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quinta-feira, 29 de abril de 2010
O objectivo das três gerações
Maputo (Canalmoz) - Está lançado um aceso e fervoroso debate, na imprensa, em torno do slogan “Três Gerações, Um Povo, Uma Só Nação”. Incompreensivelmente, este slogan que vai orientar a celebração dos 35 anos da maior e mais importante conquista do Povo moçambicano, a Independência Nacional, defende que os moçambicanos devem estar segmentados em “gerações”. Mais aqui.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Perdiz-Mor amiúde se atira ao chão prestes a cortar a meta

...desconfiando-se que esteja a fazer o jogo do adversário neste momento
Quando o Edwin Hounnou fez jus ao recursos estilísticos na praxe dos comentários habituiais no ATribunafax de ontem, pensei que queria insinuar qualquer coisa em desabono 'a nossa «menina de ouro», Lurdes Mutola, que tanto nos prestigiou e elevou a bandeira e hino ao Mundo. Fiquei satisfeito, logo que me apercebi que não era o caso, tratava-se sim de um outro assunto, em que ele ‘metaforiza’ os momentos pouco fáceis e tristes, que vivem na Renamo. Ou seja, uma Renamo que deixou de ser aquela ave bonita, multicolor e cheia de vida. Ela, por assim dizer, anda depenada, cabis-baixa e desolada. Diz-se que na Perdiz-mor reside o busilis:
“[A perdiz-mor] compara-se a um atleta que sempre se atira ao chão, no exacto [enfático] momento que esperamos que ele corte a meta. Quanto isso acontece uma vez, a gente diz que, talvez, se tenha atropeçado, ou, maldosamente, empurrado pelo adversário mais directo. Porém, quando o fenómeno se repete com a mesma frequência, começa a levantar suspeitas de que o atleta cai para favorecer o adversário”, comentava Hounnou.
Num olhar frio e inteligente, esta é a verdade crua que a Renamo vive neste momento. Estamos perante um atleta que fez de conta que leu mal o marcador eletrónico a meio de uma inusitada corrida. Pois, nota-se que a Perdiz-Mor engendrou uma aliança com os finórios da seara da Maçarroca e do Batuque nessa corrida, de tal ponto que a parelha Frenamo (Fre-limo + Re-namo) gizasse o marco da derrota precoce de Deviz Simango [na foto], eliminando-o do protagonismo municipal e, quiça, nacional. Foi, in extremis, que tal não aconteceu. Foi ainda preciso que as verdadeira bases da Perdiz na Beira saissem ao terreiro para desafiar tal concluio.
Os custos [e que custos?] desta corrida da Perdiz-Mor manietada pelos rapazes finados não tardam a ser conhecidos. Já se sabe que a Perdiz-Mor tem ganhos directos; ou seja alguns troquinhos à sua bolsa e colaboradores, e indirectamente, proporcionar uma vitória retumbante a Frelimo nos próximos pleitos eleitorais. É mister, por isso, retirar o coelho da toca enquanto cedo, porque ainda o vemos pela cauda. Perdiz arrisca-se a uma derrota estrondosa tanto nas eleições locais dentro de semanas, como nas presidenciais em 2009, se pouco fizer, afastando, de uma vez por todas, este dilema que o divide.
Quando o Edwin Hounnou fez jus ao recursos estilísticos na praxe dos comentários habituiais no ATribunafax de ontem, pensei que queria insinuar qualquer coisa em desabono 'a nossa «menina de ouro», Lurdes Mutola, que tanto nos prestigiou e elevou a bandeira e hino ao Mundo. Fiquei satisfeito, logo que me apercebi que não era o caso, tratava-se sim de um outro assunto, em que ele ‘metaforiza’ os momentos pouco fáceis e tristes, que vivem na Renamo. Ou seja, uma Renamo que deixou de ser aquela ave bonita, multicolor e cheia de vida. Ela, por assim dizer, anda depenada, cabis-baixa e desolada. Diz-se que na Perdiz-mor reside o busilis:
“[A perdiz-mor] compara-se a um atleta que sempre se atira ao chão, no exacto [enfático] momento que esperamos que ele corte a meta. Quanto isso acontece uma vez, a gente diz que, talvez, se tenha atropeçado, ou, maldosamente, empurrado pelo adversário mais directo. Porém, quando o fenómeno se repete com a mesma frequência, começa a levantar suspeitas de que o atleta cai para favorecer o adversário”, comentava Hounnou.
Num olhar frio e inteligente, esta é a verdade crua que a Renamo vive neste momento. Estamos perante um atleta que fez de conta que leu mal o marcador eletrónico a meio de uma inusitada corrida. Pois, nota-se que a Perdiz-Mor engendrou uma aliança com os finórios da seara da Maçarroca e do Batuque nessa corrida, de tal ponto que a parelha Frenamo (Fre-limo + Re-namo) gizasse o marco da derrota precoce de Deviz Simango [na foto], eliminando-o do protagonismo municipal e, quiça, nacional. Foi, in extremis, que tal não aconteceu. Foi ainda preciso que as verdadeira bases da Perdiz na Beira saissem ao terreiro para desafiar tal concluio.
Os custos [e que custos?] desta corrida da Perdiz-Mor manietada pelos rapazes finados não tardam a ser conhecidos. Já se sabe que a Perdiz-Mor tem ganhos directos; ou seja alguns troquinhos à sua bolsa e colaboradores, e indirectamente, proporcionar uma vitória retumbante a Frelimo nos próximos pleitos eleitorais. É mister, por isso, retirar o coelho da toca enquanto cedo, porque ainda o vemos pela cauda. Perdiz arrisca-se a uma derrota estrondosa tanto nas eleições locais dentro de semanas, como nas presidenciais em 2009, se pouco fizer, afastando, de uma vez por todas, este dilema que o divide.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Há direcções escolares que confundem fazer ‘política’ e ‘educação’
…no caso vertente do da Escola Secundária Samora Machel que pôs o ‘mini-bus’ escolar ao serviço do partido Frelimo.Numa das suas recentes crónicas sobre o Chiveve, Noé Nhantumbo, despiu, mais uma vez o sistema aplicado pelo Partido Frelimo, para o aproveitamento danoso dos bens públicos. Neste caso tratou-se de um director da Escola Secundária da Beira, vendo uma oportunidade de trazer loiros para si, decidiu ceder danosamente o mini-bus escolar para fins da reunião publica de apresentação de Lourenço bulha ao cargo de Presidente do Município na Beira como se verificou ontem dia 27 de Setembro de 2008, no populoso bairro da Munhava.
Para Nhantumbo, “Não se pode permitir que meios do Estado sejam usados para a promoção de actividades políticas pois isso contraria a lei vigente no país. Nisto estamos claros e não vale a pena alguém dizer que não viu ou que não foi consultado para que isso acontecesse.” Este jornalista refere ainda que “énas pequenas anomalias e nas chamadas pequenas irregularidades que se cria o ambiente propício para a manipulação da vontade popular em momentos de votação. Num processo eleitora já de si com a nódoa de interferências políticas nas eleições internas confinadas apenas penas chamadas “bases”, Nhantumbro esclarece que “o importante e o que dará credibilidade aos processos eleitorais é que os órgãos eleitorais actuem com uma equidistância e rigor que provem de facto, que são órgãos independentes e ao serviço da democracia em Moçambique.
Não interessa entrar em joguinhos de permitir que uns façam e actuem contra a lei e depois mostrar o peso da mesma quando os prevaricadores são de outros partidos.” Para ter a ideia das inquitações da peça de Noé Nhantumbo, leia-se neste elo.
domingo, 7 de setembro de 2008
Deslumbramento sóbrio do Chiveve-1
- À beira das eleições municipais Beira volta ao epicentro da política nacionalA semana finda foi caracterizada por acontecimentos políticos que, em certa medida, dominaram e mudaram a agenda político-eleitoral para sempre, ou, pelo menos, os que se achavam no direito de assim a ditar foram apanhados se surpresa pelos ventos da contrariedade.
E, como se não bastasse, a cidade da Beira, ironicamente, voltou a ser a charneira, a volta da qual, o transe da reformulação dessa agenda tomou um firme palco, dando aos actores locais uma palavra a dizer, quanto à quem se deve contar para lugares de direcção por surfrágio universal directo, coisa inedita no devir nacional.
Não precisa ser um sociólogo ou ter tarimba em interpretações filósofo-sociológicas para perceber que o que aconteceu na Beira, de facto, muda o rumo e maneira como percebemos aos arranjos politicos tailor-made dos partidos, para manter o seu status quo. Vimos, dum lado e do outro, as verdadeiras bases políticas dos partidos num duelo titânico com chamadas bases formadas por teias de secretários e membros seniores.
Pelo menos, fui isso que aconteceu, muito abertamente, ao nível da Renamo onde as populações da base no seu discurso locutio vulgaris (linguagem popular), demonstrou à nação de que conhece a génese da gestão da coisa pública que o deve representar. Na Frelimo, a força dos establishment é ainda enorme para ser abalada pelas grass roots (verdadeiras bases), podendo levar algum tempo para as bases tomarem conta dos seus destinos. Daí esclarece a coragem com que Daviz Simango irrompeu 'a candidato independente, mas mantendo a sua base dentro da Renamo, ao contrário do seu homólogo de Maputo, Eneas Comiche que preferiu o silêncio ante bases verdadeiras muito apáticas, dentro dessa cultura do seguidismo, do chefe e' chefe, ele e' que sabe...sem alternativas.
Aconteça o que acontecer nos dias que vêm, a reacção de bases politicas Beirenses deram ao país grandes lições sapientes de democracia e de uma avançada educação política ao concidadãos deste país, pois não seguem impiamente tudo o que os chefes no Maputo os mandar fazer. Tal reacção indica, todavia, um deficit existente protagonizado pelas as alas conservadoras dos dois maiores partidos do país (Frelimo e Renamo).
Aconteça o que acontecer, os ventos centrais; ou seja, do exercício de uma democracia plena pelas bases na Beira, vão atear um movimento de consciência nacional (MCN) sobre quem, afinal, deve ser o nosso líder, sobretudo, como encontrá-lo (entenda-se eleger), porque nos resto da 42 autarquias o processo foi capturado pelos que detêm o poder nos partidos. É por isso que em Alto Molócuè vai encontrar candidatos que não perfazem os desejos da verdadeiras bases, em Tete não temos notícias nenhumas, e em Inhambane, os candidatos andam envolvidos em problemas de culto de personalidade, com direito 'a revalidação de sua liderança.
Pois isso, à beira das eleições municipais, Beira volta ao epicentro da política nacional, para dar exemplo da luta dos pobres, dos sem emprego, dos locais, dos sem cuidados médicos, dos sem escolas para levar os filhos contra aqueles que os querem capturar sua vontade civico-politica. Que venha o MCN à toda a largura deste nosso belo Moçambique.
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