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VOA News: África

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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Nova divisão territorial foi desenhada para fins eleitoralistas da Frelimo


…com o fito de tirar o tapete a Renamo em potenciais áreas de sua derrota.




Se olharmos bem, só os militantes afectos à Frelimo é que vieram aplaudir o plano que ela prórpia desenhou devido ao rápido transe dos aconteceimentos à si desvavoráveis ainda muito antes do anúncio das eleições municipais recente pelo Presidente da República, Armando Emílio Guebuza.

Tais moçambicanos, cujo atitude se compara à de um bébé chorão, andam endiabrados, para o inglês ver, mesmo sabendo que a sua Frelimo tirará proveitos da nova divisão administrativa ora anunciada, que por via disso, ajudará a garantir a tal força da mudança na continuidade, ou seja, um contexto em que o cidadão pacato vai continuar a não ter pão, transporte, luz, água, educação que merece, cuidados de saúde que lhe curem, a democracia que vigore na sua plenitude.

Corroboro, no entanto, com a ideia de que as eleições não vão resolver os problemas que há mais de 30 anos de regime hipocrita e de estilo ditatorial afligem os moçambicanos. Convenha-nos afirmar que as eleições municipais de Novembro próximo irão resolver os problemas de meia dúzia de gatos pingados, cuja apetência ao poder é dolosa e de delapidação da riqueza nacional, sem que nada reste para as populações quer seja do norte, quer seja do centro, quer seja ainda do sul.

Com isso não diria que no dia das eleições, vamos manter-nos no nosso canto! Não vou votar! Isto é mau. Se nos abstemos, levamos connosco o peso de consciência de não termos cumprido um dever que nos assiste, um dever sagrado, um dever cívico, um dever moral, um dever político de ‘jogar’ fora a Frelimo, antes que transforme a nossa pátria, num baril de polvora, reduzindo a zero o sonho de ser de facto a 'Peróla do Oceano Índico'. Levantemo-nos para esse dever patriótico, apesar desta nova subdivião do território nacional! Votar significa lutar para a nossa existência como nação que está sendo esquartejada sob o nosso incrédulo olhar.

A actual repartição territorial nacional aparece sem contexto e desfocada ao desenvolvimento do país e o bem-estar do povo sem excepção, pondo ao descoberto as ambições e sanha da Frelimo de querer perpetuar sua presença no poder, mas sem benefícios nenhuns à população. A quem benificia privar a localidade de Milumbo do Distrito do Milange juntando esta a outra localidade, a de Tetete, pertencente ao distrito do Gurué? São localidades que em termos de traços linguisticos, culturais e o âmbito das suas economias dispares. Porquê essa relutância em colocalas juntas? Só um aproveitamento político é que pode ser a resposta mais precisa para este facto. Este exemplo serve só para ilustrar quão profunda é a artimanha da Frelimo, de afungentar ou colocar barreiras ao florescimento da democracia no país, cujo fito é descançar a Renamo pela negativa. Mapa University of Texas

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Renamo contra políticas que excluem a população*


…“Estamos numa situação extremamente caótica” contra qual nos devemos preparar.




A problemática de xenofobia não se confina apenas num único país. Ela apresenta nuances. Para o deputado da assembleia da República, Manuel de Araújo, em entrevista ao jornal online canal de Moçambique, afirmou que “não é só na África Sul onde se verificam actos de violência devido a políticas que de certa forma excluem a população”. Na verdade porém, “aqui em Moçambique isso acontece e o 5 de Fevereiro foi um exemplo disso embora tenha acontecido apenas entre moçambicanos” – disse.


Manuel de Araújo comentou ainda que “em Moçambique temos políticas económicas que não respondem às preocupações deste País. São modelos importados e nós nem tivemos tempos de repensar no nosso Estado e analisar os impactos que isso nos pode trazer. E nem nos damos tempo para essa análise. Para ele, “simplesmente copiamos os modelos dos outros que nem se adequam à nossa realidade e como consequência surgem conflitos de social, económica e política”.
Por outro lado, e ligado à políticas de exclusão, “a questão do desemprego é um outro problema sério que está relacionada com estes actos de violência que actualmente se registam na África do Sul e isso tem, de alguma forma, a ver com a incapacidade das redes sociais nos vários países da SADC, responderem às solicitações das sociedades nos respectivos países”.

O busílis do problema reside no facto de “nenhum governo nesta região tomou em atenção os sinais que nós temos vindo a alertar há bastante tempo” contra os emigrantes. A não tomada de uma posição firme quanto à questão do Zimbabwe, que é um sinal claro de que o governo da África do Sul não está a levar a sério as preocupações das populações” – asseverou Araújo.

O governo sul-africano não está isenta de culpa neste caso por ter reagido “com muita lentidão, sem proteger da forma como nós esperávamos, sem defender os imigrantes que são uma força extremamente preponderante para a economia da África do Sul”.
A terminar, aquele deputado da Assembleia da República opinou que “temos que nos preparar para momentos piores. Quer em Moçambique quer na própria região da África Austral. Estamos numa situação extremamente caótica. Alguns vão se rebelar contra todos devido à falta de meios de sobrevivência”. Aquele Deputado da Assembleia da República sugeriu ainda “que é imperioso que se tenha uma reflexão em volta desses modelos copiados e que estão sendo aplicados nos vários países da África Austral sem que respondam aos anseios da população”. Foto ControlArms *Titulo.

sábado, 3 de maio de 2008

Novo Ministro da Defesa Nacional diz que a situação do Zimbabwe não ameaça Moçambique!!! (Como não ameaça??!!)


Uma das primeiras ‘gafes’ que o novo ministro da defesa, Filipe Nhussi cometeu em entrevista ao “notícias” foi de ter afirmado que a situaçäo interna do Zimbabwe não ameaça de forma alguma a nossa integridade territorial. Falou de patrulhamento das FADM no Moçambique inteiro, mas se esqueceu que já há muito que o país sofre dos efeitos da crise zimbabwena. Não se base bem de que ameaça se refere, Nhussi preferiu ser miope quanto à a presença massiça de refugiados daquele país, do sub-aproveitamento económico do porto da Beira e o “pipeline”, as mulheres zimbabuanas que se vendem na Beira para ter algum e disputando espac,o com a prostitutas nacionais, o não pagamento da energia de HCB e dividas acumuladas por largos períodos. Afinal de que ameaça Nhussi se refere que não seja estas que arrolei aqui? Seria bom que ele tivesse presente e rever os seus ‘apontamentos’ sobre a crise zimbabuena e efeitos em Moçambique para falar com propriedade sobre a matéria.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

“Mandarinismo” em África

Chamaria o sistema politico adoptado por China para busca e manutensão da sua hegemonia no mundo e em África em particular de “madarinismo”. Esta é uma política assente essencialmente na economia por via da qual a China comunista canaliza aos países bens de consumo e certa tecnologia a preços abaixo da inflação com retornos em bens. Os preços aparentemente irrisórios oferecidos pela China tem a sua contra-partida na fome pelos recursos/bens em bruto para a sua indústria manufatureira. Um exemplo disse sao as construcoes das nossas sede do ministério dos negocios estrangeiros, assembleia da república o centro joaquim chissano, o futuro estádio nacional entre outros empreendimentos cujos pagamentos terão sido convertidos a porta da trás em recursos de madeira (na imagem), marinhos e mesmo amortizaões sem juros. Na opinião de muitos “mandarinólogos”, esta acção deliberada e calculada da China terá encontrado África desprevenida e ‘não pensadora’ sobretudo ao nível das suas ‘nomankalaturas’ no poder do dia. Por isso,mandarinizar” as economias africanas, pela China, passa, muitas vezes, por armar e forçar a estas nomenkalaturas contra o Ocidente e os próprios povos que nao veem com bons olhos este crescendo chines. Um dos exemplos de aversão a presença chinesa em África é Zambia, onde populares levam a voz e os chineses envolvidos em enforçar madarinismo naquele território preferem viver intra-murros altos para não serem vistos. Porque os moçambicanos olham impávidos a extorsão dos seus recursos pela mão da Frelimo, cuja intenção e bandeira poderá deixar a longo prazo Moçambique numa pobreza ainda terrível?

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Factores que levaram ao declino das armas de Mugabe no 'An Yue Jiang' pelo Governo de Guebuza

Segundo o Jornal Canal de Mocambique "no sábado surgiram notícias de que o «An Yue Jiang», após ter deixado o porto sul-africano da capital da província de que é originário Jacob Zuma, actual presidente do ANC, teria seguido em direcção ao porto de Maputo. A rota viria a ser alterada depois das autoridades portuárias moçambicanas terem alegadamente informado o capitão do navio de que não seria autorizado a efectuar o descarregamento da carga destinada às forças armadas do regime da ZANU-PF.
Em Maputo admite-se que o governo receava que qualquer gesto seu em solidariedade para com o governo de Robert Mugabe pudesse vir a suscitar sanções de certos países que fazem parte do grupo de países que sustentam cerca de 60% da economia de Moçambique. Também se admite em Maputo que o governo receava que os trabalhadores do porto da capital moçambicana, em solidariedade com o povo do Zimbabwe, vítima de abuso de poder por parte de um regime conhecido pelo recurso à fraude eleitoral em Harare, pudessem opor-se a que a mercadoria fosse desembarcada.
Um outro receio que se admite tenha condicionado o governo de Moçambique a não admitir que o navio chinês entrasse num ancoradouro moçambicano, prende-se com a probabilidade das autoridades Judiciais em Maputo poderem vir a ser solicitadas por organizações internacionais para procederem ao arresto do cargueiro.
Nicole Fritz, directora do Centro de Litigação da África Austral, na noite em que o navio zarpou do local onde se encontrava ancorado quando o oficial de diligências do tribunal de Durban dele se aproximava numa embarcação policial, garantiu que, se o navio tentasse descarregar os contentores destinados ao Zimbabwe num porto de Moçambique, a sua organização interporia uma acção preventiva semelhante junto dos tribunais moçambicanos." Leia mais aqui. Foto Guardian

sábado, 19 de abril de 2008

Ainda sobre o vaso chinês com carga de armamento para o regime de Mugabe

Circulam informações em Londres, Durban e Maputo segundo as quais o navio chines transportando armamento bélico para o regime tirano de Robert Mugabe terá deixado ontem a calada da noite o largo do Porto de Durban, depois de não se lhe ter aceite a ancoragem pelas autoridades portuarias sul-africanas.
Dados dignos de algum mérito indicam que o regime de Mugabe pode ter negociado com os regimes amigos ou da Frelimo ou do MPLA uma rota alternativa deste arsenal de cerca de 77 toneladas que inclui morteiros, lança granadas propelados por morteiros, armas de assalto AK47 e quantidades enormes de munições. O mais certo se este armamento for via Moçambique, a mais provável rota será a da Beira.
O porto da Beira que se encontra no final do corredor batptizado da Beira pode ser o destino desta carga assassina. Mas também abre-se a possibilidade de os portos de Maputo, Nacala, Quelimane ou Pemba serem usados segundo fontes bem colocadas. Um terceiro cenário é a utilização de sistema de baldeamento no alto-mar para embarcações menores que então se deveram fazer a costa moçambicana.

Implicação real para Moçambique

Politicamente falando, a acontecer que o Governo de Moçambique permita que esta carga militar transite aqui, dada a sua aproximação ao regime de Harare, o nosso país vai sofrer um escurtínio enorme.

Moçambique pode correr o risco de um isolamento político-diplomático e, por via disso, os país Ocidentais, muitos deles que assegurarem a nossa economia, através de contribuições importantes para o orçamento geral do estado (OGE) e investimentos directos em projectos como os de areia pesada e mozal, podem diminuir ou cortar esses apoios.

O povo de Zimbabwe, que é a potencial alvo deste equimento bélico, não vai perdoar nunca o regime da Frelimo, e por via disso, no's os moc,ambicanos!

É possivel que o Pretória tenha agido espertamente para sacudir a pressão sobre o seu mau desempenho como negociador entre MDC e Zanu (FP), e sobretudo, por causa da chamada ‘diplomacia silenciosa’, evitando que este barco descaregue. Assim, será o tal país a salvar os erros dos outros países? Não.

Por aquilo que se conhece da Frelimo, é possível que esta queira que carga passe pelos portos moçambicanos, a fim de salvar um regime amigo, mesmo sabendo que as armas sejam para matar cidadãos inocentes no Zimbabwe.

Por aquilo que se conhece da Frelimo, é bem possível que neste momento esteja a preparar as condições para ancorar o navio chinês secretamente.

Por aquilo que agente conhece da Frelimo, é ainda possível de esteja a depurar fileiras entre os estivadores nos portos de Maputo, Beira, Nacala, Pemba e Quelimane para saber quem é quem para garantir sigilo e não passagem de informação a imprensa, sobre a passagem da mecadoria assassina.

Por aquilo que se conhece da Frelimo, é mesmo possível os sindicatos ferro-portuários tenham sido dissuadidos a ‘não mexerem palha’ em defesa do trabalhador. Defender o trabalhador não e' só quando se trata de salários. O pacato estivador vai, às escuras, mexer numa carga que de antemão os sindicatos nacionais sabem que vai matar milhões de zimbabwenos além fronteira. Porque não lhe oferecer essa chance aos trabalhaores dos portos para saberem dos prós e cons sobre uma decisão eventual do regime de Maputo em aceitar que esta carga passe por aqui? Já deviam estar a tomar decisões, senhores sindicalistas! Foto: AFP/Guardian

Veja neste elo um artigo relacionado

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Tabo Mbeki em Maputo, na sexta-feira, com economia na agenda

O Presidente da África do Sul, Tabo Mbeki, desloca-se sexta-feira a Maputo, para participar na 13ª Cimeira da Conferência Económica Bilateral Moçambique-África do Sul, disse hoje fonte oficial. No âmbito da sua visita a Moçambique, com duração de apenas um dia, Mbeki vai manter conversações com o seu homólogo moçambicano, Armando Guebuza, além de acompanhar os trabalhos da referida conferência, que constitui o principal mecanismo de cooperação entre os dois países no domínio económico, indicou à Lusa fonte oficial da Presidência moçambicana, sem fornecer mais detalhes. A África do Sul é o principal exportador de bens para Moçambique, principalmente alimentares, e é também o maior mercado de mão-de-obra moçambicana, empregada sobretudo nas minas e na agricultura, acolhendo, por isso, a maior diáspora moçambicana no estrangeiro, acima de dois milhões de emigrantes. - 09.04.2008 Noticias Lusofonas

quarta-feira, 26 de março de 2008

Cadê democracia*

O líder da oposição em Moçambique, Afonso Dhlakama, queixou-se hoje em Maputo ao Presidente português, Cavaco Silva, segundo o jornalista Luís Andrade de Sá, da Lusa, da "mistura entre partido FRELIMO, governo e instituições" e apelou a que Portugal "comece a falar em Democracia".

Portugal, na circunstância através de Cavaco Silva, pode de facto falar de democracia, mas terá de dizer aos moçambicanos: olhai para o que nós dizemos e não para o que nós fazemos.É que, também em Portugal existe uma “mistura entre Partido Socialista, governo e instituições”, apesar de o país viver em suposta democracia desde 1974.
"Disse ao Presidente (Cavaco Silva) que o apoio a Moçambique não é o apoio ao partido FRELIMO mas ao povo de Moçambique", referiu o líder da RENAMO, no final de uma reunião de cerca de 40 minutos com o chefe de Estado português. Dhlakama acrescentou ter dado exemplos de casos de "mistura entre FRELIMO e Estado moçambicano", nomeadamente "professores, enfermeiros e funcionários públicos que até hoje são obrigados a pertencerem ao partido" no poder desde a independência.Creio que Cavaco terá pensado para com os seus botões: “É exactamente o mesmo que se passa em Portugal”.
"Ele (Cavaco Silva) até me disse que eu estava a exagerar mas eu respondi: não, o Presidente tem liberdade, fale com as pessoas em privado'" para confirmar a acusação, contou Afonso Dhlakama.É isso. Não sei se Cavaco conversou em privado com os moçambicanos para confirmar a promíscua mistura entre a FRELIMO, o governo e o estado. Tal como não sei se Cavaco conversa em privado com os portugueses para confirmar a promíscua mistura entre o PS, o governo e o estado. (Fonte: Alto Hama)
*Meu titulo

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Sobre a Independência e a Liberdade do Povo Moçambicano


Ao pensar nos tópicos deste artigo, lembrei-me das palavras de Jesus Cristo que dizia: “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Afinal, não são as armas que libertam o povo, não são os discursos nem é a boa vontade dos dirigentes. É a verdade que liberta o povo. Os exemplos da história, mostram que os dominantes sempre procuraram omitir a verdade para melhor subjugar. Quanto menos esclarecidos, menos iluminados ou menos informados, menos difícil era enganar e dominar as pessoas. O grande exemplo é a política colonial que não oferecia educação como um direito universal. Política essa que de certa forma está sendo perpetuada no país. Leia mais sobre esta historia em Canal de Mozambique.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Será 2008 economicamente bom para Moçambique

- Quem defende é o Fundo Monetário Internacional
A instituicao do “Bretten Woods” veio esta semana dizer-nos que Moçambique goza de uma cenário positivo no capitulo económico pese embora a alta dos preços do combustível e de uma balança comercial negativa. Esta apreciação foi dada por Jean Clément director-adjunto do Departamento de África no FMI.
Salientou ainda que “Moçambique tem um crescimento económico robusto, acrescentando que para 2007 espera-se uma evolução que poderá ser de sete por cento em termos reais, portanto, dos mais elevados níveis de África.” Dois factores pesam para esta sua analise optimista, nomeadamente o “Plano de Acção para a Redução da Pobreza Absoluta (PARPA) II, ter sido acordado com o Governo o aprofundamento da segunda fase de reformas, de tal forma que o exercício dos negócios seja cada vez mais facilitado”. Este director do FMI indicou ainda que com o advento do exploração do crude e mineiros estas duas leis se revestem de capital importãncia.

O que o homem do "Betten Woods" não disse
O que não ficou claro nesta dissertação do homem do banco são outros cenários que directa ou indirectamente pesarão neste crecimento economico. Uma delas e’ regional e a outra de caracter interno. Como éé sabido, Mozambique alinhou com a politica draconiana do regime de Mugabe. As sançães que estão a ser aplicadas ao Zimbabwe estao a afectar duma maneira dura as exportações moçambicanas caso da enérgia de Cahora Bassa e do pipeline, bem assim do uso do Porto da Beira. O homem do Bretten Woods esqueceu-se de mencionar que a corrupção em que os agentes do Estado e do Governo está atingir proporções assustadoras criando uma situação de não confiança as instituições nacionais pelos investidores e doadores internacionais. Confira-se esta historia tambem aqui. Encontre também no bloque “Ideias para debate” uma reflexão.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Moçambique quer captar, em Macau, investimentos dos empresários do jogo

Moçambique está interessado em cativar empresários de Macau para investirem em espaços de jogo no país, afirmou hoje o ministro do Turismo moçambicano, Fernando Sumbana Júnior. O governante, que está em Macau para participar num seminário intitulado "Oportunidades de Investimento na Área do Turismo em Moçambique", salientou as "excelentes capacidades e recursos naturais" de Moçambique e revelou ter feito convites a todos os operadores de Macau para conhecerem as potencialidades do país. "Moçambique está a aparecer no mundo como um mercado emergente de primeiríssima qualidade no sector do turismo" que está a chamar a atenção das principais revistas da especialidade e a atrair investimentos de qualidade, sobretudo nas ilhas.

No entanto, "há ainda muitas zonas onde o mercado turístico pode ser desenvolvido", incluindo o sector dos casinos, assinalou. "Actualmente, existem três espaços de jogo no país - Maputo, Cabo Delgado e província de Maputo na fronteira com a Suazilândia - e sendo uma porta de entrada para o mercado da África Austral e um país com características muito particulares, temos condições para desenvolver mais o sector dos casinos", disse o ministro, salientando que "há espaço para muitos mais locais de jogo". Apesar de ter convidado os operadores de Macau a visitar Moçambique e a analisarem localmente as possibilidades de investimento no país, Fernando Sumbana Júnior sublinhou também o convite, através da comunicação social, "a todos os operadores do mundo" porque Moçambique "é um país que tem as portas abertas para todos". Além de Macau e da China, Moçambique quer continuar a promover as suas capacidades turísticas e comerciais em todo o mundo da lusofonia, tendo já efectuado acções em Portugal e no Brasil e estando a preparar uma deslocação a Angola.

De Macau, o ministro leva uma receptividade "muito positiva por parte das autoridades que sempre manifestaram grande simpatia" e, da parte dos empresários, sente que "pretendem dar passos mais largos". No continente chinês e em Macau, o ministro salientou ainda que o objectivo da sua visita "é aprofundar" os fortes laços que unem Moçambique com a China e com Macau bem como "criar as condições para fazer coisas tangíveis e trazer resultados positivos" para ambos os lados. Fernando Sumbana Júnior terminou hoje em Macau um périplo pela China e Macau tendo participado na Feira de Turismo de Kunming e efectuado encontros bilaterais com as autoridades chinesas em Wuhan e Fuzhou, contactos que classificou de "positivos" e com fortes possibilidades de acções concretas no futuro.

Moçambique recebe anualmente 1,1 milhões de pessoas, das quais, segundo o ministro, 650.000 são turistas, números que o Executivo de Maputo quer fazer crescer até 2020 para quatro milhões de visitantes. A visita de Fernando Sumbana Júnior a Macau foi organizada no âmbito das actividades do Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa e contou com o apoio dos Serviços de Turismo.
Fonte: Noticias
PS: Porque promovemos turismo desta escala so' para o sul do pai's? Pois, a excepc;ao o Wimbi, o Sr Sumbana fechou os olhos para o resto de Mozambique nessas suas negociatas com os macaianos.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Moçambique e China reforçam laços de cooperação

O governo moçambicano está a cooperar com a República Popular da China nas áreas de Agricultura, Educação, Desporto, empréstimos preferenciais sem juros, perdão de dívida e isenção de impostos aduaneiros disse ontem aos órgãos de comunicação social o embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República da China em Moçambique, Tian Guangfeng.

Segundo Tian Guangfeng “a Republica Popular da China vai cumprir com os acordos que recentemente rubricou com Moçambique para abranger as áreas de agricultura, educação, desporto, empréstimo preferencial e sem juro, perdão de dívida e isenção de impostos aduaneiros”. Tian Guangfeng recordou que “os acordos firmados entre Moçambique e China foram feitos com base em visitas frequentes de alto nível, diálogos e negociações intensificadas”.

Ainda de acordo com aquele diplomata do país mais populoso do Mundo “os acordos vieram para ficar porque neste momento o banco da China está a avaliar projectos de cooperação nas áreas de agricultura, alargamento do aeroporto e telecomunicações” submetidos pela parte moçambicana. “Perdoámos também a dívida moçambicana no valor de 134 milhões Ren Minbi que venceram no final de 2005”. “Aumentamos o critério de bolsas para Moçambique como também formamos 110 técnicos profissionais em matéria de gestão financeira”, disse o diplomata. Acrescentou que a breve trecho “com donativo financeiro da China vamos construir escolas e instalar um centro de tratamento de malária no Hospital de Mavalane em Maputo”.

Por outro lado Tian Guangfeng diz que “durante um período de dois anos, isto é de 2008 a 2010, o Governo chinês vai oferecer medicamentos de tratamento de malária orçados em 2 milhões de Ren Minbi como também enviar equipas médicas para Moçambique”.
Fonte: Canal de Moz.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Moçambique joga ‘por baixo da mesa’ facilitando Mugabe, passo tido como lisongeiro face ao posicionamento do Ocidente

Moçambique e Zimbabwe eliminam vistos
Entra amanhã em vigor a medida de supressão de vistos entre Moçambique e Zimbabwe, no quadro do processo de abertura de fronteiras para facilitar a movimentação de pessoas e bens entre os Estados membros da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC). Fonte da Direcção Nacional de Migração disse ontem ao “Notícias” que Moçambique tem já reunidas as condições para que este processo decorra à altura das necessidades. Segundo a mesma fonte, a supressão de vistos vai trazer ganhos para os dois países, numa altura em que se caminha a passos largos para a entrada em vigor da Zona de Comércio Livre na região.
Fonte: Macua de Mozambique

PS: Moçambique tinha que fazer um compasso de espera perante a crescente deterioracao da situacao interna do Zimbabwe. Os senhores do Ocidente que se decidiram em fazer castigo ao Mugabe são os mesmos que nos apoiam a sair desta pobreza a que estamos votados. Por isso, eu acho que deviamos ser muito cautelosos porque podemos estar a abrir as portas, com os vistos, para a rota de colisao com o Ocidente.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Moçambique em 15° no “ranking” de África

O MIRADOUR(O)NLINE pode revelar que a equipa nacional de futebol ocupa a 15ª posição em África, segundo o "ranking" da FIFA divulgado quarta-feira em Zurique. Comparativamente ao anterior "ranking", anunciado no mês passado, Moçambique registou uma subida de dois lugares, ultrapassando inclusivamente a selecção sul-africana, que caiu do 15° para o 17° lugar.

O combinado nacional soma 419 pontos, menos nove que a sua congénere angolana, que ocupa a 14ª posição. A selecção nigeriana continua a liderar com 841 pontos. mais 19 que os Camarões, que também mantiveram a segunda posição. O terceiro lugar é ocupado pela Guiné. Conacri com 727 pontos, que subiu um lugar em troca com a Costa do Marfim, que passou para o quarto, com 722 pontos.

A lista dos cinco primeiros classificados completa-se com o Senegal, selecção que fez parte do grupo dos "Mambas" nos jogos de apuramento para o CAN-2008. Os senegaleses têm 717 pontos.

Fonte: NOTÍCIAS / M I R A D O U R (O)NLINE - CANAL NOTICIOSO - MOÇAMBIQUE - MMVII

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sábado, 20 de outubro de 2007

Liberdade de imprensa

O Miradour(O)nline pode informar que Moçambique desceu 28 lugares no Ranking mundial sobre a liberdade de imprensa elaborado pela Repórteres Sem Fronteiras (RSF), uma organização fundada em 1985 e que tem como principal desiderato a defesa da liberdade e do direito à informação.

Fonte: Imensis

Vai ser assinado um acordo com o Vietname na aquacultura

O MIRADOUR(O)NLINE pode revelar que o Vietname e Moçambique vão assinar um Memorando de Entendimento e Cooperação na área da aquacultura, numa altura em que o país asiático aumenta significativamente o seu comércio com o continente africano. Vu Van Tam, do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vietname, e Cadmiel Mutemba, ministro das Pescas de Moçambique acordaram na necessidade de cooperação entre os dois países, após conversações que resultaram num acordo sobre parceria no aquacultura, a partir de 2008, informou a agência noticiosa vietnamita.

Os dois países irão apostar na troca de informações e tecnologia, pesquisa na área da aquacultura, formação de técnicos e especialistas e na produção e exportação de mariscos. O interesse do Vietname por África acaba de ser expresso na 62¦ Sessão da Assembleia Geral da ONU sobre a Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (NEPAD), que decorreu na quinta-feira, em Nova Iorque.

Ali, Nguyen Tat Thanh, representante do Vietname na ONU, insistiu na necessidade de um reforço de parcerias internacionais para apoiar o desenvolvimento dos países africanos, sublinhando que o comércio entre o seu país e o continente africano aumentou de 10,5 milhões para 70,5 mil milhões de euros, entre 1991 e 2006. A cooperação entre o Vietname e o continente africano tem vindo a expandir-se em vários sectores, como agricultura, indústria, ciência e tecnologia, higiene e saúde, educação e protecção do meio ambiente. O representante vietnamita explicou que o fortalecimento das relações com o continente africano é um dos principais objectivos da política externa do Vietname, concluindo que o seu país está
disposto a contribuir na implementação do NEPAD.
Fonte: NOTÍCIAS LUSÓFONAS/ M I R A D O U R (O)NLINE - ACTUALIDADE NOTICIOSA - MOÇAMBIQUE - MMVII
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sábado, 15 de setembro de 2007

Empresários moçambicanos saem do Brasil cheios de ilusões

Os mais de 50 empresários moçambicanos que nos últimos dias estiveram em jornadas de negócios no Brasil, sucessivamente em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, regressam à casa com toda a expectativa de terem despertado os brasileiros para um país chamado... Moçambique.
Até aqui, a relação comercial entre Moçambique e Brasil é mais retórica que prática. Os brasileiros, com uma economia bem mais pujante que a moçambicana, estão, como se diz na gíria, "noutra", pelo que, apesar da língua comum, das similaridades culturais, de um modo geral, não têm o nosso país na agenda.
Dos 87 biliões de dólares de importações que os brasileiros já fizeram, de Janeiro a Julho deste ano, de uma previsão de 155 biliões até Dezembro, Moçambique não contribuiu com um centavo dólar que fosse. Por outras palavras, nos primeiros sete meses de 2007, o nosso país não exportou rigorosamente nada para o Brasil! Também os brasileiros não exportaram muito para Moçambique no mesmo período: apenas 12 milhões de dólares.
Sem dúvidas, muito pouco para dois países que se consideram irmãos. Mas esta realidade não é apenas deste ano. Vem de há alguns anos: em 2006, Moçambique exportou para o Brasil 15 milhões de dólares; em 2005, 20 milhões; em 2004, 14 milhões; e em 2003, 4 milhões. O nosso país está em 129º lugar no ranking dos países que exportam para o Brasil, liderado pelos Estados Unidos da América, Argentina, China e Países Baixos.
Os produtos que Moçambique exporta para o Brasil são estatuetas e outros objectos de madeira, quadros, bijutarias e obras de cestaria. Recebe, em contrapartida, do Brasil basicamente carnes, frangos, calçado, vestuário, entre outros.
Em 2006, o Brasil totalizou 35 milhões de dólares em exportações para Moçambique; em 2005, 28 milhões.
Inverter esta tendência
É esta tendência que Moçambique quer inverter. Por isso, na sua visita ao Brasil, o Presidente da República levou consigo mais de 50 empresários. Para além de falar com políticos, o Chefe do Estado reuniu com homens de negócios, incentivando-os a investir em Moçambique e ou a fazerem parcerias com os empresários moçambicano.
Guebuza funcionou como um catalizador, enquanto em paralelo os empresários faziam os seus contactos. Falou com os ministros da parte económica do governo de Lula, com as administrações da Vale do Rio Doce, da Camargo Correia, visitou e reuniu com o presidente da Federação das Associações Industriais de São Paulo.
No Rio de Janeiro, os empresários, já sem o Chefe do Estado, participaram num seminário com os empresários brasileiros na Federação das Câmaras de Comércio Exterior do Brasil, onde tiveram oportunidade, através de vários painéis, de "vender" Moçambique como um bom destino de investimento.
No fim, ao cabo de nove dias, ficou a convicção de que se começou a abrir uma porta importante para o investimento, dado o enorme potencial do Brasil.
Fonte: O PAÍS
 M I R A D O U R O - ACTUALIDADE NOTICIOSA - MOÇAMBIQUE - MMVII



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Empresário português acusado de maus-tratos a trabalhadores

Os trabalhadores da ex-Sociedade Cerâmica (CIMOC) de Moçambique, sob gestão da Construtora do Mondego, detida por um português, acusam o proprietário de violar constantemente a lei laboral e maltratar os empregados, atitude descrita como "exploratória" e "racial".

Os 102 funcionários da CIMOC, que quarta-feira se manifestaram junto ao escritório da Construtora do Mondego, em Maputo, dão conta de actos de violência física protagonizados pelo proprietário da empresa, o português Manuel Pereira, aos seus empregados, que dizem não receber salários há três meses.
Os trabalhadores queixam-se ainda de nem sequer receberem o salário mínimo, nem mesmo os que têm mais de 20 anos de serviço.

A mesma carta refere que o dono da cerâmica não respeita as recomendações sanitárias ao não fazer inspecções médicas periódicas, o que, afirmam, já ditou a morte de oito trabalhadores, vítimas de doenças pulmonares.

"Por falta de inspecção médica periódica e de fornecimento do leite para a lavagem da poeira, há muitas doenças que culminaram na morte de oito trabalhadores" daquela fábrica de cerâmica, dizem.

O documento destaca também actos de intimidação aos trabalhadores, alegadamente pela proximidade existente com alguns membros do governo moçambicano e o Presidente da República, Armando Guebuza.

Numa reunião realizada no primeiro semestre deste ano com o comité sindical da CIMOC, Magalhães terá ameaçado humilhar os seus empregados, supostamente por, na qualidade de patrão, possuir dinheiro e "ter grandes influências junto das autoridades" do país.

"Vocês têm força e eu, vosso patrão, tenho dinheiro. Vou humilhar-vos até a última gota do vosso sangue", disse Magalhães, segundo a carta dos empregados da CIMOC.

Os queixosos acusam, por outro lado, o dono da CIMOC de ter dado "um puxão de orelhas a um dos operadores de máquina", a quem, posteriormente, despediu mediante o pagamento de uma indemnização de 300 meticais, valor equivalente a oito euros.

"Para um país democrático como Moçambique, ficamos indignados com o comportamento do patronato, que está a transgredir aquilo que é o estatuto do funcionário e os seus direitos", referem os trabalhadores.

"Não será isso exploração do homem, ou (esta atitude) assemelha-se a colonização?", questionam. 
  

Fonte: NOTÍCIAS LUSÓFONAS 

 



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Henrique Cardoso defende políticas arrojadas para conter a inflação

O ex-Presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso defendeu hoje em Maputo "políticas arrojadas" para conter a inflação, citando o sucesso do Brasil neste campo, mas reconheceu a "fragilidade" de alguns Estados face às exigências do Fundo Monetário Internacional.

Em 1993, Fernando Henrique Cardoso dirigiu o Ministério da Fazenda, conseguindo reduzir a inflação que rondava os 30 por cento ao mês, situação que poderia ter levado à deterioração da situação política do país.

Numa palestra proferida hoje na Universidade Politécnica em Maputo sobre a sua experiência, durante o período em que foi ministro brasileiro da Fazenda, Cardoso apontou as diversas estratégias por si adoptadas para impedir a hiperinflação e que culminaram com a mudança da moeda brasileira, o Cruzeiro para o actual Real.

O ex-ministro brasileiro da Fazenda apontou como exemplo do seu sucesso a mobilização dos parlamentares e a adopção de políticas de previdência social e administração pública, além da democratização do acesso às políticas sociais.

Às vezes, "tinha que ser muito duro com os deputados, que têm uma linguagem muito dura. Um dia no Parlamento perguntaram-me sobre a negociata que estávamos a fazer com o Fundo Monetário Internacional" (FMI), para tentar criar a estabilidade macroeconómica no país, lembrou.

"O Brasil teve que tomar medidas duras para o controlo do défice público", mesmo diante de algumas reclamações do FMI, disse.

Apesar de reconhecer a incapacidade de certos países para fazer frente ao FMI, como foi o caso do Brasil, Cardoso sugeriu a implementação de "políticas arrojadas" nestes Estado, visando inverter algumas situações de dependência àquela instituição financeira mundial.

No seu mandato, antes de assumir a presidência brasileira, em 1994, Cardoso primou pela mobilização de uma maioria parlamentar e conquista da opinião pública a favor do seu plano de estabilização, o Plano Real.

"Enquanto havia recomendações (dos assessores) para não falar com jornalistas (por exemplo) quando entrasse na minha sala, eu fazia o contrário", disse numa alusão a sua estratégia para angariar simpatia da população, já "cansada da inflação".

As medidas de controlo do défice público foram acompanhadas da reforma monetária, que se completou com a entrada em circulação de uma nova moeda, o Real, em Julho de 1994.

Apesar das várias crises externas que tiveram um forte impacto na economia brasileira, as estratégias seguidas pelo sociólogo resultaram na redução da inflação na casa de um dígito por cento anual, que continua até hoje.

Consequentemente, as reformas abriram caminho para a modernização da infra-estrutura económica, com a abertura para investimentos privados nas áreas de telecomunicações, energia eléctrica, petróleo, transportes e mineração, apesar de uma forte oposição no Congresso Nacional do Brasil.

As mudanças escolhidas por Cardoso reflectiram-se igualmente no maior acesso ao ensino básico, bem como na generalização do atendimento básico de saúde e da previdência social e os benefícios gozados por pequenos agricultores, que tiveram acesso amplo à terra e ao crédito. 
 

 Fonte: NOTÍCIAS LUSÓFONAS /

 



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Navio americano no porto de Maputo

US Navy ship docks in Maputo
A US naval vessel will dock in Mozambique, as part of an American defence forces' programme of promoting maritime protection.

Maputo - For the first time in 30 years a United States naval vessel will dock in Mozambique, as part of an American defence forces' programme of promoting maritime protection.

Fernando Angelo, a spokesperson at the United States embassy in Maputo, said on Thursday that the ship, the USS Forrest Sherman, would be in Mozambique between 17 and 21 September.

This was the first US navy ship to dock in Mozambique in more than 30 years. The USS Paul and USS Mullinnix visited the southern African nation in 1994.

Angelo said the visit by the navy ship, with a crew of 315 - 38 officers and 277 recruits - was part of the US Navy programme of establishing strong partnerships with sub-Saharan African countries.

The navy had already docked in Djibouti, Tanzania, and the Comoros Islands and after Mozambique it would head for the South African coasts.

Angelo said that during the week-long visit the US Marines would demonstrate to the Mozambican navy ways of controlling fires aboard ships, and drill them in first aid skills.

The marines would also participate in a blood donation campaign, which would benefit Mozambican health institutions.

Angelo said the forces would visit a local orphanage accommodating more than 400 children in Chiango locality in Boane, Maputo province.

Fonte:News24 (Online edition)
 

 

 



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