleçer em Moçambique. Ma nada.
Foto Noticias

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Parabens Beira pelos 101 anos

...Edil Simango visita hospitais.

"A cidade da Beira completa hoje 101 anos da elevação a esta categoria (hoje quarta-feira). A capital provincial de Sofala está engalanada e várias actividades de índole cultural e desportivo estão previstas para hoje, bem como os habituais discursos comemorativos da efeméride.

Ainda ontem, os mercados formal e informal registaram um movimento desusado de populares que procuravam fazer as suas compras para passar da melhor maneira o dia 20 de Agosto. Para além disso, as discotecas e/ou casas de pasto procuraram, cada uma à sua maneira, promover eventos que possam dar outro alento à festa, que marca, igualmente, a passagem do 41º aniversário da Casa Provincial de Cultura de Sofala. Entretanto, o presidente do Conselho Municipal, Daviz Simango, visitou ainda ontem o Hospital Central da Beira, com o objectivo de manifestar a sua solidariedade para com os enfermos ali internados. Fonte Noticias

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Beira pode ser governada por outra força política


…caso Renamo pergaminhe e sobretudo porque a Frelimo que está trabalhar para assumir os cordelineos do poder naquele Município.




Se bem que é verdade que a Renamo continua favorita para as eleições que se avizinham na Beira e, quiça, na maioria dos municípios do país, as recentes querelas e pronunciamentos solitários de alguma gente de inteligência errante, pode levar a que a Frelimo vença as próximas eleições.


Não há dúvidas que qualquer um tenha seu sonho pessoal. Mas o sonho pessoal não pode ser tal que ultrapasse a vontade colectiva do partido. Só no colectivismo e na inter-ajuda é que o barco vai a bom porto. Agora, se a cada dia que o sol nasce, estivessemos a reclamar poderes, sem alguma disciplina, onde fica a ordem e a organização? Nem são a meia dúzia de gatos pingados de pessoas a quem nós contactamos que nos podem afiançar e/ou mesmo assegurar que temos estamos em condições de assumir a liderança ou ser candidato do partido.

Enquanto prostituidamente procuramos ter acesso ao poder fazemos jogo do adversário, esse que tem a força tribal e que está sendo explorado este. Para mim o que admira é o facto de pessoas que achamos muito bem educadas, bem dito, letradas deste país, não estejam em condições de ser elas primeiras a estudar como o sistema democrático instituido dentro e fora dos partidos funciona.

Não é a pessoa como tal que vem ao público dizer que vai ser isto ou aquilo, mas são sim os partidos é que apresentam os seus candidatos. A menos que queiramos ser independentes. Para isso, então, a pessoa afasta-se e começa seu próprio projecto de candidatura. Agora não é a meio e sob meios de outrem que nós reclamamos projectos pessoais. É assim na Frelimo, deve ser assim na Renamo, ou em qualquer outro partido, sob pena de nos distrairmos do verdadeiro significado das eleições: servir e bem as populações. Foto Desvaneios

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Município da Beira, o melhor!



...para a 'dor de cotovelo' do mais directo oponente, a Frelimo.

Foi noticiado que o Munícipio da Beira e o seu edil conquistaram na semana passada o prêmio dos munícipios mais bem geridos no país.
“O evento foi promovido por uma instituição sul-africana que anualmente atribui esse tipo de mérito à gestores de diferentes categorias. Esta é a segunda vez consecutiva que Daviz Simango arrebata o tipo de prémio, depois de no ano passado também ter sido classificado na mesma posição” (O Autarca). Parabêns ao eng. Daviz. Foto Porto Internacional da Beira por WFP

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Rótulos do "Notícias"

A cadeia de etiquetagem da oposição política (Renamo) com tudo o que é hegere e fantasmagórico pela Frelimo não escapou a regra nesta sessão do parlmento que reune em Maputo. Já ouvimos os mais diversos vocábulos e expressões que só ajudam a caracterizar e compreender o caracterizador das mesmas do que podiam ao caracterizante. Disse ‘cadeia’ para dizer que a acção da Frelimo extende-se aos órgão de comunicação social. A estatal “notícias”, ao que tudo indica, se meteu nessas rotulagens a favor do partido no poder. Impressiona ler hoje rótulos como este “o líder do partido Afonso Dhlakama simpatiza-se com a recandidatura de Daviz Simango, pelo facto deste ser da tribo ndau" e “ Manuel Pereira conta com um forte apoio de uma ala renamista de etnia sena..." (sic.). Ora bem, as pessoas a quem são atribuidas estas palavras nem sequer estão a pensar nisto nem ainda olham na questão tribo como o “notícias” descreve, revelando uma certa pequenês e ‘um pouco a testar as águas’ do quer abordar. Penso que o jornal noticias esta' ser inflamatório e infame.

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