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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Namachulua diz que Araújo tem condições para trabalhar

Carmelita Namachulua,ministra da Administração Estatal
Namachulua reagia, assim, às acusações do edil de Quelimane, Manuel de Araújo, ao governo da Zambézia, liderado por Itai Meque.
A ministra da Administração Estatal, Carmelita Namachulua, diz existir ambiente e condições propícias para se trabalhar no município de Quelimane, província da Zambézia, de acordo com a Agência de Informação de Moçambique (AIM).
Segundo a governante, em caso de uma má relação de trabalho entre os governos provincial e municipal, “existem canais apropriados e órgãos competentes para se resolver o problema”. Namachulua reagia, assim, às acusações do edil de Quelimane, Manuel de Araújo, ao governo da Zambézia, liderado por Itai Meque.
Araújo diz que o governo provincial está a minar os planos de desenvolvimento de Quelimane. Ele é citado por alguma imprensa nacional a dizer que “há pessoas, a nível do governo da província da Zambézia, que não querem ver realizado o projecto de reabilitação e ampliação do sistema de drenagem, alegadamente por não ser o governo da Frelimo que está no poder em Quelimane”. (OPais)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Seis trabalhadores do governo da Zambézia recebiam salários do Município de Quelimane ilegalmente

Segundo Manuel de Araújo.
O presidente do Conselho Municipal de Quelimane, Manuel de Araújo, denunciou à Assembleia Municipal a existência de seis funcionários do gabinete do governador da província da Zambézia, Itai Meque, que recebem salários com fundos da edilidade de Quelimane, ao invés de receberem do Governo da província, ao qual estão afectos.
Os referidos funcionários prestavam serviço ao governo e recebiam salários através da empresa EMUSA, responsável pela recolha dos resíduos sólidos, uma acção ilegal, visto que o salário de quem presta serviços no gabinete do governador, em regra, devia ser pago ao nível do governo da província da Zambézia.
Esta denúncia foi feita este fim-de-semana, à margem da 14ª Sessão Ordinária, que tinha em vista a apresentação e discussão do plano de actividades e do orçamento do Estado para 2012, que, no entanto, foi devolvido por aquele órgão deliberativo alegadamente porque o documento apresentava algumas lacunas.
De Araújo escreve para Itai Meque
Como forma de garantir a reposição dos valores “surripiados”, o edil de Quelimane elaborou uma missiva dirigida a Itai Meque, apelando ao bom-senso, para que os valores “extraviados” ao longo de dois anos fossem devolvidos à autarquia.
Entretanto, Manuel de Araújo não foi exaustivo em relação aos esquemas que eram usados para a transferência do dinheiro dos cofres da edilidade para as contas dos seis funcionários, nem em relação ao montante desviado ao longo dos dois anos. Ao que tudo indica, a ser verdade, a acção acontecia sob encobrimento do anterior edil da edilidade, Pio Matos.(Opais)

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Comerciante multado em 3 mil Mt por faltar ao comício de Itai Meque



Itai Meque - Governador/Zambezia
Eventual abuso de poder em Alto-Molócuè
O caso deu-se em Alto-Molócuè, onde a edilidade acusa um comerciante de desacato às autoridades municipais.
O comerciante do município de Alto-Molócuè foi multado em 3 mil meticais por não ter encerrado o seu estabelecimento comercial, para participar no comício popular que era orientado pelo governador da província da Zambézia, Francisco Itai Meque.
Tudo aconteceu aquando da recente visita de trabalho de Itai Meque a Alto-Molócuè, razão pela qual o conselho municipal local decidiu interromper o curso normal das actividades de rendimento, para que houvesse enchente no comício popular do governador da Zambézia.
Na altura, a edilidade estipulou que, em caso de desacato à decisão, os visados fossem, compulsivamente, sujeitos ao pagamento de uma multa de 3 mil meticais. Nos termos da decisão,  o comerciante que não fechasse o seu estabelecimento comercial e, por isso, faltasse ao comício do governador, seria sujeito a uma pena e a pagar o referido montante. E assim foi.
Documento/sentença
O documento que anuncia a sentença ao infractor, que não encerrou o seu estabelecimento comercial e, consequentemente não participar do comício do governador, refere que ele (o comerciante) só reabrirá o seu estabelecimento comercial após o pagamento da quantia estabelecida. 
Trata-se de um documento datado de 14 de Julho de 2010, assinada por Elton Paulo, vereador de Urbanização e Saneamento.
"O conselho municipal anunciou que todas as barracas deviam estar encerradas. Verificando-se que V.excia não cumpriu com a orientação, vimos por meio desta aplicar-lhe a multa no valor de 3.000,00 (três mil meticais) a ser pago na contabilidade deste município. Comunicamos que não deverá voltar a abrir enquanto não pagar a devida multa", lê-se no documento da edilidade dirigido ao suposto infractor.
Opais.--
(MiradourOnline)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A terra governada por Itai Meque

...onde tudo indica que ele anda sozinho na luta contra a pobreza em Inhambane.
Victorino Xavier assina uma coluna do Noticias de hoje na qual os adjectivos que qualificam a 'terra da boa gente' a poucos deixa descansados: "Apático, sem iniciativa, fechado, enfadonho, o sector de Turismo voltou a ser permeável aos desmandos, onde investidores nacionais e estrangeiros tomaram conta da costa, fazendo e desfazendo a seu belo prazer. Os turistas apercebendo-se das fragilidades da instituição, muito por causa da falta de visão e estratégias convincentes, retomaram a indisciplina, sendo possível nos dias que correm ver instaladas estâncias e casas de praia em locais proibidos, além da realização de pesca desportiva por barcos estrangeiros sem que ninguém lhes ponha o dedo".
Num outro desenvolvimento da coluna de Xavier caracteriza como o mal estar que se semeiou durante uma visita recente de Itai a Machanisse, uma das localidades do posto administrativo de Mapinhane, em Vilankulo, onde ficou agastado  e enganado pelo minguante sector de agricultura. E diz, "como prova do vazio que a Direcção de Agricultura tem, foi quando convidou o governador da província e seu governo a fazer parte da cerimónia oficial do lançamento da campanha agrícola 2008-2009. Machanisse, uma das localidades do posto administrativo de Mapinhane, em Vilankulo, foi o local escolhido. Pedro Daniel Maguaza Zucule, jovem director provincial de Agricultura, não levou nenhuma novidade aos agricultores e ao Governo que se concentrou no local. Disse apenas que os índices de produção são baixos devido aos constrangimentos climatéricos e prontos."
Xavier remata 'a guisa de ironia sobre a tal proclamada "revolução verde" que "com este andar de coisas em sectores-chave responsáveis da produção de riqueza e promoção de desenvolvimento, se o governador Itae Meque não está mal acompanhado, então está sozinho na luta contra a pobreza em Inhambane".

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Falar da boca para fora

...é uma característica definida, infelizmente, no Governador Itai Meque, que procura essencialmente aquitecaturar o vigor e as nuances do status quo dos que mandam quer em Mts quer em Rands.
Foi aquando dos 7 milhões alocados, das populações a quem as acusou de fazer muitos filhos, do ‘apadrinhamento’ da tal avenida a que um edil daquelas bandas resolveu dar o seu nome e da ponte Maxixe-I’bane Céu que prometeu aos inhambanenses, que nada trouxeram de substancial em termos mudança que se possam ver e medir.
O que não se sabe é se existem medidas previstas com vista a proteção e apoio as populações ou é o mero exercício de retórica de que é o governador de Inhambane é prodigo.

Angola24Horas

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