Correspondênci@ Electrónic@ / Por: Gento Roque Cheleca Jr., em Bruxelas
“Na maioria dos países democráticos, os níveis de confiança nos políticos têm vindo a decrescer nos últimos anos talvez porque para as opiniões públicas tenha passado a ideia de que hoje em dia são poucos os que se batem por convicções mas muitos os que lutam por interesses” – Judite de Sousa, Jornalista da RTP
A exoneração dos ministros (Ivo Garrido, da Saúde; António Fernando, da Indústria e Comércio; Soares Nhaca, da Agricultura), antecedido de uma revolta popular intensa e profunda leva a concluir, à partida, que este Governo está sem rumo. A ideia de accionar um piloto-automático não só é válida como necessária.
Enquanto isso, o vilão José Pacheco, ex-ministro do Inteior, o mesmo que apodou o povo moçambicano de vândalos, vai agora, por decisão do PR, ocupar o cargo do antigo sindicalista, Soares Nhaca. A dita viragem, finalmente, começou!
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Exoneração de ministros não resolve problemas económicos do país
De acordo com o líder do MDM, Daviz Simango “Na minha opinião, deve redefinir-se às políticas agrárias levadas a cabo pelo Governo”. “Estas mexidas tomaram lugar muito tarde, tendo em conta que as áreas de Agricultura e do Comércio são fundamentais para um Estado como o nosso, onde os níveis de pobreza são altos.”
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Analistas dizem que exoneração de quatro ministros revela falhanço de liderança
Os quatro ministros exonerados na segunda-feira pelo chefe de Estado moçambicano, Armando Guebuza, falharam na forma como lideravam os seus pelouros e foram vítimas do descontentamento popular, segundo analistas ouvidos hoje em Maputo.
O Presidente moçambicano exonerou os ministros do Interior, José Pacheco, Agricultura, Soares Nhaca, Saúde, Ivo Garrido, e Indústria e Comércio, António Fernando.
No mesmo dia, Armando Guebuza nomeou Alberto Mondlane, para a pasta do Interior, José Pacheco, Agricultura, Alexandre Manguele, Saúde, e Armando Inroga, para a Indústria e Comércio.
Para o sociólogo João Colaço, “as mexidas no Governo mostram que o chefe de Estado compreendeu que as apostas nos pelouros atingidos falharam e impunha-se uma mudança de rumo”.
“A agricultura continua a não arrancar, apesar de ter o rótulo de base de desenvolvimento do país. Continua incapaz de produzir para alimentar a população, como se vê com a situação de fome cíclica que o país enfrenta”, observou João Colaço.
O Presidente moçambicano exonerou os ministros do Interior, José Pacheco, Agricultura, Soares Nhaca, Saúde, Ivo Garrido, e Indústria e Comércio, António Fernando.
No mesmo dia, Armando Guebuza nomeou Alberto Mondlane, para a pasta do Interior, José Pacheco, Agricultura, Alexandre Manguele, Saúde, e Armando Inroga, para a Indústria e Comércio.
Para o sociólogo João Colaço, “as mexidas no Governo mostram que o chefe de Estado compreendeu que as apostas nos pelouros atingidos falharam e impunha-se uma mudança de rumo”.
“A agricultura continua a não arrancar, apesar de ter o rótulo de base de desenvolvimento do país. Continua incapaz de produzir para alimentar a população, como se vê com a situação de fome cíclica que o país enfrenta”, observou João Colaço.
Resultados tangíveis - exige Armando Guebuza, ao conferir posse ontem aos novos ministros
Maputo, Quarta-Feira, 13 de Outubro de 2010:: Notícias
Falando durante o acto de tomada de posse dos novos governantes, o Chefe do Estado referiu que estes vão exercer as novas funções em sectores que estão a conhecer uma nova dinâmica e pujança e que vão entrar em contacto com programas de trabalho adoptados e, sobretudo, com quadros disponíveis para com eles colaborarem.
Tomaram posse os ministros da Agricultura, José Pacheco, do Interior, Alberto Mondlane, da Saúde, Alexandre Manguele, e da Indústria e Comércio, Armando Inroga.
Tomaram posse os ministros da Agricultura, José Pacheco, do Interior, Alberto Mondlane, da Saúde, Alexandre Manguele, e da Indústria e Comércio, Armando Inroga.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Rádio Moçambique anuncia: "Presidente Guebuza procede a importante remodelação governamental " incluindo a emblematica figura de Pacheco
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| José C Pacheco |
O Presidente Guebuza não teve mais nada, ainda que tardio, exonerar José Condungua Pacheco do cargo de Ministro do Interior. Mas tratando-se de uma figura na linha de sucessão do pós-guebuziana foi mais uma vez 'premiado' com o cargo de Ministro de Agricultura de onde saiu mesmo na "fervura" do caso PROAGRI para Governador de Cabo Delgado, onde pelas suas ordens foram sufocados perto de uma centena de manifestantes numa cela policial no distrito de Montepuez.
Continua desserta a paisagem noticiosa sobre os exonerados ministros da Saúde, Indústria e Comércio, Agricultura e Interior
O Noticias Lusófonas apenas faz uma menção ao de leve sobre ao facto de Guebuza ter feito sair Soares Nhaca, António Fernandez e Ivo Garrido do seu Governo e transferido Pacheco, e diz "dos quatro, segundo a Presidência da República, apenas José Pacheco, até agora ministro da Administração Interna, se mantém no Governo, passando a ocupar a pasta da Agricultura.
O regresso das “vassouradas” Guebuza afasta três ministros do seu Governo Ivo Garrido, António Fernando e Soares Nhaca já não pertencem ao Governo
José Pacheco foi transferido do Ministério do Interior para o Ministério da Agricultura. É o quarto ministro da Agricultura em 6 anos de Guebuza na presidência da República
Maputo (Canalmoz) – O Presidente da República exonerou ontem quatros ministros do seu governo. Só um é que continua a pertencer ao Conselho de Ministros. É a primeira vez neste segundo mandado de Armando Guebuza como chefe de Estado e do Governo que houve miudanças na composição do governo.
O ministro da Agricultura, Soares Nhaca, cede o cargo ao que desde o primeiro mandato de Guebuza vinha sendo ministro do Interior, o engenheiro agrónomo José Pacheco. Para o lugar que Pacheco deixa vago, Guebuza nomeou o até ontem reitor da Academia de Ciências Policiais (ACIPOL), Ricardo Mondlane.
António Fernando que exercia o cargo de ministro da Indústria e Comércio também foi exonerado. Foi substituído pelo Dr. Armando Enroga, presidente da Associação Moçambicana dos Economistas.
No Ministério da Saúde, Paulo Ivo Garrido foi substituído por Alexandre Manguele, quadro sénior da Saúde que já foi Director Nacional de Saúde e que se encontrava a exercer o cargo de vereador do pelouro da Saúde e Acção Social, no Conselho Municipal da Cidade de Maputo.
Maputo (Canalmoz) – O Presidente da República exonerou ontem quatros ministros do seu governo. Só um é que continua a pertencer ao Conselho de Ministros. É a primeira vez neste segundo mandado de Armando Guebuza como chefe de Estado e do Governo que houve miudanças na composição do governo.
O ministro da Agricultura, Soares Nhaca, cede o cargo ao que desde o primeiro mandato de Guebuza vinha sendo ministro do Interior, o engenheiro agrónomo José Pacheco. Para o lugar que Pacheco deixa vago, Guebuza nomeou o até ontem reitor da Academia de Ciências Policiais (ACIPOL), Ricardo Mondlane.
António Fernando que exercia o cargo de ministro da Indústria e Comércio também foi exonerado. Foi substituído pelo Dr. Armando Enroga, presidente da Associação Moçambicana dos Economistas.
No Ministério da Saúde, Paulo Ivo Garrido foi substituído por Alexandre Manguele, quadro sénior da Saúde que já foi Director Nacional de Saúde e que se encontrava a exercer o cargo de vereador do pelouro da Saúde e Acção Social, no Conselho Municipal da Cidade de Maputo.
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