Em África
- considera a Liga dos Direitos Humanos, acrescentando que o conflito pós-eleitoral que se viveu no Quénia é uma prova disso e, pode ter réplica nos pleitos eleitorais que se avizinham nos países da região austral da África
“O conflito queniano veio provar que os partidos que lutaram pela independência em África ainda não estão preparados para deixarem o poder e constituírem a oposição, por isso manipulam de forma sistemática os resultados eleitorais, contando para tal com a indispensável colaboração dos órgãos eleitorais dos respectivos países” – Custódio Duma, jurista da LDH
O «Canal de Moçambique» contactou a Liga Moçambicana dos Direitos Humanos (LDH) para falar sobre a solução encontrada para se parar com o conflito pós-eleitoral que se vivia há mais de 2 meses no Quénia, sob ponto de vista dos direitos humanos. Custódio Duma, jurista desta organização disse que “sob ponto de vista dos direitos humanos, a partilha de Poder entre o presidente Mwai Kibaki e o líder da oposição, Raila Odinga, é positivo porque parou com o conflito que dizimava vidas humanas”. Duma acrescentaria, no entanto, que “o conflito queniano veio provar que os partidos que lutaram pela independência em África ainda não estão preparados para deixarem o Poder e constituírem a Oposição, por isso manipulam de forma sistemática os resultados eleitorais, contando para tal com a indispensável colaboração dos órgãos eleitorais dos respectivos países”. Os conflitos sangrentos quenianos deixaram milhares de mortos para além de numerosas infra-estruturas sociais destruídas, afectando negativamente a economia daquele país que até ao período anterior às eleições de Dezembro último era considerado dos mais estáveis da Africa, com um crescimento económico que andava acima dos 7% por ano. leia + aqui.
- considera a Liga dos Direitos Humanos, acrescentando que o conflito pós-eleitoral que se viveu no Quénia é uma prova disso e, pode ter réplica nos pleitos eleitorais que se avizinham nos países da região austral da África
“O conflito queniano veio provar que os partidos que lutaram pela independência em África ainda não estão preparados para deixarem o poder e constituírem a oposição, por isso manipulam de forma sistemática os resultados eleitorais, contando para tal com a indispensável colaboração dos órgãos eleitorais dos respectivos países” – Custódio Duma, jurista da LDH
O «Canal de Moçambique» contactou a Liga Moçambicana dos Direitos Humanos (LDH) para falar sobre a solução encontrada para se parar com o conflito pós-eleitoral que se vivia há mais de 2 meses no Quénia, sob ponto de vista dos direitos humanos. Custódio Duma, jurista desta organização disse que “sob ponto de vista dos direitos humanos, a partilha de Poder entre o presidente Mwai Kibaki e o líder da oposição, Raila Odinga, é positivo porque parou com o conflito que dizimava vidas humanas”. Duma acrescentaria, no entanto, que “o conflito queniano veio provar que os partidos que lutaram pela independência em África ainda não estão preparados para deixarem o Poder e constituírem a Oposição, por isso manipulam de forma sistemática os resultados eleitorais, contando para tal com a indispensável colaboração dos órgãos eleitorais dos respectivos países”. Os conflitos sangrentos quenianos deixaram milhares de mortos para além de numerosas infra-estruturas sociais destruídas, afectando negativamente a economia daquele país que até ao período anterior às eleições de Dezembro último era considerado dos mais estáveis da Africa, com um crescimento económico que andava acima dos 7% por ano. leia + aqui.
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