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domingo, 28 de agosto de 2011

Também acredito


Há corpos predestinados


Seres gêmeos
há olhos que se contentam quando t' olham
Há mistério no ar...
Também acredito
A respiração está quente
a pele fervente
Hummm...
melhor ir dormir
ocupar o tempo
ocupar o espaço da mente da gente
com os sabores,
os cheiros e até com os amores
amores menos perigosos que a mera prisão da paixão.
Imagem: euzinha


sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Infinita verdade

Se dos que foram
o eco dos gritos
chega

Paira a dor
Que tanto perdura
nos que ficam

Razão fundida
No tormento e silêncio
Na qual a verdade
É oculta e nua.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Seg(c)redo

Sós vão as palavras,
Como uma ânsia incrédula
mercê da lábia
do último regimento
de saudade recorrente desde que partiste.

Contigo partiram também
tua voz, teu ser, teu ‘eu’.
Foste como foste, só e endiabrada,
tanto ficou por falar que de tão-pouco
é que nos restou neste ‘ser-duo’ que fomos.

És, enfim, ser virtual único agora
que paira à volta e inatingível
sendo que nosso seg(c)redo,
repousando nessa dimensão que ti endeusou,
é quase ilegível e inaudível lamantavelmente!

sábado, 1 de novembro de 2008

Sonhos da liberdade

Liberdade
Serás uma ânsia vindoura
Ou sacrilégio da liberdade do outro?
Ou serás uma simples fronteira vocabular?
Liberdade, onde estás?



Liberdade
São meus passos cadentes e olhos postos
A toda extensão da vista
procurando-ti afectivamente.
Liberdade, vem p’ra mim!


Liberdade
Reduzida, chamo-te meu sinal, bilhete
Ou minha identidade existencial.
Quero-te resgatar p’ra ter de volta agora
Ó liberdade perdida!


Liberdade
És, por isso, a dádiva mister
P’ra pais, filhos, tios, ávos e a nação.
Paz, amor e felicidade que, enfim, se ofercem
Habitam a liberdade total.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Poema



Nelson meu amigo,

Você é o paradoxo!
Não o somos todos nós, um pouco?
Não é a vida um constante paradoxo?
Mas ainda assim, estamos aqui!
Lutando sempre.
Vivendo sempre.
Amando sempre.
Mais e melhor.
Assim espero.
Um abraço.
In Meu Mundo(My World)

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Perpetuamente Meu

Este poema escrito por Ivone Soares a 7/27/2008 nos Rabiscos da Soares nao aparece ao acaso nesta postagem. O Meu Ser Original (Blog principal) veio ao publico com uma nova roupagem. Um formato novo e interessante de ler pois aposta numa abordagem mais isenta do/s assunto/s. Porque^ nao dar o meu Viva a Ivone, trazendo para aqui um dos seus peomas que junto o meu contra-poema: Perpetuamente Meu.


Foi tanto dó dói gravado nas costelas

profundamente gravado
quase tatuado que doces palavras
doces como tu
faltavam
o sufoco passou
bela Quarta.
Tentei nada rabiscar...tenteio
que quero
o que quero, hoje, escrever-te
são linhas prenhes d'amor
capaz não me sinto
nada do que não disse deixei de sentir
esta noite re-implanto-te:
perpetuamente Meu!

Ivone Soares
…………………….

Vou me reeditar
Sufocado amiúde, até a esta sexta
Pela invulgar conquista que te presta
Porque vejo fluir minha pluma
Ante o serenar da minha mente, palavras.
Palavras sinceiras da alma, não sei se d’amor, se de calor.
Mas quebro e requebro o sigilo
Desse sentimento frio, por vezes, instalado em mim
P’ra ti ofertar, contigo envolta, rosas!
Sinal de que sou Perpetuamente teu.

Dedé Moquivalaka

Foto Rabiscos da Soares

Quero

Publicado por X!mb!t@nE /Setembro 22, 2008

Quero...
De uma vez por todas e talvez, pela última vez
Renascer das cinzas
Olhar para frente e caminhar sem medo.

Quero...
Reaprender a andar sem olhar pra trás
Passo a passo, uma meta alcançar
A minha nova meta.


Quero...
Continuar firmemente a acreditar
Que o amor existe
Apenas não fui bafejada pela sorte.


Quero...
Ser pássaro cantante de penas coloridas
Flor que desabrocha linda com o orvalhar da manhã
Sol em dia de tempestade


Quero...
E juro que vou aprender
Pois tudo depende de mim:
Eu quero amar e ser feliz!


Dede Moquivalaka acrecentou dizendo que...
............................
Quero…
Acordar com os raios do sol que anunciem tempos novos
Não apenas me voltar aos meus sonhos, esses sonhos
Que deixam em mim, meu Deus, uma figura triste!


Quero…
A ti, lado-a-lado e rente ao meu co(r)po
Sob sopro do vento adjunto, untando o óleo do nosso amor
Enquanto, enfim, meu calvário sentimental, matinal, se evade!

domingo, 14 de setembro de 2008

Quando te escrevo


Quando te escrevo
voando na terra
tenho os pensamentos
nas estrelas
estrelas garridas de
todas as cores
Minducha tentou,
hoje, tocá-las
Disse impossível ser
Aí, minha companhia pediu
Levei-a as estrelas

Lá achei-te
em todo lado te vejo
sempre te vejo
Vamos luar!
Ivone Soares

[In RABISCOS DA SOARES: Quando te escrevo]
Foto: idem

domingo, 5 de agosto de 2007

Tempos novos

Não é tanta a vontade que nasce
duma alma enganada pelo tempo perdido
olhando cegamente o horizonte
sob fôlego duma vaga esperança
jamais cumprida senão mesmo insuprida.

Não é, pois, tanta a vontade que resta
dum dúbio protesto contra a impiedade
manifesta sob modesto olhar
envolto dum calvário quase perene,
presságio aos tempo novos que vêm.

Não é, enfim, tanta a vontade que ficou
cunhada ao fundo do nosso íntimo
cujo protesto ecoa contra o mal passado;
ápice uno dos olhos fitos
ao futuro que jamais cessa de chegar
carregado de paz sobre a iniquidade.

M. Matola
Maputo, 02.07.2007

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