
O dia do trabalhador deste ano é celebrado num ambiente em que procuramos respostas para os problemas sócio-económicos prementes que o povo trabalhador vive. Um povo trabalhador que mostrou que sabe o que quer. Um povo trabalhador que disse chega ao regime da Frelimo. Um povo trabalhador que se levantou e saiu a rua para mais uma vez demonstrar a sua indignação ao moribundo poder. Poder este que vive da abastança, do nepotismo, do elitismo, do exibicionismo e de uso e abuso do seu poder sem que para isso distinga a coisa pública e o privado. A opulência que se ostenta amiudemente aos olhos do pacato trabalhador não passa de uma ‘grande insulto’ ao seu estado de pobreza, seu estado de debilidade financeiro-salarial, de ruina social, das cheias que o assolam, e de fome. Hoje, por isso, podemos comemorar esta data sob lema “abaixo o 1º de Maio de fome”.
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