"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,

VOA News: África

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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Afinal o que a Assembleia Municipal da Cidade de Maputo tem mais a fazer?


...quando órgãos não eleitos são mais fortes que os eleitos!

Fica-se agora sem se saber porque as assembleia dos munícipios, neste caso o da Cidade de Maputo teêm que fazer se o Ministro da Administraçåo Estatal já decidiu como o seu território se divide, neste caso o Distrito Municipal-Quatro (DM-4). De resto, esse exercício de apreciação não passa de fútil e vil, dado que só contribui para delapidação do erário público, através das ‘senhas’ diárias do deputados nos bancos de assembleia.

No fundo, bem vistas as coisas, estando as eleições, quer as locais quer as gerais, à porta, a Frelimo redistribuiu o território nacional para evitar uma potencial derrapagem eleitoral, se a geografia continuar como está. Ora isto é mau para o desenvolvimento da nossa jovem democracia. (x)

sexta-feira, 11 de julho de 2008

O que faltou ao Comiche para organizar a Cidade de Maputo?

…como deve ser!

Às pressas e à nora, Comiche acaba de anunciar um plano tardio de construção de sedes dos bairros de raiz. Os pré-fabricados serão montados algures, não havendo informação palpável dos bairros contemplados já que a maior parte deles denotam problemas infrastrutural, sobretudo os da periferia da Cidade.
A pergunta é porque Comiche vai lançar um concurso de tamanha grandeza que ele pode não vir a testemunhar os seu andamento? Não é tarde demais? Porque não vai deixar para o novo corpo directivo, ou o senhor na corrida da sua propria sucessão, ou aos seus dois rivais (O ministro e a Presidente da Assembleia), ou ainda a JPC, e quem sabe um/a candidato/a da Renamo.
Agora que se saiba que o seu projecto de Comiche fazer da cidade de Maputo mais cosmopolita e acolhedora, limpa e soberana ruiu, lá ninguém ousa questionar. Falta a Frelimo certificar-nos quando lhe põe de volta à Super-Ministro! (x) Foto Noticias/documenta edificio de uma secretaria no Bairro de Mafala.

PS: Duma coisa também estejamos certos que este apetrechamento pode passar a uma manobra de charme e eleitoralista da Frelimo, com eleições ao dobrar da esquina.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Aproximando-se dos dias do pleito eleitoral, Quelimane vai restaurar imagem!

...Que tenham vergonha ao menos, porque Quelimane ja' precisa desta resselagem de estradas passa muito tempo. Agora fazer porque o pleito eleitoral esta' a porta e', quanto 'a no's, desonesto!





Dado o interrese propagandistico que o artigo do Noticias de hoje, 19/06/2008, quando se avizinham as municipais de Novembro, o Governo veio a rua para anunciar uma resselagem relampago! Coloco na integra o artigo abaixo.

"Quelimane reabilita estradas em Setembro
AS estradas da cidade de Quelimane serão reabilitadas a partir de Setembro próximo.
Maputo, Quinta-Feira, 19 de Junho de 2008:: Notícias

As obras, cujo concurso público será lançado no final do próximo mês, consistirão de drenagens, protecção das bermas, sistema de esgotos, pavimentação, colocação da sinalização, entre outras intervenções de vulto. Numa primeira fase, estão contemplados 25 quilómetros de um total de 50 que constituem a rede viária asfaltada na capital provincial da Zambézia. O Conselho Municipal de Quelimane apresentou ontem aos representantes de várias organizações da sociedade civil o projecto de reabilitação das estradas da urbe encomendado a uma empresa de consultoria. O vereador para a área de Urbanização e Construção na edilidade de Quelimane, Santiago Marques, disse a jornalistas que o projecto de reabilitação das estradas de Quelimane ainda não está concluído, uma vez que há algumas áreas que não estão contempladas." Noticias Foto Travelblog

domingo, 1 de junho de 2008

Que eleições municipais teremos este ano?


… é importante que se vote porque só o voto é que legitima os caminhos de democracia



Se bem que se considere que a CNE esteja consciente de que o tempo lhe é madrasta neste momento, há que diga que há muito que se possa fazer até que as eleições tenham lugar: Recenseamento, educação cívica, propaganda dos partidos e garantia do voto.


Na verdade, no que toca aos partidos, esta semana que termina o Chefe da Propaganda e Mobilização deu o ponta pé de saída ao anunciar que vão ter lugar as eleições internas para escolha de candidatos do partido para corrida das municipais e contactos com a base para testar as águas se vão ou não ganhar. Todavia, não se põe se ou não se vai ganhar. Para o Chefe da Bancada da Frelimo na AR, o importante é ganhar bem. Até aqui, não estamos a ouvir nada do lado da Renamo no que respeita à seu programa eleitoral, embora reconheçamos que já a muita movimentação quer ao nível da sua sede e nas províncias. Afinal que eleições municipais teremos este ano? Como vão ser organizadas, há listas ainda que provisórias? O que a CNE faz neste momento para garantir que o STAE cumpra com os prazos e o público tenha acesso a educação cívica? Não importa que nos recenseamos, mas é importante que se vote porque só o voto é que legitima os caminhos de democracia que Moçambique porfia. Foto BBC

sábado, 24 de maio de 2008

Edil de Monapo demite-se porque a Frelimo o acusa de contactos secretos com o líder da Renamo

...Caso que foi alimentdo por “contradições internas” agudas no seio do partido dos camaradas.
O visado, Daniel Bento, considerou-se saturado com esta ‘verdade da mentira’ de um membro senior da Frelimo só para lhe ver no olho da rua.

Segundo o ‘Wamphula Fax', de ontem, Daniel Bento, fez uma carta ao Partido do Frelimo na qual “terá alegado vários motivos, mas em conversa que manteve com jornalistas na última Segunda- feira, afirmou estar saturado com o que classificou de “contradições internas” no seio do seu partido.O edil de Monapo disse ter-se sentido aguilhoado quando em 2003, ano da realização das segundas eleições autárquicas, um membro sénior do seu partido (cujo nome se escusou a revelar), o acusou de ter tido


...O Presidente do Conselho Municipal da Vila de Monapo, Daniel Hermínio Bento, acaba de renunciar ao cargo acusado de contactos secretos
com Afonso Dlakhama...

um encontro secreto com o Presidente da RENAMO.” Uma mentira de tal modo grosseira, que o seu autor nem sequer soube indicar o local onde eu teria tido o suposto encontro com Afonso Dlakhama. Lamentou-se a fonte.Todavia, interpelado pelo Wamphula fax se estaria disponível a concorrer, pela terceira vez, nas eleições de 19 de Novembro próximo, Daniel Bento não confirmou, mas deu a entender que não se recusaria desde que o partido decidisse pela sua recondução ao cargo, apesar da presente renúncia.A nossa preocupação neste momento é levar o barco ao porto e se a FRELIMO disser que levem-no de regresso para mais cinco anos, nós havemos de cumprir porque temos experiência nessa área, Referiu Bento. Leia mais sobre esta notícia aqui. Foto Agencia Ecclasia/alunos estudando em Monapo

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Município da Beira, o melhor!



...para a 'dor de cotovelo' do mais directo oponente, a Frelimo.

Foi noticiado que o Munícipio da Beira e o seu edil conquistaram na semana passada o prêmio dos munícipios mais bem geridos no país.
“O evento foi promovido por uma instituição sul-africana que anualmente atribui esse tipo de mérito à gestores de diferentes categorias. Esta é a segunda vez consecutiva que Daviz Simango arrebata o tipo de prémio, depois de no ano passado também ter sido classificado na mesma posição” (O Autarca). Parabêns ao eng. Daviz. Foto Porto Internacional da Beira por WFP

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Rótulos do "Notícias"

A cadeia de etiquetagem da oposição política (Renamo) com tudo o que é hegere e fantasmagórico pela Frelimo não escapou a regra nesta sessão do parlmento que reune em Maputo. Já ouvimos os mais diversos vocábulos e expressões que só ajudam a caracterizar e compreender o caracterizador das mesmas do que podiam ao caracterizante. Disse ‘cadeia’ para dizer que a acção da Frelimo extende-se aos órgão de comunicação social. A estatal “notícias”, ao que tudo indica, se meteu nessas rotulagens a favor do partido no poder. Impressiona ler hoje rótulos como este “o líder do partido Afonso Dhlakama simpatiza-se com a recandidatura de Daviz Simango, pelo facto deste ser da tribo ndau" e “ Manuel Pereira conta com um forte apoio de uma ala renamista de etnia sena..." (sic.). Ora bem, as pessoas a quem são atribuidas estas palavras nem sequer estão a pensar nisto nem ainda olham na questão tribo como o “notícias” descreve, revelando uma certa pequenês e ‘um pouco a testar as águas’ do quer abordar. Penso que o jornal noticias esta' ser inflamatório e infame.

domingo, 27 de abril de 2008

Dois galos na mesma capoeira nunca se entendem


À-propósito de estruturas paralelas no Município de Maputo

Foi na ponta final da sua ‘presidência aberta’ que S. Excia o Presidente da República, Armando Guebuza foi acossado por questões concretas pendentes sobre a dupla administração na gestão do administrativo-territorial de Maputo-Cidade. Na prática actuam duas autoridades (Governo e Município). Por exemplo, o Município tem um director na área da educação e cultura, a mesma estrututa o gabinete da Governadora da Cidade a tem. A preocupação quanto ao funcionamento destas estruturas paralelas na Cidade de Maputo é tal que o Presidente da República foi forçado a dizer na passada sexta-feira “que as diferenças de opinião estimulam o desenvolvimento, e que, no caso vertente, o Conselho Municipal e o Governo da cidade de Maputo vão saber valorizar os aspectos que interessam ao crescimento do território como um todo e o melhoramento da vida da população.” Será que estas são diferenças de opinião ou é o que está a acontecer? Os munícipes não sabem a quem encaminhar os seus problemas. Ninguém sabe quem manda o quê com a proliferação de autoridades exercendo por vezes as mesmas funções. Entretanto, sem ter o seguimento que se impõe ao problema, pelo Chefe de Estado, o presidente Eneas Comiche acabou dizendo [em alternativa ao discurso falacioso do Camarada] que “um dos desafios do futuro a eliminação das potenciais redundâncias suscitadas pela coexistência de duas instâncias de governação local para o território da cidade, situação que, na sua óptica, dilui responsabilidades, podendo, no futuro, prejudicar o desenvolvimento harmonioso e integrado da cidade como um todo.” Será que o chefe do estado não sabe que ‘dois galos na mesma capoeira nunca se entendem’! Foto Noticias
Nota: Penso que Guebuza nao tera' avaliado o peso orc,amental e outros encargos adicionais que representam manter de uma estrutura nao eleita e vinda dos seus caprichos discreciona'rios colada ao Municipio do Maputo. Nao se percebe porque ele teima a mante^-la, apesar da avalancha de pedidos para que este a descontinue.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Comiche repudia dupla administração no Município de Maputo

- Perante o chefe do estado, Armando Guebuza
O “Notícias” de hoje titula “CIDADE DE MAPUTO: Dupla administração dilui responsabilidades” num momento em que duas presidências abertas, a do edil, Eneas Comiche e do chefe de estado estão a decorrer. No encontro que houve ontem entre os três governos soou alto "A COEXISTÊNCIA de duas instâncias de governação local no território da capital do país dilui as responsabilidades, tanto da edilidade como do Governo da cidade, podendo futuramente prejudicar o desenvolvimento harmonioso e integrado da urbe como um todo" (sic.). Ao que tudo indica, esta nuvem escura que desenha nos céus da cidade de Maputo podem oferecer razões bastantes para Guebuza puxar a consciencia de cujo efeitos podem ser surpreendentes aos pergaminhos presentes da Cidade de Maputo. Foi notório e vergonhoso verificar que duas entidades estivessem apresentar relatórios sobre as actividades que se “avultam” sobre as mesmissimas áreas de actuação. A questão é Maputo, segundo Comiche, não precisa de ser dirigida por dois governos, para lá do Governo central que também tem como sede na mesma cidade. Foto Noticias

terça-feira, 22 de abril de 2008

Duas presidências abertas colidem nos ares de Maputo

- Uma visita a seguir...

Sinceramente, numa altura em que o dr. Comiche, Presidente do CM de Maputo se encontra num desusado esforço de contactar as bases no âmbito do que designou de “presidência aberta” visitando quase todos os distritos municipais, incluido a Ilha Inhaca, eis que o Presidente da República, Armando Guebuza, se lança hoje na sua “Presidência aberta” e por conscidência nos mesmos sitios onde, pouco tempo depois de ter “gazetado” a cerimónia de graduação da Uni-Pedagógica nessa mesma cidade.
A pior ‘chatice’ que Guebuza é de tentar meter água na fervura ao agendar um Governo da Sr. Rosa Silva e do Conselho Municipal do dr. Comiche. Como o leitor deve ter ficado a saber, estas duas figuras não se entendem desde que o chefe do estado se decidiu por exemplo, por um governo duplo para a cidade de Maputo. Até hoje ninguém sabe o que faz a figura de governadora da cidade. O próprio Comiche já veio ao público demonstrar seu descontentamento facto que lhe custou uma nova arrumação do seu programa e incumprimentos das acções de dissera não eram da alçada do CMCM.
Visita sob manto da ‘super-terça’
Mas olhando o programa de Guebuza pode-se afirmar que este foi desenhado para passar a ‘esponja’ indignação dos cidadão ante os problemas da caréstia da vida, os problemas de transportes, da corrupção e do mau desempenho do governo por este dirigido. Em menos de dois meses do presente ano fez remodelações que aos olhos da sociedade não corresponderam ao peso e medida das preocupações do povo. Será que Guebuza trás uma nova mensagem depois ter andado ‘escondido’ durante toda esta saga que vem deste as esplosões do paiol até quando a ‘super-terça’ eclodiu? Quem lhe vai acreditar? A ver vamos se é desta que se sai bem!
Dedé Moquivalaka

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Agora ja se sabe que a Frelimo escolheu zonas para municipios onde tem favoritismo eleitoral

"Na escolha de novos municípios
Governo baseou-se no favoritismo à Frelimo
- acusa Isidro Assane, delegado político do PDD em Nampula
O delegado político provincial do Partido para Paz e Democracia, (PDD), em Nampula, Isidro Assane, disse, em entrevista exclusiva ao «Canal de Moçambique, que na escolha de novas vilas para a sua elevação ao estatuto de autarquias “o governo moçambicano baseou-se no facto dos locais serem onde o partido no poder, a Frelimo, é favorito, e não exactamente nos critérios estabelecidos na Lei”. Segundo Assane, delegado na província de Nampula do Partido liderado por Raul Domingos, “não faz sentido que tenha sido escolhida a vila de Ribaué, deixando de fora a de Namialo”. De acordo com as suas declarações, a vila de Namialo, pertencente ao Distrito de Meconta, dispõe de mais condições, relativamente a Ribaué, “que muito justificariam que ela fosse elevada à categoria de um município”. Para sustentar as suas acusações, Isidro Assane, revelou que “muito recentemente”, o partido de que é delegado, na vila de Namialo auscultou a população local sobre a situação socio-económica e encontrou muitas hipóteses que justificavam que fosse elevada à categoria de vila municipal. Mas foi alertando que “se a Frelimo pensa que vai conseguir ludibriar o povo e os outros partidos mais uma vez, está muito enganada, porque nós estamos aptos para tudo o que vier”. Mas adiante, o interlocutor do «Canal», sublinhou que Namialo tem mais condições do que outros pontos que neste momento até já são municípios. “Exemplo disto é o caso de Monapo, que já é município e não dispõe de condições, a todos os níveis, como Namialo”. Diz Assane que o que está acontecendo é porque “a Frelimo pensa que se elevasse a vila de Namialo à condição de município, seria entregá-la nas mãos da oposição, pois de facto a Frelimo, já tomou atenção e sabe que naquela vila não mais nada em seu favor”. Isidro Assane, disse igualmente que a Vila de Namialo apresenta um nível de desenvolvimento muito seguro e sustentável, quer a nível industrial, quer em termos de densidade populacional. Refere ainda que o interesse político da população local é elevado e, com efeito questiona: "Não sei porque o governo deixou Namialo sem o elevar para município?". "Mesmo em termos de localização geográfica, que é um dos critérios básicos para a elevação à categoria de município, Namialo está melhor que muito outros que agora são município" – sublinhou este interlocutor do «Canal de Moçambique» em Nampula." Leia + aqui

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Como é possível gerir sem recursos Sr Manuel Tomé (Ndapota)

É curioso notar que na Frelimo reine este ar de confiança de recuperar os municípios que diz que ‘cairam’ nas mãos da Renamos em Nampula. É fascinante ouvir que na análise da Frelimo, “Contrariamente aos municípios de Nacala- Porto, Ilha de Moçambique e Angoche, que têm tido uma gestão desastrosa, a população, ela própria, através dos contactos que temos mantido com ela, particularmente em reuniões públicas, afirma que a Frelimo tem a responsabilidade muito grande, de reconquistar esses municípios, promover o desenvolvimento e nós estamos dispostos a alcançar esse objectivo”, depois de uns bons anos tiranicos e de ruinosa politica de desenvolvimento do país. É iguamente indignante observar que enquanto se acussam os municípios de gestão desastrosa, é a mesma Frelimo que vem ao público e de boca cheia dizer que quem gere os dinheiro para os Municipios onde a Renamo ganhou são representante das administrações ou mandatários do governo nessas zonas. Agora nos resta perguntar, terá a Frelimo autoridade moral de exigir o que quer que seja sobre cumprimento de metas ou gestão dos munícipios enquanto os recursos não estão se ser colocados à disposição? Sejam honestos para vós próprios, porque do nosso lado já percebemos que é um jogo sujo em marcha. Uma bacala! Como é que o sr. Ndapota vem dizer que a “Frelimo trabalhar em colaboração com a população” e retrata “atraso no desenvolvimento social e económico daqueles espaços territoriais” onde a Renamo governa e hoje não está no poder nesses sitios? Não é sinal de que a população virou as costas à Frelimo? Punir as pessoas por via económica é a 'arma' que a Frelimo está a usar contra os que não votaram por vós, e' anti-democratico. Foto: Renamo

terça-feira, 8 de abril de 2008

Carestia de vida preocupa munícipes

O agravamento dos preços dos transportes semicolectivos de passageiros, a subida do preço do pão e de outros produtos de primeira necessidade, com destaque para o arroz, o estado precário em que se encontram algumas estadas, sobretudo nas zonas periféricas da cidade, bem como o recrudescimento da onda de criminalidade constam do rol das preocupações apresentadas pelos munícipes do Distrito Urbano Número Quatro (DM4), na cidade de Maputo, no decurso de um encontro havido no último sábado com o chefe da edilidade da capital do país, Eneas Comiche, no quadro da sua “presidência aberta”.
O encontro, que teve lugar na Escola Secundária Solidariedade, no bairro de Mavalane, visava fundamentalmente a auscultação dos anseios e preocupações dos residentes de vários bairros que compõem aquele distrito municipal, como a prestação de contas relativas ao grau de cumprimento das promessas feitas durante a campanha eleitoral em 2003.
Num encontro bastante concorrido, os munícipes de vários bairros daquele distrito não esconderam as suas frustrações e o seu descontentamento face ao aumento sistemático do preço do pão e de vários outros produtos básicos, facto que encarece cada vez mais o custo de vida do cidadão com baixo poder de compra.
Das várias intervenções havidas no encontro, os munícipes defenderam que o Estado tem a responsabilidade de garantir a protecção e provisão do bem estar do cidadão e não tomar decisões que sufocam a sua vida.
Virgílio Munguambe, um dos participantes no encontro, disse que a preocupação primordial para os residentes daquele distrito é o agravamento do preço que sufoca a vida do cidadão.
“As manifestações que têm ocorrido nos últimos tempos no nosso país espelham o sentimento do cidadão comum, que não encontra saída para aguentar o elevado custo de vida”, disse Sérgio Macamo, para quem estes acontecimentos devem merecer a atenção das autoridades, indicando que o Estado deve consultar sempre a base antes de tomar medidas sérias que têm implicações na vida do cidadão.
Manuel Vilanculos, também daquele distrito, disse na ocasião que a falta de água, postos de saúde e o acesso ao ensino são outros problemas que apoquentam os residentes de diferentes bairros.
“No bairro do Hulene B, onde resido, não temos nenhum fontanário, recorremos à água de um único privado existente e de poços”, disse Vilanculos.
Reagindo às preocupações e anseios dos munícipes, Eneas Comiche disse que a edilidade vai continuar a trabalhar com as estruturas competentes para resolver as preocupações dos citadinos, mas afirmou que parte destes problemas não depende apenas do município, mas que iria encaminhá-los às entidades competentes. Fonte e foto Notícias

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Governo de Guebuza aprova aumento de municípios para 43

O Governo moçambicano aprovou hoje em Maputo a criação de 10 novas autarquias no país, devendo a medida ser ratificada pela Assembleia da República, para que o país passe a ter 43 municípios. Reunido hoje na sua VIII Sessão Ordinária, o Conselho de Ministros de Moçambique decidiu elevar ao estatuto de município as seguintes vilas: Namaacha, Macia e Massinga, no sul do país, Gorongosa, Gondola, Alto Molócué, e Ulóngué, no centro do país, e Ribaué, Mueda e Marrupa, no norte do país. O ministro moçambicano da Administração Estatal, Lucas Chomera, disse aos jornalistas no final da sessão, que na mira desta decisão, estão as eleições autárquicas previstas para o ano em curso, cuja data ainda não foi indicada pelo chefe de Estado, como impõe a legislação eleitoral moçambicana. "Os mandatos dos actuais órgãos directivos autárquicos terminam este ano, porque foram eleitos em Novembro de 2003, então é de lei que novas eleições autárquicas sejam realizadas este ano", sublinhou Chomera.
O governante lembrou que cabe ao chefe de Estado apontar a data para a realização das autárquicas, mas ainda tem tempo para o fazer. Para propor à Assembleia da República que as 10 vilas sejam elevadas a município, o governo teve em conta a capacidade para a captação de 30 por cento de receitas internas para o financiamento do orçamento e a sua demografia, com um mínimo de 10 mil habitantes. "O Governo tem mecanismos de financiamento dos municípios, mas estes tem de garantir pelo menos 30 por cento de receitas internas, para que a dotação orçamental das autoridades centrais seja de pelos menos 70 por cento", sublinhou Lucas Chomera.
Ainda na sessão de hoje [ontem], o Conselho de Ministros aprovou o relatório de 2007 sobre o consumo de estupefacientes, que regista 100 pessoas condenadas nesse ano por crime de tráfico de substâncias ilícitas, contra 30 em 2006. Também em 2007, as autoridades apreenderam 4 639 quilos de "cannabis sativa", conhecida como "soruma" em Moçambique, contra 4 196 em 2006, ano em que também foram atendidos nos hospitais moçambicanos 1 436 toxicodependentes, contra 624 em 2007. "Os dados que temos ilustram uma maior intervenção das autoridades no combate ao tráfico e consumo de estupefacientes no país, mas também o aumento da produção", disse aos jornalistas o vice-ministro do Plano Desenvolvimento, Victor Borges, que também participou com o seu colega da Administração Estatal no encontro com os jornalistas.
O Governo aprovou igualmente os novos formatos do bilhete de identidade e do passaporte, que passam a inserir na sua estrutura dados biométricos, em linha com o que já é feito na África Austral e em outros países do mundo, como é o caso de Portugal. "Os documentos abrangidos por estes novos formatos serão substituídos paulatinamente, implicando isso que teremos uma vigência simultânea entre os documentos do novo modelo e os do anterior", acrescentou Borges. NOTÍCIAS LUSÓFONAS - 01.03.2008 Imagem Worldsurface.com

segunda-feira, 31 de março de 2008

Munícipes agastados com burocracia na DCU

- Cidade de Maputo

“Quando o Presidente da República, Armando Guebuza, assumiu a presidência deste país prometeu combater a burocracia nas instituições do Estado. Na altura prometeu ainda que a tramitação dos documentos nos balcões das instituições estatais duraria no máximo 15 dias, mas não é o que está a acontecer. Voltamos de novo ao espírito do deixa andar, não havendo quem fiscaliza os serviços prestados aos cidadãos" - Carlos Matine cidadão residente no bairro da Costa do Sol, agastado com a burocracia do Director da Direcção da Construção e Urbanização da Cidade de Maputo

Vários cidadão mostram-se agastados com a burocracia que reina na Direcção de Construção e Urbanização da cidade de Maputo ( DCU) quanto ao processo de tramitação dos expedientes para a regularização dos espaços que ocupam a fim de construírem definitivamente as suas habitações. A reportagem do «Canal de Moçambique» escalou aquela instituição, localizada na Avenida 24 de Julho, centro da capital, e ouviu o sentimento de alguns citadinos sobre a matéria tendo-se revelado agastados pela demora na tramitação da documentação que ali é submetida. Carlos Matine, residente no bairro da Costa do Sol, quarteirão número 8, disse à nossa reportagem que requereu um pedido de regularização do espaço que ocupa, aproximadamente, em 1989, e até agora ainda não teve nenhum despacho. "No meu terreno já passaram várias equipas técnicas desta instituição. A última vez que lá estiveram fizeram a medição do espaço que ocupo para depois, pelo que me disseram, virem colocar os marcos. Isto foi em princípios de 2006, mas até aqui quando procuro saber do andamento do assunto, dizem que o director ainda não fez o despacho. Eles normalmente mandam voltar de novo 15 dias depois. Isto é demais porque praticamente tenho que quinzenalmente frequentar este local", disse o nosso interlocutor lamentando o facto de sempre ter que gastar muito dinheiro em transporte sem resultados satisfatórios. Carlos Matine, lembrou que uma das coisas que o presidente da República Armando Guebuza prometeu quando criou a Autoridade para a Função Pública, mais tarde extinta porque inconstitucional e em seu lugar criou o Ministério da Função Pública, era no sentido de combater a burocracia nas instituições do Estado. "Na altura falou-se que a tramitação da documentação nas instituições do Estado deveria no máximo durar 15 dias, mas não é o que está a acontecer. Voltamos de novo ao lema do deixa andar", disse a nossa fonte acrescentando que o director da Direcção de Construção e Urbanização da Cidade de Maputo quando for autorizar a regularização do seu espaço talvez já não terá dinheiro para construção. "Será tarde de mais. E agora não posso fazer nada, pois se o fizer contra a lei virão destruir", disse. Leia + aqui.

sexta-feira, 7 de março de 2008

PROJECTOS SOCIO-ECONOMICOS NOS MUNICIPIOS DA RENAMO SÃO EXECUTADOS PELO GOVERNO



Devido à incapacidade dos Presidentes- Constatação de Manuel Tomé, na sua recente visita aos cinco municípios de Nampula

Manuel Tomé, membro da Comissão Politica da FRELIMO disse ter constatado que grande parte das realizações socioeconómicas nos municípios geridos pela Renamo na província da Nampula, nomeadamente Nacala-Porto, Angoche, e Ilha de Moçambique estão a ser materializadas pelo governo, devido à incapacidade dos respectivos autarcas.Observou que as promessas feitas pela Renamo não estão a ser cumpridas, daí a necessidade da intervenção do governo.
Apontou como principais realizações a construção de sistemas de abastecimentode água, expansão das redes escolares e sanitárias, pavimentação das ruas, entre outras, com vista à melhoria de condição de vida dos munícipes.Por outro lado, aquele político disse ter-se confrontado com um descontentamento total das populações nos referidos município, alegadamente pela degradação do nível de vida em que se encontram mergulhadas.Por exemplo, na cidade de Angoche construímos uma fontanária pública, mas que a Renamo passou a controlar, transformando-a em fonte de receita para o município. Sublinhou Manuel Tomé.Falando em conferência de imprensa, que marcou o final da sua visita aos cinco municípios deste ponto da província, aquele político referiu, ainda, que, em face da situação, as populações daqueles locais manifestaram interesse que o cenário seja invertido, através da liderança da Frelimo.
Outra inquietação que Manuel Tomé diz ter reportado nas citadas autarquias, com maior incidência na de Nacala-Porto, prende-se com os desmandos perpetrados por membros do executivo de Manuel dos Santos, traduzidas na venda de talhões e imóveis, entre outros.Trata-se não só duma delapidação de fundos alocados pelo Estado, sobre a qual os Ministérios das Finanças e da Administração Estatal irão pronunciar-se na devida altura.
Anotou Manuel Tomé, precisando que o processo de fiscalização da gestão de fundos do Estado é abrangente, não se circunscreve aos municípios liderados pela Renamo. Abordado acerca da falta de coordenação que se tem verificado entre as administrações distritais e os municípios da Renamo, o nosso interlocutor referiu que o facto prende-se com a falta de cultura de Estado pelos apaniguados da “Perdiz”. Os representantes do Estado não perturbam o funcionamento dos municípios,estão a cumprir uma função que visa responder as necessidades da população. Frisou Tomé, a concluir.Refira-se que as visitas efectuadas por Manuel Tomé aos cinco municípios de Nampula tinha, essencialmente,por objectivo auscultar os anseios da respectiva população por forma a delinear o posicionamento mais conveniente face aos próximos pleitos eleitorais. WAMPHULA FAX - 07.03.2008
Nota: E' preciso encher-se de coragem para vir mentir 'a luz do sol, toda gente a ver. Como e' que os municipios sob comando da Renamo podem ter um desempenho a medida da Frelimo, se tudo o que esta ultima faz e' inviabilizar todo o trabalho bom da primeira? Por mim, sao constatacoes evasivas e descontextualizadas. Avante Municipios da Renamo! Um dia hao-de ter dinheiro para fazer funcionar os vosso minicipios. Nao verguem 'a chicotada psicolo'gica que a Frelimo esta' tentar vos impor!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

“Renamo é pela municpalização de todos os distritos do país”

-Segundo o respectivo líder, Afonso Dhlakhama, que sublinha a determinação do seu partido em inverter o cenário derrotista dos sufrágios anteriores. A RENAMO pretende que o processo de autarcização circunscrito, até agora, a trinta e três cidades, seja alargado às sedes dos distritos,que não possuem quaisquer órgão municipal.De acordo com o líder da “Perdiz”, Afonso Dhlakhama, o desejo do seu partido de ver todas as vilas-sede distritais do país transformadas em edilidades, significaria um “grande passo” para o fortalecimento da democracia e da descentralização do poder, tão apregoada pelo partido do “Batuque e Maçaroca”.

O “homem forte” da RENAMO confirmou a propalada “pressão” que o seu partido tem exercido, nos últimos anos, para que o númerode edilidades seja incrementado. Todavia, observou que a FRELIMO tem-se oposto à mencionada ideia com medo de perder o controlo de algumas zonas detentoras de todas as condições de se tornarem autarquias.Entretanto, Dhlakhama assegurou, em conferência de imprensa concedida à margem do seminário de capacitação proporcionado aos seus membros do Partido da Perdiz, na cidade de Nampula, a RENAMO está apostada em estudar a melhor estratégia “anti roubo” de votos, tendo em conta os próximos sufrágios eleitorais.Pois, não vale a pena estarmos sempre a choramingar que a FRELIMO nos rouba descaradamente.Claro que não iremos desvendar a estratégia que iremos adoptar para o efeito. Mas, garanto que agora ascoisas serão diferentes. Vincou.


Ademais, lamentou que em Moçambique continue a prevalecer uma acentuada partidarização das instituiçõesestatais, fazendo com muitos dos respectivos funcionários sejam “arrastados” para o partido no poder contra a sua vontade.Pronunciando-se sobre a razão da sua ausência sistemática, até à data, nas celebrações do Dia dos Heróis (3de Fevereiro), Dhlakhama alegou que o facto deve-se à partidarização que tem caracterizado essa e demais efemérides.Consequentemente, sendo eu da RENAMO, não vejo porque é que terei de comemorar uma data de um partido que não seja o meu. Se fossem datas nacionais, e sem conexão partidária que os feriadostêm, a coisa seria diferente. Frisou, a concluir.WAMPHULA FAX - 19.02.2009

sábado, 5 de janeiro de 2008

Edmundo Galiza Matos Jr., director da Rádio Indíco provável substituto do Dr. Carlos Tembe


- Face à excacez de quadros de gabarito de Tembe na Frelimo

ESTÃO, cada vez mais, assumidos os indicios de que a Frelimo está a prepara o Jovem Edmundo Galiza Matos e director da sua rádio de propaganda partidário, como o futuro edil do Município da Matola. A acontecer, estaremos perante um premiado por ter feito rádio da cidade, pelo nome Matolinhas que visava a camada jovem daquela urbe, com condão político a favor do partido no poder. Entretanto, a opinião publica sobre o assunto é de que esta vai ser a mais ‘desesperada’ acção da Frel a fim de encontrar um substituto a altura do Dr. Carlos Tembe que faleceu no mês passado vitima de doença repentina ainda não explicada. Esperemos que a Renamo traga um candidato para a mudança a mais clamada pelos matolenses.
NOTA: Confiram ainda sobre os contornos da luta titanica pelo poder no Municipio da Matola no blogue da Carlos Serra - O diario de um sociologo.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Olhar crítico a era tembiana na gestão municipal da Matola

- Um legado de miséria e conformismo, mas cheio de vontade de servir

Não é fácil caracterizar aquela que foi a vida e obra do Dr. Carlos Tembe como académico e político. A sua imponência no devir nacional quer através da sua contribuição docente quer nos meandros da política foi sem razão de sombra tal que o tornou singular e ponto de referência. No entanto, como gestor da coisa pública, Tembe estava mergulhado num mar de situações gerencionais desde a da terra até aos de postura, dificultando o cumprimento do seu plano para devolver a Matola o lugar que merece entre as urbes moçambicanas. Um exemplo dessa falha e, quiça, anacrônica é o legado de legado de miséria e conformismo a que se votou a maioria dos mercados. Nesta procura extontente dos produtos da primeira necessidade fui dar com uma imagem repugnante do Mercado Principal do Infulene ‘A’ cuja imagem ao lado-acima fica para o julgamento do caro leitor. Penso que com este legado do Dr Tembe, nada resta ao futuro edil quer seja o da Frelimo, quer seja o da Renamo quer seja ainda de um outro partido, terá que trabalhar à estopinhas para resolver o caso dos mercados municipais, onde a imundície convive com os alimentos.

Nota: Pese embora não devidamente esclarecidas as causas da perca irreparável deste grande homem, será muito difícil para a Frelimo encontrar uma aleternativa credível ao homem melhor esclarecido e inteligente como foi o do então Presidente Tembe. Requerer um estudo muito cauteloso para encontrá-lo e que faça seguimento do legado que ele deixa que não foi, diga-se de passagem, de todo mau.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Faleceu Carlos Tembe


Segundo informação agora recebida de Maputo, faleceu, no HCM, esta madrugada o Dr. Carlos Tembe, Presidente do Conselho Municipal da Matola. Fonte: Mocambique para Todos.

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