A comparticipação atribuída pelo Governo moçambicano aos operadores de transportes semi-colectivos de passageiros ("chapas"), para fazer face ao aumento registado no preço dos combustíveis, não será seguida no que respeita ao preço do pão. De acordo com o presidente da Associação de Panificadores de Moçambique, Victor Miguel, os esforços do Governo e produtores concentra-se apenas em medidas para estancar aumentos futuros que possam provocar o agravamento de factores como o custo dos cereais no mercado internacional. "Desmentimos essa informação porque não constitui verdade (de que o Governo poderia mitigar o aumento). O preço já estava agravado com efeitos a partir de 1 de Fevereiro", disse Victor Miguel, citado pela Agência de Informação de Moçambique (AIM). No novo preçário introduzido a 01 de Fevereiro, em Maputo, o pão de quatro meticais, (11 cêntimos do euro), passou a custar 4,5 meticais (12,7 cêntimos), e o de 3,5 meticais (9 cêntimos) custa agora quatro meticais.
O Governo, as empresas de moagem e as panificadoras têm-se reunido em busca de formas para estancar o aumento do preço de pão em Maputo, que chegou a ser invocado, embora de forma marginal, como uma das razões do descontentamento popular, expresso nos confrontos registados em Maputo no passado dia 05. Dias depois dos protestos, que se saldaram em quatro mortos e 98 feridos, de acordo com o balanço final oficial, chegaram a circular mensagens de telemóveis procurando convocar manifestações contra o aumento do preço do pão, que nunca chegaram a ter lugar. As soluções equacionadas passam pela busca de alternativas à importação do trigo, cuja oscilação de preço no mercado internacional tem provocado aumentos em Moçambique.
"É preciso que Moçambique produza farinha de trigo, como anteriormente fazia. Temos uma população enorme e activa", afirmou Víctor Miguel. Outra saída passa pela introdução de outro tipo de farinhas na produção de pão, como a de mandioca, que tem sido usada em experiências para a produção de pão pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM), apontou o presidente dos empresários da panificação. "Há também matéria-prima substituta da farinha de trigo, que é a mandioca e essa produção pode conhecer elevadas quantidades para consumo industrial e não apenas familiar", sublinhou. "Neste momento, estamos a consumir a farinha que tem o preço que nos levou ao último agravamento", disse Victor Miguel. (noticias lusófonas)
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