
O correspondente do “Savana” na província de Manica revela, na última edição do referido semanário, que o procurador distrital de Gondola fez (bem ao estilo do quero, posso e (des)mando e nada me acontece!) Justiça pelas próprias mãos, deixando bem claro para quem ainda tinha dúvidas de que algumas (mas quase todas) as regiões do interior do nosso País são terra “sem rei nem roque” onde impera o desmando, onde o Estado só se faz sentir quando se trata dereprimir o(s) moçambicano(s)descamisado(s). O jornalista André Catueira conta na sua peça que Pompílio Xavier “espancou gravemente na madrugada do último sábado um cidadão de nome Rassul Gimo, 28 anos, por este ter mantido relações sexuais com uma prostituta zimbabueana (sic)” com quem o putativo Magistrado tem alegadamente uma “amizade colorida”. Ora não é a primeira que magistrados do Ministério Público arrastam o nome da Justiça moçambicana para a lama. (Oobservador)
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