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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Almeida Daniel Mucobo fuzilado por agentes da PRM na Moamba

…Confirma a Corporação
Numa altura em que a fama da Polícia da República de Moçambique (PRM) não é das melhores (conforme o relatório Amnistia Internacional de Abril último), por pensar que está no deu direito de tirar a vida a qualquer cidadão sem apelo nem agravo, o caso de uma vala comum na Moamba veio ao foro público, alegadamente os restos mortais de três cidadãos foram enterrados algures naquele distritos, após serem retirados de celas da PRM e fuzilados pelos seus agentes. Depois da denúncias populares que o assunto está ser tratado como um 'jogo de pingue-pongue' entre as autoridades policiais aos vários níveis, porque ninguém quer aceitar responsabilidade.
O Comando Geral da PRM veio, no entanto, ao público fazer o relato íngreme deste hediondo crime por seus elementos à mando de pretensa teia de comandos dentro corporação. Para gelar ainda os moçambicanos de caso abominável, já se conhecem até as identidades dos fuzilados à margem da lei, que inclui Almeida Daniel Mucobo, cujos familiares tiveram que recorrer a Liga dos Direitos Humanos, para ver o caso "mexido". Mas, a PRM teima em trazer ao público quem são e à comando de quem os policiais da PRM actuaram neste crime irreparável.
Siga os pormenores deste caso badalado e que mexe com a imagem da PRM neste elo.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Das “execuções sumárias” pela PRM a recordação do Relatório da Amnistia Internacional sobre a Polícia da República de Moçambique



...LDH diz que tambem esta' documentar tais actos da PRM


Para compreender a situação de aparente falta de controlo da polícia sobre o crime organizado e, daí recorrer às execuções sumárias para “limpa-los” (C.Dimas da LDH, 01/09/08-BBC), encontre o último relatório da Amnistia Internacional. Basta baixar o documento em PDF neste elo. Foto JuventudeRebelde

terça-feira, 2 de setembro de 2008

PRM sob suspeita de fazer execuções sumárias que amontam em crimes contra humanidade


...conforme a Liga dos Direitos Humanos (LDH)

Testemunhas locais afirmaram ter dado conta de uma possível vala comum, no distrito fronteiriço da Moamba, que dista a 70Kms de Maputo. Para a Liga dos Direitos Humanos, através do jurista Custódio Duma, citado pela BBC, "há suspeita de que a situação das execuções sumárias não cessou, pelo contrário há indicações de que a prática está a crescer". Uma das razões que leva a LDH a fazer este pronunciamento é, segundo aquele jurista e activista de direitos humanos, o facto de a Polícia da República de Moçambique (PRM) estar “a perder a capacidade de controlo de criminosos e esta é uma forma de limpar o controlo de criminosos na socidade”. Outro dado indiciador de que a PRM usa métodos extra-judiciais para controlar 'suspeitos de crimes' é o facto de “só numa semana foram denunciados os casos de cinco corpos sem vida mas com características de terem sido executados pela polícia; houve uma mudança de táctica, de local mas as execuções continuam”.

No entanto, como é da “praxe” policial, ninguém dentro da corporação quer admitir que agentes têm feito parte do antro de crimes por execuções sumárias, alegando que não é o seu ‘modus operando’. Pese embora a PRM se recusse a confirmar que há orderns expressas para que agentes pratiquem crimes contra humanidade, as denúncias multiplicam-se, mesmo depois da Amnestia Internacional ter acusado os agentes da corporação de ‘pensar que tem licença para matar’, fugindo sempre à responsabilidade. O outro escudo do governo prende-se com o facto de a PRM usar as recentes condenações de agentes seus na morte civis na Costa do Sol, para embandeirar-se em arco que “as autoridades têm também condenado o eventual envolvimento em tais práticas de agentes seus e sublinham que tal não deve levar a conclusões precipitadas e generalistas sobre a corporação.”

Para Custódio Duma, dado o volume crescente de queixas contra a PRM e as características de morte das vitimas, “às vezes pode ser na nuca ou na testa, mas percebe-se que a bala foi disparada de perto, sobre um órgão vital", urge uma investigação aprofundada do problema para se apurarem responsabilidades. Duma conclui que, amiudemente, alguns dos corpos deram entrada no hospital ou enterrados sem passarem pelo hospital, em ambos os casos sob ordens da polícia e isso também indica que terá havido execução. Há aqui, portanto, dados sobejos que indiciam ter havido crimes contra humanidade, por execução súmaria. Fonte/Foto BBC

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Chissano na berlinda, acusado de liderar pilotão de morte contra seus aborigenes na Manhiça quando era MNE


Minuto de silêncio
Sugiro pedirem um minuto de silêncio na Assembleia em memória dos membros da Renamo fuzilados por Chissano. Igualmente, os familiares dessa gente deveriam pedir indemnização de um milhão de dólares por cada chefe de família fuzilado por Chissano, foram três.

Portanto Chissano ainda ficaria com 2 milhões de dos dólares do seu amigo de negocios Ibrahimo, dos quais deveria dar metade ao Afonso Dhlakama, sem o qual o Chissano teria ficado enterrado na história como mais um ditador de mais um estado falhado.

Igualmente, a bancada parlamentar da Renamo deveria considerar apresentar uma queixa contra o assassino Chissano ao novo Tribunal Internacional dos Crimes contra a Humanidade, onde este ano já deu entrada uma queixa contra o sangrento Sam Nujoma pelo Presidente da Liga dos Direitos do Homem da Namíbia, Phil ya Nangolo.

yaNangolo recentemente levantou acusações formais contra Nujoma no Tribunal Criminal Internacional, na base de Nujoma ter sido responsável pela morte de algumas centenas de guerrilheiros da SWAPO, empurrados nos anos 80 para abaixo duma profunda ravina na província do Lubango, em Angola. yaNangolo também acusou Nujoma de ter sido um informador pago pelo CIA no tempo da luta de libertação.

Saudades a todos do André Thomashausen”

Esta é a original da notícia (email) em ingles:

From: fmoisessr@hotmail.comTo: info@moibrahimfoundation.orgSubject: Chissano: Mozambique's Criminal against HumanityDate: Tue, 30 Oct 2007 20:38:05 -0700
On January 11, 1983, as foreign minister of Samora Machel, Joaquim Chissano, directed the live execution by a military firing squad of three alleged Renamo guerillas at Manhica, a place about 70 kms from Maputo. The executed were not charged nor tried in a court of law.

The event was recorded and later relayed on Maputo radio with the intriductory note from the announcer saying " foreign minister Joaquim Chissano today presided over the execution of three armed bandits (then the regime's reference to Renamo guerrillas)."

As president of Mozambique, Chissano perpetuated the rule of open discrimination in favour of southern Mozambique against central and northern Mozambique, regions known in the parlance of his regime as "forgotten zones." Death squads like those that killed journalist Carlos Cardoso, who was investigating corruption, took place during his regime and and his own son, Nyimpine, was named in court as having masterminded and planned the killing. He used his power to protect his own.

There were many extrajudiary executions during his regime.His rule was far from being an exemplary rule. In prisons, it used dogs to kill and eat prisoners and allowed farmers to use prisoners as slave labour (Sunday Times, May 29 1988).Our blood stops still in our veins and stops running when we hear that the Mo Ibrahim Foundation in London has decided to grant this monster a prize for good governance? Good governance by Chissano's? My foot! Let the Ibrahim Foundation investigate the real criminal

Angola24Horas

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