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VOA News: África

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terça-feira, 29 de julho de 2008

Desconhece-se a sorte do Motorista gravemente ferido


...enquanto para Filipe Nyussi, consta que ele esteja a "recuperar bem" num hospital na vizinha RSA.


Conforme uma fonte do MDN, o ministro da Defesa de Moçambique, Filipe Nyussi, levado para tratamento na África do Sul devido a um acidente de viação, está a “recuperar bem e voltará ao país entre quinta e sexta-feira”, informou hoje o Ministério da Defesa.Filipe Nyussi fracturou o braço esquerdo num acidente de viação a caminho do posto administrativo de Matchedje, província do Niassa, Norte de Moçambique, onde ia participar nas celebrações do 40º aniversário do II Congresso da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), partido no poder.O motorista do veículo ficou gravemente ferido no desastre, do qual saiu ileso o ministro da Agricultura, Soares Nhaca.
O porta-voz do Ministério da Defesa de Moçambique, Joaquim Matarruca, disse que Filipe Nyussi “está arecuperar bem” e poderá voltar a Maputo entre quarta e quinta-feira.“Graças a Deus, está a recuperar bem, saberemos quando é que recomeça as suas actividades quando chegar a Maputo, entre quarta e quinta-feira”, disse Matarruca.Filipe Nyussi, formado em engenharia, assumiu a pasta de titular da Defesa de Moçambique em Março último, em substituição de Tobias Dai, que ocupou o cargo durante cerca de 10 anos.CORREIO DA MANHÃ - 29.07.2008


PS: O que nos deixa triste e' o facto da saude do motorista ter sido preterida ou mesmo posta em segundo lugar, sendo a pessoa que foi atingida gravemente.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Filipe Nyussi quer modernizar as FADM, será?

...Novos rumos se desenham para devolver a moral e senso de dever ao militares.

O ministro moçambicano da Defesa, Filipe Nyussi, disse nesta sexta-feira, na cidade de Nampula, que a política castrense do país deve basear-se na construção de um exército moderno, com homens qualificados e a altura das necessidades do país em termos de defesa e outras acções afins. Falando à margem de uma visita de familiarização com a Academia Militar Marechal Samora Machel, Nyussi, fez crer que o exército deve ser como uma janela para a vida, pois, segundo referiu, “é no exército onde começa a formação do homem do amanhã”. Na ocasião, o comandante da Academia Militar Samora Machel, disse ao ministro da Defesa que aquela instituição militar do ensino superior, necessita pouco mais de 28 milhões de meticais para a concretização de três grandes projectos, cuja não realização comprometerá em grande escala o decurso das actividades daquela Academia.

Leia o desenvolvimento desta noticia aqui. Foto Canal de Mocambique

sexta-feira, 28 de março de 2008

Definir prioridades

Aposta Filipe Nhussi ao iniciar-se a Ministro
"O novo Ministro da Defesa Nacional, Filipe Jacinto Nhussi, disse ontem que a sua primeira acção é conhecer a instituição que passa a dirigir, o que passará por reunir com o colectivo de direcção para colher toda a informação pertinente e necessária para realizar o seu trabalho.
Falando a jornalistas momentos após a sua investidura no cargo, acto presidido pelo Chefe de Estado, Armando Guebuza, o novo governante afirmou que vai discutir com os quadros do MDN as prioridades a definir para o tempo que resta para o fim do mandato do actual Executivo, que termina no próximo ano. “Acabo de tomar posse agora (ontem), vou me concentrar nas novas funções. Vou sentar com o colectivo do Ministério e vamos alistar as prioridades. Naturalmente vamos ter em conta o tempo de que dispomos para cumprir com o mandato deste Governo. Vamos ter em conta os recursos humanos, materiais e tecnológicos e também financeiros para daí elaborarmos um plano de acção”, disse o sucessor de Tobias Dai. Leia mais aqui, com imagem do Noticias.
[meu italico e sub-titulo).

Guebuza faz jogos sem pernas para fintar em jogadas muito derimidas [4]

Nesta série proponho um terceiro pecado de Guebuza que se prende com a ‘pequenes’ que usa para liderar o funcionamento do seu Conselho de ministros [Governo] que todas as terças vai a baixa da Cidade de Maputo. Em menos de um mês ‘dismontou’ todo o Ministério da Defesa pelo topo e uns tantos ministros que ao ver do Povo, não estvam a altura das suas responsabilidades. Nisto, uma boa parte da impresa caracterizou de “tiro no próprio pé” e não no jacaré. Cuidem-se os comandantes militares provinciais, que a vassorada procura ser uma toada de topo à base, com nos tem habituado assistir…

quarta-feira, 26 de março de 2008

O rosto das explosões de paiois com dias contados [3]

- Confirmada a saida do Dai?
Estou a receber informação que já confirma para hoje a exoneração de Tobias Dhai de Ministro da Defesa de Moçambique que não teve lugar deveido a presença no país do Presidente Cavaco Silva, de Portugal. Confira os últimos posts aqui, aqui e aqui.

Nota 1: Foi confimada a cessação de Tobias Dai do pelouro da Defesa. Filipe Jacinto Nhussi foi a poucos momentos nomeado novo Ministro da Defesa Nacional. O novo ministro passou antes a director e administrador Caminhos de Ferro de Moçambique regional norte e presidente do Clube Ferroviários de Maputo de Nampula [Fonte: RM].
Dados de análise:

1. A presente nomeação é corrolário de uma longa e dolorosa jornada de pedidos públicos para que Tobias Dai deixa-se o MDN;
2. Os factors que deviam catapultar logo Dai para fora do MDN foram as sucessivas explosões que ocorreram em Maputo e Beira;
3. O que mais irou e indignou o público foi o modo como o chefe de estado reagiu as explosões e não ter feito nada para concertar o seu poder junto do MDN;
4. Esta falta de concerto de poder terá levado ao ânimo, quase arrogante de Tobias Dai que, para além de se ter recusado a demitir-se, não permitiu a uma gestão que se impõe, aquando do manuseamento de enjenhos explosivos. Vimos mortes de soldados na Moamba; vimos o transportar de perigosissimas ogivas militares em ferry-boats, vimos o atraso de apoio as vitimas e os afectados pelo problema do Madlhazine;
5. O mal estar que se semeiou quer junto do MDN, quer na presidência, quer ainda junto dos populares foi tal que o Presidente da República não encontrou respostas concretas que favorecessem a permanência mais prolongada, que esta, do seu querido cunhado no posto;
6. A figura que agora ascende ao pelouro da defesa, Jacinto Nhussi, e quiça, um civil pouco informado em questões militares [compulsando pelo breve curriculo que se foi deixado ver], encontra uma casa [MDN] bastante desorganizada e muito trabalho pela frente;
7. Guebuza terá jogado à seu favor uma carta para dessuadir um problemático ar de disconfiança que paira no seio das forças de defesa e segurança, impondo um indivíduo civil. Mas pode ser que os militares se juntem num canto e ‘façam das suas’ ou mesmo isolem o novo timoneiro, como foi no tempo de Aguiar Mazula, como o é na actual gestão do MINT, onde Pacheco, um agro'nomo de profissão, está em frente do ministério com o crime a subir incontroladamente.
8.Vamos, no entanto, dar o benefício de dúvida, e daixar que Nhussi dirija como sabe o MDN, para depois avaliá-lo..

terça-feira, 25 de março de 2008

O rosto das explosões de paiois com dias contados [2]

- Continuam fortes os sinais e rumores da demissão de Dai, Ministro da Defesa

Os detractores de Dai, dentro e fora do MDN, muitiplica-se exponsialmente a idea de que esta' assente decisão do chefe do estado, Armando Guebuza, de afastar o seu cunhado [ele é irmão da actual Primaira Dama, na imagem abaixo] do pelouro, mas aguarda a melhor oportunidade.
Tudo isto vai ter lugar, assim que terminar a visita de Cavaco Silva, Presedente Português e proceder ao empossamento da amargurada ex-Ministra dos Negócios na já atribulada situação do MICOA. Cá fora, não são poucos que querem advinhar a data da saída de Dai pela ‘porta esquerda’.
O factores que implicam e ditam este espara desfecho ao Dai, entre outros, sao sobretudo a sua imensurável negligência na reacção e acção, na solução dos problemas dos militares e os problemas decorrentes das explosões do paiól de Madhlazine que vitimaram mortalmente cerca de 100 pessoas, cerca de 500 feridas, 80 crianças órfãs, 7 viúvas e 8 viúvos. Estes dados chegariam para o ‘protegé’ do chefe do estado chamar a mão à consciência e demitir-se logo a seguir a esta calamidade humana. Ao que parece, o 'cordão umbilical' que o une ao Presidente Guebuza lhe tira a vergonha da cara de evitar a palavra 'demito-me', ante um grito popular crescente.

sábado, 22 de março de 2008

O rosto das explosões de paiois com dias contados

- PR vai demitir Tobias Dai, Ministro da Defesa

Circulam rumores na cidade de Maputo e arredores sobre uma hipotética demissão de Tobias Dai, Ministro da Defesa e cunhado do Presidente da República. Estes rumores dão por certo que o Presidente da República já assinou o despacho de cessação de funções de Dai, com efeitos a parti de 31 de Março de 2008.

O “protejé” do chefe do estado exerceu as mesmas funções no mandato chissânico e reconduzido pelo cunhado, em fevereiro de 2005. Dai vai ser recordado como um ministro da “corte” que ficou à margem da justiça, quanto à sua manifesta negligência no caso dos rebentamentos e exploções de paiois de Malhazine, no perimetro da cidade Maputo, que há um ano mataram cem pessoas e ferimentos de quinhentos, originando oitenta crianças órfãs, sete viúvas e dezoito viúvos . Imagem retirada aqui.
Nota: Recorde-se que acontecer a demissao, Dai sera' o quinto ministro a ser afastado num espaco de uma semana.

quinta-feira, 20 de março de 2008

General Malagueta reage ao Guebuza e propoe rotatividade nas FADM

Exonerações nas Forças Armadas

Deve existir rotatividade de chefia - afirma Jerónimo Malagueta

O presidente da Comissão de Defesa e Ordem Pública da Assembleia da República (AR), Jerónimo Malagueta, reagindo às exonerações do chefe do Estado Maior General e seu adjunto, respectivamente, o general do exército Lagos Lidimo e o Tenente-general Mateus Ngonhamo, disse que "estas exonerações deviam ter ocorrido há bastante tempo de forma a que exista rotatividade nas chefias".
"Lagos Lidimo e Mateus Ngonhamo deviam ter deixado a esfera militar há muitos anos tendo em conta que o país está em paz", defendeu Malagueta falando ao «Canal de Moçambique». O presidente da comissão de Defesa e Ordem Pública da AR, Jerónimo Malagueta, afirma que foi “colhido de surpresa pela saída dos dois militares mas estas mexidas deveriam ter ocorrido há bastante tempo”. “Tem que existir rotatividade de modo a que ninguém fique no posto durante 50 anos”, defende o ex-guerrilheiro da Renamo. Leia mais aqui onde o artigo foi retirado.

Guebuza deve ter ateado fogo nos quarteis*

Mexidas nas mais altas chefias militares

- Lagos Lidimo e Mateus Ngonhamo exonerados pelo PR

As mais altas chefias das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) foram exoneradas por Armando Guebuza, Presidente da República e Comandante-em-Chefe das Forças de Defesa e Segurança do País. O chefe do Estado Maior General das FADM e o vice, respectivamente General do Exército Lagos Henrique Lidimo e o Tenente-General Mateus Ngonhamo, foram afastados da mais elevada hierarquia das Forças Armadas. Os seus substitutos já são conhecidos. O Brigadeiro Paulino José Macaringue é o novo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Moçambique e o Major-general Olímpio Cardoso Laisse Cambora é novo Vice-chefe do Estado Maior General das FADM.
O agora CEMG das FADM, Brigadeiro Paulino José Macaringue era até à sua nomeação chefe da Política Nacional de Defesa. Já Olímpio Cambora era o Comandante Nacional do Exército. Os primeiros comentários sobre as alterações ordenadas pelo Chefe de Estado ao mais alto nível das Forças Armadas de Defesa de Moçambique provém de antigos combatentes da RENAMO que fazem questão de lembrar que o Acordo Geral de Paz subscrito em Roma em 1992 preconiza que "as FADM devem ser dirigidas por quadros provenientes dos ex-exércitos beligerantes, da Renamo e das extintas FAM-FPLM, na proporção de 50% de cada parte".
O ambiente nos meios castrenses está agora muito perturbado, de acordo com fontes do ZAMBEZE, por se entender que o presidente da República para evitar exonerar o seu cunhado do cargo de Ministro da Defesa em consequência das explosões mortíferas em diversos paióis do País, muito especialmente as que se registaram em Março do ano passado no Paiol de Mahlazine, em Maputo, atingiu apenas os dois mais altos oficiais das Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Tais fontes dizem-se na expectativa do Presidente da República ainda vir a corrigir a tendência que deploram. Receiam, no entanto, que o Presidente da República ainda venha a tentar manter o General Tobias Dai no Conselho de Ministro, como ministro da Defesa. Exigem também a sua exoneração, facto que poderá por em risco a unidade das FADM caso não seja acatado pelo PR, dizem. Entretanto, fontes castrenses dizem que a perturbar o ambiente nos meios militares estão agora informações segundo as quais o CEMG cessante, General Lagos Lidimo "mandou desmontar" esta terça-feira, no seu gabinete no Quartel General na Av. 24 de Julho ao Alto Maé, em Maputo, "uma parte do sistema de comunicações".
De meios castrenses provenientes da ex-guerrilha da Renamo começam também a surgir vozes indignadas com o facto do Chefe de Estado estar, segundo eles, a eliminar das chefias dos ramos das FADM oficiais superiores que durante a Guerra Civil estiveram sob comando do general Afonso Dhlakama. Referem objectivamente o caso do Comandante da Marinha, Almirante Pascola Nhalungo que "foi substituído por um oficial do ex-exército da Frelimo, o general Jotamo Kancuda". Pedem que o Presidente da República continue a respeitar o princípio da distribuição equitativa das forças armadas de acordo com os compromissos de Roma, isto é, 50% para cada parte. Imagem retirada daqui.


* Meu titulo

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

As palavras que Todias Dai não quer pronunciar por mero fanatismo


- Incompetência e fanatismo a causas que não interessam a população

Defesa no caminho certo - considera Tobias Dai, na abertura
Num pronunciamento aquando da abertura do VIII Conselho Coordenador do sector do Ministério da Defesa, o Ministro Dai utilizou um vocabulário falacioso para dizer que foi incompetente explosões do paiol militar das FADM em Mahlazine, no passado 23 de Março e fanático quanto ao tipo de respostas que ia passando ao público. Senão vejamos:

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

China fornece material ao Exército nacional

O CHEFE do Estado-Maior General do Exército, Lagos Lidimo, esteve de visita à China e disse que aquele país poderá vir a fornecer meios aéreos e fluviais, estes últimos para o patrulhamento da costa marítima de Moçambique, presentemente alvo de diversas actividades ilícitas, incluindo a pilhagem de recursos marinhos.

Lagos Lidimo enalteceu como fundamental o apoio da China à luta pela libertação de Moçambique, que culminou com a proclamação da independência nacional, em 1975, sublinhando que: Neste momento, estamos a analisar com aquele país asiático outros aspectos que no futuro podem ser determinantes para o nosso desenvolvimento como o fornecimento de meios aéreos e fluviais'.

O general do Exército moçambicano não indicou quando é que esse fornecimento poderá ser concretizado. Actualmente, a China presta apoio às Forças Armadas de Defesa de Moçambique-FADM na área da logística, para além de também ter suportado a edificação de um bairro militar, nos arredores da cidade de Maputo.

A visita efectuou-se a convite do chefe do Estado Maior do Exército chinês, e serviu para passar em revista as relações de cooperaçao existentes entre as FADM e as Forças Populares de Libertação da China. O périplo de Lagos Lidimo pela Ásia incluiu também o Vietname, e neste caso tratou-se de uma viagem de identificação de possíveis áreas de cooperação entre Moçambique e aquele país no sector das forças armadas.

'Neste momento, as forças armadas vietnamitas dão uma contribuição muito valiosa na construção de meios aquáticos para a fiscalização das fronteiras marítimas moçambicanas', sublinhou o oficial do exército moçambicano, que no âmbito desta digressão escalou também a vizinha África do Sul, onde manteve contactos com entidades militares locais, cujos detalhes se declinou a revelar.
Fonte: Notícias

Angola24Horas

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