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quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Polícia confirma detenção de duas quadrilhas que aterrorizam Maputo

As autoridades policiais moçambicanas confirmaram a detenção de duas quadrilhas constituídas por nove indivíduos indiciados de prática de crime violento, incluindo a morte de um agente da polícia na capital, Maputo.
A captura resultou de uma operação recentemente lançada pela Polícia da República de Moçambique (PRM), após o assassínio do elemento da corporação policial na Costa do Sul, um bairro luxuoso da capital moçambicana.
Segundo o porta-voz da PRM a nível da cidade de Maputo, Arnaldo Chefo, durante a acção, as autoridades policiais detiveram o principal suspeito de homicídio voluntário de um polícia de trânsito, na Matola, e da morte de outro agente, no ano passado, no Chamanculo, um bairro periférico de Maputo.
Na residência do alegado líder do grupo, o porta-voz da PRM referiu terem sido encontradas duas armas de fogo, três viaturas, sete computadores, incluindo dois portáteis.
Após a sua captura, "realizou-se um trabalho de busca dos outros cinco integrantes do grupo. Ele confessou ter participado num homicídio voluntário que, há dias, vitimou um agente da Polícia de Trânsito e um outro ocorrido no ano passado no bairro do Chamanculo, em Maputo', acrescentou Chefo.
A imprensa moçambicana dá conta de que esta quadrilha é a responsável pelo assassinato à queima-roupa de três agentes da polícia afectos à brigada "Rio" especializada no combate ao crime violento.
Confrontado, a PRM afirmou não possuir qualquer informação sobre o envolvimento da quadrilha no caso.
"Não temos em mão provas que possam justificar isso. Temos sim provas referentes aos três casos indicados e eles mesmos confessaram a sua participação. Estamos a trabalhar seriamente neste assunto. Não estamos descansados", afirmou Chefo.
Segundo a Agência de Informação de Moçambique, o suposto líder do grupo confessou fazer parte da quadrilha do criminoso mais procurado em Moçambique, Agostinho Chaúque, informação, que entretanto, a PRM diz não poder confirmar.
"Ele diz que fez parte da quadrilha de Agostinho Chaúque, como qualquer um pode fazer, mas é preciso que os seus pronunciamentos estejam acompanhados das nossas provas", referiu o porta-voz da PRM a nível da cidade de Maputo, assegurando ainda estar a investigar o assunto.
Hoje, a Liga Moçambicana dos Direitos Humanos organizou um debate com os residentes do bairro do Aeroporto em Maputo sobre o papel da comunidade no combate ao crime, onde foram apresentados casos de crimes violentos, que têm assolado, sobretudo, as cidade de Maputo e Matola, além da eventual má actuação da polícia.
Os moradores do bairro do Aeroporto acusaram a PRM de ser "corrupta" e de "revelar os nomes dos denunciantes dos criminosos", situação que, afirmaram, muitas vezes leva os malfeitores a retaliarem, depois que, "por via de subornos"´, são soltos.
Fonte: NOTÍCIAS LUSÓFONAS
 



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