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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Campanha eleitoral arranca sob signo de ‘campanha suja’

Macuacua reconhece que a tarefa é monumental, enviando mais uma vez e em curto espaço de tempo todo o politeburo e ministros ao terrenos
Numa altura que as eleições municipais nos vêem à porta, o jovem secretário da mobilização e propaganda Edson Macuacua [na foto] veio recentemente ao público confirmar que a tarefa de conquistar os 43 municípios é simplesmente monumental.
De forma recorrente, e num curto espaço de tempo, ‘despacharam-se’ delegações para deter o avanço da oposição e no caso da Beira, não facilitar a vida ao jovem Eng. Daviz Simango, o actual edil. A Frelimo, lembrem-se, proferiu associá-lo maliciosamente e se provas nenhumas com uma série de situações, como a de desvio de fundos e o de ter alinhado com a Renamo na ‘bajulação’ para o decapitar politicamente.
Mas, ao que tudo indica, anteve-se uma campanha suja. Continuaremos a ver Frelimo a dizer que ela é que é a dona deste espaço democrático todo, por um lado, e a notar indignadamente o papel ‘seguidista’ da Renamo que se vai revelando. Os esforços tanto da Frelimo como e da Renamo (Frenamo) têem até aqui efeitos contrários; ou seja, só contribuem para o aumento da popularidade de Daviz Simango entre os potenciais votantes.
Foto Noticias

sábado, 25 de outubro de 2008

Renamo ferida estrebucha

…agitando massivamente a cabeça, os braços e experneando-se de irritação convulsiva devido ao veneno ‘chomeroso’

De facto, atingida certeiramente e com brilho de um redopio vago, fingido e vadio, como se de leão ferido, a Renamo lançou-se numa ofensiva, quase vã, com fito de ripostar e desvalorizar o despacho do Ministro da Administração Interna (Governo), Lucas Chomera Jeremias, que achou não procedente o pedido de impuganação da direcção da Renamo, interpelando-o oficiosamente.

O cavalo de batalha da Renamo prende-se na sua crença de que Deviz Simango, actual edil da Beira (na foto), teria violado as disposições contidas na alínea d) do número dois do artigo 10 da Lei 7/97, de 31 de Maio, relativa a Tutela Administrativa do Estado sobre as Autarquias Locais, segundo a qual Perdem o mandato, os titulares de Órgãos das Autarquias Locais que após as eleições se inscrevam em partido político diverso ou adiram a lista diferente daquela em que se apresentaram ao sufrágio.
Chomera veio ao público, na última quinta-feira informar, que de facto, ele, em nome do Conselho de Ministro, procedou com as devidas investigações que achou necessárias, ouvindo os vários órgãos competentes do poder e da soberania, em conformidade com a lei 7/97, tendo chegado a conclusão de que: Deviz Simango não violou lei nenhuma; ou seja, o pedido da Renamo de ver este sem concorrer ao pleito 'a porta podia ser procedente somente se a Renamo-UE existisse.

Não se sabe, no entanto, o que a direcção da Renamo está exigir persistentemente ou visa atingir ao não querer saber do veredicto do MAE, um órgão de soberania, cujo titular é membro do Conselho de Ministros (Governo), vestido de capacidade para derimir o embróglio criado pela Renamo-sede e uma ala que quer travar o impecto da popularidade de Simango na Beira, procurando refugios, por exemplo, no artigo 4 da lei citada. A nosso ver, o tal resposta ao pedido renamiano, a ser revista, só pode resultar numa retundância de procedimentos. Porque o Conselho de Ministros; ou seja, o Governo o que vai fazer e' apenas homologar a decisão de Chomera.

Se o representante da Renamo, Francisco Machambisse, ao insistir (e por isso perdendo tempo)que o processo referente à perda do mandato do presidente do Conselho Municipal da cidade da Beira, Daviz Mpepo Simango deve prosseguir os seus trâmites legais culminando com a sua remessa, por esse ministério, ao Conselho de Ministros para decidir, deve não estar a ser iluminado pela verdade explicita sobre a extinta pessoa jurídica da Renamo-UE, que serviu em pleitos anteriores, contrariamente aos que vêem à porta. Concluindo, se a David Alone podemos saudosamente evocar: 'o gosto de quem morre é estrebuchar', disse-o la' na casa do Povo.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Munícipes de Nampula prometem apenas a justiça

Nas eleições de Novembro próximo
"Munícipes residentes nas seis autarquias de Nampula, nomeadamente cidade de Nampula, Angoche, Monapo, Ilha de Moçambique, Nacala-a-Porto e a nova de Ribaué prometem fazer justiça nas eleições de 19 de Novembro próximo. para os munícipes não basta que as pessoas gastem o que tem para os iludir, mas sim façam o melhor para a população que lhes garante e/ou lhes dá a confiança nos pleitos eleitorais.
Manifestaram-nos igualmente que uma das questões que os munícipes aguardam ansiosamente é a apresentação dos manifestos eleitorais dos candidatos e partidos. Uma vez que já foram tornados públicos os candidatos para a presidência dos municípios, considera-se que tal não basta. Querem saber mais que ajude os munícipes a uma maior e melhor reflexão para efectivamente decidirem o que terão que fazer nas urnas". Confira aqui para mais pormenores.
Fonte CM/Aunicio da Silva

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Daviz Simango e Renamo venceriam confortavelmente

BEIRA: Se autárquicas tivessem sido no domingo

O politólogo, Dr. João Pereira, do MASC, alerta que se trata apenas de uma percepção, não se podendo tomar os resultados como uma sondagem propriamente dita.
Beira (Canal de Moçambique) – Um estudo de percepção de tendência de voto efectuado pelo Canal de Moçambique / Semanário ZAMBEZE na Beira mostra que se as eleições para a Assembleia Municipal e para Presidente deste município se tivessem realizado no dia 19 de Outubro, isto é, no último domingo, o Partido Renamo teria entre 81,29% e 85,7% e o actual Edil, engenheiro Daviz Mbepo Simango, sucederia a ele próprio com uma percentagem de votos entre 73,19% e 77,57%.
Para a assembleia municipal o Partido Frelimo ficaria em segundo lugar com uma percentagem entre 13,8% e 18,18% e o PDD de que é presidente Raul Domingos teria menos de 3%.
Já para a presidência do município o grande derrotado seria Manuel Pereira (com 6,77% a 11,11%). Em segundo lugar teria ficado o candidato do Partido Frelimo Lourenço Ferreira Bulha a somar uma percentagem entre 13,5% e 17,88%.
Há, no entanto, a considerar que uma leitura atenta aos dados brutos desta “sondagem” mostra que 21,1% dos inquiridos ainda não têm definidas as suas intenções de voto, preferindo refugiarem-se em respostas como “não sabem” e “não respondem”.
Dados brutos
A pergunta colocada foi: Se as eleições fossem hoje (19 de Out. 2008) em que partido ou coligação de partidos o sr/sra. Votaria?
Nesta questão para a Assembleia Municipal da Beira os dados brutos foram os seguintes: de um total de 2.000 inquiridos (100%), 1.279 preferiram RENAMO (63,95%), 245 FRELIMO (12,25%), 8 PDD (0,4%), 127 votariam em branco (6,35%) e 341 não sabe/não responde.
Assembleia / Dados corrigidos
Tomando apenas como base aqueles que expressaram o seu sentido de voto, incluindo os que afirmaram votar em branco (total: 1.659), a Renamo teria 77,09% (1.279), a Frelimo 14,76% (245), o PDD 0,48% (8) e votariam em branco 7,65% (127 inquiridos) – Percentagens verticais.
Corrigidos os dados, mas não incluindo os que votariam em branco, a Renamo (1.279) venceria com 83,48%, a Frelimo ficaria em segundo com 15,99% (245) e o PDD com 0,52% (8) – percentagens verticais.
Eleição para Presidente do Município
Já para a eleição do edil, entre Daviz Simango, Louenço Ferreira Bulha e Manuel Pereira, sem incluir António Romão, do PDD, e sem incluir o quinto candidato que é totalmente desconhecido e ninguém foi capaz de nos dizer quem é, os dados brutos (2.000) do inquérito foram: Daviz Simango (1.090 ou seja 54,5%); Lourenço Ferreira Bulha (227 i.e. 11,35%); Manuel Pereira (129 i.e. 6,45%); teriam votado em branco 132 i.e 6,6% e não responderam ou disseram não saber em quem votar 422 inquiridos (21,1%).
Tirando estes últimos e mantendo apenas os votos em branco (132 / 8,36%) o total de inquéritos considerado seria 1.578 e Daviz Simango venceria com 69,07% (1.090), em 2.º teria ficado Lourenço Bulha (227 / 14,38%), em 3.º Manuel Pereira (129 / 8,17%).
Já sem os votos brancos o total de inquéritos validados seria (1.446) e Simango (1.090) ganhava com 75,38%; Bulha (227) ficava em 2.º com 15,69% e Manuel Pereira (129) com 8,92%.
Ficha Técnica e Universo
A ficha técnica da sondagem diz que o “universo” deste estudo foi constituído por indivíduos de ambos os sexos com idade igual ou superior a 18 anos, residentes na cidade da Beira e recenseados para o exercício do voto.
Amostra
A amostra foi constituída por duas mil (2.000) unidades estatísticas distribuídas por novecentos (900) de pessoas do sexo masculino e mil e cem (1.100) do sexo feminino. Mil e duzentos (1.200) do espectro de 2.000 inquéritos tinham idades compreendidas entre 18 e 34 anos e os restantes oitocentos (800) de 35 anos para cima.
A selecção das unidades estatísticas inseridas na amostra foi feita aleatoriamente inquirindo apenas os eleitores (potenciais) cujo critério foi ter cartão de eleitor. A selecção dos entrevistados foi feita através do método de quotas tendo em consideração as seguintes variáveis: sexo e idade do(a) entrevistado(a).
Recolha de informação
A recolha de informação foi efectuada através do método da entrevista directa (face a face) e foi utilizado um questionário estruturado contendo perguntas semi-abertas.
A recolha de informação decorreu no dia 19 de Outubro, domingo último, e foi realizada por vinte (20) inquiridores (entrevistadores), formados para a condução deste tipo de inquéritos.
Para além dos entrevistadores, participaram na condução deste tipo de estudo cinco (5) supervisores com larga experiência.
Zonas de concentração de potenciais eleitores como principais paragens de machimbombos (autocarros) e de transportes semi-colectivos vulgarmente conhecidos por Chapas-100, e ainda mercados e outros estabelecimentos constituíram os pontos de entrevistas.
Tratamento e Resultados
Após a recolha de informação todos os questionários foram analisados, validados e introduzidos no sistema informático SPSS (Social Package for Social Science – Program Estatístico para Estudos Sociais) após a sua codificação. Uma equipa técnica foi formada e treinada para o efeito.
Erro de amostragem
Com um intervalo de confiança de noventa e cinco por cento (95%) (Probabilidade = 50%), o erro de amostragem é de mais ou menos 2,19%. Dois vírgula dezanove porcento é a percentagem das 2.000 pessoas inquiridas que se fossem de novo auscultadas dariam na segunda vez respostas diferentes da primeira vez que foram ouvidas.
Percepção e voto
João Pereira, politólogo de reconhecida idoneidade disse ao Canal de Moçambique / Semanário Zambeze que esta sondagem merece crédito mas alertou para que se tenha em consideração que “uma coisa é percepção, outra é voto”.
Aquele especialista tomou conhecimento dos métodos e principais resultados da “sondagem” eleitoral sobre partidos políticos e candidatos às eleições autárquicas para a Assembleia da Beira e edil da mesma cidade, respectivamente. Recomendou que se tenha o estudo como uma “percepção” e não propriamente uma “sondagem”. Comentou ainda que é conveniente ter-se em conta que pode-se dar o caso das pessoas inquiridas no dia das eleições não irem votar; pode ser que elas pensem entretanto que já não vale a pena irem votar porque o que desejavam já está conseguido; pode ser que desistam de votar no dia das eleições por se cansarem de esperar e desesperarem com os contratempos e a lentidão dos procedimentos eleitorais que eventualmente venham a ser provocados ou apenas a acontecer, etc…
João Pereira encontrava-se na Beira quando foi abordado pela nossa reportagem. Apreciou o material e insistiu que se deve apenas considerar o trabalho como um estudo de percepção e não de uma sondagem propriamente dita. Opinou que o estudo carece de referências mais pormenorizadas sobre os postos administrativos em que residem os inquiridos. Mas concordou que de uma forma geral o estudo é válido.
(Fernando Veloso)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Victoria estrondosa, quer dizer, "haverá uma vassourada"

...palpite dum candidado animado por uma 'causa' pela qual se move a Maputo
"O candidato independente à sua própria sucessão como Edil do Município da Beira, Daviz Mbepo Simango, num breve contacto com o «Canal de Moçambique», ontem de manhã, na capital moçambicana, disse que haverá uma “vassourada” nas eleições autárquicas do próximo dia 19 de Novembro. “Haverá uma vassourada nas eleições autárquicas de 19 de Novembro”. Simango afirmou ainda que “a pré-campanha na cidade da Beira está a decorrer de forma positiva”.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Quantas vezes se esclarece o esclarecido no ‘caso Simango’?

…Afinal Fernando Mbararano diz ter novidades senão aquelas decididas em Quelimane durante o Conselho Nacional da Renamo.
Não li com a devida profundidade os poemas merituosos do ‘colousso’ da Frelimo, Jorge Robelo. Confesso que não sou da Frelimo, mas admiro muito e com muito orgulho me cinjo as passagens dos seus versos:
........
“É preciso que a pureza e a justiça
[também] estejam dentro de nós”.
........
Versos, que face a humildade de Robelo, muitas vezes, não se fazeram acompanhar da sua assinatura, porque a assinatura era/continua a ser a Frelimo. Pensando nisto tudo, e em face ao que o Coronel Mbararano pretende hoje fazer/divulgar sobre Daviz Simango [na foto] é uma tentiva vã de escamotear à olhos vistos essa justiça e justeza do processo das eleições na Beira.
“A esmagadora maioria dos membros e simpatizantes deste partido na Beira consideraram-se traídos” , segundo o Canal de Moçambique. O que está acontecer agora na Beira é de que, conforme ainda aquela fonte, “as bases da Renamo decidiram continuar a apostar nele [Daviz Simango] como candidato independente e desde então está em curso na Beira um inédito movimento de munícipes, que agora não engloba apenas os membros da Renamo mas toda uma série de outros munícipes, alguns até que dizem que vão votar nestas eleições autárquicas pela primeira vez como forma até de apoiarem o reforço de boas práticas de democracia.” Quero que as palavras digam por si sós o que se passa, pedindo o leitor para que leia antentamente a peça de [a seguir]  Francisco Esteves.
Foto Noticias

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Renamo sofre baixa por preterir Daviz Simango na Beira

...pelos recuos de partidos coligados de apoiar a Perdiz nas próximas eleições autárticas. Resta saber o impacto deste virar de costas de partidos minusculos no pleito eleitoral à porta.

A coligação de cinco partidos, CDU, PAC, PADRE, PARTONAMO e PDNM, que formam a coligação Unidos por Moçambique contituida em Agosto último para juntar sinergias com vista a um bom desempenho eleitoral, veio ao público, através do seu representante, António Palange que já não vai apoiar o partido do senhor Afonso Marceta Dlhakama, nas eleições de 19 de Novembro próximo.

Outrossim, Palange afirmou de facto que tinha como intenção inicial de apoiar a Renamo e os seus candidatos nos 43 municípios em que esta concorre. No entanto, “os acontecimentos da Beira fizeram-nos recuar” a coligação.

Palange amarguramente enfatizou que “recuamos porque não compartilhamos com a decisão tomada pela Renamo no que respeita a Deviz Simango. Para nós ele estava a trabalhar bem e merecia um voto de confiança para continuar. Foi um duro golpe para quem estava a apresentar trabalho e resultados positivos”.

Enfim, dada a decisão errada de Dlhakama, a coligação que Palange lidera decidiu-se por não apoiar nenhum outro partido e voltar-se para a preparação das eleições gerais e presidenciais de 2009.
Fonte/foto Noticias

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Macuacua diz que a Frelimo quer governar sozinha (?)


...como na era monopartidária

Ao abrir mais uma sessão do seu comité central, a Frelimo, através do jovem da mobilização e propaganda, Edson Macuacua, veio ao público alertar asseveradamente que a aquele partido quer "vencer nas próximas eleições autárquicas e gerais resgatando os municípios que estão sob gestão danosa e dolosa da Renamo". Ao que de pode compulsar, a Frelimo pretende fazer voltar Mozambique para a era do monopartidarismo, em que apenas a Frelimo era dona de tudo e das nossas vidas.

Macuacua afirmou ainda, sem papas na lingua, que "vamos operacionalizar a nossa estratégia para os próximos pleitos eleitorais. Queremos governar o país". Aquele quadro da Frelimo garantiu que para os pleitos eleitoris de 2008/09 o seu partido já tem dinheiro e toda a organização montada para que ganhe. Mais sobre este pronunciamento vociferado por Macuacua, encontre aqui.

Perca de confiança: Mbararano, Inácio e Bissopo exonerados do CM da Beira

...Por Daviz Simango que marcou um encontro de apresentação da sua candidatura como independente com a população da Munhava no sábado, abaixo de uma forte campanha de intimidação da ala Pereira.
Depois das ‘fifias’ protagonizadas por Fernando João Mbararano, ex-vereador de Construção e Urbanização, Faque Ferraria Inácio, ex-vereador para Área da Protecção Civil e Sistemas de Transportes e Manuel Zeca Bissopo, ex-vereador do Plano e Finanças, que são igualmente homens de confiança do líder da Renamo, Afonso Dlhakama, Daviz Simango acaba de os exonerar. Isto acontece quando Simango programou um encontro de apresentação com o eleitorado na Munhava no próximo sábado.
Entretanto, pairam notícias que o grupo encabeçado por Manuel Pereira está encetar uma grande campanha de perseguição dos possíveis apoiantes de Simango. Veja mais sobre o assunto no Canal de Moçambique.

PS: Esta noticia esta sendo destacada em blocos noticiosos da RTP-Africa de hoje (11/09/2008).

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Vim, ó gente, “para salvar a Beira”

..."por força maior"- disse Daviz Simango!
O Canal de Moçambique, de hoje, reporta que o actual edil da Beira, Daviz Mbepo Simango disse ter aceite candidatar-se como independente à presidência do Município da Beira “por força maior” e num esforço “para salvar a Beira”. Em cerimónia pública de apresentação da sua candidatura independente, Daviz Simango crititou severamente “os ambiciosos, pessoas gananciosas e de má-fé, enganaram o nosso querido presidente Dhlakama [que humildade e respeito, apesar das adversidades, Simango!?]”. Aquele edil disse ainda que “Vocês conseguiram, e estão aqui para dizer ao presidente que vamos avançar com Daviz Simango”, o que terá gerado muita alegria e jubilo entre os populares. Para aquele dirigente municipal “não somos comprados e nem vendemos o partido. O partido custou vidas humanas e estas vidas esperam de nós a continuidade da vitória. O importante é que estejamos unidos com o partido”. Descarregue e leia o texto completo daqui.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Daviz Simango já está inscrito na CNE como independente*

"Actual Edil da Beira avança como candidato Manuel Pereira, candidato oficial da Renamo, estava ontem em apuros para conseguir organizar o processo de candidatura.

Daviz Simango já é candidato “independente” à sua própria sucessão no cargo de presidente do Município da Beira. A formalização da candidatura decorreu na Comissão Nacional de Eleições, em Maputo. O prazo para a inscrição de candidatos termina hoje. Simango afirmou que a sua candidatura independente não é contra a Renamo. O engenheiro Daviz Simango alegou que é membro do Partido Renamo “com as quotas pagas e em dia”.

Engenheiro civil de formação, Simango está no exercício do seu primeiro mandato como Edil da Beira. Quando já havia garantias, dadas por Afonso Dhlakama a 08 de Agosto último, que ele seria o candidato da Renamo à sua própria sucessão, eis que na passada quinta-feira o delegado provincial do partido em Sofala, Fernando Mbararano, ao regressar à Beira depois de uma visita à sede nacional do partido em Maputo, anunciou que o deputado Manuel Pereira era o candidato oficial da Renamo à presidência do Conselho Municipal da Beira" (*CanaldeMoc). Leia mais aqui. Foto UN

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

PRM impede jornada de apoio a Simango na Beira


...sob pano de fundo de que viola a lei(?)


"Numa altura em que crescem as vozes de militantes e simpatizantes da Renamo, bem como de outros munícipes apartidários, apoiando a candidatura independente de Daviz Simango à sua própria sucessão na presidência do Município da Beira, a Polícia da República de Moçambique em Sofala proibiu a manifestação pró-Simango que estava agendada para ontem na Cidade da Beira. Com efeito, o chamado bastião da Renamo, o populoso bairro da Munhava esteve logo às primeiras horas da manhã de ontem sitiado pela Polícia da República de Moçambique, depois do Comando da PRM em Sofala ter proibido a manifestação de apoio à candidatura independente do actual edil, engenheiro Daviz Simango. Desde terça-feira que as “bases” de apoiantes do actual edil da Beira encontravam-se preparadas e concentradas na sede da Renamo na Cidade da Beira, para levar a cabo uma mega-manifestação de apoio a candidatura de Simango, depois deste ter sido preterido pela direcção central do seu partido, a Renamo, a favor do deputado à Assembleia da República Manuel Pereira, na candidatura à presidência daquele município. A referida manifestação, de acordo com uma carta em que o próprio presidente do Conselho Municipal da Beira a autorizava, na qualidade de quem legalmente tem competência para o fazer, carta essa cuja cópia está na posse do «Canal de Moçambique», deveria percorrer as principais artérias da Cidade, passando pela Praça do Município e haveria de desaguar na Sede Provincial da Renamo, no Bairro da Ponta-Gêa, onde se presume que os manifestantes haveriam de exigir também a demissão do actual delegado politico da Renamo em Sofala, Fernando Mbararano. A projectada manifestação não chegou a realizar-se. A “Comissão da Manifestação” foi informada formalmente através de uma carta-resposta emitida ao fim da tarde de terça-feira pelo Comando Provincial da PRM em Sofala, que a mesma era ilegal e por conseguinte não devia ter lugar." Leia mais aqui. Foto Noticias/referente aos protestos contra o afastamento de Simango

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

"Contrariamente a apatia da base maputense, os beirenses exigiram que o tal secretário local indicasse "pelo menos um ou uma pessoa"...


A COMÉDIA DA POLÍTICA MOÇAMBICANA -titula o blog Defesa de Direitos Humanos do jurista Custodio Duma - Caso das Municipais da Beira e Maputo

Depois do Partido Frelimo ter descartado, de forma pouco convincente, Eneas Comiche como seu candidato para o maior município do país: Maputo, os cidadãos moçambicanos foram surpreendidos com a declaração da Renamo, na pessoa do Secretario do partido em Sofala, dando conta de que Daviz Simango não era mais seu candidato.

Foi surpresa o facto do Partido descartar Daviz Simango e não o facto da decisão ser ridícula. Num momento em que o partido Frelimo mostrou ter optado pelo menos conveniente, não convencendo as suas próprias bases, a Renamo aparece a cometer o mesmo erro e, se calhar, pior que o da Frelimo.

É caso para dizer que com esses dois partidos só mudam os detalhes mantendo-se o resto.
Contrariamente a apatia da base maputense, os beirenses exigiram que o tal secretário local indicasse "pelo menos um ou uma pessoa" que representasse essa base que sustentou a retirada de Simango para Pereira.

Ironicamente, abundam provas que mostrem o quão as bases sempre foram ignoradas pelos jogadores políticos deste país.

O erro da Renamo pode ser mais fatal na medida em que para alem de não possuir um laboratório eficiente de construção de estratégias políticas, escasseiam no seio do partido representantes coerentes. Tenho pensado comigo mesmo, quantos membros sentem-se envergonhados de representar essa fileira.

É claro que a Frelimo chegou também a envergonhar as suas bases no Maputo, contudo, parece que tomou a decisão fundamentada em algo que já se cogitava fazia algum tempo que vale a pena mencionar. Já a Renamo, parece que tomou a decisão motivada por uma simples imitação.
Custa-me a crer que um candidato que se pretende Presidente da República seja incoerente e de certa forma irreverente. A mudança de candidato por parte da Renamo em menos de um mês, prova que este partido não está se preparando para os desafios eleitorais que o país vai acolher a partir de Novembro próximo.

Uma das causas da violência eleitoral é o despreparo dos candidatos, que ultrapassados pelo processo ficam com a sensação de que foram ludibriados, não só, os maus exemplos do Quénia e Zimbabwe podem se repetir entre nós quando gente desprevenida acaba sendo condenada pelo voto.

O exercício do poder exige legitimação pelo povo. A falta de democracia interna nos partidos é um exemplo de como será a governação quando o mesmo ganha o poder.

Se a Frelimo é louvada pelos longos anos de experiência governativa, peca por não ter um exercício de poder que seja participativo e inclusivo. Em muitas situações simplesmente se esquecem de que quem não está nesse partido também é moçambicano e que tem os mesmos direitos e liberdades.Se a Renamo reivindica a paternidade da democracia, peca contudo por não poder ser coerente no seu discurso, não sendo assim, capaz de transmitir confiança e esperança no cidadão moçambicana quanto a uma eventual alternativa política e governativa.
Tenho dito muitas vezes que a grande força da Frelimo está na grande fraqueza da Renamo que não consegue ser uma oposição séria.

De todas as maneiras os dois partidos decepcionam o cidadão de uma forma realmente imperdoável. Não se perdoa a quem não consegue dirigir os destinos de um povo. Não se perdoa a quem olha para o seu próprio estômago e umbigo.

A candidatura independente de Daviz Simango significará uma lição a Renamo, que vai perder o Município a favor do actual Edil ou favor da Frelimo com a dispersão de votos, o que sendo hoje previsível significa mau jogo político do Partido do Afonso Dhlakama.

Candidatura independente deveria também ser posta por Eneas Comiche que sem dúvidas se reconduziria a Presidência do Município. Mas mais do que isso, mostraria que a sua disciplina partidária não prejudica o seu compromisso político com os cidadãos de Maputo que aprenderam a acreditar e a confiar no seu discurso e no seu trabalho.

Com duas candidaturas independentes, ganhando os dois maiores municípios do país, a democracia moçambicana jamais será a mesma e se calhar isso significaria uma preparação para um processo democrático pacifico e inclusivo muito próspero na historia deste país.Mais do que simples palavras, o cenário político criado com as últimas apresentações dos dois maiores partidos deste país mostram claramente que os interesses da maioria estão em terceiro plano, depois dos políticos e pessoais, e que, depois de Novembro próximo, tanto a Frelimo como a Renamo saberão o quanto o povo não anda desatento nem despreparado.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

“Perdiz” quer governar em mais espaços municipais após se inscrever na CNE, conforme Ivone Soares


...Chefe da “externa” e do Gabinete eleitoral desta maior organização partidária da oposição moçambicana


Segundo o Canal de Moçambique, “o partido «Renamo – Resistência Nacional de Moçambique» foi ontem de manhã, quarta-feira inscrever a sua candidatura nas instalações do «CNE – Conselho Nacional de Eleições» para concorrer nas autárquicas municipais de Novembro de 2008. Em contacto com a respectiva porta-voz do Gabinete Central de Eleições, Ivone Soares, esta disse que "os munícipes moçambicanos vão testemunhar a entrada da Renamo em mais municípios do país e por isso estamos a proceder à nossa inscrição".

"Já governamos cinco municípios do país, a Cidade da Beira, Marromeu, Angoche, Ilha de Moçambique, e Nacala como também pretendemos aumentar o número de municípios sob nossa governação uma vez que são considerados exemplos de boa governação no país", disse Ivone Soares. Ainda segundo ela "em breve anunciaremos a data de apresentação dos candidatos que vão concorrer nas 43 autarquias municipais". Frisar que para se concorrer nas autarquias municipais os partidos concorrentes tem que estar munidos de requisitos tais como a sigla do partido, emblema, estatuto, certificado de registo e resolução do conselho nacional.

Questionada sobre o que estão a fazer em torno do processo autárquico, Ivone Soares disse: "internamente estamos num processo extremamente avançado mas decidimos para já não fazer qualquer aparato publicitário dos candidatos". Ivone Soares disse ainda que “em breve” as listas dos candidatos concorrentes às autarquias municipais e membros das assembleias municipais serão do domínio público.

Segundo fontes próximas do partido Renamo, são potenciais candidatos a candidatos pela Renamo à presidência do Municípico de Maputo nas próximas eleições municipais, três candidatos: o actual porta-voz do partido, Fernando Mazanga, Jeremias Pondeca, membro do Conselho de Estado e delegado do partido na cidade capital do país, e o deputado da Assembleia da República pela Renamo, Dr. Eduardo Namburete. O mais provável candidato destes três é este último, que é natural da cidade e um muito apreciado comentador da STV, com credenciais como docente universitário.

De referir que o partido presidido por Afonso Dhlakama está a governar actualmente cinco autarquias municipais, designadamente a Cidade da Beira e a Vila de Marromeu, na província de Sofala, e as cidades de Angoche, Ilha de Moçambique e Nacala-Porto, todas elas na província de Nampula.” (Canal de Moçambique/Conceição Vitorino/foto MeuSerOriginal)

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Líder honesto não é corrupto- Afirmam os bispos católicos de Moçambique


...sobretudo quanto ao pleito eleitoral que se avizinha.


A Conferência Episcopal (CE) apelou hoje para que os órgãos eleitorais do país actuem com "honestidade" nas eleições. Gostei de ler. É um apelo necessário, eventualmente tardio. Em carta pastoral, a conferência dos bispos católicos pede aos órgãos eleitorais que "procedam sempre em conformidade com a justiça e a lei, apresentando com honestidade estatísticas exactas".

"Aos órgãos de administração eleitoral apelamos a que não cedam a nenhuma tendência de partidarização das suas actividades nem se deixem corromper, por mais exaltantes que sejam as promessas, porque a causa do bem comum é sempre o maior do que qualquer tipo de compromisso", sublinha a CE.

Alertando para o "crescente descrédito" em que caíram as instituições eleitorais, os líderes católicos acreditam que a "Comissão Nacional de Eleições e o Secretariado Técnico da Administração Eleitoral têm, desta vez, melhores condições de se manifestarem neutros, evitando favoritismo para uns partidos em detrimento de outros".

Aos líderes das formações políticas que vão concorrer às eleições, a CE pede "que mostrem a sua capacidade de liderança fazendo tudo o que estiver ao seu alcance para que jamais se repitam os episódios de provocações, perturbações, violências e agressões que aconteceram no passado".
Na mesma carta pastoral, os bispos católicos apelam para que os eleitores olhem para as qualidades dos candidatos, certificando-se da sua competência social, política e económica, para a resolução dos problemas do povo.

"Um líder honesto é aquele que não é corrupto nem tribalista, não favorece a uns em detrimento de outros, nem procura os seus próprios interesses ou do seu partido em prejuízo do interesse e do bem comum", lê-se no documento.Que maravilha. Esclareça-se, contudo, que tudo isto se refere, ao contrário do que eu gostava, a Moçambique (que vai a votos em 2009) e não a Angola, que tem eleições dentro de dias. Fica o exemplo. O bom exemplo. Fonte Alto Hama/Foto Africanidades
PS: Confira neste elo mais pormenores sobre a segunda carta pastoral deste ano de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Aprender do modelo americano

...Deu gosto ver e escutar a dona Michelle Obama apresentar o sonho americano, algo que anda longe da naipe dos politicos que temos nesta Perola do Indico


Leiam um pouco sobre o arranque, no elo a seguir, da Convenção Nacional Democrática (congresso). Já que a “super-terça” e as “Primárias” foram caprichosamente copiadas, não será desta vez que os nossos Partidos em Moçambique (pelo menos os grandes, a Frelimo e a Renamo) realizem os seus congressos e eleições à americana. Para quando? Foto YouTube

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Candidatos da Renamo às autárticas para breve




…Garante Ivone Soares, chefe do Departamento de Relações Exteriores e porta-voz do gabinete central de eleições, enquanto a Frelimo já anunciou parte da sua lista.


Conforme o ‘notícias’, a Renamo está a trabalhar afincadamente para apresentar, em breve, dos candidatos para presidente dos conselhos municipais quer para membros das assembleias locais. Citando uma fonte da Perdiz, tal publicação no tempo da sua escolha de nomes condiz com a estratéria montada par o efeito. Com efeito, Ivone Soares (na foto acima), chefe do Departamento de Relações Exteriores e porta-voz do gabinete central de eleições, não foi anunciada “agora os nomes dos nossos candidatos por razões de estratégia. Se o fizéssemos agora os nossos candidatos teriam dificuldades ao tratarem a documentação exigida para o efeito, principalmente o atestado de residência. Mas posso-lhe tranquilizar que oportunamente nós iremos divulgar a lista dos nossos candidatos.”

Num outro desenvolvimento Soares criticou a falta de mapas de mandatos que deviam ser emitidos pela pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) em tempo útil, para permitir que os partidos se organizem, conhecendo os assentos em cada assembleia municipal. Como alternativa Soares frisou que a ‘Perdiz’ e outros partidos são forçados “a trabalhar com base em estimativas, ou seja, em função daquilo que é a densidade populacional nas circunscrições territoriais de cidade e/ou de vila autárquica. Isso não é agradável. Estimativas podem não dar certo. Soares garantiu ainda que o pedido de inscrição vai ser submetida a CNE e que a Renamo “está preparada parta tomar parte activa nas eleições autárquicas que se avizinham”.
Enquanto isso, o mesmo matutino que estamos a citar, “nomes dos candidatos da Frelimo já foram apurados nalguns municípios. Para a cidade da Matola, foi eleito Arão Nhancale. Para Sofala, Lourenço Bulha. Para Dondo, Cambezo. Para Marromeu Palmeirim Canotilho e para Gorongosa, Muereve Cauzande. Outros nomes deverão ser conhecidos até ao final do dia de hoje.”

sábado, 9 de agosto de 2008

Registo dos membros da Renamo e outros no Municipio de Nampula declinado intempestivamente



…para o pleito eleitoral, enquanto os Grupos de Dinamizadores estão a encher os bolsos com dinheiros alheios.


A Renamo e outros partidos da oposicão vieram ao público manifestar o seu descontentamento pelo facto do Conselho Municipal da Cidade de Nampula estar a inviablizar o registo de cidadãos para membros da Assembleia Municipal naquela urbe.
Quando os funcionários do Municipio se apercebem que se trata de um membro da Renamo ou de outra organbização, impõe uma série de limitações para declinar o seu registo. Isto foi reportado pela RM no noticiário das 19.30, na qual o repórter da mesma estação emissora em Nampula, igualmente, frisou que é corrente uma persistente recusa dos secretários da Frelimo dos Grupos Dinamizadores nos bairros de reconhecer a residência dos membros da Renamo, sem que para o efeito sejam extorquidos alguns valores aos requerentes.
Ora Isto contraria aos preceituado na lei-mãe e do quadro das eleições.
Foto BBC

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Frelimo se esgrime às estopinhas para se apossar de Municípios da Ilha de Moçambique, Angoche e Nacala-Porto


… Que a Renamo se prepare par o duelo!


Deixando transparecer o seu desolo e desespero para o quadro desenhado após as eleições autárticas em Nampula, os ‘Camaradas’ juraram de pés juntos em reunião provincial de reaver (como se tivessem sido roubados!) os 3 munícipios sob controle e gestão do principal partido da oposição, a Renamo. Quem vociferou a bom tom esse desejo, secundando o senhor “Ndapota” (Manuel Tomé) foi o Agostinho Trinta, primeiro-secretário do Comité Provincial da Frelimo em Nampula, dizendo que “Queremos reafirmar aqui, perante os nossos militantes e simpatizantes, a nossa responsabilidade acrescida, como partido unido e coeso, em alterar, através da nossa vitória nas próximas eleições autárquicas, o actual quadro político e administrativo dos municípios que estão neste momento nas mãos da oposição” (Noticias, 7-08-08). Confira esta notícia aqui. Foto Noticias

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Fraude da Frelimo no recenseamento denunciada na Beira


...Sem ainda pensarmos nas próprias eleições.

Confira no neste elo um artigo da responsabilidade do Canal de Mocambique, sobre a 'bela' ideia da Frelimo de chegar ao poder na Beira 'queimando etapas'.
Não é segredo de ninguém que a Frelimo sempre teve derrapagens eleitorais em todas eleições. Tanto que, se não fosse essa política, de ‘quem ganha leva tudo’, o mapa dos territórios que a apoiam seria bem delimitado. Era tempo da Assembleia da República rever a lei-mãe, porque, de facto, províncias inteiras são sacrificada dada a sua aversão ao partido no poder. Tomemos Zambézia por exemplo, onde a Frelimo nunca teve vitória em nas últimas três eleições gerais. Mas, estão lá a mandar como se tivessem mandato do povo para o efeito. Esta política de fazer ouvidos de mercador perante realidades podem custar a democracia que estamos tentando erguer! Continuemos a denunciar este actos, Eng. Simango!

Angola24Horas

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