"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,

VOA News: África

Mostrar mensagens com a etiqueta Esquadras da PRM. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Esquadras da PRM. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

António Frangoulis denuncia implosão entre o MINT e PRM


...apontando que nada fez para inverter a situação

Sem papas na língua e no estilo que lhe é peculiar, o antigo director do PIC da Cidade de maputo, A. Frangoulis, caracterizou o momento de crise que se vive na PRM como sendo de uma “falência técnica”. Não havendo mais o que a polícia pode fazer para inverter a actual situação, as ‘gangs’ de criminosos fizeram o aproveitamento da situação de implosão entre a PRM e o MINT. E nisto, este professor de direito disse que a PRM está de facto infiltrada, custando a quem de direito aceitar isso, como foi o caso da corrupção. Por exemplo, para o caso do assalto a esquadra da PRM da Matola, Frangoulis indigandamente indagou se na esquadra há dinheiro, se há carros de luxo, tendo de seguida afirmado que os criminosos iam a procura de armas ou foi uma pura demonstração de musculatura. O mais certo – para aquele antigo director e professor de criminalistica na UEM – onde h ‘mafia’, ‘casa nostra’ e ‘santa corona’, obviamente que existe violência, sangue e morte. Isto “está a custar-nos aceitar” juntou Frangolis para mais uma vez indicar que a PRM está infiltrada o que encontra as hostes dos comandos da polícia em franca animosidade umas contras as outras.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Almeida Daniel Mucobo fuzilado por agentes da PRM na Moamba

…Confirma a Corporação
Numa altura em que a fama da Polícia da República de Moçambique (PRM) não é das melhores (conforme o relatório Amnistia Internacional de Abril último), por pensar que está no deu direito de tirar a vida a qualquer cidadão sem apelo nem agravo, o caso de uma vala comum na Moamba veio ao foro público, alegadamente os restos mortais de três cidadãos foram enterrados algures naquele distritos, após serem retirados de celas da PRM e fuzilados pelos seus agentes. Depois da denúncias populares que o assunto está ser tratado como um 'jogo de pingue-pongue' entre as autoridades policiais aos vários níveis, porque ninguém quer aceitar responsabilidade.
O Comando Geral da PRM veio, no entanto, ao público fazer o relato íngreme deste hediondo crime por seus elementos à mando de pretensa teia de comandos dentro corporação. Para gelar ainda os moçambicanos de caso abominável, já se conhecem até as identidades dos fuzilados à margem da lei, que inclui Almeida Daniel Mucobo, cujos familiares tiveram que recorrer a Liga dos Direitos Humanos, para ver o caso "mexido". Mas, a PRM teima em trazer ao público quem são e à comando de quem os policiais da PRM actuaram neste crime irreparável.
Siga os pormenores deste caso badalado e que mexe com a imagem da PRM neste elo.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Número de sequestros multiplica-se em Maputo

...Com receios destes casos estarem fora do controlo da PRM
Pelo menos, tem considerado a Liga dos Direitos Humanos (LDH) liderada pela senhora Alice Mabote
Conforme o jornal online GMN de hoje, "três indivíduos ainda a monte, fizeram refém a um cidadão no Bairro da Polana Cimento na cidade de Maputo, capital moçambicana, quando este estacionava a viatura em sua casa". Citando o porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na cidade de Maputo, Abel Cossa, no mesmo período, a polícia registou um caso de tentativa de rapto de seis crianças próximo da Escola 1º de Maio, no Bairro de Solala, na cidade da Matola, quando saiam da escola.
O facto ocorreu quando, a caminho de casa, as crianças pediram boleia. Porém, o indivíduo mudou de destino, rumando em direção à fronteira com a África do Sul, onde as crianças vieram se apercebendo do que estava a acontecer e, tendo depois solicitado apoio a um casal que passava por perto - frisou Cossa.
No entanto, continuando por esclarecer as causas que levam a casos de genero que, amuidemente, amedrontam os habitantes da cidade de Maputo e arredores, desta vez a PRM diz que um indivíduo foi detido e encontra-se sob investigação judicial na PIC. Fonte GMN/ Foto NavegadorSolitario
PS: Entretanto, foi noticiado que 5 menores continuam em parte incerta, presumivelmente raptados e levados para a RSA. (in canal de Mozambique (10/09/2008)

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Das “execuções sumárias” pela PRM a recordação do Relatório da Amnistia Internacional sobre a Polícia da República de Moçambique



...LDH diz que tambem esta' documentar tais actos da PRM


Para compreender a situação de aparente falta de controlo da polícia sobre o crime organizado e, daí recorrer às execuções sumárias para “limpa-los” (C.Dimas da LDH, 01/09/08-BBC), encontre o último relatório da Amnistia Internacional. Basta baixar o documento em PDF neste elo. Foto JuventudeRebelde

sábado, 9 de agosto de 2008

Carta ao meu amigo Nelson, no Chitengo, em Gorongosa (12)

Em breves linhas, Nelson tenho a ti informar da boa nova que deste lado me se abateu. Finalmente, aquilo que se considerava impossível ou mesmo no fundo do túnel, começa a ser uma realidade sem presedentes. Sabes de que estou a falar, Nelson? Os dinheiros que vêm dos doadores estão a mexer com os ‘camaradas’, pelo menos, do nível central que sentem o calor e dor das exigências dos doadores dos dinheiros dos contribuintes da Suécia e da Noruega.

Os cano das armas da ‘revolução verde’ que se vinham a disparar a torto à direito durante as passeatas presidenciais recentes do Presidente da República se reduziram autêntico desôlo, e sem fezer balanço das visitas, que de pronto, se transformaram num cavalo-da-tróia. Guebuza, apercebendo-se da seriedade dos assuntos dos dinheiros da doação, não fez mais, senão ele mesmo, acompanhar às pressas a pequena delegação dos jogos olimpicos, tendo ficado por ir à CPLP e, por essa via, estender as mãos aos chineses.

Ao nível interno para os que ficavam em terra, a toada e histéria é bem maior com os depachos dos quadros superiores aos ministérios, províncias e à imprensa para falarem do sumiço ou a não devolução dos dinheiros do cooperação internacional deixados ao nível mais baixo. Não é por acaso que vemos a Primeira Ministra, Luisa Diogo justicando-se na rica Zambézia, o Secretário Paúnde redopiando-se em Cabo Delgado, o ministro Cuerenia às avessas em empresas, entre outras incursões ao terreno, sob o manto das eleições à porta, para combate contra a corrupção. Nelson este assunto promete deitar muita tinta nos dias que veem, pois seria bom que seguissemos as peripécias do ‘voo razante’ do Governo, para procurar chegar ao seu outro lado da razão (?), com as linhas verdes a vegetarem, por todo o lado, a uma velocidade supersónica.

Agora, como o ‘deixa-andar’ é tal que ninguém assume o controle deste país. Fomos, nisso, informados que os habitantes de Nova-Mambone, a sede do distrito Mambone estão há 3 meses sem energia eléctrica. Só hoje é que o Governo se pronunciou que o grupo gerador movido à gás tem peças avariadas, que só se pode reparar, recorrendo a Maputo. Mas três meses, Nelson? O que estvam a fazer? O que ficou sem funcionar? Os hospitais? As escolas nocturnas? O que mais ficou parado por este desleixo? Mas a Frelimo, Nelson, pouco ou pouco se interessa por isso. Que a Nova-Mambone se lixe!

Termino com esta curta missiva, para lhe chamar atenção ao assunto de ‘fazer sumir’ pessoas inteiras em Maputo. Aliás, tal ameaça virar moda no país, atendendo o nível de despreocupação dos quem mandam na PRM. Será, Nelson, um novo contorno do crime organizado? Mas, não vejo, como disse, a nossa polícia a saber tratar desta nova nuance dos fora-de-lei. Os fora-de-lei como não são também (estes) maltratados nos calabouços das esquadras da PRM. Dei uma olhada a um artigo do Canal de Moçambique, desta última sexta-feira, dando conta da corrente situação de crimie contra humanidade, de que os presos são sujeito em compartimentos muito pequenos, onde lá fazem as suas necessidades biológicas, não têm alimentação e deixados por lá por períodos acima do que é permitido por lei. Isto e' praticamente em todas as esquadras, incluindo aquele por defronte da sede nacional do Ministério da Justiça. Repugnante, não é Nelson?

Com um abraço fraterno
Do teu Dedé

segunda-feira, 17 de março de 2008

Entre Montada & a desmontada


- Melhor foi a brigada montada
Há vezes que ‘ser ‘último a rir’ só se ridiculiza. Projectos que o Governo leva a cabo sob mote de reconstrução e melhoria as condições sociais, pecam por não ter nela inseridas a componente de consulta social. Falo da destruição da ex-brigada montada, transformada então em esquadra. Porque os cavalos e animais de que a polícia se devia servir para missões importantes de policiamento foram mortos ou nigligenciados. Aparece a TRAC que negoceia com os actuais donos da Portagem [Guebuza e Co] a. transferência desta para o sitio entre a Universidade Pedagógica e funerárias ao lado. Esta nova esquadra para além de já ter rachas, um ‘encardimento’ precoce, transformado em ‘cemitério’ de carros em situação irregular, acusa sinais muito fortes de uma obra mal concebida. Feita ademais às pressas. Outro factor ao seu desabono é da sua localização nao estratégica com um das esquadras mais importantes da entrada/saída da cidade de Maputo. Será que o Ministério do Interior não notou isso? Se calhar é um caso de um olhar obcecado ao dinheiro em detrimento de qualidade de obra

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Pacheco do MINT agora confrontado com o sumir misterioso de cadastros criminais no seu pelouro

Por agentes da 14ª Esquadra : Mahotas queixa-se a Pacheco
OS sistemáticos desaparecimentos de processos-crime nas esquadras da cidade de Maputo, levaram a que o Ministro do Interior, José Pacheco, ordenasse a realização de investigações profundas com vista a identificar e punir exemplarmente os autores desses. O facto foi tornado público na última segunda-feira, no Bairro das Mahotas, cidade de Maputo, durante um encontro popular havido com o ministro, dia em que o país assinalou a passagem do Dia da Legalidade, comemorado sob o lema “Vamos Todos Combater o Crime”.

Com esta garantia, Pacheco procurava, assim, tranquilizar a população que se mostra revoltada e agastada com a situação que se arrasta há muito tempo, com casos gritantes de sonegação de processos na 14ª Esquadra naquele bairro. Para eles, o promotor do fenómeno é um dos seus agentes por eles identificados, que sistematicamente encarrega-se de fazer desaparecer processos-crime.

Conforme apontaram, vários são os casos apresentados pelos moradores às autoridades, mas que, “misteriosamente”, não conhecem nenhum andamento ou desfecho, tudo porque o referido agente empenha-se em destruí-los o que, para muitos, acaba favorecendo os criminosos.
Reagindo a esta preocupação, José Pacheco sossegou os moradores e prometeu tomar medidas severas, não só com relação a 14ª, mas também com outras da capital do país que registam casos idênticos em prejuízo dos cidadãos.

“Que fique claro. Não temos compromissos com malfeitores, muito menos com pessoas que destorcem a natureza do trabalho da Polícia. Para o caso da 14ª que o autor dos constantes sumiços é conhecido, o que vamos fazer é pegá-lo e tomar as respectivas medidas punitivas e, acima de tudo, correctivas e educativas para que os agentes não se desviem da sua conduta em prejuízo dos cidadãos. Cada Polícia deve estar ciente das suas responsabilidades e quando as pessoas se dirigem a esquadra é para serem atendidas e não o contrário” – apontou Pacheco, quando se dirigia à comunidade das Mahotas. Para além das queixas apresentadas com relação ao desaparecimento de processos, foram, igualmente, colocadas outras tantas que têm a ver com a deficiente protecção das fontes quando estas apresentam queixas ou denunciam à polícia.

Por outro lado, como forma de reduzir o crime, os moradores sugeriram que se intensifique o recrutamento de agentes policiais por forma a reduzir a carga horária dos que estão a trabalhar. Praticamente que em todas as esquadras é observada a escala de 24/24 horas o que, na óptica da população, não garante maior e eficaz desempenho dos homens da Lei e Ordem. Ainda no encontro, a população apresentou um leque de preocupações ao Ministro do Interior, entre as quais se destaca a necessidade de haver um maior e rigoroso controlo de armas de fogo, combate cerrado à corrupção, bem como a urgência de se combater o consumo excessivo de bebidas alcoólicas de fabrico caseiro, visto estarem a desfigurar muitos jovens e a encaminhá-los para práticas criminais.
Fonte: Canal de Mozambique
PS: Enquanto este tipo de procedimentos de ma' conduta for encorajada pela senioridade dentro e fora dela, nunca teremos processos-crime em ordem. Ha' sempre uma mao de cima a fazer das suas no MINT e noutros organismos de administracao da justica.

Angola24Horas

Últimas da blogosfera

World news: Mozambique | guardian.co.uk

Frase motivacionais

Ronda noticiosa

Cotonete Records

Cotonete Records
Maputo-based group

Livros e manuais

http://www.scribd.com/doc/39479843/Schaum-Descriptive-Geometry