…Comandada a partir da Casa Branca da Rua Pereira de Lagos em Maputosegunda-feira, 7 de julho de 2008
Guerra de desinformação usa nossos medias oficiais
…Comandada a partir da Casa Branca da Rua Pereira de Lagos em Maputoquarta-feira, 18 de junho de 2008
Actualisações de webpage: Partido em alta, Partido em baixa!
RENAMO : DESACTUALIZADO



terça-feira, 22 de abril de 2008
O quê 2-0, a maior para a RM?

O governo deve pensar muito sobre a sua política de comunicaçäo que queremos. Ele deve acertar na funçao da rádio e da televisão públicas. Fazer rádio e televisão é caro, daí que se deve investir seriamente nos equipamentos modernos para valer a pena. Continuamos a sentir um barulho de ‘lata’ nas nossas emissoras, pois não há excelência nem fidelidade. A Contribuição que o cidadão faz parece que é desencaminhada, não vai ao serviço das melhorias. A MBC em Limbe (Blantyre-Malawi) chega a ser melhor que a dita Antena Nacional, porquê?
Olhando para a TVM, não é preciso ser um cientista de midias para ver que muita coisa anda muito mal neste sector. E, desde que se declarou aquele ‘black empowerment’, fazendo sumir vozes maravilhosas, porque tinham a cor da pele errada, a TVM afundou. E continua afundar a uma velocidade jamais vista: não há profissionalismo, vontade de aprender nem criatividade no seio de uma grande parte dos profissionais. Uma STV chega a bater a TVM de maneira impressionante!? Hoje para quem quer ver e escutar primeiro o que se passa no pai's e no mundo, vai a esta e só depois é que se lembra que extiste uma TVM, por causa dos anúncios do Governo que são passados lá em primeira mão dado que e' maior empregador.
Fiquei surpreso que o PCA da TVM ainda sonhe numa TVM-2 (que anunciou em Lisboa!). Sabe o que representa TVM-2 para o bolso dos moçambicanos? Acho que não deve ter estudado bem o assunto. Sem pensar, penso que a TVM devia lutar por consolidar e trazer para um novo patamar o seu desempenho actual.
E mais, sou advogado da ideia de que a TVM e RM devia ser uma única empresa. Porque não Rádio Televisão de Moçambique?! No mundo de hoje, a maioria das televisões já cohabitam com rádios. Poupa-se dinheiro, optmisa-se o uso dos equipamentos e rentabiliza-se a mão de obra para programas claramente essenciais de informação, e não os tornar 'discotecas' ou outros programas que não representam o seu desiderato. Foto da Marca
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

- MISA-Moçambique e Centro de Integridade PúblicaNota de Imprensa
As manifestações populares havidas na passada terça-feira, 5 de Fevereiro de 2008, nas cidades de Maputo e Matola, não só trouxeram um pesado fardo para a economia do país como também mostraram quão forte é ainda o controlo governamental sobre os órgãos de comunicação social públicos e privados. A cobertura dos incidentes foi muito condicionada. O MISA-Moçambique e o Centro de Integridade Pública estiveram atentos à forma como os incidentes foram reportados pelos diversos órgãos de comunicação social e, com base em observação directa e recurso a entrevistas com jornalistas e editores. Leia + aqui.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Senhora do “Pois é” não vê televisão por causa do “charruto forte”
- E vem “moleza” culpar Dlhakama por issoSenão vejamos, para quem conhece a sra LM, naquela trapalheira que nos fez acostumar, vincou nitidamente ao editor do noticias que andava ‘aflita’, que fez descobertas, e que agora era tempo de insultar o lider da Renamo pelo não funcionamento do Conselho de Estado. A quantas vai a nossa equidistancia como orgao que quer publico, Por favor!?
Não sei se foi por força dessa amnésia ou sei lá o quê que lha acometeu, não se lembrou que Dlhakama apenas estava exprimir a sua admiração, como outros tantos moçambicanos, do porque este orgão de que Guebuza é presidente não tem até hoje pernas para andar desde que se criou. Admira que para questões tão actuais e pontuais que Dlhakama [Sra LM um homem convicto não hesita] indicou - cheias e as explosões de Malhazine e outros locais - haja alguém insensível, entre muitos de nós.
O “notícias” foi ainda ao ponto de permitir que ela escrevesse [asneiras] sem que tivesse nada por dizer, senão das histórias que viu na televisão [diga-se TVM] e no fim desabafar que “no acto de ouvir isto desliguei. Nada mais entrou para o meu espírito naquele momento, embora a televisão continuasse ligada”. Onde estava a senhora? Fumar “charruto forte”, nem? Admira também como ela vai colocar, no permeio desse descaminho todo, o nome do dr. Mazula. No fim, corre “moleza” para se encostar aos ditâmes propagandísticos em períodos eleitoriais como este que a Frelimo nos habituou.
Sugere, LM, então que Dlhakama devia propôr ao chefe do estado a questão dos “homens armados” da guarda presidencial da Renamo estacionados em Maringue [acordados no AGP em Roma]. Ora essa, Se nem para questões tão obvias como das cheias do Zambeze e das explosões Malhazine, terá Guebuza ‘estofo’ para convocar o CE para debater este ponto dos combatentes pela democracia? Duvido!
PS: Dedico este artigo ao Albino Magaia pela bela prosa e poesia, bem assim duma liderança dedicada e tenaz ao serviço da Revista Tempo a que todos nós fomos obrigados a ler em tempos da ditadura frelimiana bem recente.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
ANC consolida influência sobre Comunicação Social
Fonte: Canal de Mocambique
sábado, 18 de agosto de 2007
RM: regionalização e tribalização à vista!
A Rádio Moçambique, RM, transmite o seu programa em cerca de 20 línguas nacionais, deveria reflectir este mosaico cultural nos seus órgãos de decisão. Porém, há indicações que sugerem que não é isso o que está a acontecer. Algumas pessoas, sob pressão de longos recalcamentos e rancores, muitas vezes, injustificados, julgam ter chegado o momento para a sua tribo ou região marchar para assaltar órgão do poder, a fim de
acomodarem seus interesses mesquinhos.
A RM deveria ser, por excelência, a voz que emite o comando para o acerto do passo da unidade nacional. Esta realidade deveria reflectir-se no equilíbrio dos seus órgãos. Não duvidamos que apareçam a lançar pedras contra nós, alegando que estamos a levantar fantasmas, procurando esquecer a sua prática quotidiana. Mas, a verdade é o critério da verdade, dizia o outro e este ensinamento continua válido.
Tivemos acesso a nomes propostos para o Conselho de Administração e, com apreensão, notámos uma tendência para uma regionalização aberta. Mesmo a candidata, aparentemente, mais forte para representar a massa laboral, também é da zona Sul. Esperemos que surjam os "corajosos" de sempre a dizer que não se trata de regionalização nem tribalização. Então, que nome tem o facto de o Conselho de Administração ser composto, apenas, de gente do Sul?
Não se pode refugiar em falácias para, mais tarde, se descobrir que a intenção era, exactamente, de implantar o tribalismo e regionalismo, factores evidentes no Conselho da Administração da Televisão de Moçambique, TVM-EP, liderado por Simão Anguilaze, e na Comissão Nacional de Eleição, CNE, infiltrada por elementos das Organizações Democráticas de Massas, sustentáculos do partido governamental, enganosamente, consideradas como da sociedade civil.
Aos, fingidamente, amnésicos, talvez, recordar que, num passado recente, diziam, aos quatro cantos do mundo, que eram vítimas de tribalismo e regionalismo, mas o actual Conselho da Administração, dos tempos de Veterano, é composto por dois elementos do Centro e dois do Sul, capitaneado por Manuel Veterano. Os seus detractores, admiravelmente, "esqueceram-se" de o acusar por ter formado um colectivo de directores, claramente, dominado por indivíduos da região Sul. No universo de treze directores, apenas dois são do Norte.
Bem gostaríamos de ver as mesmas vozes, se forem patriotas, sinceras e, intelectualmente, honestas, a denunciarem a eminente tribalização e regionalização do órgão directivo mais alto da RM. Não se trata, de forma alguma, de acomodar as várias etnias ou gente das regiões de Moçambique. Porém, achamos que a busca de equilíbrio social, económico e profissional, deveria constituir um exercício permanente dos órgãos públicos. O processo dinâmico que não cabe, somente, num discurso de ocasião de pessoas, mentalmente, deficientes e egocêntricas. Ninguém tem direito de jogar, para o lixo, coisas boas da História.
Fonte:A TRIBUNAFAX
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terça-feira, 14 de agosto de 2007
Jornalistas buscam novas abordagens sobre malária
MAIS de vinte jornalistas das províncias de Gaza, Inhambane, Manica e Sofala participam a partir de amanhã em Inchope, distrito de Nhamatanda (Sofala) num seminário de capacitação profissional promovido pela "Malaria Consortium", sob o título "Os Novos Desafios Representados pela Malária". O evento visa municiar os "escribas" em habilidades e informação actualizada sobre a malária no país e no mundo.
De acordo com Cláudia Manjate, oficial de Advocacia na "Malaria Consortium", o evento faz parte de um grupo de acções destinadas a jornalistas que aquela organização britânica está a promover no nosso país.
Recentemente, o distrito de Namaacha, província do Maputo, foi palco de um seminário que juntou perto de 20 jornalistas dos órgãos de comunicação social sediados na cidade-capital.
No encontro de Inchope, serão feitas apresentações como "Transmissão da Malária e Actividades de Prevenção na Província", "Os Aspectos Clínicos da Malária e sua Relação com HIV/SIDA", e "O Papel do Centro de Investigação em Saúde da Manhiça no Controlo da Malária - O Caso do Desenvolvimento da Vacina".
Os participantes irão visitar o Hospital Central da Beira, famílias de pessoas vivendo com o HIV/SIDA, entre outros locais onde possam recolher informação para a produção de artigos sobre a malária e doenças relacionadas. No fim, os "escribas" irão produzir um suplemento sobre a malária, a ser publicado num dos jornais da praça, a exemplo do que aconteceu com o seminário da Namaacha.
Falando ao "Notícias", Cláudia Manjate disse que este tipo de evento é de capital importância, pois permite uma interacção entre os jornalistas, equipa-os em conhecimento e, a partir daí, podem escrever tendo como horizonte contribuir para a redução dos episódios e óbitos por malária nas comunidades. Tudo porque a malária continua a matar, o que se deve, em parte, à falta de informação exacta sobre a sua prevenção e tratamento.
Mostrando a sua determinação nesta luta, a "Malaria Consortium" lançou na semana passada, na cidade de Maputo, um concurso jornalístico intitulado "Reportando a Malária", para as categorias de Imprensa escrita, televisiva, radiofónica e fotojornalismo. O prémio será uma viagem ao Gana, onde os vencedores irão trocar experiências com membros de "African Media and Malaria Research Network", uma rede de jornalistas e pesquisadores de nove países africanos.
Fonte: Notícias
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segunda-feira, 13 de agosto de 2007
A moda começa a pegar no país
| Jornalista do «Diário da Zambézia» escorraçado no exercício das suas funções |
Desta vez a protagonista foi a chefe do gabinete de Pio Matos, edil da cidade de Quelimane |
O jornalista do «Diário da Zambézia» (DZ), António Zefanias, diz que foi, na última sexta-feira, 10 de Agosto, escorraçado do gabinete da chefe do gabinete do presidente do Conselho Municipal de Quelimane, por ela própria e empurrado em jeito de agressão.
Eram 9 horas, quando o jornalista do «DZ», em plena actividade, diz ter sido escorraçado e agredido fisicamente do gabinete da Secretária do presidente do Conselho Municipal de Quelimane, Pio Augusto Matos, pela respectiva chefe do gabinete que dá também pelo nome do Anabela Bila.
Tudo isto aconteceu depois do jornalista ter recebido informações segundo as quais havia um funcionário do Conselho Municipal, afecto ao ramo da Polícia Municipal, de nome Lima Domingos, que estava naquele local com tubos ligados a sacos de soro, como forma de pressionar o presidente da edilidade a pagar-lhe os seus vencimentos em atraso de três meses. Ele saíra do hospital para protestar nos exactos propósitos em que se encontrava internado.
Chegado ao local, segundo disse o jornalista Zefanias ao «Canal de Moçambique», ele estava acompanhado de um funcionário da edilidade. Pediu licença para entrar e dai foi autorizado, pelos funcionários que ali se encontravam. Confirmou que o doente estava lá sentado e ao seu lado estava um agente da polícia municipal que dá pelo nome de Félix. Já quando o paciente ia a começar a narrar os factos que o levara a abandonar o hospital e a dirigir-se ao Município, portanto, seu local de trabalho, para protestar os três meses de vencimentos em atraso, "eis que entrou a chefe do gabinete do presidente do Conselho Municipal" - conta o jornalista - "tendo logo de seguida questionado o que estava a fazer naquele local".
"Vinhas fazer o quê aqui? Especular?" terá dito a secretário de Pio Matos segundo Zefanias, para depois acrescentar: "Não te aproveites da ocasião. Retire-se desta sala porque eu é que mando aqui" – terá rematado a chefe do gabinete do edil de Quelimane. Na tentativa do jornalista explicar os motivos que o levara até aquele local, conta ele, "eis que a senhora me pôs as mãos empurrando-me para fora da sala e a dizer: «sai daqui, já disse que sou eu que mando neste local".
António Zefanias afirma que abandonou o local, tendo de seguida feito telefonemas para outros colegas da Rádio Moçambique e Televisão de Moçambique "para que viessem ver in-loco este caso bárbaro". "O mais rápido destes órgãos foi a RM, que enviou um jornalista de nome Quim Monteiro". Segundo a fonte, ele e Quim dirigiram-se depois à viatura onde o doente já ia, entretanto, de volta ao Hospital. Na tentativa de obter a versão dos factos acima descritos "eis que mais um caso de espantar sucede", descreve Zacarias. "O agente da polícia municipal, que acompanhava o doente, portanto o Félix, vedou o caminho aos jornalistas para que não tivessem alguma informação do doente, por sinal colega, tendo logo de seguida fechado o vidro da porta do lado onde estava eu e o meu colega, do lado de fora da viatura". Mesmo assim, conta Zacarias, ainda conseguimos ter alguma informação do doente. Foi aí que repetiu que fora ao Conselho Municipal para exigir o pagamento dos seus salários. O doente contou que fez "uma carta aos recursos humanos e à contabilidade, para o senhor Sábado, mas até agora não me dizem nada".
"Nada mais pudemos saber. A viatura arrancou em direcção ao hospital".
Na tentativa de ouvir novamente a chefe do gabinete do presidente do Município de Quelimane sobre as possíveis soluções para este caso, a senhora continuou a fazer os dois jornalistas de pessoas que querem apenas "especular" e terá dito: "Eu não sei se querem entrevista ou outra coisa, porque se for sobre aquele caso... eu não falo porque o presidente não está". "Se quiserem façam uma carta pedido de entrevista" - sublinha entretanto a chefe do gabinete. Mas quando as coisas pareciam ter ficado sanadas, era mentira. "Saiam e depois peçam autorização de entrar. Dai serão ditos se devem ou não entrar", voltou a dizer a senhora, como conta Zefanias. Acto contínuo retiraram-se da sala.
António Zefanias garante que ambas as vezes entrou nas instalações com autorização da secretária de Pio Matos
"Dai em definitivo retirei-me da sala, depois deste cenário que levou pouco mais de meia hora do tempo".
António Zefanias comunicou já o sucedido à delegação provincial do MISA e do Sindicato Nacional de Jornalistas, para dar conta de mais um caso de uma instituição pública que viola por completo o princípio da Liberdade de Imprensa e do direito à Informação. E para também deixar anotada a "agressão" a um jornalista em plena actividade.
Fonte: Canal de Moçambique
M I R A D O U R O - bloge noticioso-MMVII
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segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Jornalista sob ameaça
| A propósito de um texto do qual não foi autor |
| Jornalista Nhachote ameaçado por via de «sms´s» |
| Na origem das ameaças está notícia sobre sobrinho do chefe do Estado "que recebe sem trabalhar" numa unidade militar. Envolvido nas ameaças um funcionário de tribunal em Maputo |
| "Desta vez foste longe demais. Cuidado com as consequências friend. Frelimo partido da Vanguarda" - Israel Manjule, funcionário do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo |
Na sequência do artigo do jornalista do «Canal de Moçambique», Alexandre Luís, que dá conta que um sobrinho do chefe de Estado, Armando Guebuza, "recebe sem trabalhar" (Vssf Canal 374), o jornalista, Luís Nhachote, recebeu no seu telemóvel, de fonte bem identificada, ameaças bastante sérias, das quais a «Polícia da República de Moçambique» (PRM) já foi notificada. Nhachote já apresentou queixa da ocorrência à 12.ª Esquadra em Maputo. A verdade dói Cipriano Machel "não está gravemente doente" como alegara, quando ouvido por Alexandre Luís para o «Canal de Moçambique», Silva Mashangahe adjunto de superintendente da PRM e comandante adjunto das Forças de Protecção de Altas Individualidades – FPAI» instituição a que está afecto o sobrinho do Presidente da República. Quem desmente Mashangahe é a informação enviada pelo telemóvel de Israel Manjule em que se lê: "Apesar de ser verdade o que está escrito nessa merda de «Canal de Moçambique» (Que Cipriano recebe sem trabalhar), não podia ter sido você". |
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