Dolar [USD] custa 23,98MT, enquanto que Rand [ZAR] vende/compra a 3,21MT. Não será este comportamento da nossa moeda que também tem efeitos na carestia da vida que se esta assistir em Moçambique cujas repercussões resultaram no levantamento popular da última terça feira? Estudo carecem nesta área monetária em Moçambique, para la' do Banco de Mocambique. Por agora se fica com esta de que Banco de Moçambique é perdulário no estudo do comportamento monetário do MT.
"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,
VOA News: África
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Metical [MT/MZM] valorizado é benéfico a quem?
Dolar [USD] custa 23,98MT, enquanto que Rand [ZAR] vende/compra a 3,21MT. Não será este comportamento da nossa moeda que também tem efeitos na carestia da vida que se esta assistir em Moçambique cujas repercussões resultaram no levantamento popular da última terça feira? Estudo carecem nesta área monetária em Moçambique, para la' do Banco de Mocambique. Por agora se fica com esta de que Banco de Moçambique é perdulário no estudo do comportamento monetário do MT.
Pirataria discográfica realidade incontornável

Um balanço macabro

O Vice-Ministro do Interior José Mandra veio ao público ontem fazer um balanço macabro sobre a revolta popular por causa dos aumentos dos preços dos chapa 100. Lembre-se que Mandra é a ‘face’ que a Frelimo apresentou para mostrar dureza aos que ele chamou vândalos (os manifestantes) (Confira na Oficina de Sociologia aqui), que aliás era o povo. Mandra foi a ponto de afirmar que mobilizaria todo o aparato militar se a situação de levantamento militar continuasse. Mas é o que se viu, a FIR hoje apareceu antes do sol nascente armada até aos dentes, numa clara demonstração de força. Por amor de Deus, onde é que vamos, nesta maneira andar!
Na saga da cimeira dos Chefes do Estado, somos banhados por balanços da Primeira-dama, Maria Guebuza

Findos os trabalhos da cimeira dos chefes dos estado africanos na Etiópia, ao invés de que é normal o Chefe de estado ser o que dá pormenores do que foi a cimeira, somos ‘banhados’ com uma serie de intervenções da Primeira-dama nos mídia, sobretudo aquela sob chancela do governo da Frelimo. Maria Guebuza falou da lei violência doméstica, depositada na Assembleia da Republica (AR), do HIV/SIDA e de problemas que tem de como financiar actividades da sua prevenção. Ora isto tudo ultrapassa o que uma Primeira-dama pode e deve fazer. Estamos perante uma Ministra que o Senhor Guebuza se recusa a apresentá-lo como tal. Cadê senhora Virgínia Matabele!
Carta aberta ao Presidente da República,

Revolta popular a propósito dos «chapas»
Este aspecto deve ser analisado. Recordemo-nos dos vários estudos sobre a situação social e a possibilitada de erupção de conflitos violentos em Moçambique feitos por entidades, quer nacionais, quer internacionais, (DfID, Swuiss Peace e outros). Excia, Gostaria de chamar a sua atenção para um outro ponto. O grau de violência das manifestações não pouparam as suas vítimas, fossem elas agentes do estado ou privados. Ou seja a panela estava tão quente (e a população tão aborrecida) que não lhe interessavam as consequências dos seus actos. Foram partidas montras, partidos vidros de carros públicos e particulares, e mesmo um posto de abastecimento de combustível não foi poupado! E a responsabilidade por estes danos cabe ao Estado pois é o Estado que detém o monopólio da violência e tem o dever de garantir a segurança quer dos bens como dos indivíduos.
O jornal notícias na verdade defende o regime, não a verdade
“Cenário de guerra nas estradas
Cinza no asfalto, carcaças de viaturas queimadas, fumo de pneus e de troncos ainda em chamas na maioria das estradas na cidade de Maputo e Matola, sirenes e disparos de armas de fogo e de gás lacrimogéneo no Xiquelene, aliado a outros actos de vandalismo como saque a estabelecimentos comerciais é parte do que a nossa Reportagem constatou na ronda efectuada ontem. Em algum momento, o cenário podia ser comparado ao de uma verdadeira guerra.
Maputo, Quinta-Feira, 7 de Fevereiro de 2008:: Notícias
As manifestações da terça-feira ganharam uma dimensão inesperada, com os pontos vitais da cidade de Maputo, como as saídas e entradas, a serem tomados pelos insurgentes. Nelas ergueram barricadas com troncos, carcaças de viaturas, pneus incendiados e outros materiais, limitando a movimentação e actuação da Polícia.
Entretanto, ontem, a Polícia “eliminou o mal pela raiz”, colocando a sua unidade de elite, a Força da Intervenção Rápida (FIR) logo de madrugada nos possíveis focos de agitação. Os bairros acordaram ao ruído dos carros blindados da FIR, facto que poderá ter evitado que os oportunistas e indivíduos de conduta duvidosa continuassem com as manifestações, mesmo com o problema praticamente já resolvido.
Mesmo assim, a FIR teve que disparar dezenas de balas de borracha e gás lacrimogéneo para dispersar centenas de insurgentes que ainda pretendiam erguer barricadas na Praça dos Combatentes.
Na Estrada Nacional Número 1 os automobilistas, seguindo em diferentes sentidos, eram forçados a partilhar a mesma faixa de rodagem em alguns troços devido a diferentes obstáculos, entre carcaças, pneus e troncos em chamas na rodovia.
Naquela estrada, a presença da FIR era forte, sendo que frequentemente viam-se diferentes viaturas a cruzarem-se com agentes devidamente equipados com armas de fogo, gás lacrimogéneo e outros meios de combate.”
Que pensa o leitor deste relato. É ou não é fiável o Jornal notícias? Penso que não. Os fundos do erário público, dos nossos impostos, colocados á mercê daquele diário não podia ter aquele destino!
Frelimo e chapeiros em conversações

A Frelimo passou o dia de ontem a negar que os chapeiros tenham uma co-participação na redução da alta dos preços dos combustíveis, para que os mesmos não sejam arcados pelo pacato cidadão. Leia + um apontamento de Eleutério Finita, a este propósito.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
O engasgue é total no seio da Frelimo

Ponto de Vista*
*Povo destrói Guebuza

Protestos em Maputo: Retrato de uma cidade em estado de sítio

Factores mediatos da revolução popular
Factores imediatos da revolução popular

«A marcha» ao coração do Maputo

Revoluçao popular faz morto e danos materiais avultados

BBC usa blogues para acompanhar revolução
PIR e PRM salvando o regime frelímico

Os orgãos de comunicação controlados pela Frelimo mudos

RENAMO isenta

Fernando Mazanga foi quem apelou a calma aos protestantes mas culpou a Frelimo pelo estado de coisas que se viveram ontem na Capital e arredores. Leia + aqui.
Voos da SAA e LAM cancelados
Frelimo surpreedida com o seu ‘stronghold’

Frelimo tapa os ouvidos ao choro das populações
SMSs ajudaram a revolução popular
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Governo retoma diálogo com transportadores
O Governo moçambicano vai ainda hoje reunir-se com representantes dos operadores de transportes semi-colectivos de passageiros («chapa») para encetar «um novo diálogo» sobre as novas tarifas que hoje entraram em vigor, que motivaram graves tumultos em Maputo.«O governo está em contacto com os próprios transportadores para analisar a situação e tomaremos as medidas que foram julgadas adequadas, de forma a harmonizar os interesses das transportadoras e dos transportados», disse, em conferência de imprensa o ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, António Munguambe.
Adiantando que ainda esta tarde haverá um encontro com os representantes dos transportadores, o governante manifestou o empenho do governo de «explorar todas as formas» de resolver a actual crise.
«Vamos tomar em consideração todas as preocupações manifestadas pela população«, assegurou, embora sem especificar qual a solução preconizada pelo executivo para ultrapassar os protestos da população.
Na origem das manifestações está a reacção popular ao aumento da tarifa de »chapa«, o meio de transporte utilizado pela maioria da população (uma viagem interurbana que antes custava cinco meticais (14 cêntimos) passou para 7,5 meticais (21 cêntimos) e a que antes custava 7,5 meticais passou agora a custar 10 meticais (28 cêntimos).
O salário mínimo em Moçambique é de cerca de 50 euros (32 euros na agricultura).
Uma viagem de ida e volta entre o centro da cidade e a periferia, que normalmente implica viajar em três »chapas« com diferentes tarifas, poderia significar um gasto suplementar diário de cerca de 50 cêntimos de Euro (por mês, mais 12 euros e cinquenta cêntimos).
«Vamos encontrar formas de apoio ao sector privado para que a sua actividade seja viável», disse o ministro, salientando: «a nossa postura é de diálogo e de negociação».
António Munguambe salientou ainda que a preocupação do governo foi sempre «procurar harmonizar os interesses das transportadoras e dos transportados», tendo conseguido dissuadir os operadores de aumentarem em 180 por cento as suas tarifas.
Diário Digital / Lusa
RENAMO responsabiliza governo pelos incidentes
A RENAMO, maior partido da oposição moçambicana, responsabilizou o governo pelos incidentes de rua registados hoje em Maputo, mas apelou aos manifestantes e ao Governo para «não exacerbarem os ânimos» e arranjarem uma solução para a crise.O partido convocou uma conferência de Imprensa na sequência de manifestações violentas registadas hoje na em Maputo, principalmente nos principais acessos da periferia á cidade, originadas pelo aumento dos transportes públicos informais conhecidos como «chapa», usados pela população entre os subúrbios e o centro da capital moçambicana.
Os aumentos, negociados entre o Governo e os transportadores, variaram entre 33 e 50 por cento.
Perante actos de violência já registados contra pessoas, causando pelo menos seis feridos, viaturas e estabelecimentos, a RENAMO fala em «oportunismo vândalo» que vai «manchar a justa atitude da população», refere o comunicado lido pelo porta-voz do partido, Fernando Mazanga.
O partido condena o governo da FRELIMO por usar a polícia para reprimir em vez de ouvir a população e acusa o executivo de «falta de visão» por não criar estruturas que evitem aumentos bruscos de combustíveis e do pão, bens essenciais para a população sobreviver.
Essa subida deve-se à «incúria» do executivo, acusa, manifestando «repúdio pela falta de sensibilidade do governo da FRELIMO, no trato de questões que dizem respeito à sobrevivência dos cidadãos».
«O Estado não assegura transportes públicos para dar vazão aos utentes, daí que se abriu espaço para os privados colmatarem esta lacuna que o governo deixou em branco», lê-se no comunicado.
Diário Digital / Lusa
Última hora*

"Revolução popular arranca em Maputo”
Ao que tudo indica, milhares de manifestantes avançaram esta manhã, para o coração da cidade de Maputo, em repudio pela alta de preços decretados pelo Governo do Presidente Armando Guebuza. Esta manifestação popular teve já pre-anúncio há dias quando a associação transportadora negociava os preços das rotas, tendo o Governo anuido que sejam de 7.50/9kms e 10.00Mts/10km+. Não se sabe bem como vai ser o desfecho deste levantamento popular, mas diz-se por fontes próximas ao poder que o Governo contempla um ‘marcha atrás’ caso a situação do protesto deteriore. Leia+ aqui: BBC e aqui: "Jornal Opaís" . Governo suspendeu seu conselho e promete falar esta tarde.
Ponto de vista*
"A sociedade moçambicana perdeu a noção de vergonha !"
- Vejam quem o diz: Graça Mandela
Os moçambicanos tinham que aprender a fechar os olhos e ouvidos, para todos o tipo de 'golpe
de teatro' que gente ligado ao "establishment", tenta lanç ar para cá fora,, quando quiserem e bem entenderem. De uma senhora, que achavamos que seria uma heroina nacional, pelo menos, pelo exemplo que o marido tinha nos acostumado em vida, hoje quer ser discreta, para dizer a 'viva voz' que "A sociedade moçambicana perdeu a noção de vergonha! Isso não. Para já Graça Machel, desde a morte do marido, que quer ser 'espertalhona', ganhos rapidos, e a porfiar a ideia de "beber o melhor dos dois mundos". Lembre-se que ela é dona da FDC (Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade), organização que se diz ser de natureza social mas que na prática, movimenta rios de dinheiros para fins privados. Graça é accionista de várias empresas e instituições bancárias (BIM/Millenium). Conclusão, o que a ex-Ministra de Educação quis dizer é "façam o que digo, não façam o que faço". Leia+
*Dede Moquivalaka
Be a better friend, newshound, and know-it-all with Yahoo! Mobile.
Corre-se o perigo de uma “Revolução popular” no país

Com a subida dos transportes semi-colectivos, vulgo chapa 100, decreta pelo Governo da Frelimo, agrava-se assim o custo de deslocação do cidadão pacato de um ponto para o outro nos centros urbanos, sobretudo na cidade de Maputo. Já houve rumores que se o Governo avançasse com os novos preçários de um mínimo de 7.50Mts/9Kms, pode ser que uma “Revolução popular” se desencadeie no país. A Frelimo subestima muito o poder das massas. Não é discreta, no sentido de negociar a situação a que se esta hoje. Leia+ no noticias de hoje.
"Em Moçambique pode haver uma nova revolução"

"A hegemonia económica e do poder nas mãos da Frelimo pode abrir campo à nova revolução” - afirma Luís Garife Matsangaice, ex-deputado da Renamo e também irmão do fundador da “perdiz”, André Matsangaice, para quem a Renamo nunca voltará às matas, mas um eventual “Tomocene”, insatisfeito com a distribuição da riqueza entre a elite frelimista, pode empreendê-la. Entrevista conduzida por Adelino Timóteo (*) - especial para o «Canal de Moçambique» e «Semanário ZAMBEZE» Leia+
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Lição do incendio do MADER não aprendida, nem na Educação, nem na Saúde, nem ainda noutras actividades socio-económicas

Na semana passada houve um incêndio no edifício central do Ministério da Educação e Cultura. Com epicêntro na zona do PBX, a chama originado, por curto-circuito, por pouco devorava todo o sistema informatico daquela instituiçao, nao fosse a intervenção do corpo de salvaçao publica. Ademais, um pouco por todo o lado, escolas e hospitais andam sem nenhum despositivo de seguraça em caso de incêndio ou outro problema acidental com o edificio. Passando pela maior escola secundária do país, pode-se constatar que na “Francisco Manianga” não existe nada para proteger o pacato menino ou menina ali a estudar. Os alunos não conhecem as minimas normas de seguraça nem de protecção, caso haja deflagração de fogo, curto circuito, ou ainda de um possível ataque vicioso de ladroes ou criminosos. O mais caricato ainda é a ausência de sirenes especiais e sitios de concentração caso de uma situação atípica. O mesmo pode se assistir nos nossos hospitais. Peguemos da José Macamo. Nota-se que naquele hospital se usam botijas de gás, sobretudo para as salas de reanimação. Mas, não se vê nada da presença de um extintor para em caso de um incêndio, debelar-se o fogo. Os pacientes, sem ser advogado do diabo, ali incapacitados, acabam devorados pelo fogo.
* Obrigado meu amigo Jordão F. Mucavele pela informação
Super-terça feira ditará a sorte do quatro concorrentes nas primárias americanas
A fase crucial das primarias americanas decorre amanhã, com a votaçao de cerca de 20 estados. Embora para os Republicanos tudo estaja claro quanto ao candidato que vai a frente, ja entre os Democratas, com o encurtamento de distância entre Barraca Obama e Hilary Clinton, ficou tudo em aberto, havendo muito nervocismo nas hostes democraticas para o veredicto desta super-terça feira. Assunto para seguir.
Um olhar a regiao centro-africana

Analistas do mundo nas questões chadianas, aventam que a guerra que se verifica naquele país do centro de África seja mesmo do interesse da França. Ao que tudo indica o estacionamento de tropas francesas na capital – Ndjamena – travou o avanço rebelde que deixou luto e estragos. A França vê esta incursão com seindo parte das intenções do regime Khartun – do General Bachir - de alargar sua influência na zona. O actual Governo do Chade usa essa a ideia francesa de que o Sudão está dar apoio aos rebeldes para o destituir e por via disso tentar resolver a crise do Dafur a seu favor. No passado, a França veio ao soccoro de Ndjamena quando da disputa com o regime de Tripoli – de Khadafi – sobre uma zona fronteiriça rica em urânio que a Líbia dizia que era sua zona, numa altura que intensifica esforço para o seu armamento nuclear. A Líbia foi então derrotada, numa guerra onde milhares dos seus soldados perderam a vida. Os problemas do Chade sãosobejamente conhecidos. Desde 1960, quando a França concede Independência as sua colonias africanas, sempre manteve sua presença militar e certo poderio económico sobre eles que, em contrapartida, enfraqueceu a capacidade institucional do países gerirem seus assuntos domesticos. Há, outrossim, um grande deficit democrático que remonta desde os tempos de Gouguni Wedey, passando pelo Hussene Habrey até ao incumbente do poder do dia, Idrisse Debby.
Cooperacção com Kula-Lumpur foi infrutifera com a compra do antigo BPD

Moçambique foi um dos países que beneficou da doutrina de Win-Win do então Primeiro Ministro da Malaio na cooperação com África. Com a doutrina, vimos o Banco Popular de Desenvolvimento (BPD), caixa do povo, a mudar de nome para Banco Austral cuja sigla BA levantou uma controvésia protaconizada por Cadmiel Muthemba, o PCA, por a Frelimo usar a mesma sigla para designar a Renamo, combatentes pela democracia, de bandidos armados. O mais caricato, com o win-win, viu-se que o sistema electrónico e fechos de contabilidade era controlado em Kuala Lumpur e não no Maputo. Será que hoje o BPD ou seja BA esteja em boas mãos com a Barclays Bank? A ver vamos.
Caos continua a caracterizar movimento na zona de Benfica

Parece que a Polícia encarregue, para regular o transito na zona do Benfica, está com os olhos postos nos possíveis infratores das regras de trânsito que propriamente regular o trânsito per si. Senão vejamos, a disputa de espaço de manobra entre os chapas 100 que fazem a rota Benfica- e destinos na Matola é das mais caricatas, que ultrapassam a imaginação dos menos atentos nas questões de condução pública de passageiros. Ora são utrapassagens desnecessárias e manobras perigosas junto de curvas e aproximação de transuentes. Mas isto tudo é nada para a super-polícia que esta esperá lá para o lado da ponte para encher o bolso. Quem nos socorre?
ATM’s do ‘Jardim’ a ‘Drive in’ operam quando querem

Com nervos a flor da pele, cidadãos se insurgem quase que diariamente junto doas ATM’s por não poder aceder a sua parca pataca. As ATM’s, grande parte da pertença do Millenium-BIM vão pelo dia fora sem disponibilidade ou simplismente a dar informação de saldos. Os mais visados, desses ATM’s, são os dos Bairros do Jardim, 25 de Junho e Zimpeto (Drive in) todos no DU5. Isto não quer dizer que as ATM’s da cidade não tenha o mesmo problema. É caso para perguntar será que Millenium-BIM goza de saúde financeira ou está escondendo a sua descapilalização? Por mim, a aceitar-se esta tese, o BIM devia decretar falência ou devolver a companhia a administração para abrir espaço ou para a sua nacionalização ou venda a quem tem dinheiro para o adquirir.
Há fortes indícios que há ‘morte por contrato’ fomentada pela funerárias no Maputo

Não constitui segredo para ninguém e é sempre actual o ‘surruru’ que corre ao nível da capaital do país que há ‘morte por encomenda’ que neste momento é fomentada pelas funerárias. Os contactos entre os agentes da medicina legal, dos médicos e enfermeiros na várias enfermarias do HCM e as funerárias espalhadas pela capital e arredores decorre como se de serviço se trata-se. O segredo quem fornece é o próprio paciente ao revelar a sua zona de residência. Este dado é importante para se saber qual a funerária da zona caso de uma morte, mesmo que o paciente não esteja grave. Por sua vez, as funerárias agradecem [monetáriamente] aos agentes/funcionários hospitalares, conforme se tratar se um morto que usou urnas mais caras ou de menos valor, e as despesas de transporte pagas. Outro dado essencial é este da luta titanica das funerárias de influenciar que as cerimónias funébres decorram aqui no Maputo não noutras zonas mesmo que o falecido seja de zonas de fácial accesso ou se pode aero-transportar, por medo de perder negócio. Daí que se pode concluir que haja ‘morte por contrato’ fomentada, a partir das funerárias. Quando é que esta forte suspeita deixará de pairar no ar. Todo mundo tem medo de ficar doente por medo de cair nesta cilada viciosa.
Gravação secreta de um deputado do parlamento britanico gera controvérsia

Embora não sendo lei, a Grã-bretanha adoptou a chamada doutrina Wilson (1966) impede que os serviços secretos vigiem ou gravar secretamente [imagem ao lado: BBC] os deputados parlamentares enquanto estiverem a trabalhar com os seus constituintes. O que acontece é que em Dezembro de ano transacto, um deputado muçulmano, Sakiq Khan, foi gravado secretamente quando visitava um invidividuo numa prisão britanica, que aguarda deportação para os EUA, acusado de gerir um website com material anti-oeste. O gabinete do Primeiro Ministro britanico negou saber ou ter recebido um carta de um deputado da oposiçao pedindo que investigasse tal situação. Estima-se que ¼ milhão de pedidos de vigiar aguém deram entrada na Polícia Metropolitana de Londres, para seguir ou fazer gravações a pessoas na Grã-bretanha. O caso continua.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Ponto de vista*

Solidariedade não deve ser traduzido, necessariamente, como obra de caridade. Mas, num momento, em que vemos os nossos próximos a sofrer, temos que fazer qualquer coisa, que os ajude a sair dessa situação. Falo, neste caso, da situação, em que esta mergulhado, o povo do vizinho Zimbabwe. Ao que tudo indica, o extender a mão ao povo sofredor, não tem o beneplácito do regime do poder do dia em Maputo. Tudo isto porque ele [o regime da Frelimo] está apostado a defender o regime tirano instalado em Harare. Nós [sociedade civil, partidos e cidadãos] temos que ser activos e na dianteira dessa apoio.
Apoio ao povo do Zimbabwe deve ser multiforme e que pode se traduzir em dar guarita, em bens e mesmo moral para que não ele percam esperança de um dia a liberdade o sorria.
Lembremo-nos que se não fizermos isso hoje, pagaremos com a nossa vergonha amanhã. Convido, os partidos de consciência e responsabilidade nacional e internacional, que apostem na solidariedade aos povos que sofrem.
Convido aos líderes que pugnaram pela Paz neste país, caso do Presidente da Renamo, Afonso M Dlhakama [AMD], para que não perca tempo e inclua o Zimbabwe na sua agenda
e prioridades. Dlhakama como arquitecto e guia do processo de democratização nacional, tem palavra a dizer na região e no mundo. AMD é mostrou ao mundo ser exemplo de estar na oposição. ADM, ao invés de incitar a violência nos momentos difícies, sempre procurou o concenso e o bem dos moçambicanos. São raros os líderes de contenção elevada e sentido patriotic como AMD.Por isso, sem querer pôr AMD na berlinda, vamos nós sociedade civil mobilizar as massas, para que cada onde estiver, se organize para o apoio aos nossos irmãos. Vamos, de momento, esquecer a Frelimo, porque quando ela for/vai a Zimbabwe, só irá/vai equipar militarmente Mugabe, só irá/vai lhe dar electricidade da Cahora Bassa sem pagar, só irá falicitar a travessia dos meis de transporte para a compra de petróleo através do Porto da Beira, só vao ajudá-lo a quebrar as sanções económicas a que Mugabe está sujeito. Este cinismo do Governo da Frelimo não de de agora. É conhecido. Assim, a Renamo e o povo consciente das suas responsabilidades supremas nacionais e internacionais, abramos as nossas mãos de solidaderiedade e carinho ao povo zimbabweano. Povo moçambicano é um povo generoso. Vamos a acção no Zimbabwe agora, não amanhã porque será tarde!
*Dede Moquivalaka
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Inventar naturalidades ou sitios de origem para ser aceite pelos aborigenes é jogo dos que temem a diversidade nacional
Ao que tudo indica a força do império de Gaza tem estado a ganhar novos contornos, já o tempo muda e as vontades não se deixam para trás. Vimos aqui, aquando do pleito eleitoral que o conduziu a Ponta Vermelha, que Presidente da República , Armando Guebuza andou a cantar de viva voz que era nampulesense, mas tal propaganda não caiu bem aos locais, se bem que é verdade que os seus pais viveram lá pelos lados de Morrupula, por razões de trabalho. Na verdade porém, a familia Guebuza é Ronga de Maputo e não Macua de Nampula tanto que Armando Guebuza precisa de um interprete para se dirigir aos macuas. Como Guebuza há tanta gente que conheço, sem vergonha na cara, diz que pertence a uma região, para fins puramente laborais ou políticos, mas, na verdade, são do sul do país. Miradouronline pergunta: Será que Davide Simango [na imagem, a esq.], o nosso Ministro dos Desportos, seja de Maputo, de Sofala ou do Niassa? Não usemos a tribo, a região, a naturalidade, o sitio de nascença como atributos para se chegar ao poder ou qualquer coisa que seja. Fica-nos mal! Mozambique é para todos!
Frelimo deturpa processo eleitoral na Zambézia

Num momento é que o mundo e África anda apoquentada por ‘roubos’ de votos, o caso do Quénia é exemplo claro disso, a Frelimo, através das suas brigadas de Recenseamento Eleitoral, evida esforços, para subverter o real interesse das massas ao nível da Provincia da Zambézia e no País em geral, sobretudo nos locais que lha são hostis. Esta constatação vem vem patente num comunicado emitido recentemente pela Presidência do Partido e os Deputados da bancada Parlamentar da Renamo - União Eleitoral pelo círculo Eleitoral da Zambézia em reunião extraordinária. Leia +.
Ministério da Educação forma professores em menos de 12 meses, que aberração?

Topográfos inventam taxas e chefes das terras não ficam atrás

- 1500Mt destinados a demarcação ou delimitação (medir) do terreno
- 1300Mts para a deslocação do topografo
- 1500Mts atinentes à localização com GPS do terreno
- 600Mts para a entrada do processo
- 500Mts para os secretario do bairro
- 160 Mts para 2 galinhas
- 100 Mts para 10 de farinha ou arroz
- 150Mts para 2 litros de oleo
- 300Mts para 5 litros de vinho branco
- 20Mts para reconhecer o BI
- 30 MTs para pagar a declaração do bairro donde vem.
Entretanto, só em despesas totais o requerente dum terreno deve pagar qualquer coisa como 6,160.00Mts. Estes valores são aproximados, mas podem subir se os homem que faz a topografia é um bebado (vai de exigir quinhentas adicionais). Não será isto venda de terra, meus senhores?
Coronel general Chitupila terá morrido de morte natural?

Azagaia vai à Beira cantar

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Augusto Paulino ainda é arguido

Renamo mexe quadros

Guebuza não foi boa escolha para liderar partido Frelimo nem o estado moçambicano
Armando Emilio Guebuza é tido, em muitos circulos de opinião, que foi uma escolha infeliz que a Frelimo, alguma vez, almejou ter para as suas mãos, como seu Presidente. Contrariamente ao que se pensava, de um estar ‘de estadista’, de dinamizador politico e da economia nacionais, este só se interresa no seu império empresarial, que vem tomando e domando tudo o que foi instituição ou bem público para si, e para sua familia restrita e alargada. Não é preciso enumerar aqui o tipo e quantidade do seu ‘submundo’ empresarial, nem sequer podemos nos dar ao luxo de fazer o exercício de saber, dos seus ganhos. Que não são poucos! Mas, a tudo isto em que o Preseidente da República se meteu, põe ou obscurece o seu papel de chefe de estado que é, de comandante-em-chefe [o crime está aumentar, sem alternativas viáveis] e duvido que tenha tempo para estar junto da sua esposa [na imagem abaixo] e filhos que muito carinho e
afecto precisam dele. Os moçmbicanos, também, estão ‘sem um pai da nação’ visionário, estudioso e competente, pois encontram na figura do Sr. Guebuza um vazio, uma lisonja e uma perca de tempo. Tudo isto ante uma situação sócio-económica, cada vez mais, tremida, ao bolso de cada um de nós, cujas vicissitudes mais notórias se centram na escacez e encarecimento ‘selvagem’ do transporte público, do pão, e de serviços de educação, saúde, entre outros. Agora sao as cheias e sem socorro 'a altura. Ele esta' ao fresco! Cade^ Guebas! Que exemplo dá ao resto da sociedade com esse ‘modus vivendi’? Leia+ sobre "Governação e Integridade muito fraca” e ainda Moçambique não melhora no «Global Integrity Índex»Nota: Guebuza mandou tomar banho seus potenticiais rivais e dectractores, casos de Helder Muteia, antigo Ministro do MADER, Tomas Salomao, Antigo Ministro do Plano e Financas e dos Transportes e Comunicacao, bem assim do pro'prio Joaquim Chissano que anuncio, em abruptu, sua intencao de deixar o poder sem que houvesse clausula de lei que o impedisse a concorrer a mais um mandato.
Arnaldo Nhavotso, o tecnocrata que não fazia política enquanto ministro, virou chefe de ténis no jardim Tunduru em Maputo
Zeferino Martins, o ministro que a Frelimo usou e abusou

Fabio prescinde Beckham na equipa nacional inglesa

John Edwards abandona corrida pela Casa Branca

Tanta é a sede para ‘esbanjar’ em nome do Povo



