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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Uso ilicito de bens do Estado para campanha eleitoral

...denunciada

Noé Nhantumbo escreve sobre a delapidação da coisa pública na sua coluna de opinião, hoje atinente às autárquicas de 2008. E reflecte:
“quando o presidente da República fala à nação sobre a necessidade de civismo e obediência à lei deveria incluir no seu discurso, que os partidos políticos, inclusive aquele de que ele faz parte e do qual é aliás presidente, devem-se coibir de usar meios ilícitos para alcançar o poder.”
Se ainda quer ter mais subsídios desta peça, leia mais aqui.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

‘Bloguistas’ moçambicanos alvos a abater pelo regime!

- Pois há sinais claros que os "bloguistas" que escrevem dentro e fora do país poderão ser alvos do regime nos próximos tempos.
Na sua recente intervenção na Assembleia da República, o PGR, Augusto Paulino dedicou especial atenção aos crimes cibernáuticos …e um blá-blá sobre vazio legislativo na matéria; por um lado.
Por outro lado, o Departamento de Mobilização e Propaganda da Frelimo, órgão partidário que gere o Partal e a Rádio Indico deste Partido tem amiudemente lançado claras ameaças aos que ousam usar e citar os seus materiais, sem, no entanto, explicitar como se deve usar o material. Por exemplo, se vais a Gazeta Áfrical Intelligence da Indian Ocean Newletter está lá claro que aquilo é um negócio. Ela quer que gente subscreva. O PGR e a Frelimo não tem esses instrumentos que sirvem de guia para os demais cidadãos.
Portanto, está eminente perseguição de carácter político-partidário e é possível que [sem querer ser advogado do fatalismo] que na segunda parte deste ano civil se identifiquem e aprisionem bloguistas. Um conselho amigo aos que escrevem. Revejam bem os vossos blogues e se preparem para as batalhas que vêm contra o regime. Á-proposito deste apontamento, veja reflexões similares no MozVoz. Foto: Noticias da Cidade

sábado, 3 de maio de 2008

Azagaia, poder, e liberdade expressão

Na semana que hoje termina, vimos o regime, através da sua Procuradoria da República, numa frenética azafama judicial para reprimir psicologicamente o jovem rapper, Azagaia (Edson da Luz) e por via disso caucionamendo a tantos outros para que não experimentem um porfio similar. Se por um lado, o público viu o nascer dum talentosa voz de no mosaico da musica ligeira nacional, por outro, notamos uma crescente desconforto do regime da Frelimo diante a popularidade da mensagem contida das liricas de Edson porque propíciam; ou seja, lêem ‘ipsis verbis’ o momento histórico que o país atravessa, caracterizado por uma corrupção desenfreada, opulência, arrogãncia e um nepotismo a olhos vistos, por gente do regime.
Esta arrojada tentativa de Azagaia de usar o discurso directo contra este manto corruptivo da governação dispota da Frelimo, cai numa única bolsa. Uma bolsa de subtil inteferência nas liberdades individuais de fazer falar o que vai na alma de qualquer um, de ‘retoques’ as linhas editoriais dos mídia estatais (radios, televiões e jornais), evitando que a verdade e só a verdade, vá ao conhecimento do público moçambicano. Ao que tudo indica, a forçada ida de Azagaia na audição da PGR, não só aumentou a curiosidade pública sobre o teor intrínsico da mensagem politica que jaz na musica do jovem, como também lhe conferiu o titulo (queiram) de “Jesus Cristo”, um herói dos jovens e das comunidades em geral. Mesmo não gostando de rappar, todo e qualquer um vai a caça da mensagem de Azagaia. O busilis da questão reside neste frenesim do regime da Frelimo, cujo desiderato é de conter tudo, e tudo mesmo o que não vai a seu favor, usando a máquina repressiva que tem nas mãos, caucionado pupulares a não revendicarem os seus direitos, e abusando desse poder. Tal posicionamento do regime (e que lhe e' certamente lisonjeiro) só tem alertado o público de quão perigosa a Frelimo é. Que e' preciso cuidar-se! Uma Frelimo que pode, enfim, em nome da sua sobrevivência dizimar populares, ultrajar e vilipendiar seus adversários políticos e criar ‘botes espiatórios’ contra os detractores internos na própria Frelimo. Tais são os casos Jorge Robelo (ideológo do partido) e Nhalungo (Secretário do partido na Zambézia) hoje acantonados e hostilizados.

Antes de ir embora, confira aqui “Povo no poder” [extraido do Cotenete Records] a música que foi objecto da audição de azagaia e que a sua advogada, Alice Mabote, diz que se deleita ao escuta-la. Se uma advogada cai no balanc,o, quem somos no's [populares] para ficarmos sem escutar para beber da sua mensagem?

terça-feira, 29 de abril de 2008

Frelimo a caça de Azagaia para atingir a liberdade da consciência dos moçambicanos

Azagaia chamdo pela PGR
Para lá das obras de cariz pornográfico dum músico [escusemo-nos de nos referir aqui] que recentemente caiu às mãos da polícia por puro atentado ao pudor, o caso de Azagaia, modéstia a parte, que demonstrou ser a voz através da qual o povo expressou a sua indignação profunda, foi um ataque ao regime totalitário e marxista da Frelimo, agora dirigido por um presidente-empresário, Armando Guebuza.
A letra das suas musicas nada tem de poesia nem arte, mas tem engenho, caracterizado por mensagem clara e de aviso ao ‘establishement’. Azagaia procurou à seu estílo, ao seu ritmo demonstrar o repudio ao regime frelimista que nada esta' seguro, nada total e urge mudar. Ao que parece, longe de Azagaia ter anticipado o que seus albums musicais lhe trariam, teve/tem fãs de todas idades; ou seja, o povo.
Ele (Azagaia), por assim dizer, se colocou ao meio de uma ‘guerra de consciências’, entre aqueles que se fundam no ‘bilhete’ de combatentes de libertação nacional e dão-se ao luxo de dizer Moçambique pertence-lhes e o povo sofredor, humilde e trabalhador. Não nada o que na letra de Azagaia que não é verdade. Não há ninguém que não sabe que o regime, face a sua morinundice, faz tudo para reprimir seus detractores, nem que para isso use a sua máquina de repressão, a PIR, PRM, PGR, SISE, PM, e GV’s, com único fito de admoestar e ‘calar a boca’ a todos.
Mesmo que o regime condene Azagaia a prisão-maior, ele se condena a si próprio, porque o povo sabe e foi capaz de perceber que o rapaz só fez uso da sua voz bonita para passar a sua mensagem de indignação, quanto ao custo de vida, a corrupção, ao nepotismo, ao dolo, a inequação dos conflitos de interesses um presidente-empresário e demais barbaridades que o regime nos habituou desde 1975.
Eis, agora, este mandado (Imagem ao lado) de captura da Frelimo, ao jovem Azagaia, para cujos lema e mote residem numa contra-senha felina, que, ao se abrir, explode balas assasinas dos seus agentes. Agentes estes que, entretanto, vão impunes, porque tem a lei ao seu lado, segundo a Amenestia Internacional.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

PGR notifica Azagaia, finalmente

A seguir vai o que extrai da pagina do Coconete: "Bom, o caso do Azagaia em relacao a um processo na PGR da Cidade de Maputo parece ser bastante real. Afinal ja existia uma notificacao para que o Edson da Luz, o Azagaia, comparecesse naquela Procuradoria, mas so a (2) dias atras a nota chegou as maos dele. Pois, o Azagaia devia comparecer na Procuradoria Geral da Republica da Cidade de Maputo, site na Av. Ahmed Sekou Toure nr 2318 R/C, no passado dia 21 de Marco de 2008, pelas 12:00Hrs a fim de ser ouvido em perguntas. Proc. Nr 139/PRC/08." Leia mais aqui Foto PredioTempo
Nota: Coragem oh jovem. Estaremos ao teu lado pelo menos no nosso pensamentos.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Procuradoria Geral da República [Ministério Público] ao encalço de Azagaia


Tudo indica que a caça ao ‘homem’ está tomar forma pelo regime continua, depois do Ziqo. Agora com um segundo encalço a um músico, Azagaia. O músico ficou famoso por escrever líricas anti-establishment, sobretudo contra a corrupção, nepotismo, tribalismo e a miséria em Moçambique. Mas, ao que tudo indica, recentemente, a Rádio Moçambique terá recebido ordens para não tocar a música do Azagaia, por segundo essa fonte, ‘insultar’ o Presidente Armando Guebuza.
Agora, do site da coconete aparece um ‘post’ recente, segundo o qual a Procuradoria Geral da República [Ministério Público] (PGR) está a seu encalço do Azagaia e diz “Caros amigos e admiradores! Uma equipa da Procuradoria Geral da República de Moçambique (PGR) foi a faculdade do nosso rapper Azagaia para obter o seu endereço/contacto, ainda não sabemos de que assunto se trata, mas provavelmente seja pelo conteúdo das letras do mano Aza. Aguardem mais informações. Contamos com todos vocês! O nosso pacto e com a verdade e só com a verdade, monogamia...! Abraço sincero da Cotonete Records e do Azagaia!”. Vamos acompanhar o desenvolvimento deste assunto.

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