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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Aposta do MDM é levar Daviz Simango à Ponta Vermelha

Depois da exclusão nas legislativas em 9 círculos eleitorais

Maputo (Canalmoz) – A menos de uma semana para o término da campanha eleitoral, o Movimento Democrático de Moçambique (MDM) está a intensificar a sua agenda de caça ao voto a nível da província de Maputo de onde a CNE o excluiu para as legislativas. Com a lista excluída neste círculo eleitoral, a grande aposta dos membros do MDM, segundo o delegado político na província que tem como capital a cidade da Matola, é levar o seu presidente, engenheiro Daviz Simango, à Presidência da República.
Ontem, o partido de Daviz Simango escalou o Bairro da Liberdade, no Município da Matola. Numa acção de grande envergadura desencadeada por grupos de jovens, cantando e distribuindo panfletos ao longo da trajectória, desde a sede do partido, no Bairro da Machava-Sede, até chegar ao Bairro da Liberdade, fez campanha porta-a-porta, mantendo, contactos interpessoais.
Falando à nossa reportagem, Armando Mahumana, delegado político provincial do MDM na Província de Maputo, disse que “a maior aposta dos membros e simpatizantes desta formação política é levar o candidato Daviz Simango a obter a vitória nas próximas eleições do próximo dia 28”.
Esta aposta, segundo Mahumane, “está iminente, devido à notável vontade dos eleitores, de apoiar o presidente do MDM”.

Preferências pelos bairros suburbanos

As constatações feitas durante a cobertura da campanha desta formação politica, revelam que este partido tem escalado na maioria das vezes, os bairros suburbanos, mas sem realizar showmícios. Questionado sobre esta estratégia, Mahumana começou por dizer: “o nosso partido tem consciência das dificuldades das populações desses bairros, uma vez que os políticos se esquecem destes bairros. E além disso, nós precisamos de fazer mudanças nos bairros suburbanos, transformando-os em urbanos”. Mahumana acrescentou que caso o candidato Daviz Simango ganhe as eleições presidenciais, “a aposta será na melhoria dos bairros suburbanos, transformando-os em cidades satélites, ou seja, o MDM quer expandir as cidades até estes pontos”.
Quanto a não realização de showmícios, a fonte disse “nós não queremos votos em troca de um show que nada pode valer para o povo, mas sim queremos pedir o voto em troca da confiança que o povo deve depositar no nosso candidato”.
Falando seguramente, Armando Mahumana disse que “a vitória do MDM está garantida, dado que o nível de aderência dos cidadãos é extremamente elevado a cada dia que a campanha porta-a-porta é levada a cabo”.
O delegado político do MDM na província de Maputo, entretanto, evidenciou a participação da juventude nesta formação politica. Chamou à atenção para o facto das suas caravanas serem compostas, principalmente por jovens.

(António Frades)

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Maputo seropositivos violadores de crianças também ao encalço de jovens


...alegadamente para curar a ‘doença do século’[VIH-sida]



A PRM, citada pelo Notícias de hoje, diz-se assustada pelo incremento de casos de violação de menores por indivíduos portadores de VIH-Sida na Província de Maputo.


Segundo se conta “contrariamente ao cenário anterior em que os violadores eram, na maioria das vezes, indivíduos com idades acima dos 50 anos e as vítimas menores de dez anos, actualmente os indiciados de violação são jovens que abusam sexualmente crianças e adolescentes, de acordo com informações avançadas por Juarce Martins, porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) na província do Maputo.”


O representante da PRM, Juarce Martins, contou que o que leva pessoas a crime desta natureza é a “antiga teoria em que indivíduos dos seus 40 ou 50 anos de idade infectados pelo HIV/SIDA praticavam relações sexuais com crianças na falsa ideia de que se livrariam da doença ainda sem cura.” O que mais alarma a PRM é o facto de que a idada das vitimas em relação ao violadores estar a reduzir, tendo se registado, por exemplo no Bairo 1º de Maio, “uma jovem de 27 anos de idade foi forçada a fazer sexo oral com um indivíduo de 31, sob ameaças de morte.”


Foto Um Sonho Chamado Femenismo

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Preocupante a onda de raptos em Maputo

...em causa menores que frequentam a Escola Primária 8 de Março em Tsalala, denunciando 'fragilidades' e ambiente conivente. 
Segundo o Noticias de hoje "dois novos casos de raptos de menores voltaram a marcar nos últimos dias a vida da Escola Primária 8 de Março, no bairro de Tsalala, no município da Matola. Depois de Setembro último terem sido raptadas seis crianças, cinco das quais ainda desaparecidas, recentemente, em ocasiões diferentes, duas menores voltaram a cair nas mãos dos agentes do crime organizado."
Foto Noticias

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Namaacha : Cidadão carbonizado no interior do seu carro

UM cidadão que em vida respondia pelo nome de António Chirindza, encontrou a morte ao ser carbonizado, por desconhecidos, no interior da sua viatura, de marca BMW, na última segunda-feira, a quatro quilómetros do posto administrativo de Goba, distrito de Namaacha, província de Maputo.

Não são conhecidas, ainda, as razões que teriam contribuído para este acto, mas a Polícia da República de Moçambique (PRM) presume que tenha se tratado de mais um caso de assassínio premeditado, protagonizado por pessoas de má-fé.O porta-voz do Comando Provincial da PRM, Joaquim Selemane, afirmou que a Brigada Operativa daquele comando foi chamada, apenas, para examinar o corpo, o que acabou por facilitar a sua identificação. Acrescentou que dado o estado em que se encontrava o corpo do malogrado, a Polícia ordenou o seu enterro no local da ocorrência. Segundo Selemane, este caso faz parte de um conjunto de 25 casos criminais registados durante a semana que hoje termina, onde se destacam dois homicídios qualificados, igual número de ameaças de morte, cinco ofensas corporais, quatro roubos, nove furtos e um rapto de menor.Este último caso deu-se no distrito de Marracuene, quando um indivíduo supostamente crises de perturbações mentais raptou uma menor de quatro anos de idade, não se sabendo, até aqui, quais eram as reais intenções do raptor.A ocorrência foi denunciada por uma cidadã residente no Bairro de Jafar, no mesmo distrito, apelando para a rápida reacção das autoridades policiais, o que terminou com o resgate da criança.
Segundo ainda informações do porta-voz do Comando Provincial da PRM, seis cabeças de gado bovino foram recuperadas nas matas do posto administrativo de Changalane, distrito de Matutuíne. Contudo, ainda não é conhecido o proprietário dos animais. No mesmo período, as autoridades policiais registaram a ocorrência de 18 acidentes de viação que tiveram como consequências sete mortos, quinze feridos graves e dez ligeiros.Deste número de sinistros, catorze foram choques entre carros, dois atropelamentos a peões, um choque contra um obstáculo fixo e uma queda de passageiro.A PRM, na província de Maputo, reclama a apreensão de seis viaturas e igual número de cartas de condução por diversas irregularidades nos próprios carros e seus proprietários ou condutores. (Noticias.23.02.2008)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008


Revolução popular espalha-se 'a largura do território nacional

- Hoje ontem, 11-02-2008, as províncias de Maputo e Gaza

Os ecos das manifestações, levadas a cabo por populares na cidade de Maputo a 5 de Fevereiro, estão, de forma espiral, a atingir as localidades mais recônditas do país. Há relatos que dão conta que, cidadãos e os proprietários de semi-colectivos nas províncias de Maputo (Marracuene e Bobole) e Gaza (Chókwè) saíram a rua em massa, para mais uma vez, demonstrar o seu desagrado, devido a alta do custo de vida. Mercê da repressão contundente e armada da PRM, em Chókwè foram registadas uma casualidade e meia dezena de feridos. Entretanto, pese embora esta notícia tenha ido ao ar pela estação televisiva STV, nenhum meio de comunicação do Estado, RM e TVM, ousou [devido a censura imposta pelo Governo do Presidente Guebuza] dar conta do sucedido. Leia + aqui.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Onde para' aquela rede de mulheres que estão bem na vida?


- Promovida pela Governadora telmina Paixão com a sua sucessora na Direcção do Ensino Técnico do MEC

Num passado não muito longicuo, a Governadora do Maputo veio ao público para dar a conhecer a lista que ela tinha das mulheres bem sucedidas na vida e que devia constituir exemplo das raparigas do país. Sinceramente falando, a lista que ela produziu só nos deu muito para rir dado o curriculo tristemente celebre das visadas. Hoje, onde para esse projecto? Continua ou não? Vamos pegar a si. Nascida de parentes de classe média em Inhambane, viveu em Manica numa luxuria, enquanto estuda na UEM- Facauldade de Veterinaria se meteu num projecto no Ministério da Educação. Penso que do tal projecto, lhe valeu "amizades" que lhe conduziram a Directora Nacional do Ensino Técnico. A senhora nunca foi professora do ensino técnico. E por aí foi subindo, a Vice-Ministra, descendo - a Governadora, e está -que penso estar na porta da saída do Governo, nem?. Agora me diga se isto é exemplo para as raparigas! Antes que me esqueça, quando é que a Sra Governadora termina o mestrado? Lembre-se que aqui não estou a falar da Telmina Paixão, como pessoa, falo de si como a figura da Governadora, que se quer exemplo, para a promoção do gênero, ou seja as raparigas.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Quando o ser "mulher" e ser do "sul" fizerem parte dos TOR para se ser dirigente em Maputo - o pior ainda pode vir

Província de Maputo
Desorganização do governo enfraquece esforço de agricultores
— reconhece directora provincial da agricultura, Setina Beatriz Titosse, em entrevista ao «Canal de Moçambique»

O MIRADOUR(O)NLINE pode revelar que"mais de 100 mil pessoas precisam de assistência alimentar na província de Maputo, e prevê-se que para a próxima campanha agrícola esses números venham a aumentar devido a seca que se prevê que venha assolar a região sul do país nos próximos meses", disse ao «Canal de Moçambique» a governadora da Província de Maputo, Telmina Perreira, que falava à margem das celebrações do Dia Mundial de Alimentação, celebrado há dias com cerimónias centrais a 16 de Outubro corrente, no distrito de Magude, província de Maputo.

Na esteira das declarações da Telmina Perreira, o «Canal de Moçambique» procurou ouvir a directora provincial da agricultura da província de Maputo para se inteirar do que realmente se está a se passar, visto que enquanto se diz que a população precisa de assistência alimentar, parte dos agricultores da província reclamam por espaço para a comercialização dos seus produtos.
Os agricultores da província de Maputo reclamam que os seus produtos estão a apodrecer nas machambas, por não haver quem os compre, e simultaneamente aparecem-nos o políticos a dizer que "mais de 100 mil pessoas necessitam de uma assistência alimentar", na mesma província.

Os que vivem nas zonas urbanas da mesma província vivem quase que exclusivamente de produtos importados da vizinha África de Sul: batata, cenoura, cebola, alho, óleo alimentar, ovos, entre outros que os agricultores reclamam estarem a apodrecer nas machambas, sem compradores. Um paradoxo por explicar. Setina Beatriz disse ao «Canal de Moçambique» que "isso acontece devido a falta de coordenação no seio do governo provincial de Maputo".
"Penso que isso acontece porque nós (da agricultura) ainda não sentámos para coordenar com a direcção da Indústria e Comércio para procurarmos espaço para a comercialização dos produtos dos agricultores. De facto há desaproveitamento dos produtos produzidos na província", reconheceu Setina Beatriz Titosse falando ao «Canal de Moçambique».

Outro aspecto que a nossa entrevistada apontou como factor da escassez alimentar na província "é o desconhecimento das técnicas de conservação dos produtos agrícolas pela parte dos agricultores", o que faz com que, segundo a directora Setina Titosse, "os produtos conseguidos numa campanha agrícola não resistam até à colheita da outra campanha, levando muitas das vezes os agricultores a sofrer de fome durante muito tempo, depois de durante pouco tempo terem uma abundância enorme". Para Solucionar estes problema que vem assolando os agricultores da província de Maputo desde há muito, a directora da agricultura prometeu que "futuramente" irá "reunir com a Direcção da Indústria e Comércio da Província de Maputo, para buscar espaço para a comercialização dos produtos dos agricultores da província de Maputo". Titosse acredita que "a comercialização dos produtos pode aliviar os agricultores da província, uma vez que tendo dinheiro, estes podem adquirir outros bens que lhes falta, incluindo produtos agrícolas que eles não produzem".

Setina Titosse disse também ao «Canal de Moçambique» que "se os agricultores não podem conservar os produtos durante muito tempo porque se estragam, tendo-os comercializado já podem conservar dinheiro". "Não seria a mesma coisa que produzir e depois ver quase tudo a se estragar", referiu a nossa interlocutora em tom de esclarecimento, mas tarde a que essas boas ideias sejam implementadas. Já a directora da Indústria Comércio e Turismo, da mesma província, garantiu ao «Canal de Moçambique» que "irá incentivar os mukeristas da província de Maputo, a optar por comprar produtos cultivados na província de Maputo para a posterior revenda". No entanto essa mesma óptima intenção tarde em ser prática. "Neste momento ainda nada está-se a fazer" confirma. E refere que ainda "não reuniu" com a direcção da agricultura para abordar esta situação e porem ambos em práticas as tais boas ideias.

Esta confirmada "descoordenação dos sectores" governamentais no executivo liderado por Telmina Perreira, vem confirmar de certa forma a desorganização mais geral no governo moçambicano no seu todo, que vem sendo denunciado por várias entidades nacionais e estrangeiras constituintes da sociedade moçambicana. Essa descoordenação tem sido vista como fruto do facto dos governantes estarem simultaneamente ligados a actividades privadas, relegando as suas obrigações como gestores públicos para planos secundários enquanto usam e abusam dos recursos e meios públicos imputando ao Estado os custos das suas actividades privadas.
A título ilustrativo, no mesmo dia em que se celebrou o Dia Mundial de Alimentação, a ROSA, Rede de Organizações para a Soberania Alimentar, chamou o governo moçambicano à consciência para a situação da fome que se está a viver no país e de que são vítimas largos sectores de populações desfavorecidas.
Segundo a representante da ROSA em Moçambique, Saquina Mucavel tal sofrimento "deve-se à má aplicação das políticas definidas pelo Governo Moçambicano para o combate à pobreza e à fome".

(Borges Nhamirre)

*Acentuamos o artgo com este titulo com vista a fazer ver que e' errado promover pessoas por base do genero ou tribo a que pertencem sob pena de nao conseguirmos reconhecer o me'rito que encontramos nelas. Nao pretendo dizer que as senhoras nao dever ser dirigentes, mas o mais importante e' que elas devem ter accesso ao poder, ao emprego, a tudo em pe' de igualdade dos homens. Ora, o que esta' acontecer em Maputo parece pender para outra direccao, olhando apenas no 'sexo fraco' e se fala o 'ali kaiwa'. Vamos promover a cultura local, mas acima de tudo a Moc;ambicanidade e o merito!
Fonte: CANAL DE MOÇAMBIQUE / M I R A D O U R (O)NLINE - ACTUALIDADE NOTICIOSA - MOÇAMBIQUE - MMVII

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terça-feira, 16 de outubro de 2007

Suspensão da comercialização da «Água da Namaacha»


O MIRADOURO pode revelar que proprietários protestam por danos causados pelas autoridades

 

"Nós temos a certeza de que a nossa água tem qualidade para ser consumida e para, além disso, sempre trabalhámos em parceria com o próprio MISAU no que concerne aos exames laboratoriais, mas desta vez estranhamos a falta de comunicação" - Director de Produção da «Água da Namaacha», Carlos Peres "Nós estamos apenas a cumprir com a nota que nos foi enviada pelo MISAU dando conta que a «Água de Namaacha» tem problemas" - Inspector da Direcção da Industria e Comércio, António Mbeve


 Mesmo sem notificar a Sociedade de Águas de Moçambique, proprietária da «Água de Namaacha», liquido mineral que as autoridades alegam ser imprópria para o consumo, a Direcção da Indústria e Comércio continua com as mangas arregaçadas a recolher das prateleiras dos estabelecimentos comerciais as embalagens de água da marca. Os proprietários da marca estão com os nervos à flor da pele e exigem um esclarecimento das autoridades porque segundo eles a água é de qualidade.
Foi há um mês e meio que as autoridades da Indústria e Comércio começaram a caça à «Agua de Namaacha».
Tudo começa com uma nota de 31 de Agosto do presente ano enviada pelo Departamento dos Assuntos Ambientais e do Género do Ministério da Saúde dando conta que aquela água não reunia os requisitos de higiene sanitários e por via disso devia ser banida da circulação para não por em causa a saúde pública.
Os responsáveis daquela que é a única marca nacional de água mineral a exportar para o mercado da África Austral, referem que até o momento já sofreram prejuízos financeiros incalculáveis. O director de produção, Carlos Peres disse que para preservar a reputação da instituição viu-se obrigado a interromper a venda da água. Todavia aquele dirigente da empresa diz que "os mais de 50 trabalhadores empregues naquela unidade mesmo em inactividade originada pela falta de comunicação entre a «Água de Namaacha», e as autoridades estão com o salário em dia", mas alerta que não sabe até quando a empresa vai aguentar com este fardo imposto.
"Nós temos a certeza de que a nossa água tem qualidade para ser consumida e para além disso, sempre trabalhámos em parceria com o próprio MISAU no que concerne aos exames laboratoriais, mas desta vez estranhamos a falta de comunicação", disse Peres acrescentando que dois dias depois de a notícia ter sido veiculada pelos meios de comunicação social contactou as autoridades, mas diz a fonte: "até o momento ainda não temos nenhuma nota". Nem mesmo um boletim que ateste a falta de qualidade das água. "Muito menos o referido boletim que retracta a alegada falta de qualidade da nossa água", precisou Peres garantindo depois que é do interesse da empresa o retorno à normalidade, mas "tal só pode acontecer depois de as pessoas que se pronunciaram a respeito, contactarem-nos e provarem que a nossa água pode por em causa a saúde humana".
A dado passo da sua alocução, Peres exigiu mesmo que as autoridades "reponham a verdade", na medida em que "qualquer paralisação do género afecta, não só a empresa, mas o País".
Peres falava na presença do seu advogado e da empresa Dr. José Caldeira.

O que dizem as autoridades

O «Canal de Moçambique» contactou a Direcção da Industria e Comércio para perceber o que efectivamente está acontecer e tentar aferir o que uma situação do género, caracterizada pela notável falta de comunicação entre as instituições interessadas pode representar para um País que se prepara para entrar no chamado mercado comum da SADC.
O Inspector da Direcção da Industria e Comércio António Mbeve limitou-se a dizer que aquela Direcção da Indústria e Comércio não pode comentar questões técnicas. "Nós estamos apenas a cumprir com a nota que nos foi enviada pelo MISAU dando conta que a «Água de Namaacha» tem problemas", revelou a fonte da DIC acrescentando depois, a justificar-se, que para questões de género "quem comanda as operações é um técnico da saúde".
Questionado sobre o pronunciamento do director de produção da marca, Carlos Peres, que dizia que não foi notificado, e que apenas soube da posição da Direcção da Industria e Comércio em parceria com o MISAU em relação à falta de qualidade da «Água da Namaacha» através da imprensa, António Mbeve disse a responsabilidade de comunicar ao visado cabe ao MISAU e não a Direcção que ele representa. "Se o MISAU comunicou à empresa ou não, isso não sei, nem quero me pronunciar quanto a isso, mesmo até no que concerne aos resultados laboratoriais", disse Mbeve acrescentando que "enquanto não se provar o contrário aquela marca continuará suspensa".
Quando instado a comentar sobre o que é que pode significar esta situação numa altura em que se fala da integração regional, António Mbeve a fonte recusou-se comentar. "Não é oportuno fazermos essa relação", concluiu.
Todas as tentativas de ouvir a parte do MISAU, entidade que recomendou a sua parceira da Indústria e Comércio a retirar do mercado a água da Namaacha» redundaram em fracasso. Disseram-nos, ora que a pessoa mais indicada para falar no assunto, a Drª Ana Charles "está com agenda apertada", ou então que "está reunida". Ninguém explica o que se passa com a «Água da Namaacha» ficando subjacente o risco que correm os investidores em Moçambique ao lidarem com autoridades que procedem da forma aqui descrita.

(Jorge Matavel Borges Nhamirre)

 Fonte: CANAL DE MOÇAMBIQUE / M I R A D O U R O - ACTUALIDADE NOTICIOSA - MOÇAMBIQUE - MMVII



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terça-feira, 21 de agosto de 2007

NO DISTRITO DE NAMAACHA, MAPUTO-PROVINCIA

Secretária Permanente dá "Vivas à Frelimo!" em reunião da sociedade civil
A secretária permanente, do distrito de Namaacha, Maria Mutemba, foi a principal protagonista das celebrações do «1.º Aniversário da Campanha Nacional Contra o Abuso Sexual da Rapariga na Educação». Para espanto dos presentes iniciou o seu discurso gritando: "Viva a Frelimo!"
A Campanha Nacional Contra o Abuso Sexual da Rapariga na Educação completou no passado dia 19 de Agosto corrente o 1.º aniversário da sua existência como uma organização. Em celebração deste evento, foram realizados em diversos pontos do país, vários eventos públicos, constituídos por actividades culturais, desportivas, palestras, desfiles, mesas redondas, com envolvimento de diversas organizações sociais.
As cerimónias centrais deste evento tiveram lugar ontem, dia 20 de Agosto na vila fronteiriça de Namaacha, província de Maputo organizadas pela Organização Não Governamental (ONG) «Actionaid», em colaboração com outras ONG's como a Unicef, Oxfam, Save the Children, FAWE-Moçambique e participação de outras organizações da sociedade civil, com destaque para AMODEFA – Associação Moçambicana da Família, MULEID – Mulher Lei e Desenvolvimento ONP – Organização Nacional dos Professores, OMM – Organização da Mulher Moçambicana entre outras.
«Não ao Abuso Sexual Contra a Rapariga na Educação» foi o lema escolhido para as celebrações do primeiro aniversário daquela organização.
Contrariamente ao que estava previsto no comunicado de imprensa que recebemos na nossa redacção, e que previa a presença da governadora da província de Maputo, Telmina Pereira, do Ministro da Educação, Aires Ali e da Ministra da Mulher a Acção Social, Virgínia Matabel, estes não estiveram presentes nas cerimónias centrais deste evento, e com a excepção do governo provincial de Maputo, os dois ministros acima referidos nem delegaram ninguém para os representar.
A coordenadora dos direitos da mulher e da criança na «Actionaid», Nacima Fígia, abordada pelo «Canal de Moçambique» para esclarecer o porquê da ausência destas figuras de destaque no quadro político nacional, se bem que já haviam confirmado a sua presença, disse à nossa reportagem "desconhecer os motivos" da não presença deles e, acrescentou que "nós não estamos preocupados com a ausência deles". "As nossas actividades estão a decorrer plenamente e, é claro que a sua presença seria símbolo de reconhecimento do nosso esforço pela educação da mulher e rapariga moçambicanas, mas acredito que não lhes faltou a vontade. Talvez foi por uma questão da agenda". Frisou a Dra. Nacima.
Entretanto, a secretária permanente do governo distrital de Namaacha, Maria Muthemba, por sinal a única representante do governo que se fez presente no local das cerimónias, quando chamada a intervir, abriu o seu discurso com um categórico "VIVA a FRELIMO", que repetiu por seis vezes. De seguida Maria Muthemba não disse mais nada que mereça destaque, se não "agradecer a presença de todos" e dizer que "combater o abuso sexual da rapariga na educação é uma tarefa de todos". A representante do governo naquele evento confirmou a tentativa de frelimização da sociedade moçambicana, muitas vezes denunciada pela oposição e pela sociedade civil. Maria Mutemba confundiu uma reunião da sociedade civil como um encontro do seu partido.

O que disse a coordenadora da «Actionaid»

Já no momento reservado ao discurso da coordenadora da organização que promoveu a realização deste evento, esta disse que "a importância da Campanha Contra o Abuso Sexual da Rapariga na Educação, surge na necessidade de inverter a actual situação do nosso país, onde entre vários problemas que afligem a rapariga na educação, destacam-se os seguintes: sucessivos casos de assédio e abusos sexuais perpetrados por familiares, colegas e professores, a pobreza, a sobrecarga do trabalho doméstico, as longas distâncias que separam a escola da casa, os casamentos prematuros e também os problemas do HIV/Sida"
Nacima Fígia acrescentou ainda que "de acordo com os estudos realizados sobre o impacto do abuso sexual da rapariga na educação, concluiu-se que esta prática que é corrente no nosso país poderá comprometer a implementação de vários desafios nacionais tais como: CEDAW-Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Descriminarão, a Plataforma do Beijing, o GCAP – Campanha Global Contra a Pobreza em Africa, o MDG – Objectivos de Desenvolvimento do Milénio e o PARPA, colocando ainda de longe o desejo de alcançar a educação para todos e a igualdade de género na educação até 2015".
A terminar o seu discurso, a representante da «Actionaid Internacional-Moçambique» garantiu que a sua organização, em colaboração com outras organizações humanitárias, "irá continuar, através da Campanha Nacional Contra o Abuso Sexual da Rapariga na Educação, a trabalhar no sentido de pressionar o estado moçambicano a respeitar a várias convenções internacionais que ratificou como garante da defesa dos direitos da mulher e rapariga, que entretanto a sua aplicação não se faz sentir."
"Vamos pressionar o governo de modo a colocar o problema de abuso sexual da rapariga na agenda pública, a aplicar a legislação existente, bem como a reforçar a legislação já existente em matéria de abuso sexual da rapariga na educação, pois, o cenário actual é crítico. Os violadores das raparigas devem ser punidos com penas severas e exemplares", disse a Dra. Naima.
A escolha da vila da Namaacha para a realização das cerimónias centrais deste evento foi justificada "como forma de alertar as raparigas daquela região, do perigo que correm, bem como despertar o governo e a sociedade civil da vulnerabilidade das raparigas daquele ponto de país", onde segundo a nossa fonte, "o índice da desistência escolar das raparigas por causa da gravidez indesejada é considerado dos mais elevados do país e a tendência é crescente".
«Actionaid» é uma ONG internacional que trabalha em Moçambique desde 1988, tendo iniciado as suas actividades no âmbito da emergência decorrente da guerra civil, nos distritos costeiros de Pebane e Maganja da Costa, na província da Zambézia. Encontra-se actualmente a operar nas províncias de Nampula, Zambézia, Tete, Manica e Maputo, com expansão em curso para as restantes províncias do país.
Esta organização é parceira da Campanha Nacional Contra o Abuso Sexual da Rapariga na Educação que foi criada a 19 de Agosto de 2006, pelo executivo moçambicano, no esforço de promover a educação da rapariga no nosso país e tem a duração de dois anos e, no seu fim irá se avaliar os resultados na aplicação nesse esforço.

Fonte: CANAL E MOÇAMBIQUE

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ISENCOES ALFANDEGARIAS PARA MINEIROS MOZAMBICANOS

Os trabalhadores moçambicanos nas minas da República da África do Sul já dispõem de informações suficientes e oficiais sobre a legislação aduaneira moçambicana aplicável na importação de bens, com destaque para o Decreto 30/2002, de 2 de Dezembro, extensivo aos mineiros revela um comunicado de imprensa do Mistério do Trabalho enviado à redacção do «Canal de Moçambique».
À luz deste Decreto, os trabalhadores moçambicanos nas minas da RAS estão isentos de taxas aduaneiras sobre os bens que levem consigo no seu regresso ao país de origem, na totalidade, após o cumprimento de contrato de 12 meses, desde que apresentem às Alfândegas na fronteira um certificado de bagagem emitido pelo Consulado de Moçambique, naquele país vizinho.
Uma Brigada constituída por quadros do Ministério do Trabalho e das Alfândegas de Moçambique, em coordenação com a Delegação do MITRAB na RAS e do Alto Comissariado de Moçambique naquele país, acabam de concluir a divulgação do referido documento legislativo em seis minas de ouro e de platina localizadas nas regiões de Rustenberg, Carletownville e Welkom.
Trata-se das minas da Western Platinum, Impala Platinum, Rustenberg-Anglo Platinum, Tau Tona Gold Mine, South Deep Gold Mine, Beatrix Gold Mine, Joel Mine, Orix Mine, Harmony, Tshepong, Masimong e President Stein, que empregam cerca de 7.100 trabalhadores moçambicanos.
A não observância destes procedimentos, os mineiros foram alertados que estarão sujeitos ao Decreto 62/98, de 20 de Maio, que estabelece em 2.000,00 Rands (dois mil Rands) o limite de isenção de taxas aduaneiras sobre os bens que o trabalhador leva consigo no fim do contrato. Mantém-se, porém, nas viagens intermédias, o limite de 300,00 Rands (trezentos Rands).
Os serviços consulares de Moçambique na RAS emitem certificados de bagagem, tendo renovado o pedido no sentido de os trabalhadores em causa colaborarem no processo e, sublinhando a formação de Comissões de trabalhadores como sendo a melhor via para a canalização dos pedidos de emissão de certificados ou solicitação de deslocações às minas para a colheita das listas dos bens a enviar. A taxa por cada certificado emitido é de 200,00 Rands.
As Alfândegas de Moçambique estão a preparar uma lista de bens que os mineiros moçambicanos na RAS trazem no seu regresso, para ser submetida à Delegação do MITRAB em Joanesburgo, por forma a que, esta a divulgue junto dos visados e das demais comunidades moçambicanas estabelecidas naquele país, com vista à sua familiarização.
Importa salientar que uma Missão do Governo moçambicano, através dos Ministérios das Finanças, Trabalho, Negócios Estrangeiros e Cooperação e o Banco de Moçambique, partirá brevemente para o Reino do Lesotho para um estudo sobre o pagamento diferido aos trabalhadores na diáspora, no caso vertente de mineiros, via banco.
Fonte: CANAL E MOÇAMBIQUE

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sábado, 18 de agosto de 2007

Cidadãos escapam de baleamento


No percurso Salamanga-Ponta do Ouro
O crime violento está a conhecer contornos cada vez mais preocupantes com a Polícia da República de Moçambique (algumas vezes) a ficar à leste dos acontecimentos. Na segunda feira passada, por volta das 12 horas, no troço entre Salamanga e Ponta do ouro, na província de Maputo, Teresa Moreira, funcionária
reformada da empresa Petróleos de Moçambiquefoi vítima de tentativa de assalto à mão armada.

"A meio do percurso, dois homens (um deles empunhava uma arma que aparentava ser AKM), saltaram para o meio da estrada e apontaram-nos com uma arma, mas nós fugimos", disse Teresa Moreira que falava ontem ao media mediaFAX.
A nossa fonte que na altura se fazia transportar numa viatura Toyota Land Cruiser VX, conta que o motorista que ia ao volante, ao se aperceber da situação, simulou obediência aos meliantes, facto que lhes distraiu, e com eles (meliantes) convencidos que o carro abrandara a marcha para parar, repentinamente o
motorista acelerou a viatura, ao que se seguiram três tiros que um deles furou a parte traseira do automóvel, sem contudo atingir os dois ocupantes (Teresa e o Motorista).
Facto curioso é que o media mediaFAX ao querer saber das diligências no sentido de se neutralizar a quadrilha ainda a monte, o porta-voz da PRM na província de Maputo, Juarce Martins, disse não constar nos seus registos o caso de tentativa de assalto frustrado e tentativa de baleamento a Teresa Moreira e seu motorista."
Nós aqui não temos registo desse caso, talvez ela não tenha participado o caso à polícia, não temos registo", disse Martins.
Entretanto a sra Moreira disse ter participado o caso na esquadra mais próxima, a de Ponta de Ouro, mas dado o posicionamento do comando provincial, é pouco provável que se esteja a diligenciar no sentido de se neutralizar os criminosos.
Aliás, a vítima disse duvidar que se consiga neutralizar o bando, pois " aquilo é mata, talvez se tivessem ido para lá imediatamente, agora é um pouco difícil acreditar que eles consigam encotrá-los", disse. Refira-se que o crime violento está a ganhar "corpo e forma" na província e cidade de Maputo, sendo a face mais visível o roubo de viaturas e assalto a instituições bancárias.
Fonte:MEDIAFAX

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