"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,

VOA News: África

Mostrar mensagens com a etiqueta Universidade Eduardo Mondlane. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Universidade Eduardo Mondlane. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 25 de maio de 2009

O “cabala” do assasinato de Mondlane teima perseguir a Frelimo

- Com o aparecimento de uma “nova” versão de como o primeiro presidente daquela organização política, hoje no poder, encontrou a morte!

Segundo revelação recente do ex-embaixador português – José Manuel Duarte de Jesus - com missões em Marrocos, China e Canada, num seminário organizado conjuntamente pela Universidade de Londres (Colégio de Economia), Universidade Nova de Lisboa (Instituto Portugues das Relações Insternacionais) e pela Universidade de Lisboa (Instituto de Ciências de Sociais), a Aginter-Press, uma organização terrorista criada em Lisboa em Setembro de 1966, é quem deve ser apontado o dedo acusador. Os métodos dessa organização, que entre outros usava atentados à bomba, assasinatos, técnicas de subversão, telecomunicações clandestinas, infiltração e contra-subersão. Para aquele antigo embaixador português, a presença de Robert Leroy em Dar-Es-Salaam, em Fevereiro de 1969, deve ter explicado como o assasinato de Mondlane foi executado. Ora isto deita por terra a teoria insistente do chefe a inteligdência moçambiana, do governo de Samora Machel, o coronel Sérgio Vieira, segundo a qual Eduardo Mondlane teria sido morto por uma carta-bomba transportada a partir da Beira que depois de passar pelas mãos do padre belga Pollet em Mbeya, Samuel Dlhakama, então secretário da Frelimo em Sofala, se encarregaria a leva-la à Mondlane. O hipotético papel de Dlhakama foi redundamente recusado, uma vez que, na altura do assassinato, este não se econtrava em território tanzaniano.

Para lá desta revelação, está o relatório do Scotland Yard (pedido por Julius Nyerrere) cujas conclusões nunca chegou a ser do domínio público de então até esta parte. Aquele antigo embaixador junta que o papel da PIDE-DGS é quesionável porque “até hoje não foi apresentada uma prova documental que apoiasse a teoria” do Coronel S. Vieira.

Só resta que uma investigação séria (hipotética) traga à lume o que os moçambicanos tem muita sede de saber: Afinal de quem será que veio a “bala assassina”? Estará a Frelimo numa situação de que o “feitiço volta ao feitiçeiro”?

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Línguas árabe e chinesa nos currículos da UEM?

'Out of blue' ou...
Árabe e Chinês ou e' fruto de pura negociata que os nossos dirigentes fazem nessas 'jantaradas' pelos pacatos cantos de Maputo? A pública Uni Eduardo Mondlane, a meu ver, deixou de ser referencia e destoou-se face aquelas que são as linhas de pesquisa e de oferta de ensino superior aos moçambicanos.
 
A 'Eduardo' devia sempre ter presente que não mais 2% da população jovem e adulta que ate' desemboca nas suas faculdades sabe ler e escrever em português, e como disse o comentarista que me secundou mal dominam a sua língua vernácula. Por exemplo, por culpa do Estado (Colonial e governado pela Frelimo) e, sobretudo, passados 30 anos ninguém se pode orgulhar que se pode debruçar e escrever fluentemente na Língua Shangana, Elomwe, Emakhua, entre outras. Senhores, isto nos e' lisonjeiro!
 
Para mim, estes investimentos todos drenados dessa maneira devem ser canalizados para o desenvolvimento e capacitac ao institucional primeiro para esta questão local, e não Russo, Chinês, árabe e por ai fora. Não nos distraíamos, por que os árabes nem os chineses la' não admitem essa brincadeira nas suas escolas. Os nossos dirigentes devem saber captar o imaginário do cidadão para satisfazer sua aspiração. 
 Trejario Salomao J Jorge

Fonte: Mocambique para todos

M I R A D O U R O - bloge noticioso-MMVII



Building a website is a piece of cake.
Yahoo! Small Business gives you all the tools to get online.

sábado, 25 de agosto de 2007

Línguas árabe e chinesa nos currículos da UEM


AS línguas árabe e chinesa passarão, nos próximos anos lectivos, a integrar os currículos da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), segundo informações avançadas ontem, em Maputo, pelo Reitor, Filipe Couto. As línguas serão introduzidas na Faculdade de Letras, onde até aqui são ministradas às de Inglês e Francês.

O anúncio foi feito no decurso da cerimónia de assinatura de um acordo de cooperação entre a UEM, representada pelo Reitor Filipe Couto, e pela Comunidade Maometana, que tem em Abdul Azziz como o seu presidente.
Conforme explicou Filipe Couto, paralelamente, será introduzida uma cadeira que venha a estabelecer a ligação entre a História de Moçambique e os acontecimentos que marcaram o mundo árabe.
Para o Reitor da UEM, Moçambique possui muitos docentes disponíveis e capazes de assegurar que as línguas sejam introduzidas com sucesso nos currículos da maior e mais antiga instituição de ensino superior. Segundo ele, parte deste grupo estudou em diferentes países árabes, como Egipto e Argélia, reunindo condições para se assegurar a introdução das disciplinas.
Couto negou que estas inovações poderão vir a ser um obstáculo ou retrocesso na formação dos quadros da instituição que dirige, uma vez que, para ele, todo o processo de aprendizagem requer um sacrifício.
"À semelhança do que aconteceu com o Inglês e o Francês, os estudantes acabarão dominando o Árabe e o Chinês. Moçambique é um país que está em várias organizações como os PALOP e a SADC, onde se exige o domínio das línguas. Hoje, porque o mundo não pára de crescer, alargamos o nosso leque de escolhas, razão pela qual avançamos para o mundo árabe e chinês" – disse.
O protocolo ontem assinado tem por objectivo o estabelecimento das bases de cooperação científica e educativa entre as duas instituições, tendo especialmente em vista o desenvolvimento de acções de interesse mútuo e que contribuem para o fortalecimento do conhecimento e das relações entre as instituições.
Futuramente, as instituições irão definir áreas prioritárias de cooperação.. Para a concretização do presente protocolo, a UEM e a Comunidade Maometana procurarão mobilizar os meios financeiros necessários, públicos ou privados, podendo também estabelecer acordos específicos com outras instituições. O acordo tem a validade de cinco anos.
Fonte:Notícias

M I R A D O U R O - bloge noticioso-MMVII





Ready for the edge of your seat? Check out tonight's top picks on Yahoo! TV.

Angola24Horas

Últimas da blogosfera

World news: Mozambique | guardian.co.uk

Frase motivacionais

Ronda noticiosa

Cotonete Records

Cotonete Records
Maputo-based group

Livros e manuais

http://www.scribd.com/doc/39479843/Schaum-Descriptive-Geometry