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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Vitória Diogo insatisfeita com desempenho do Gabinete Central de Combate à Corrupção

 Prevalência de corrupção na Função Pública  

Enquanto a ministra da Função Pública diz o que diz, o Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) tem outra versão. Maria Ana Gemo, directora do GCCC alega que o Governo não concede fundos para que a instituição empreenda o tal combate

Maputo (Canalmoz) - A ministra da Função Pública, Vitória Diogo, não está a ver resultados positivos no combate à corrupção na Função Pública. Reconhece que os casos de corrupção têm estado a minar o desenvolvimento nas instituições e órgãos do Estado, por isso pede mais “acções de envolvimento e atrevimento por parte do Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC)”, instituição subordinada à Procuradoria-Geral da República.
Para Vitória Diogo, os instrumentos aprovados pelo Ministério da Função Pública para combate à corrupção não bastam (Lei de Probidade Pública), daí que ela diga que há necessidade do Gabinete Central de Combate à Corrupção ser mais intrometido e investigativo, sobretudo em acções de auditoria e inspecção aos órgãos do Estado de modo a combater a corrupção”.

Vitória Diogo lançou estes desabafos recentemente durante a reunião Nacional do Gabinete Central de Combate à Corrupção, realizado em Maputo.
A ministra considerou na ocasião que as acções de modernização da administração, como, por exemplo, a introdução do SISTAFE, têm contribuído consideravelmente para o combate à corrupção e combate ao descaminho de salários, situações que eram frequentes no país, mas Vitória Diogo quer mais resultados.

A justificação da falta de fundos

Enquanto a ministra da Função Pública diz o que disse, o Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) tem outra versão. Maria Ana Gemo, directora do GCCC alega que o Governo não concede fundos para que a instituição empreenda o tal combate, isto é, o GCCC não tem fundos para ser mais intrometido e investigativo como pede Vitória Diogo irmã da ex-primeira-ministra Luísa Diogo e membro da Comissão Política do Partido Frelimo.
Segundo Ana Gemo, não obstante a falta de meios o GCCC tem frequentemente empreendido várias auditorias e inspecções às instituições públicas para identificação de actos de corrupção e desvio de fundos do Estado.
A verdade é que os resultados dessas inspecções têm sido praticamente nulos ou quando existem trazem à ribalta apenas caso de corrupção de pequena relevância. (António Frades)

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