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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Nampula, esta Nampula!


...Será que deixamos de falar dela quando a desmatação findar?

Como que a querer desafiar a realidade e a crença dos moçambicanos, o Governo aparece a dizer que “Os alunos das escolas do distrito de Monapo, província de Nampula, esperam por melhores dias, pois as autoridades governamentais locais aprovaram recentemente o reforço do mobiliário escolar para apetrechar os estabelecimentos de ensino” (Confira aqui: noticias). E como se não bastasse, esse mesmo Governo que tem agentes envolvidos no chorudo negócio de madeira com a China, afirma ainda que “Para concretizar a decisão será usada a madeira em toro apreendida aos operadores florestais furtivos”. Afinal quem são dos operadores furtivos? Não são voçês?!

Agora não apareçam aqui vertidos de pele de cordeiro, quando na verdade são umas autênticas lebres. O senhor Fernando Saíde, administrador de Monapo, para álem de saber que a rede escolar do seu distrito é de 112 unidades, devia, em primeiro lugar, saber quem foi julgado e penalizado pela desmatação cruel levada a cabo naquele região. É tanta madeira de ‘milando’ não resolvido que até dá para apetrechar “todos os estabelecimentos escolares do distrito construídas à base de material convencional, para depois atacar os de construção precária que tenham segurança para evitar que as carteiras sejam roubadas” (Sic). Onde andam os Criminosos? Como ficou o caso do senhor tristemente famoso Muhate? As nossas crianças não querer saber da notícia de se sentam por cima de carteiras de cuja madeira os ladrões andam 'a monte e na frescura dos seus gabinetes e os outro ja' em Maputo depois do infortunio. (x)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Roubo de Madeira em Inhambane


- Governador ao ataque!?

Um vigoroso aviso a navegação foi dado ontem pelo Governador de Inhambane, Itai Meque aos que se dedicam ao abate, corte, transporte e exportação da madeira. Meque falava durante um encontro com os agentes e fiscais da floresta. Nesse encontro, os participantes fizeram das ‘tripas o coração para denunciar casos de exploração da madeira ilegalmente, de uso de quotadas alheias e compradores chineses com praticas desonestas ao medir a cubicagem desta. O governador, num discurso sem presedentes novo, disse que os corruptos estão identificados. Acalmou os participantes que não havia pessoas ‘intocaveis’, tendo deixado disponível o seu contacto para qualquer inquitação neste âmbito. O leitor tem palavra sobre esta história, o que pensa?

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Madeira em Nacala-Porto: Pesadas multas para exportadores ilegais

O Tribunal Aduaneiro na cidade de Nacala Porto, em Nampula, decidiu aplicar pesadas multas fixadas em 13.503.240 meticais a oito empresas que pretendiam exportar ilegalmente madeira para o mercado chinês. Depois do pagamento das multas, as referidas empresas terão que seguir os procedimentos legais para aquele tipo de operações, a que se tinham furtado para a exportação dos 543 contentores de madeira em toros.

A apreensão dos 543 contentores de madeira ocorreu no final do terceiro trimestre do ano em curso, quando uma inspecção multissectorial envolvendo elementos das Alfândegas de Moçambique, dos Serviços Provinciais de Florestas e Fauna Bravia, da Polícia da República de Moçambique e do Governo distrital de Nacala Porto suspeitou que certos responsáveis afectos aos Serviços Distritais das Actividades Económicas, em conexão com alguns elementos das Alfândegas, estavam a autorizar a exportação ilegal de madeira preciosa em toros. Na sequência disso, foram apreendidos 12 contentores com madeira de diversa espécie que estava a caminho do mercado externo, especificamente a China.

No entanto, este volume veio a subir para os actuais 543 contentores.Regina Quinhentos, assessora jurídica da Direcção Provincial de Agricultura em Nampula, disse ao nosso Jornal que dados fornecidos pela Autoridade Tributária de Moçambique, Direcção Regional Norte, indicam que o Tribunal Aduaneiro determinou que as oito empresas prevaricadoras, todas de origem chinesa, deverão pagar multas na ordem dos 13.503.240 meticais, após o que terão de seguir os procedimentos legais para uma possível exportação dos 543 contentores de madeira em causa. (NOTÍCIAS)

Nota: O Miradouro da' conta que nesta histo'ria nao constam nomes, como o do filho do actual Ministro da Agricultura, Eramo Muhate, que tambem esta' em contas com as autoridades de florestas na provi'ncia de Nampula, por exportacao ilegal de madeira atrave's do mesmo porto de Nacala e despoletado pelo jornal local - Wamphula Fax.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Apreendidos 11 mil metros cúbicos de madeira a caminho da China


O MIRADOURO pode revelar que as autoridades da província de Nampula, Norte de Moçambique, anunciaram hoje a apreensão de 11 mil metros cúbicos de madeira avaliados em 3,5 milhões de euros, que iam ser ilegalmente exportados para a China.
Pedro Mangue, dos Serviços Nacionais de Inspecção de Terras e Florestas no Ministério da Agricultura de Moçambique, afirmou que a referida madeira, acondicionada em 531 contentores, está em toros, uma forma de corte que o Governo proibiu desde Junho último.
A interdição visa refrear o corte excessivo de madeira no país e permitir a reposição florestal em Moçambique.
No lote apreendido, as autoridades encontraram ainda madeira de Umbila e Pande, cuja exportação em toros é proibida desde 2006, afirmou Mangue.
Oito empresas das províncias de Nampula e Cabo Delgado, norte de Moçambique, e Zambézia, centro, estão alegadamente envolvidas no caso desta apreensão, afirmou o mesmo funcionário do Ministério da Agricultura de Moçambique.
"A madeira já tinha passado de todos os esquemas de controlo montados no porto de Nacala, nomeadamente os serviços de Alfândegas e da Agricultura", destacou a fonte.
Pedro Mangue indicou que a mercadoria confiscada será vendida em hasta pública, devendo os infractores responder no Tribunal Aduaneiro.
"Os madeireiros têm de ser sérios e exercer a actividade com responsabilidade. Temos de valorizar os nossos recursos", disse Mangue.
Os operadores deste sector aproveitam-se da incapacidade das autoridades, em meios materiais e recursos humanos, para persistir na exportação de madeira em moldes considerados ilícitos e invariavelmente destinada ao mercado chinês.
Recentemente, as autoridades moçambicanas descobriram que um navio chinês deixou o porto da Beira, na província de Sofala, centro de Moçambique, com um carregamento de 1894 toros de madeira, supostamente com o aval da Direcção Nacional de Terras e Florestas (DNTF).
A riqueza em madeira de muitos países africanos e a fragilidade no controlo desta actividade no continente levou os operadores chineses a virarem-se para África, para alimentar a grande procura desta matéria-prima naquele país asiático. 
Fonte: NOTÍCIAS LUSÓFONAS / M I R A D O U R O - ACTUALIDADE NOTICIOSA - MOÇAMBIQUE - MMVII



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sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Madeira em toro continua a sair do país


UM total de 1248 toros de madeira da primeira do tipo pau-ferro e mondzo foram exportados há dias a partir do Porto de Nacala, em Nampula, para China pela empresa China-HK Development Group L.da, operação que constitui mais uma flagrante afronta à legislação em vigor, que considera ilegal qualquer transacção para os mercados externos da madeira não processada.

Uma credencial datada de 4 de Julho, com referência 88SDAECNP/11/-16-2007 e emitida pelos Serviços Distritais das Actividades Económicas de Nacala-Porto, informa a Direcção Regional Norte das Alfândegas que aquela operadora chinesa, HK Development Group L.da, estava autorizada a exportar madeira em toro e nas quantidades acima referidas.

A autorização da exportação da madeira em causa, atropela de forma flagrante o diploma ministerial de 20 de Dezembro do ano passado, o qual retira o mondzo e pau-ferro da classe das madeiras preciosas, o que legitima a sua venda externa em toros, para a de madeira de primeira, o que obriga ao processamento antecipado e posterior exportação.

Segundo dados apurados pelo nosso Jornal junto dos Serviços de Fiscalização Florestal de Nacala-Porto, fazem parte da classe das madeiras de primeira que não podem ser exportadas em toros, as espécies como mondzo, pau-ferro, jambire, umbila e chanfuta.

Armando Uahide Coerre, chefe dos Serviços Distritais das Actividades Económicas, assegurou à nossa Reportagem que desde Junho do ano em curso, que a instituição que dirige não emite certificados para exportação de qualquer tipo de madeira, seja ela em toros ou processada.

Todavia, segundo dados colhidos pela nossa Reportagem, levam-nos a concluir que tal depoimento não corresponde à verdade uma vez que, para além do lote da China-HK Development Group L.da, que por essas alturas segue a bordo do navio LEILA para os mercados chineses, existem ainda no porto de Nacala 323 contentores levando consigo 6135 toneladas de madeira supostamente serrada, mas ao que se presume ainda em toros.

Agostinho Langa, director executivo do Porto de Nacala, explicou que a tarefa do porto é, exclusivamente, a de transportador de cargas entregues pelos clientes. "Para o caso específico da madeira, não compete a nós confirmar se ela está serrada ou em toros. Há dois anos que nos distanciámos desta actividade", explicou.

Com efeito, segundo nos confirmou o sector de fiscalização florestal do distrito de Nacala-Porto, tal tarefa está adjudicada a uma equipa mista envolvendo os sectores da Agricultura, Alfândegas e Polícia da República de Moçambique, o que pressupõe que qualquer suposta ilegalidade é algo partilhado entre sectores.

FRACA FISCALIZAÇÃO ABRE ESPAÇO PARA MANOBRAS

A nossa Reportagem que esteve em Nacala-Porto constatou que o negócio do dia na província de Nampula é madeira, a avaliar pela multiplicação do número de pessoas interessadas na sua exploração e processamento.

Só nos últimos dias deste mês, segundo dados do sector da indústria e comércio de Nacala-Porto, foram inscritas oito empresas, maioritariamente de capitais chineses, para processamento de madeira em moldes semi-industriais.

Do número acima referido, pelo menos cinco já estão a laborar em pleno, tendo como capacidade diária a produção de cerca de 20 metros cúbicos de madeira. Vimos isso na Metal Wood e África Timber, duas indústrias que segundo apurámos dos seus respectivos gerentes, só e só se limitam a comprar madeira para processar, não olhando em nenhum momento pelo perfil dos fornecedores ( se são legais ou furtivos).

Salameti Bin, da Metal Wood, quando confrontado sobre esta particularidade, a de não dispor de áreas de produção, facto que até certa medida estimula a proliferação de furtivos, assegurou-nos que já tinha requerido uma área de exploração no distrito de Lalaua.

Michael Ligung, da África Trading, por seu turno, tem a meta de exportar este ano 300 metros cúbicos de madeira diversa, mas não tem área de exploração.

Falando especificamente de exploradores furtivos, importa referir que recentemente, foram interceptados três camiões com atrelados transportando cerca de 25 metros cúbicos de madeira que tinha como destino a cidade de Nacala-Porto.

Aristides Muate, chefe provincial de Florestas e Fauna Bravia, diz que só conta com 50 fiscais para toda a extensão desprovidos de meios de trabalho e não só.

Em Nacala-Porto, zona considerada conturbada por ser ponto de saída de toda a madeira abatida não só em Nampula, como nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Zambézia, só tem cinco fiscais e apenas o chefe tem motorizada.

Para este ano, teriam solicitado a concessão de licenças simples, um total de 190 pessoas, para abate de mais de 173 mil metros cúbicos de madeira, quantidade superior àquela que a província tem capacidade anual de autorizar, que é de 52 mil metros cúbicos. Contudo, por maior parte dos candidatos a madeireiros não apresentarem uma performance empresarial credível, foram excluídos mais de 100.


Fonte: Notícias

M I R A D O U R O - bloge noticioso-MMVII





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