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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Portugal está mais erótico

Os portugueses estão mais desinibidos e procuram ter prazer “de forma positiva”, dizem os especialistas. O JN foi conhecer jogos de mesa eróticos e foi jantar ao “The Lingerie”.
Os jogos eróticos fazem cada vez mais parte da vida sexual dos portugueses. Podem ser baralhos de cartas, jogos de tabuleiro, dominós, dados de posições do Kama Sutra, entre outros. Jogados das mais variadas formas e com diferentes objectivos têm, porém, uma característica comum: aumentam a cumplicidade dos casais e servem como ponto de partida para uma descoberta mais atrevida do erotismo, dizem os especialistas.
Um outro fenómeno tem vindo a marcar terreno no mundo do erotismo: os restaurantes eróticos. O JN foi conhecer o “Lingerie”, um espaço baseado num conceito temático único em Portugal. Veja mais sobre o assunto e a reportagem multimédia no elo.
Fonte/Foto JN

domingo, 5 de outubro de 2008

Vem aí o grande derby Portugal – Brasil

… a 19 de Novembro
"A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou a realização de um jogo amigável entre as selecções brasileira e portuguesa no dia 19 de Novembro, em Gama, cidade dos arredores de Brasília.
O Brasil-Portugal vai ser disputado no renovado Estádio Bezerra, com 20.000 lugares e que esteve em obras de remodelação durante dois anos e meio.
O último encontro entre as duas selecções disputou-se em Fevereiro de 2007 em Londres e terminou com a vitória da selecção portuguesa por 2-0." Veja tudo o que citei aqui.

CARTA DE UM FUNCIONÁRIO PÚBLICO PARA O 1.º MINISTRO

Exmo. Sr. 1º Ministro, Vou alterar a minha condição de funcionário público, passando à qualidade de empresa em nome individual (como os taxistas) ou de uma firma do tipo 'Jumentos & Consultores Associados Lda.' e em vez de vencimento passo a receber contra factura, emitida no fim de cada mês. Ganha o ministro, ganho eu e o país que se lixe! Ora vejamos: Ganha o ministro das Finanças porque:
- Fica com um funcionário público a menos.
- Poupa no que teria que pagar a uma empresa externa para avaliar o meu desempenho profissional.
- Ganha um trabalhador mais produtivo porque a iniciativa privada é, por definição, mais produtiva que o funcionalismo público.
- Fica com menos um trabalhador, potencial grevista e reivindicador que por muito que trabalhe será sempre considerado um mandrião. E ganho eu porque:
- Deixo de pagar na totalidade todos os impostos a que um funcionário público está obrigado, e bem diga-se, pois passo a considerar o salário mínimo para efeitos fiscais e de segurança social.- Vou comprar fraldas, champôs, papel higiénico, fairy, skip e uma infinidade de outros produtos à Makro que me emite uma factura com a designação genérica de 'artigos de limpeza', pelo que contam como custos para a empresa.
- Deixo de ter subsídio de almoço, mas todas as refeições passam a ser consideradas despesa da firma.
- Já posso arranjar uma residência em Espanha para comprar carro a metade do preço ou compro um BMW em leasing em nome da firma e lanço as facturas do combustível e de manutenção na contabilidade da empresa.
- Promovo a senhora das limpezas lá de casa a auxiliar de limpeza da firma.- E, se no fim ainda tiver que pagar impostos, não pago, porque três anos depois o Senhor Ministro adopta um perdão fiscal; nessa ocasião vou ao banco onde tinha depositada a quantia destinada a impostos, fico com os juros e dou o resto à DGCI. Mas ainda ganho mais:
- Em vez de pagar contribuições para a CNP, faço aplicações financeiras e obtenho benefícios fiscais se é que ainda tenho IRS para pagar.
- Se tiver filhos na universidade eles terão isenção de propinas e direito à bolsa máxima (equivalente ao salário mínimo) e se morar longe da universidade ainda podem beneficiar de um subsídio adicional para alojamento; com essas quantias compro-lhes um carro que, tal como o outro, será adquirido em nome da firma assim como manutenções e combustíveis.
- Se tiver um divórcio litigioso as prestações familiares que o tribunal me condenar já não serão deduzidas directamente na fonte e recebo o ordenado inteiro e só pago se me apetecer...! Como se pode ver, só teria a ganhar e já podia dizer em público o nome da minha profissão sem parecer uma palavra obscena, afinal, em Portugal ter prejuízo é uma bênção de Deus! Está visto que ser ultra liberal é o que realmente vale a pena, e porque é que os partidos que alternam no poder têm tantos votos...?
Atentamente
A . Bivar de Sousa

quarta-feira, 26 de março de 2008

Cadê democracia*

O líder da oposição em Moçambique, Afonso Dhlakama, queixou-se hoje em Maputo ao Presidente português, Cavaco Silva, segundo o jornalista Luís Andrade de Sá, da Lusa, da "mistura entre partido FRELIMO, governo e instituições" e apelou a que Portugal "comece a falar em Democracia".

Portugal, na circunstância através de Cavaco Silva, pode de facto falar de democracia, mas terá de dizer aos moçambicanos: olhai para o que nós dizemos e não para o que nós fazemos.É que, também em Portugal existe uma “mistura entre Partido Socialista, governo e instituições”, apesar de o país viver em suposta democracia desde 1974.
"Disse ao Presidente (Cavaco Silva) que o apoio a Moçambique não é o apoio ao partido FRELIMO mas ao povo de Moçambique", referiu o líder da RENAMO, no final de uma reunião de cerca de 40 minutos com o chefe de Estado português. Dhlakama acrescentou ter dado exemplos de casos de "mistura entre FRELIMO e Estado moçambicano", nomeadamente "professores, enfermeiros e funcionários públicos que até hoje são obrigados a pertencerem ao partido" no poder desde a independência.Creio que Cavaco terá pensado para com os seus botões: “É exactamente o mesmo que se passa em Portugal”.
"Ele (Cavaco Silva) até me disse que eu estava a exagerar mas eu respondi: não, o Presidente tem liberdade, fale com as pessoas em privado'" para confirmar a acusação, contou Afonso Dhlakama.É isso. Não sei se Cavaco conversou em privado com os moçambicanos para confirmar a promíscua mistura entre a FRELIMO, o governo e o estado. Tal como não sei se Cavaco conversa em privado com os portugueses para confirmar a promíscua mistura entre o PS, o governo e o estado. (Fonte: Alto Hama)
*Meu titulo

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Deputado do PSD termina visita preocupado com situações de pobreza

O deputado do PSD para a Emigração José Cesário mostrou-se hoje preocupado com situações de pobreza que encontrou entre as comunidades portuguesas, durante uma visita a Moçambique e à África do Sul. "Voltam a ser preocupantes as situações de pobreza, incerteza quanto ao futuro e a criminalidade", disse o deputado social-democrata à Agência Lusa um dia depois de ter terminado a deslocação àqueles países.

"Devido a circunstâncias diversas - a agitação popular e a situação económica que não evoluiu tanto como se desejava em Moçambique e uma série de situações que criaram instabilidade na África do Sul, como as sucessivas falhas de energia - há um clima de grande preocupação em relação ao futuro", afirmou José Cesário. Segundo o deputado eleito pelo círculo Fora da Europa, "os fantasmas vêm ao cimo" quando confrontados com problemas políticos e agitação social. José Cesário disse ainda ter encontrado nos dois países "muita gente com situações económicas muitíssimo delicadas" e denunciou que continuam a registar-se "algumas situações de violência" na comunidade portuguesa residente na África do Sul.

O ex-secretário de Estado das Comunidades disse ainda que portugueses residentes em Moçambique "sofreram algumas consequências", como danos materiais nos seus veículos, com as manifestações de rua realizadas no início do mês, quando o governo decidiu aumentar o preço dos transportes públicos. Questionado pela Lusa, José Cesário disse que vai "tentar esclarecer" alguns casos concretos relacionados com as situações de pobreza junto dos serviços competentes, nomeadamente o Apoio Social a Idosos Carenciados (ASIC) nas comunidades portuguesas e o Apoio Social a Emigrantes Carenciados (ASEC). "Tenho também preparado um conjunto de iniciativas legislativas e uma delas vai ser sobre as questões sociais, do acompanhamento dos nossos compatriotas emigrados há mais tempo e os mais recentes", referiu o deputado, sem dar mais pormenores.

Na deslocação de seis dias que fez aos dois países, José Cesário visitou os consulados de Portugal em Maputo (Moçambique) e em Joanesburgo (África do Sul), reuniu-se com os cônsules, manteve encontros com jovens portugueses e luso-descendentes e reuniões com a comunidade. Em Moçambique residem actualmente entre 17 a 20 mil portugueses e na África do Sul cerca de 300 mil. (Notícias Lusófonas)

Angola24Horas

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