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VOA News: África

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terça-feira, 7 de julho de 2009

“Clique” da Frelimo quer ou não ractificar o convénio do TPI?


 - Ou tem medo de se confrontar com o seu passado “tenebroso”!
Trinta estados africanos assinaram o tratado do Tribunal Penal Internacional (TPI), mas são poucos os que querem aplicar os seus ditames, ractificando-o.
Porquê os países da União Africana, excepto o Botswana, se unem contra o mandato do TPI contrado o chefe do estado do Sudão por alegado abuso contra os direitos humanos em Dafur?

Olhando para o nosso país, não há razões que impedem que Moçambique não ratifique as linhas mandatárias do TPI, pela AR. Um gesto célere nesse sentido é “bonito” e não nos lança na lama de suspeitas de que algo se está a recear ou esconder. Afinal, quem não deve não teme. 

Ainda assim, nota-se que, amiudemente, e com muita preocupação, o país est­á ficar refém do comando retrogrado da Frelimo. Há gende com mãos cheias de sangue deste passado recente neste regime. Por isso, anda-se aos rodopios e justificações descabidas sobre porquê até hoje o país não ractificou aquele tão importante convénio internacional. Sob pena de colocar o país e os moçambicanos numa situação vulnerável e transformar o nosso território num covil de gente, como o Mareshal Bachir do Sudão, na imagem (foto: RWNogueira).

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Se Bachir pede ajuda a Guebuza, a quem este último pedirá?



…Nos tempos que vêm aí!




Os moçambicanos foram surpreendidos pela notícia da vinda do Ministro sudanês do Turismo, Joseph Dong no passado sabado. Dong é emissário do presidente sudanês, Omar Al-Bashir que, ao que tudo indica, vai as barras do tribunal penal international (TPI), devido ao genocídio e crimes contra a humanidade praticados em Darfur. Numa coferência de imprensa, o referido ministro, apressou-se a dizer que Guebuza ter-lhe-á dito que o problema de Darfur é político e, como tal, merece uma resolução de caráter político.
Pelo menos, é isto que alguma imprensa ouviu dele, sem, no entanto, confrontar ao próprio Presidente Guebuza que pensa dos crimes e genócidio no Darfur de que o seu homólogo é acussado.

No entanto, a caminhar-se assim, não restam dúvidas que uma parte da nomenkalatura do poder em Moçambique pode ver a sua sorte definida pelo TPI, num futuro breve, pelos crimes de sufocação de cidadãos indefesos à mando do actual Ministro do Interior, J. Pacheco, em Montepuez e outros camaradas. Estes e outros crimes (por exemplo a dos campos de reeducação do Niassa, dos Testemunhas de Joavá em Tetete no agora ditrito de Milumbo na Zambézia) levam o selo nitido de genócidio e crime contra a humanidade. Foto Sudan.net

terça-feira, 15 de julho de 2008

Bachir à contas por genocídio e crimes contra a humanidde em Dafur


... e TPI acusa al-Bashir e pede sua detenção

“O procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI), Luís Moreno-Ocampo, acusou ontem o presidente do Sudão, Omar al-Bashir, de crimes de guerra e contra a humanidade e de genocídio em Darfur, onde mais de 300 mil pessoas morreram em cinco anos de conflito. Neste contexto, Luís Moreno Ocampo, solicitou uma ordem de detenção contra o presidente sudanês.”
Fonte: Notícias

Política de avestruz da China em África*

... leva a que Sudão viole embargo de armamento da ONU

A China ajuda militarmente o Governo do Sudão nas acções levadas a cabo em Darfur, revela o programa "Panorama" da BBC que será hoje apresentado. Segundo os jornalistas, a ajuda é dada apesar do embargo da ONU. Os investigadores encontraram, entre outras provas, camiões militares de fabrico chinês em Darfur, exportados em 2005, apesar do embargo de armas imposto pela ONU. Foram também registados testemunhos de que Pequim treina pilotos sudaneses para os caças chineses A5 Fantan. O embargo imposto pela ONU exige que os governos estrangeiros não ajudem militarmente nenhum dos grupos envolvidos no conflito.

Segundo observadores internacionais que regularmente enviam informações sobre a situação para as Nações Unidas, os meios da força multinacional de paz em Darfur devem ser reforçados e a China pressionada para que a violência termine nesta província do Sudão.
Segundo Daoud Hari, um refugiado de Darfur que vive nos EUA e que recentemente esteve em Portugal para promover o seu livro sobre este drama ("O Intérprete"), "as forças de paz, se tiverem meios, podem fazer a diferença". O problema está, contudo, no facto de "os países ocidentais não querem agir por causa da China". E o que querem os chineses? "Querem o petróleo, pouco se importando com tudo o resto", afirma Hari.

No contexto africano é cada vez maior a influência chinesa, seja através de meras relações comerciais ou de uma crescente influência política e militar, da qual o Zimbabwe é o exemplo mais recente. Primeiro com a crise que envolveu um navio carregado de armas para o regime de Robert Mugabe e, sexta-feira, ao vetar no Conselho de Segurança das Nações Unidadas a resolução que pretendia impor senções a Harare.

Desde Janeiro está no Sudão uma força conjunta das Nações Unidas e da União Africana constituída por 7 500 militares e menos de 2 mil polícias, mau grado o número estabelecido como o mínimo funcional seja de 26 mil homens. Segundo a União Africana, que reconhece não ter meios para controlar a situação, o problema reside no facto de a comuniade internacional estar, por exemplo, mais preocupada com o que se passa no Líbano do que com a catástrofe em Darfur. "Em relação a África parece que o problema é só o da fome", lamenta Daoud Hari, acrescentando que "em Darfur não tinham fome antes desta crise, o que revela que a questão fundamental é de segurança".

Em África, as vítimas, sejam de guerra, de fome, de doenças, contam-se sempre por muitos milhares. A ONU reviu as contas dos últimos cinco anos do conflito em Darfur e chegou à cifra de 300 mil mortos, mais 100 mil do que os dados anteriores. Embora ainda não revistos, os dados sobre os 15 anos de guerra civil no Burundi também apontam para mais de 300 mil mortos.
No entanto, o embaixador sudanês na ONU, Abdalmahmoud Abdalhaleem, qualifica de "exagero grosseiro" o balanço de John Holmes, subsecretário-geral das Nações Unidas para as questões humanitárias, embora não avance com estatísticas oficiais e nem saiba, como reconheceu, se o Sudão tem a população estimada pelas Nações Unidas em 38 milhões de habitantes.
Abdalmahmoud Abdalhaleem diz, aliás, que, "no máximo, o número de mortos provocados pelo conflito de Darfur é de dez mil".
Orlando Castro *Meu titulo.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Darfur: rebeldes unificam posições

Mediadores e líderes rebeldes expressam otimismo

Já foram concluídas em Arusha, na Tanzânia, as negociações envolvendo facções rebeldes sudanesas da região de Darfur e mediadores internacionais.

A informação inicial é que os grupos chegaram a uma posição unificada.
Entre outros pontos, eles concordaram que as negociações finais para um acordo de paz com o governo sudanês devem acontecer dentro de dois ou três meses.
Os encontros em Arusha, no entanto, foram boicotados por Abdel Wahid Nur, líder da maior facção rebelde de Darfur - o Movimento de Libertação Sudanês.

Para o enviado especial da União Africana, Salim Ahmed Salim, o Movimento de Libertação Sudanês deveria aproveitar a oportunidade e se engajar no processo de paz.
"Os movimentos que participaram das negociações vão ao menos tentar fazer algo. Todos os líderes destacaram a importância de uma unidade e cabe ao líder do Movimento de Libertação Sudanês assumir essa responsabilidade na hora certa e eu acredito que a hora é essa, independente das diferenças que ele possa ter e das exigências que ele tenha. Ficar de fora do processo não vai ajudá-lo nem ao processo em si."

De qualquer forma, Ahmed Hussain - representante de um dos grupo rebeldes - acredita que os resultados das negociações em Arusha devem ser mais positivos do que os do encontro anterior em Abuja, na Nigéria, em maio do ano passado.

"Quando o acordo em Abuja foi assinado, foi assinado por apenas uma facção. Agora, aqui em Arusha, nossos comandantes e nossos líderes políticos conseguiram se unir."
As negociações dos grupos rebeldes foram realizadas após a decisão das Nações Unidas e da União Africana, na semana passada, de enviarem uma forca de paz com vinte e seis mil soldados para Darfur.

Fonte: BBC-Lingua Portuguesa

Angola24Horas

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