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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Frelimo acha pronunciamento da Igreja quimérico


…e diz que não fosse essa ‘chance’ democrática que vivemos que não se sabe se tinham mesmo que falar o que falaram, sem ser preso ou mesmo admoestado.




Numa fuga sem presendentes da mão à palmatória, a Frelimo através do seu porta-voz, Edson Macuacua, acabou esvaziando as denúncias da Igreja Católica, sobre o estado caótico da situação socio-política e económica do país, como sendo falaciosa. Confira o notícias de hoje para tirar essa ilação.


A carta da Igreja aponta para assuntos muito concretos e vai pontualmente ao cerne das questões, tais como a da partidarização do estado, das instituições públicas, de pessoas e do emprego pelo partido no poder e ainda a intolerância da existência de outros partidos.

A Frelimo, sem respostas plaúziveis, preferiu dizer que são alegações! Que alegações Macuacua ou o jornal notícias se referem? Quando se diz que a Frelimo se meteu num frenesim de mentiras, não é acusar a quem tem mão limpas. De contrário é esta realidade indesmentível que se nos deixa assistir, duma pobreza abominável da grande maioria dos moçambicanos, ante um enriquecimento exponencial e absoluto de uma minoria, sob o comando de gentes do regime do dia. É ele [o poder do dia] que dá movimento e actividade empolgante da máquina da corrupção e não os distingue da matéria inerte; ou seja, diz que não existe corrupção; ou mesmo, há simplesmente uma ‘corrupção de pequena monta’, porquanto o movimento acusador da sociedade, da igreja e do cidadão pacato não dizem a verdade, não consubstanciam nada; ou seja são quiméricos.Isto é o que a Frelimo disse ao reagir, quase que insultuosamente, contra a a mensagem povo veiculada através da Igreja.

Lembre-se que a Transparência Internacional, os Doadores ao Orçamento do Estado, Amenéstia Internacional fizeram, também, um pronunciamento vigoroso contra a maneira, como o regime do dia [Frelimo] conduz os destinos do país. Das acusacões, constam as ordens que os polícias teem para molestar e mater cidadãos, corrupção impune, desvios de aplicação de fundos, nepotismo, crime organizado entre outras tantas barbaridades que vão, desde a retenção para cunho pessoal de vastos interesses empresariais, às expensas do erário público, ate' as ‘orgias’ políticas com a China popular, para criação de empresas do partido no poder. Foto ma-shamba

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Nunciatura Apostólica em Moçambique celebra

20 anos da visita de João Paulo II e 3.º ano do papado de Bento XVI
A Nunciatura Apostólica em Moçambique (Embaixada da Santa Sé) acaba de anunciar que pela ocasião da passagem do vigésimo aniversário da visita do Papa João Paulo II (já falecido) a Moçambique e do terceiro aniversário do pontificado do Papa Bento XVI, “a Igreja Católica no País irá agradecer a Deus”. Para o efeito anunciou que está organizada uma solene concelebração Eucarística na Sé Catedral de Maputo, um evento que terá lugar no próximo Domingo, 6 de Abril, às 18 horas. Segundo um comunicado elaborado pela Nunciatura Apostólica em Moçambique, no próximo dia 8 do mês em curso será organizada uma recepção – Jantar, na Sede da Nunciatura Apostólica, onde se espera que o evento seja honrado com a presença do Presidente da República, membros do Governo, Corpo Diplomático, Bispos, Religiosos e leigos.
Visita do Papa João Paulo II a Moçambique
De acordo com dados disponíveis, o pedido oficial dos Bispos Católicos de Moçambique à Presidência da República, para que o Papa João Paulo II visitasse Moçambique, foi aceite pelo Presidente Samora Machel, e confirmado em 1984 quando o primeiro chefe de Estado moçambicano visitou o Santo Padre em Roma. Após a morte de Samora Machel, o seu sucessor Joaquim Chissano, recebido pelo Papa em 1987, continuou as diligências para que a Visita Apostólica se efectivasse e logo em 1987, o Vaticano enviou a Moçambique um representante, o Cardeal Roger Etchegaray, Presidente da Comissão Pontifícia de Justiça e Paz e da "Cor Unum", para preparar a visita do Sumo Pontífice. Cinco meses antes da visita Papal, os Bispos Católicos de Moçambique deslocaram-se a Roma para a visita "Ad Limina" cuja tónica foi a iminente visita do Sumo Pontífice. O Papa chegou a Maputo ao princípio da noite de 16 de Setembro de 1988, tendo sido recebido por D. Paulo Mandlate, Presidente da CEM, pelo Delegado Apostólico em Moçambique, pelo Presidente da República, Joaquim Chissano, por diversas entidades eclesiásticas e governamentais, por alguns membros do corpo diplomático acreditado em Moçambique e algumas figuras da Igreja da África Austral.
No solo moçambicano e logo à sua chegada no Aeroporto do Mavalane, João Paulo II beijou o chão moçambicano, foi saudado pelas autoridades e vibrantemente aplaudido pelo público. De braços abertos, saudou efusivamente todos os presentes. Já na cidade capital, o Santo Padre apresentou cumprimentos ao Presidente da República e a altos dirigentes do País. Na sua estada em Moçambique residiu em Maputo, no Convento Franciscano de Santo António da Polana. (Benedito Luís). Fonte: Canal de Moçambique.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Novo prelado para Quelimane


HILÁRIO da Cruz Massinga é o novo Bispo da Diocese de Quelimane. Massinga foi ordenado no último fim-de-semana pelo Arcebispo da Beira, durante a celebração dominical. Transferido da Diocese de Lichinga, onde trabalhou durante cinco anos, Dom Hilário Massinga substitui a Dom Bernardo Filipe Governo que, por motivos de saúde, viu-se obrigado a deixar de administração pastoral, cargo que exerceu durante 30 anos. O novo Bispo foi indicado no passado dia 25 de Janeiro do ano em curso pelo Papa Bento XVI, tendo assumido o cargo domingo perante 2500 fiéis cristãos católicos que lotavam por completo o Pavilhão do Benfica de Quelimane. No seu primeiro pronunciamento, Hilário Massinga apelou aos crentes para não esperarem pelos resultados que serão produzidos pelo novo Bispo, mas todos deverão trabalhar em conjunto para melhorar a administração pastoral (Notícias/Imagem da Igreja de Quelimane retirado MOÇAMBIQUE NOSSO MOÇAMBIQUE).

sábado, 29 de março de 2008

Igreja junta-se ao coro de indignação da governação letárgica da Frelimo

- Visitando Guebuza na Ponta Vermelha
Como se a dar seguimento ao rol de crescente preocupação da sociedade civil sobre o Estado da Nação que não é bom, os bispos católicos fizeram um encontro tido cordial com o Chefe do Estado, Armando Guebuza. A cabeça da delegação católica escusou-se de revelar o grosso do que foi discutido, preferindo ser muito diplomático, como é obvio fazer, em tempos de crise. Tomé Makhwelha, presidente da Conferência Episcopal de Moçambique e arcebispo de Nampula resumiu o encontro nos seguintes termos “o Presidente falou da necessidade de nós lutarmos contra a pobreza, fome, alienação e também o desvirtuamento das verdades e do interesse do Povo”, resumiu Makhwelha, acrescentando "que a Igreja Católica tem vindo a colaborar particularmente nos domínios da Saúde e Educação”. Estamos, de facto em tempos de crise de liderança no país, para as várias frentes de combate a pobreza e desenvolvimento. Leia + aqui e imagem de Um grupo de meninos de rua hospedados na casa de acolhida adminstrada pelas irmãs combonianas em Nampula retirada aqui. [Em itálico, minha ênfase].

Angola24Horas

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