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VOA News: África

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terça-feira, 7 de julho de 2009

Ponte “Armando Emílio Guebuza” ou “Zambeze”?

- Os camaradas preferem porfirar a saga do “culto de personalidade” à Guebuza
  
O país “gelou” ao se aperceber que o Governo de Maputo tinha j­á aprovado na semana passada nome do actual ocupante da Ponta Vermelha, Armando Emílio Guebuza, a atribuir a ponte sobre o rio Zambeze. 
Se temos direito de questionar, como é que o Governo premeia a si mesma, ou seja o seu chefe, num projecto em que nem ele nem os seus camaradas não injectaram dinheiro nenhum? Para o que se sabe, a ponte foi construída em grande medida, graças ao apoio da solidariedade internacional, principalmente pelo capital e genorosidade do povo italiano.

No entanto, todo mundo vê que há, de facto, uma subsirviência política da equipa que compôe o governo ao seu chefe, nomeadamente do Felicio Zacarias que diz que até havia três propostas de nomes que os moçambicanos desconhecem.

Sendo um empreendimento que vai unir o país através da região centro, podia ostentar um nome que celebre esta unidade e deixe intactao o estatuto de um grande rio que Zambeze é para Moçambique e a SADC, a seguir ao rio Congo. Não querer impôr um nome, a sugestão do deputado António Muchanga, da Renamo, de dar o nome “ponte Zambeze”, afigura-se pertinente. Celebrariamos a unidade assim do que os factores que promovem a desunião entre os moçambicanos!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Pode ser que o projecto da ponte de Maxixe-I'bane seja uma obra do acaso

...Querem os 'manhambanes'?
T. Ibraimo Ustá escreve ao Director do Noticias que Inhambane precisa de outra coisa que a ponte que a ligue para a Maxixe. "Inhambane, para quem não saiba, é um istmo com muitas terras conquistadas ao mar. Se se construir a ponte a cidade ficará arrebentada, como a Ilha de Moçambique. Na altura que se construiu a ponte da ilha para o continente, todo o mundo bateu palmas, mas com andar dos tempos a ilha ficou superpovoada, foi-se degradando...que o digam os próprios ilhéus." E como a sustentar sua contrariedade diz que os bem merecem uma ponte sao os catembenses. Na sua opinião, "a ponte que neste momento é necessária é de Maputo/Catembe para se poder desenvolver o lado oposto a Maputo e também descongestionar a população que aqui vive. Eu seria um deles a viver do lado de lá se houvesse uma ponte." E o Meque (Itai)(Governador) que ja' foi a China a procura dos dinheiros para esse empreendimento, como fica? Coitado dos dos 'manhanbanes' que teem que percorrer 28 Kms para dar a volta a baia quando seria uns 10 minutos de travessia.
Foto Noticias

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Ponte Maxixe-I’bane leva Meque à China e India

…Mas ‘voltou como foi’ ante o cepticismo dos da 'terra da boa gente'
Conforme o Diário Independente [clique no elo antecedente], Itai Meque [na foto], o famoso Governador da Província de Inhambane,   viu rui sua ideia de pôr, o projecto da contrução da ponte que poderá ligar o Município da Maxixe da Cidade de Inhambane, a andar, depois duma torné que o levou sucessivamente para a China e India sem sucesso; ou seja ‘mbunha’-do pelo dinheiro.
Foto Noticias

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Pequena parte dum grande problema

...na construção de estradas e pontes no país.
Confira aqui um retrato sobre a actual contrução pela consórcio Conduril-Marcleusa da avenida com o nome de um general da Frelimo (ja falecido em circustâncias estranhas na praia do Bilene há alguns anos atrás) que compreende a distância entre a praça Lurdes Mutola e o bairro CMC. O mais certo é que a obra não irá cumprir com o contrato da entrega da obra a 17 de Agosto.
De uma coisa estamos certos, uma vez a obra iniciada a 17 de Dezembro d 2007 e nem está a metade do seu cumprimento da distância por fazer, não há nada que garante que as mesmas sejam finalizadas em menos de 30 dias. O que o Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM) pensa, pelos dias que faltam para os prazos vencerem, apesar do senhor Artur Plácido, director de Produção da Conduril, garantir que o prazo fixado para a entrega da obra será cumprido?
Este é apenas uma pequena parte dum grande problema da gestão das estradas ao nível da cidade capital, que espelha o quão mediocre é a prestação das empresas da ‘nomenkalatura’ do poder que ganham contratos à porta do cavalo mas sem capacidade para realizar as obras, que obedeçam os requisitos e padrões de qualidade exigidos e aceitáveis. (x) Foto Noticias

terça-feira, 25 de março de 2008

Estradas degradadas e falta de água é uma “dor de cabeça” em Mossuril

O DISTRITO de Mossuril, a este da província de Nampula, localizado na zona costeira, foi há dias notícia nos diversos órgãos de comunicação social do país e do mundo devido à passagem do ciclone “Jokwe” que também fustigou outras regiões de Moçambique. Se bem que aquele torvelinho não tenha causado vítimas humanas a lamentar, deixou, entretanto, um rasto de desgraça nas mais de oito mil famílias que viram o seu esforço ir água abaixo, com a destruição das suas machambas e residências, numa altura em que auguravam um bom ano agrícola e de boa produção....
Contudo, antes e mesmo agora, Mossuril é um dos potenciais distritos de que Nampula, a província economicamente forte, dispõe. Desde sempre despontou a componente turística, onde a paradisíaca praia das Chocas Mar faz diferença mas que, no entanto, peca por ter uma via de acesso que não ajuda em nada, face à sua constante degradação, principalmente nesta época chuvosa. Um outro senão tem a ver com o deficiente sistema de abastecimento de água, apesar dos esforços que têm sido envidados pelos diversos intervenientes.
A nossa Reportagem esteve há dias no distrito de Mossuril, de onde palmilhou alguns pontos, como a praia da Chocas Mar, o posto administrativo de Matibane, para além da própria sede distrital, que em conversa com os residentes locais ficamos a saber que aqueles dois problemas constituem o principal enigma para lançar o seu desenvolvimento. “Estradas e água são os nossos grandes problemas”..., lamentam os “namarrais”.
Aliás, falar de “namarrais”, de acordo com os anais da nossa História de resistência contra a penetração colonial portuguesa, foi esta tribo do litoral de Nampula que, com ousadia, desafiou e derrotou a Almada de Mouzinho de Albuquerque, tendo morto o seu cavalo e consumido a sua carne, numa festança que até aos dias de hoje é relatada com alguma virtude, daí que se tenha erguido um memorial para enaltecer e homenagear este feito. Leia + aqui.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Cidadãos agastados pela ‘politica de avestruz’ do Governo


- Quanto ao uso da portagem do Maputo

Uma onda de preocupação de cidadãos está-se a gerar entre os moradores dos Bairros de Infulene, Machava, T3 e Zona Verde pelo número crescente de grande tonelagm entre as suas avenidas, furtando-se do pagamento das taxas que lhes são devidas na Portagem de Maputo [imagem refere-se 'a portagem da Moamba]. Verifica-se na verdade problemas de trafégo na verdade a rua do Jardim e Joaquim Chissano bem assim da 4 de Outubro. A poluição sonora é outro factor que não sossega os moradores nestes pontos. Fontes indicam que o mais caricato é que viaturas pertencentes aos chefes do projecto, no qual um dos socios é o actual PR, Armanado Guebuza, e as empresas publicas como a TPM se ‘esquivam’ da portagem. Recorde-se o antigo PR, Joaquim Chissano, havia se oposto a implantação deste projecto nestes moldes e local, mas parece que o Governo do dia esta' apostado a fazer 'ouvidos de mercador'. O que acham os demais leitores do Miradouronline?

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Camião tomba na avenida da “ONU” em Maputo.


- Por pouco faria vitimas…

Este cenário foi vivido ontem numa das avenidas bem movimentadas da cidade de Maputo. Graças a pouca velocidade e de transportar bens matérias que ninguém foi ‘colhido’ pelo tombo. Leia mais no Noticias. Noticias.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Será que a TRAC vai mesmo tomar a gestão da EN1?

Já faz tempo desde que o Governo veio ao publico anunciar que abriria a gestão da Estrada Nacional No 1 a empresas privadas. Nessa altura apontava-se que a TRAC uma companhia sul-africana foi citada como sendo a que arcaria com essa gestão.

Como tivesse suscitado repulsa entre os cidadãos, o assunto ficou sonegado e ao que parece o Ministério das Obras Publicas (MOP) enveredou por uma política de “baixa da mesa” no assunto. Tudo isto porque a maioria [dos residentes da cidade de Maputo e da Matola] vira-se confrontada com uma portagem a meio das cidades, levando a que o cidadão de pouca posse (que são a maioria) use a via alternativa do estádio da Machava com os consequentes engarafamentos, acidentes e poluicao sonora que os residentes reclamam tanto sem que resposta do Governo.

Outrossim, o agravamento das taxas de portagem tem sido motivo de grandes descontentamentos entre os transportadores e privados naquela via. E mais, ninguém sabe, aonde vão os dinheiros que são cobrados nas portagens quer a de Maputo quer na Moamba. Com isto tudo em mente, será que a TRAC vai ainda aventurar para a gestão do EN1? Que o MOP nos revele as quantas andamos neste assunto.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Moçambique: Três mil quilómetros de estradas do Niassa vão ser recuperados

A província do Niassa está à procura de empreiteiros para trabalhos de manutenção e melhoramento de 3050 quilómetros da sua rede de estradas durante o próximo ano, extensão que inclui as vias terraplenadas e as asfaltadas, informou o jornal Notícias, de Maputo.

De acordo com a edição de sábado do jornal, a delegação provincial da Administração Nacional de Estradas (ANE) lançou sexta-feira quatro concursos públicos separados tendo em vista a selecção dos construtores a serem encarregues dos trabalhos de melhoramento e manutenção das rodovias.Dos 3050 quilómetros de estradas a serem abrangidos, 2435 correspondem a vias terraplenadas e os restantes a estradas asfaltadas.

O concurso visando a selecção do empreiteiro para os trabalhos de manutenção de rotina das estradas asfaltadas encerra a 30 de Novembro e exige-se que as empresas concorrentes tenham no mínimo alvará actualizada igual ou superior o 3ª Classe, certidão de quitação das finanças públicas e de segurança social.De acordo com a ANE do Niassa, o concurso para a manutenção dos 2030 quilómetros de estradas terraplenadas classificadas fecha a três de Dezembro e a submissão das propostas para as obras dos 405 km das vias não classificadas termina no dia seguinte.

Com estas obras, espera-se que o Niassa tenha a transitabilidade garantida nas suas estradas durante o maior período do próximo ano, sendo que todos os trabalhos serão financiados pelo Fundo de Estradas (FE) em valor não revelado.
Fonte: Macauhub

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Estradas da capital


Apesar dos atrasos na reabilitação obras agradam o Município -
garante o director municipal de «Infra-estruturas» que acredita que as empresas que estão a executar os trabalhos, até Agosto de 2008, altura que expira o prazo da execução das obras, conseguirão conclui-los
Está-se a viver uma fase de melhoria estética na cidade de Maputo. É notório, fundamentalmente, na baixa da cidade capital. Os trabalhos de reabilitação das artérias e passeios prosseguem e com financiamentos estrangeiros o Conselho Municipal está a conseguir dar um novo ar à urbe. Os trabalhos que estão a ser executados pelas empresas Tâmega, CMC e um consórcio iniciaram-se há cerca de quatro meses. Constituíram tema de uma conversa com o director municipal de Infra-estruturas, Victor Fonseca. Ele revelou ao «Canal de Moçambique» que apesar do processo de reabilitação das vias e passeios estar a registar um atraso de um mês as obras estão a decorrer com satisfação.
Victor Fonseca explica que o atraso se deveu ao facto de as obras serem de reabilitação e complexas.
"Primeiro as empresas a quem foram adjudicadas as obras tiveram que se familiarizarem com o terreno para poderem iniciar os trabalhos e depois é que começaram com as empreitadas em si. E isso levou quase cerca e um mês".. Referia-se à fase de preparação das obras.
Ainda justificando o atraso que se está a verificar, considerou ainda outra situação, esta aliada ao facto de a obra estar inserida em zonas onde estão muitas infra-estruturas nomeadamente habitações, armazéns e escritórios.
"São locais onde ainda passam tubos de canalização de água e cabos de electricidade em que por vezes tem surgido problemas que obrigam a algumas paragens". "Mas de um modo geral as obras estão num bom ritmo e pensamos que se vai cumprir o prazo estipulado que vai até Agosto de 2008".
Sobre a qualidade da reabilitação das estradas dizer que até este momento caracteriza-se pelo tapamento de buracos. Por essa razão muitos citadinos contestam o que está a ser feito. Acham que isso é deitar dinheiro fora e que o desejável seria uma intervenção com resultados mais firmes e duradoiros. A este respeito o director municipal de Infra-estruturas, argumentou que o tapamento dos buracos constitui a primeira fase do projecto de reabilitação.
"Isso visa permitir criar vias alternativas e uma melhor transitabilidade. Quando chegar a segunda fase que consistirá em grandes intervenções de tipo resselagem, drenagem e permitir que não haja congestionamento do tráfego será diferente", disse. Garante que tais ruas onde foi ou está a ser feito o tapamento de buracos serão depois alcatroadas "em toda a sua dimensão".
"O trabalho obedece a várias fases. Em alguns casos estão, neste momento, em estado avançado. Há zonas em que em vez de se começar com o tapamento de buracos começou-se pela drenagem"..
"Se for a ver, na baixa da cidade de Maputo , principalmente em algumas esquinas estão a abrir buracos muito grandes. Aquilo é para montar-se as sarjetas", disse a concluir.
Fonte:Canal de Moçambique

M I R A D O U R O - bloge noticioso-MMVII





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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Governo vai privatizar empresas de manutenção de estradas e pontes

O Governo moçambicano anunciou a privatização das empresas de Construção e Manutenção de Estradas e Pontes (ECMEP), face à incapacidade destas estruturas públicas de assegurarem a sua sustentabilidade financeira.
A decisão foi tomada quarta-feira no decurso do XV Conselho Coordenador do Ministério das Obras Públicas e Habitação (MOPH) de Moçambique, que se realiza na província de Manica, centro do país.
O porta-voz do MOPH, Joaquim Cossa, disse que a decisão do Governo resulta do reconhecimento de que as ECMEP "estão incapazes de custear as despesas de funcionamento", por não produzirem o suficiente, facto que concorre, por exemplo, para a dificuldade de pagamento de salários e aquisição de equipamentos.
As ECMEP foram criadas em 1988 como empresas estatais, mas transformadas 11 anos depois em sociedades anónimas de responsabilidade limitada, período em que foram consideradas empresas estratégicas para o sector de estradas e pontes no país.
Mas, anos depois estas empresas contraíram dívidas que ascendem a 3,6 milhões de euros, sobretudo as sedeadas em Maputo, Gaza e Inhambane, sul de Moçambique. Segundo Cossa, a falta de sustentabilidade financeira das ECMEP resultou de deduções feitas ao Imposto sobre o Valor Acrescentado, Imposto de Rendimento de Pessoas Singulares (IRPS), a Segurança Social, os salários e débitos a terceiros.
Actualmente, as ECMEP empregam mais de cinco mil trabalhadores, entre efectivos e eventuais, que têm protagonizado manifestações, devido a sistemática falta de ordenados. Para esboçar os termos de referência sobre os quais deverá assentar a privatização, o Governo moçambicano vai contratar, ainda este ano, uma empresa de consultoria, que deverá propor as melhores formas de implementação desta decisão, tendo em conta o futuro dos trabalhadores, adiantou Cossa
Fonte: Noticias Lusofonas

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