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quinta-feira, 11 de julho de 2013

MDM denuncia caderno eleitoral “fictício” em Nampula e obstrução do processo na cidade da Beira

Algumas brigadas continuam a recusar documentos como a cédula pessoal, carta de condução e testemunhas para o recenseamento
O Movimento Democrá­tico de Moçambique, MDM, em Nampula, diz ter descoberto, num dos postos de recenseamento eleitoral em Nampula, um caderno suposta­mente viciado pelos responsáveis do Secretariado Técnico de Ad­ministração Eleitoral (STAE) a nível daquela parcela do país.
O caso despoletado pela fiscal daquele movimento político, Alzira Alfredo Cláudio, ocorreu no posto de recenseamento eleitoral núme­ro0039, localizadonaEscolaPrimá­ria Samora Machel, na Unidade de Napacala, cerca de 13 quilómetros do centro da cidade de Nampula.
O MDM afirma que tudo come­çou na última terça-feira, 2 de Ju­lho, quando o director do STAE a nível da cidade, Joaquim Venla, de­cidiu retirar o mobile(computador portátil) ali instalado, supostamen­te para mandari mprimir o caderno no seu gabinete de trabalho. Dois dias depois, o director ordenou a devolução do referido computa­dor, mas com o caderno com no­mes completamente diferentes dos que se recensearam naquele posto.
Como prova deste ilícito eleito­ral, supostamente, protagonizado pelo director do STAE, de acordo com a denunciante, o caderno ora impresso não apresenta os nomes de todos os 800 potenciais eleitores inscritos naquela mesa de recense­amento, incluindo o seu próprio e de outros membros do Movimento Democrático de Moçambique.
Depois da reclamação, segundo avança o MDM, o STAE teria impri­mido uma página, e a anexado ao caderno, que já contém nomes dos fiscais do MDM ali recenseados, mas os outros dados de mais de 790 eleitores estão viciados.
Contactado pela nossa reporta­gem, o director do STAE a nível da cidade de Nampula, Joaquim Nve­la desqualificou as acusações do MDM, tendo referido que a recolha do equipamento informático, sem­pre que regista avaria não possível de reparar no posto de recensea­mento, é um procedimento nor­mal. Em relação aos eleitores fictí­cios, supostamente introduzidos no caderno, Nvenla diz ser tudo invenção do MDM.
Refira-se que, em Nampula, já foram inscritos cento e treze mil e duzentos eleitores contra uma es­timativa de trezentos mil e cento e cinquenta eleitores até ao final do processo.
FRELIMO E STAE INVIABILIZAM RECENSEAMENTO
Na cidade da Beira, o MDM acu­sou, ontem, o partido Frelimo e o Secretariado Técnico de Adminis­tração Eleitoral (STAE) em Sofala, de estarem a inviabilizar o proces­so de recenseamento nas quatro autarquias daquela província.
De acordo com o chefe de Mo­bilização e Propaganda do MDM, Matateu Fernandes, as brigadas de recenseamento, sobretudo no município do Dondo, continuam a negar documentos como a cédula pessoal, carta de condução e tes­temunhas para o recenseamento.
O PAÍS – 11.07.2013

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