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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Suposto contrabando de madeira : PGR poderá averiguar denúncias sobre Pacheco

 O GABINETE Central de Combate á Corrupção assegura que não tem competências para investigar denúncias sobre o suposto envolvimento do Ministro da Agricultura, José Pacheco, no negócio de madeira, remetendo tal possibilidade a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Maputo, Quarta-Feira, 8 de Maio de 2013:: Notícias
O facto foi anunciado por Bernardo Duce, porta-voz do GCCC, tendo sublinhado que, mesmo sendo a PGR com competência para tal, em primeiro lugar as denúncias devem ser averiguadas pelo Ministério da Agricultura.
“O GCCC não tem competências para investigar este caso pois não se trata de um caso de corrupção. Cabe a PGR abrir um processo com vista a averiguar os factos. É preciso notar que o GCCC e a PGR tem missões e áreas de actuação bem distintas. Por essa razao caberá a PGR cuidar do assunto” – clarificou Duce.
As denúncias de uma agência britânica de investigação ambiental (EIA), apontam para um alegado envolvimento do Ministro da Agricultura como “facilitador” no corte e exportação ilegal de madeira em conluio com operadores florestais chineses, que operam em Cabo Delgado. Durante uma sessão na Assembleia da República, José Pacheco disse, no entanto, que tem mãos limpas face a este assunto.
Pacheco desmentiu o seu envolvimento no tráfico de madeira, tendo sublinhado “estar à disposição de qualquer investigação para se apurar a verdade sobre o caso. Eu não tenho nenhum negócio. Disponho-me à investigação que for recomendada para este efeito. São intrigas que estão a ser propaladas” – apontou na altura.
“Nunca tive negócios, não tenciono fazer negócios relacionados com a actividade florestal. Distancio-me das intrigas que estão a ser propaladas à volta do meu envolvimento em negócio de exploração florestal de qualquer ordem” – clarificou o Ministro da Agricultura.
Por outro lado, o Gabinete Central de Combate á Corrupção, ainda na pessoa do seu porta-voz Bernardo Duce, disse que, por não se tratar de um processo de corrupção, isto a avaliar pelos dados postos a circular, esta entidade não irá, também, intervir ou realizar uma eventual investigação a polémica candidatura do actual presidente da Comissão Nacional de Eleições, João Leopoldo da Costa.
“Como estes dois processos não são de corrupção, o GCCC não irá mover qualquer acção no sentido de averiguar os factos. Cabe a PGR realizar tais perícias” – explicou Duce.
A Organização Nacional de Professores distancia-se da candidatura de Leopoldo da Costa a membro da Comissão Nacional de Eleições (CNE) com uma lista, supostamente, produzida por esta agremiação. Por seu turno, o Secretariado Executivo da ONP assume a autoria da recandidatura do actual presidente da CNE a mais um mandato.

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