Conforme o Notícias de hoje, diz em parangonas que Samora tinha a visão de que a paz é inseparável da independência. Nada de novo transpirou sobre como é que o Chefe do estado morreu em circustâncias tão horríveis que o executivo tanto de Chissano como o do Guebuza não sabem explicar ao público. A mesma retórica sobressaiu no jornal de que SM foi: “primeiro Presidente de Moçambique, figura carismática que, se estivesse vivo, completaria hoje 75 anos de idade. Peça incontornável na história da luta armada de libertação nacional, Samora Machel mostrou esta sua visão à delegação colonial portuguesa, liderada pelo então Ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Soares, quando em Lusaka foi proposto à Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) um cessar-fogo e consequente realização de referendo para decidir se os moçambicanos queriam ou não a independência. Samora recusou a proposta e expandiu as operações militares, facto muito propalado pela Imprensa, levando Lisboa a mudar de atitude até assinar em 7 de Setembro de 1974 os Acordos de Lusaka. O Notícias Samora Moisés Machel conseguiu organizar a guerrilha de forma não só a neutralizar a ofensiva militar portuguesa, comandada pelo General Kaulza de Arriaga, a quem foi dado um enorme exército de 70 mil homens e mais de 15 mil toneladas de bombas, mas também organizar as zonas libertadas que abrangiam cerca de 30 por cento do território nacional. Além disso, Samora dirigiu uma ofensiva diplomática em que grangeou apoios, não só dos tradicionais aliados, mas inclusivamente do Papa que era um tradicional aliado de Portugal. Samora Moisés Machel nasceu na aldeia de Madragoa, hoje Chilembene, aos 29 de Setembro de 1933. Passam hoje 75 anos. Filho de um agricultor relativamente abastado, Samora entrou na escola primária com 9 anos, quando o Governo colonial português entregou a “educação indígena” à Igreja Católica. Quando terminou a escola primária, o jovem de cerca de 18 anos quis continuar a estudar, mas os padres só lhe permitiam estudar teologia. Samora decidiu tentar a vida em Lourenço Marques, hoje cidade de Maputo. E depois o que aconteceu a Samora? Veja mais verborreas sobre Samora neste elo. Mas acho que o homem merecia mais do que um simples retrato. Hoje Armando Guebuza foi a Chilembene e o governo, reunido de extraordinariamente no último sábado decidiu dizer que o local onde nasceu o primeiro presidente é Patimónio Cultural(Político). Foto Albertino Silva-Moc-Portugal
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