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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Policia Política de Moçambique (PIC) abre celas que chama de "preventivas"
O Jornal Notícias na sua edição de hoje avança que "A ADMINISTRAÇÃO da Justiça possui novas e modernas instalações para o funcionamento da Polícia de Investigação Criminal na província do Maputo, comportando celas de prisão preventiva."
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Militar ruandês indiciado de tentiva de assassinato
A Policia de Investigação Criminal (PIC), em Nampula, esta no encalço de um cidadão ruandês, identificado pelo nome de Niyomugabo Jelard, por sinal militar no activo do exército daqueles pais africano, indiciado de imigração ilegal e tentativa de assassinato contra Gaspar Nsengimana, um cidadão burundês estabelecido na cidade capital daquela província e que explora o ramo transporte público de passageiro.
Segundo consta de um processo registado com o número 02/PIC/011, Niyomugabo Jelard foi alegadamente contratado a partir de Ruanda por Esperança Uwingeneye, também de nacionalidade ruandesa e esposa de Gaspar Nsengimana, para supostamente assassinar aquele. Niyomungabo Jelard entrou no território moçambicano, concretamente no centro de requerentes de asilos de Maratane, em Nampula, no mês de Abril findo, fazendo se passar por refugiado oriundo da região dos grandes lagos, onde permaneceu alguns dias e depois mudou-se para a casa de um Congolês de nome Ngango Shabani. Foi Shabani que, desconfiando de algumas acções e roupas com características militares, que se encontravam na pasta do seu “inquilino”, decidiu denuncia-lo as autoridades policiais do centro de Maratane.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Fraude filmada em Escola Primária na Beira
Na assembleia de voto número 0056, que funcionou na Escola Primária Completa do Esturro, na cidade da Beira, uma manifesta “fraude” foi filmada. As fontes do Canalmoz entregaram ao autor destas linhas um CD com as imagens e a respectiva acta e edital da mesa em referência.
Nas imagens filmadas vê-se, escrito no quadro da sala de aulas em que funcionou a assembleia em questão, que havia 23 nulos, 3 brancos e 2 votos protestados.
Na acta e edital em poder do Canalmoz consta, no entanto, que houve 124 votos nulos, portanto mais 121 do que no acto de escrutínio propriamente dito. Vê-se nas imagens que todos os votos anulados têm expresso, com uma cruz, a intenção de se votar em Daviz Simango. Mas, depois, foram apensas dedadas, aparentemente com tinta indelével, pelo que se vê nas imagens.
No final dos trabalhos da assembleia, o edital, com sérias rasuras, atribui a Daviz Simango, candidato do MDM, 98 votos, contra 150 de Armando Guebuza, 14 a Afonso Dhlakama, 2 votos em branco e 124 nulos.
No quadro da sala de aulas onde funcionou a assembleia e onde, durante a contagem, foram sendo registados os votos para cada candidato e outras ocorrências, vê-se claramente, no filme, que Daviz Simango somava cerca de cem votos mais do que Armando Guebuza. A imagem, confrontada com o edital e a acta da assembleia da EPC do Esturro (0056), mostra, claramente, que os votos anulados são de Daviz Simango.
No filme, vê-se a recontagem dos nulos e ouve-se a voz de quem está a contar. Passam de cem os votos anulados por força de dedadas. Nesses votos, constam cruzes a votar em Simango.
No filme, vê-se, ainda, uma primeira recontagem dos votos que, depois de manipulados pelo presidente da mesa, vice-presidente e dois escrutinadores, aparecem com as cruzes iniciais postas pelos eleitores e dedadas que um teste de dactiloscopia poderá identificar de quem são. Só a Polícia de Investigação Criminal estará capaz de fazer esse exercício, se o desejar e lhe for permitido.
José Manuel de Sousa disse ao Canal que o MDM vai interpor queixa também na Procuradoria da República.
Faziam parte da mesa onde se deu esta ocorrência, Esmeraldo Agostinho Abreu (presidente), Adriano João Roque Sumbreiro (vice-presidente), Fátima Armando Mussa (secretário), Flora Manuel (1.º escrutinador), Teresinha Jemuce João (2.º escrutinador), Delfina Jaime Sunda (3.º escrutinador) e Raimundo Tomás Júnior (4.º escrutinador).
O delegado de lista do MDM que protestou verbalmente na mesa, era Castro Zacarias Dias. Ele foi impedido de meter formalmente a queixa. Quem o impediu foi, segundo ele, o presidente da Mesa, Esmeraldo Agostinho Abreu.
Como na mesa foi impedido de formalizar o protesto, o MDM, segundo nos disse o mandatário nacional, José Manuel de Sousa, interpôs na Comissão de Eleições da Cidade da Beira um protesto do delegado de lista do MDM na mesa. Quem interpôs esse protesto na CEC da capital de Sofala foi o mandatário do MDM na cidade da Beira, engenheiro Passipanaca.
O filme aqui em referência passou na TIM (Televisão Independente de Moçambique). A TV Miramar recusou-se a passar as imagens da fraude provada.
Na mesa 0056 estavam inscritos 921 eleitores. Encontraram-se “na urna” votos de 388 eleitores. Votos “não utilizados” 753. Foram “inutilizados” 2 boletins. Votaram 387 eleitores. E não votaram 534 eleitores. A soma de votos atribuídos, de brancos e nulos e protestados dá 388.
Entretanto, só no distrito do Búzi, segundo fontes da Renamo, terá havido mais de onze mil votos nos candidatos da oposição, anulados da mesma forma.
As mesmas fontes alegam que os recursos não foram aceites pelos integrantes das mesas onde esses votos nulos foram registados.
Na mesa do Esturro, na cidade da Beira, também não consta da acta qualquer recurso. Mas, no filme, vê-se o delegado do MDM a protestar.
(Adelino Timóteo)
sexta-feira, 28 de março de 2008
Frenesim demissional pronúncio da fraca liderança guebuzia [5]
Custa perceber, mesmo em simples reflexão desta série, se é esta a Frelimo que conhecemos. A Frelimo já esgotou o vocabulário mentiroso sobre a verdadeira causa dos descalabros financeiros que caíram sobre os principais bancos deste país, porque tem uma máquina judicial que está a seu serviço. Esta máquina é operada a partir do próprio Tribunal Supremo, a PIC, a PGR e o CC, fazendo vilipendiar todas as acções tendentes a apanhar e desmascarar o nepotismo, o favoritismo, a corrupção, os roubos, as inconstitucionalidades amuidemente praticadas pelo chefe de estado. Vários relatórios da ONU, do BM e do FMI já se referiram do estado da nação, com preocupação crescente. O povo já não olha a instância do poder judicial com olhos de ligeireza porque sabem que ele está ao serviço do regime e não de si. É por isso que os 5/2, super-terça, vão se repetir mais e mais vezes dado que ele não tem onde recorrer. Em voz baixa, os Estados Unidos de América parece que está em rota de colisão com o Governo da Frelimo, numa disputa dita ‘quente’, sobre quais as verdadeiras razões do 5/2. Vai ser bom, e importante saber nos dias que vêem qual é a posição da maior potência do mundo em relação à Moçambique. Digo-vos não são notícias animadoras nem de consolo ao regime do Maputo!...
quarta-feira, 5 de março de 2008
Dhlakama ludibria SISE e PIC e agentes indignados com seus chefes
De visita à cidade de Quelimane, o presidente da RENAMO e líder da oposição Afonso Dhla
kama, marcou um comício com membros e simpatizantes daquela força politica como forma de auscultar os problemas dos seus seguidores, e poder encontrar uma plataforma para resolver a situação que tem vindo a acontecer ciclicamente nos pleitos eleitorais. O encontro que estava marcado para o dia 24 de Fevereiro de 2008 não chegou a se concretizar, alegadamente porque o local estava rodeado de agentes dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE) e da Polícia de Investigação Criminal (PIC), como forma de boicotar o encontro com os populares na cidade capital da província da Zambézia. A RENAMO na cidade de Quelimane diz que tem sido hábito de rotina, colocarem espias atrás da RENAMO, para verem quem simpatiza com o Partido, para depois perseguirem as pessoas de forma coerciva. A maior força política da oposição diz que o seu líder é presidente do povo, e é isso que faz com que os "camaradas" da Frelimo se inquietem e ponham atrás da «Perdiz», símbolo da organização de Dhlakama, "grupos de espiões". Informações colhidas pelo «Canal de Moçambique», no local e posteriormente, defendem que "de facto o recinto onde seria realizado o evento estava repleto de agentes" das citadas instituições do Estado que assim se vêem "ao serviço de um partido contra os demais", colocando dessa forma "em risco a credibilidade e confiança no sistema dito democrático do País". Algumas sensibilidades na capital zambeziana dizem mesmo que o comportamento dessas duas forças do Estado, que vivem do Orçamento Geral do Estado, vem provar que certos órgãos do Estado estão sendo instrumentalizadas por um partido politico que com a sua forma de gerir o Estado pode a curto prazo por em risco a democracia multipartidária e voltar a fazer com que o País regresse a um conflito sem precedentes. (Canal de Moçambique).
kama, marcou um comício com membros e simpatizantes daquela força politica como forma de auscultar os problemas dos seus seguidores, e poder encontrar uma plataforma para resolver a situação que tem vindo a acontecer ciclicamente nos pleitos eleitorais. O encontro que estava marcado para o dia 24 de Fevereiro de 2008 não chegou a se concretizar, alegadamente porque o local estava rodeado de agentes dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE) e da Polícia de Investigação Criminal (PIC), como forma de boicotar o encontro com os populares na cidade capital da província da Zambézia. A RENAMO na cidade de Quelimane diz que tem sido hábito de rotina, colocarem espias atrás da RENAMO, para verem quem simpatiza com o Partido, para depois perseguirem as pessoas de forma coerciva. A maior força política da oposição diz que o seu líder é presidente do povo, e é isso que faz com que os "camaradas" da Frelimo se inquietem e ponham atrás da «Perdiz», símbolo da organização de Dhlakama, "grupos de espiões". Informações colhidas pelo «Canal de Moçambique», no local e posteriormente, defendem que "de facto o recinto onde seria realizado o evento estava repleto de agentes" das citadas instituições do Estado que assim se vêem "ao serviço de um partido contra os demais", colocando dessa forma "em risco a credibilidade e confiança no sistema dito democrático do País". Algumas sensibilidades na capital zambeziana dizem mesmo que o comportamento dessas duas forças do Estado, que vivem do Orçamento Geral do Estado, vem provar que certos órgãos do Estado estão sendo instrumentalizadas por um partido politico que com a sua forma de gerir o Estado pode a curto prazo por em risco a democracia multipartidária e voltar a fazer com que o País regresse a um conflito sem precedentes. (Canal de Moçambique). Looking for last minute shopping deals? Find them fast with Yahoo! Search.
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