"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,

VOA News: África

Mostrar mensagens com a etiqueta China. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta China. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Leite imaculadamente assassino*


...assunto actual e pertinente para quem tem 'petizes' e nao so'. Retirei do blog da Ximbaitane na Lenha ei-lo com a devida venia:

4 bebés mortos, 53.000 intoxicados, dos quais 13.000 hospitalizados, 104 em estado grave e outros 40.000, bebés e crianças com menos de dois anos, sob vigilância medica, devido a problemas renais, é o balanço actual dos efeitos devastadores do leite adulterado e assassino na China. Na Europa todos produtos lácteos, provenientes da China, que contenham mais de 15% de leite em pó, como biscoitos, doces e chocolates, estão na berlinda e o alerta se estende a Singapura, Taiwan, Hong-Kong e Japão. Incluídos no alerta estão os produtos derivados do leite, nomeadamente, soro de leite, leite em pó, leite condensado, leitelho, natas, manteiga, iogurtes, sorvetes, caseína de leite e caseinatos de leite.O vírus assassino, mergulhado no imaculado branco do leite, é a melamina, um composto químico com alto teor de nitrogénio que perturba o funcionamento do sistema urinário.

No caso, a melamina estava a ser usada para falsear o teor de proteína dos produtos ou melhor dar consistência ao leite aguado e faze-lo parecer rico em proteínas, ao invés de ser usada na produção de plásticos.Países asiáticos e nações africanas alvos de importantes exportações chinesas também já tiraram a equipe de campo nesse campeonato leiteiro suspendendo a importações do leite chines e de todos os lacticínios desta origem: Bangladesh, Birmânia, Brunei, Burundi, Gabão, Japão e Tanzânia por terem recebido lotes de leite chinês.Entre nós, as nossas autoridades alfandegárias referem que leite provindo da China nem sequer faz parte dos nossos fornecedores leiteiros. Mas ,nunca é demais estar atento se termos em conta as acusaçoes que pesam sobre a China devido a seus produtos de má qualidade (alimentares ou farmacêuticos) , tóxicos e seus brinquedos pintados com tinta de alto teor de chumbo, entre outras irregularidades.

Foto AP Fonte * Ximbitane na Lenha

sábado, 9 de agosto de 2008

Carta ao meu amigo Nelson, no Chitengo, em Gorongosa (12)

Em breves linhas, Nelson tenho a ti informar da boa nova que deste lado me se abateu. Finalmente, aquilo que se considerava impossível ou mesmo no fundo do túnel, começa a ser uma realidade sem presedentes. Sabes de que estou a falar, Nelson? Os dinheiros que vêm dos doadores estão a mexer com os ‘camaradas’, pelo menos, do nível central que sentem o calor e dor das exigências dos doadores dos dinheiros dos contribuintes da Suécia e da Noruega.

Os cano das armas da ‘revolução verde’ que se vinham a disparar a torto à direito durante as passeatas presidenciais recentes do Presidente da República se reduziram autêntico desôlo, e sem fezer balanço das visitas, que de pronto, se transformaram num cavalo-da-tróia. Guebuza, apercebendo-se da seriedade dos assuntos dos dinheiros da doação, não fez mais, senão ele mesmo, acompanhar às pressas a pequena delegação dos jogos olimpicos, tendo ficado por ir à CPLP e, por essa via, estender as mãos aos chineses.

Ao nível interno para os que ficavam em terra, a toada e histéria é bem maior com os depachos dos quadros superiores aos ministérios, províncias e à imprensa para falarem do sumiço ou a não devolução dos dinheiros do cooperação internacional deixados ao nível mais baixo. Não é por acaso que vemos a Primeira Ministra, Luisa Diogo justicando-se na rica Zambézia, o Secretário Paúnde redopiando-se em Cabo Delgado, o ministro Cuerenia às avessas em empresas, entre outras incursões ao terreno, sob o manto das eleições à porta, para combate contra a corrupção. Nelson este assunto promete deitar muita tinta nos dias que veem, pois seria bom que seguissemos as peripécias do ‘voo razante’ do Governo, para procurar chegar ao seu outro lado da razão (?), com as linhas verdes a vegetarem, por todo o lado, a uma velocidade supersónica.

Agora, como o ‘deixa-andar’ é tal que ninguém assume o controle deste país. Fomos, nisso, informados que os habitantes de Nova-Mambone, a sede do distrito Mambone estão há 3 meses sem energia eléctrica. Só hoje é que o Governo se pronunciou que o grupo gerador movido à gás tem peças avariadas, que só se pode reparar, recorrendo a Maputo. Mas três meses, Nelson? O que estvam a fazer? O que ficou sem funcionar? Os hospitais? As escolas nocturnas? O que mais ficou parado por este desleixo? Mas a Frelimo, Nelson, pouco ou pouco se interessa por isso. Que a Nova-Mambone se lixe!

Termino com esta curta missiva, para lhe chamar atenção ao assunto de ‘fazer sumir’ pessoas inteiras em Maputo. Aliás, tal ameaça virar moda no país, atendendo o nível de despreocupação dos quem mandam na PRM. Será, Nelson, um novo contorno do crime organizado? Mas, não vejo, como disse, a nossa polícia a saber tratar desta nova nuance dos fora-de-lei. Os fora-de-lei como não são também (estes) maltratados nos calabouços das esquadras da PRM. Dei uma olhada a um artigo do Canal de Moçambique, desta última sexta-feira, dando conta da corrente situação de crimie contra humanidade, de que os presos são sujeito em compartimentos muito pequenos, onde lá fazem as suas necessidades biológicas, não têm alimentação e deixados por lá por períodos acima do que é permitido por lei. Isto e' praticamente em todas as esquadras, incluindo aquele por defronte da sede nacional do Ministério da Justiça. Repugnante, não é Nelson?

Com um abraço fraterno
Do teu Dedé

terça-feira, 15 de julho de 2008

Política de avestruz da China em África*

... leva a que Sudão viole embargo de armamento da ONU

A China ajuda militarmente o Governo do Sudão nas acções levadas a cabo em Darfur, revela o programa "Panorama" da BBC que será hoje apresentado. Segundo os jornalistas, a ajuda é dada apesar do embargo da ONU. Os investigadores encontraram, entre outras provas, camiões militares de fabrico chinês em Darfur, exportados em 2005, apesar do embargo de armas imposto pela ONU. Foram também registados testemunhos de que Pequim treina pilotos sudaneses para os caças chineses A5 Fantan. O embargo imposto pela ONU exige que os governos estrangeiros não ajudem militarmente nenhum dos grupos envolvidos no conflito.

Segundo observadores internacionais que regularmente enviam informações sobre a situação para as Nações Unidas, os meios da força multinacional de paz em Darfur devem ser reforçados e a China pressionada para que a violência termine nesta província do Sudão.
Segundo Daoud Hari, um refugiado de Darfur que vive nos EUA e que recentemente esteve em Portugal para promover o seu livro sobre este drama ("O Intérprete"), "as forças de paz, se tiverem meios, podem fazer a diferença". O problema está, contudo, no facto de "os países ocidentais não querem agir por causa da China". E o que querem os chineses? "Querem o petróleo, pouco se importando com tudo o resto", afirma Hari.

No contexto africano é cada vez maior a influência chinesa, seja através de meras relações comerciais ou de uma crescente influência política e militar, da qual o Zimbabwe é o exemplo mais recente. Primeiro com a crise que envolveu um navio carregado de armas para o regime de Robert Mugabe e, sexta-feira, ao vetar no Conselho de Segurança das Nações Unidadas a resolução que pretendia impor senções a Harare.

Desde Janeiro está no Sudão uma força conjunta das Nações Unidas e da União Africana constituída por 7 500 militares e menos de 2 mil polícias, mau grado o número estabelecido como o mínimo funcional seja de 26 mil homens. Segundo a União Africana, que reconhece não ter meios para controlar a situação, o problema reside no facto de a comuniade internacional estar, por exemplo, mais preocupada com o que se passa no Líbano do que com a catástrofe em Darfur. "Em relação a África parece que o problema é só o da fome", lamenta Daoud Hari, acrescentando que "em Darfur não tinham fome antes desta crise, o que revela que a questão fundamental é de segurança".

Em África, as vítimas, sejam de guerra, de fome, de doenças, contam-se sempre por muitos milhares. A ONU reviu as contas dos últimos cinco anos do conflito em Darfur e chegou à cifra de 300 mil mortos, mais 100 mil do que os dados anteriores. Embora ainda não revistos, os dados sobre os 15 anos de guerra civil no Burundi também apontam para mais de 300 mil mortos.
No entanto, o embaixador sudanês na ONU, Abdalmahmoud Abdalhaleem, qualifica de "exagero grosseiro" o balanço de John Holmes, subsecretário-geral das Nações Unidas para as questões humanitárias, embora não avance com estatísticas oficiais e nem saiba, como reconheceu, se o Sudão tem a população estimada pelas Nações Unidas em 38 milhões de habitantes.
Abdalmahmoud Abdalhaleem diz, aliás, que, "no máximo, o número de mortos provocados pelo conflito de Darfur é de dez mil".
Orlando Castro *Meu titulo.

sábado, 12 de julho de 2008

China e Rússia vetam resolução


...quebrando com seu apoio inicial uma semana antes.

Num gesto contra corrente, a China e Rússia decidiram vetar ontem no conselho de segurança nas Nações Unidas em Nova York a resolução que condena regime ilegitimo de Mugabe. Ao que tudo indica esta situação reforçou a posição de Pretória que se opunha as mesma por alegadamente poderem trazer uma guerra civil no Zimbabwe. Os EUA e aliados manifestaram-se indiganados por este veto. Por sua vez, o Reino Unido anunciou já que vai continuar a dar pacote de ajuda humanitária de 50 mil libras para as populações vitimas do regime de Mugabe. (x)

quinta-feira, 1 de maio de 2008

“Mandarinismo” em África

Chamaria o sistema politico adoptado por China para busca e manutensão da sua hegemonia no mundo e em África em particular de “madarinismo”. Esta é uma política assente essencialmente na economia por via da qual a China comunista canaliza aos países bens de consumo e certa tecnologia a preços abaixo da inflação com retornos em bens. Os preços aparentemente irrisórios oferecidos pela China tem a sua contra-partida na fome pelos recursos/bens em bruto para a sua indústria manufatureira. Um exemplo disse sao as construcoes das nossas sede do ministério dos negocios estrangeiros, assembleia da república o centro joaquim chissano, o futuro estádio nacional entre outros empreendimentos cujos pagamentos terão sido convertidos a porta da trás em recursos de madeira (na imagem), marinhos e mesmo amortizaões sem juros. Na opinião de muitos “mandarinólogos”, esta acção deliberada e calculada da China terá encontrado África desprevenida e ‘não pensadora’ sobretudo ao nível das suas ‘nomankalaturas’ no poder do dia. Por isso,mandarinizar” as economias africanas, pela China, passa, muitas vezes, por armar e forçar a estas nomenkalaturas contra o Ocidente e os próprios povos que nao veem com bons olhos este crescendo chines. Um dos exemplos de aversão a presença chinesa em África é Zambia, onde populares levam a voz e os chineses envolvidos em enforçar madarinismo naquele território preferem viver intra-murros altos para não serem vistos. Porque os moçambicanos olham impávidos a extorsão dos seus recursos pela mão da Frelimo, cuja intenção e bandeira poderá deixar a longo prazo Moçambique numa pobreza ainda terrível?

domingo, 27 de abril de 2008

Afinal Luanda sabia do barco com armamento, apesar do seu desmentido inicial!

Armas destinadas a ‘trucidar’ zimbabueanos comuns estao em Luanda!

Quando os contornos da notícia sobre a ‘maka’ do barco chinês se tornam mais visíveis, eis “garantias” são rapidamente dadas aos americanos e muito tardiamente levadas ao consumo da região da SADC, via a estatal "AngolaPress"(Angop). O regime de Luanda afinal sabia do assunto deste material bélico, mas escondeu-o as crescentes vozes de indignação na região e no mundo. Para o MPLA, a aliar-se ao ‘diablo do oriente’ e o regime de Harare mostrou a sua natureza servil em causa própria. Fê-lo no passado bem recente, comprando tecnologias armamentistas, que aniquilaram o então líder da Oposição angolana, Dr. Jonas Savimbi e muitos dos apoiantes e militantes da causa democrática em Angola. Hoje, re-edita a mesma saga criminosa do passado, ao alinhar com Pequim para dizimar Zimbabueanos indefesos. Afinal, que garantias o regime totalitário do MPLA oferece aos zimbabuenos? Grandesa ou ouvidos de mercador! Se “o Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, garantiu sexta-feira, em Luanda, a enviada especial de George W. Bush ao país, que as armas para o Zimbabwé, transportadas pelo navio chinês que vai atracar no Porto de Luanda, não serão descarregadas em Angola” (Sic.) que garantia oferece, neste momento, ao pacato zimbabueno que se vê molestado a toda hora com Mugabe ainda sem estas armas? Seria necessária este passo vergonho, pró-Pequim e antí-Povos da região austral de África para sintirmos a autoridade e peso do poder de Sua Excelência o Presidente de Angola? Não, não devia ser assim, Eng. Zedú!
Foto AP

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Contra a maré, Angola autoriza navio chinês atracar em Luanda

A agência noticiosa angolana, ANGOP, foi citada hoje pela BBC que o Governo marxista de Luanda acaba de autorizar a atracagem do navio chines An Yue Jiang com uma carregamento de 77 toneladas de material belico. Se por uma lado, o Presidente da Zambia teria pedido que nenhum dos países da SADC devia permitir a entrada das tais armas, o governo do MPLA, ferrenho aliado de Mugabe, fez vista grossa ao tal apelo, escudando-se na pretensa carga angolana abordo, e que só e só permitiria que esta fosse descarregada. Mugabe que já acusou os visinhos de ‘miopia’ numa altura que o Zimbabwe precisa de armas para se defender das agressões externas (Grã-bretanha e o resto do Ocidente incluidos), deve ter aplaudido esta decisão. De resto, dado o secretivismo reinante em Luanda sobre o caso, ninguém põe de lado que uma possível passagem destas armas pelo terrítorio angola seja uma realidade. Foto AP

sábado, 19 de abril de 2008

Ainda sobre o vaso chinês com carga de armamento para o regime de Mugabe

Circulam informações em Londres, Durban e Maputo segundo as quais o navio chines transportando armamento bélico para o regime tirano de Robert Mugabe terá deixado ontem a calada da noite o largo do Porto de Durban, depois de não se lhe ter aceite a ancoragem pelas autoridades portuarias sul-africanas.
Dados dignos de algum mérito indicam que o regime de Mugabe pode ter negociado com os regimes amigos ou da Frelimo ou do MPLA uma rota alternativa deste arsenal de cerca de 77 toneladas que inclui morteiros, lança granadas propelados por morteiros, armas de assalto AK47 e quantidades enormes de munições. O mais certo se este armamento for via Moçambique, a mais provável rota será a da Beira.
O porto da Beira que se encontra no final do corredor batptizado da Beira pode ser o destino desta carga assassina. Mas também abre-se a possibilidade de os portos de Maputo, Nacala, Quelimane ou Pemba serem usados segundo fontes bem colocadas. Um terceiro cenário é a utilização de sistema de baldeamento no alto-mar para embarcações menores que então se deveram fazer a costa moçambicana.

Implicação real para Moçambique

Politicamente falando, a acontecer que o Governo de Moçambique permita que esta carga militar transite aqui, dada a sua aproximação ao regime de Harare, o nosso país vai sofrer um escurtínio enorme.

Moçambique pode correr o risco de um isolamento político-diplomático e, por via disso, os país Ocidentais, muitos deles que assegurarem a nossa economia, através de contribuições importantes para o orçamento geral do estado (OGE) e investimentos directos em projectos como os de areia pesada e mozal, podem diminuir ou cortar esses apoios.

O povo de Zimbabwe, que é a potencial alvo deste equimento bélico, não vai perdoar nunca o regime da Frelimo, e por via disso, no's os moc,ambicanos!

É possivel que o Pretória tenha agido espertamente para sacudir a pressão sobre o seu mau desempenho como negociador entre MDC e Zanu (FP), e sobretudo, por causa da chamada ‘diplomacia silenciosa’, evitando que este barco descaregue. Assim, será o tal país a salvar os erros dos outros países? Não.

Por aquilo que se conhece da Frelimo, é possível que esta queira que carga passe pelos portos moçambicanos, a fim de salvar um regime amigo, mesmo sabendo que as armas sejam para matar cidadãos inocentes no Zimbabwe.

Por aquilo que se conhece da Frelimo, é bem possível que neste momento esteja a preparar as condições para ancorar o navio chinês secretamente.

Por aquilo que agente conhece da Frelimo, é ainda possível de esteja a depurar fileiras entre os estivadores nos portos de Maputo, Beira, Nacala, Pemba e Quelimane para saber quem é quem para garantir sigilo e não passagem de informação a imprensa, sobre a passagem da mecadoria assassina.

Por aquilo que se conhece da Frelimo, é mesmo possível os sindicatos ferro-portuários tenham sido dissuadidos a ‘não mexerem palha’ em defesa do trabalhador. Defender o trabalhador não e' só quando se trata de salários. O pacato estivador vai, às escuras, mexer numa carga que de antemão os sindicatos nacionais sabem que vai matar milhões de zimbabwenos além fronteira. Porque não lhe oferecer essa chance aos trabalhaores dos portos para saberem dos prós e cons sobre uma decisão eventual do regime de Maputo em aceitar que esta carga passe por aqui? Já deviam estar a tomar decisões, senhores sindicalistas! Foto: AFP/Guardian

Veja neste elo um artigo relacionado

segunda-feira, 14 de abril de 2008

China & direitos humanos



- Activista de direitos civicos preso na China comunista por 3 anos

Um activista de direitos civicos chinês, Hu Jia, de 34 anos, foi condenado a 3 anos de prisão maior. O seu activismo se centra em questões desde o HIV-SIDA aos direitos ecológicos. O motivo da sua prisão segundo o veredito do tribunal chinês que lhe condenou e que “ele andou a expalhar rumores maliciosos e de tentativa de suberter o poder político e sistema comunista do estado”. Os grupos de direitos humanos na China e vários quadrantes do mundo consideram a prisão deste activita é vista como uma campanha massiva de silenciar criticos do regime antes da realização dos Jogos Olimpicos de Beijing-2008. A Amenstia Internacional condenou a sentença como sendo o desonrar de comprimisso por parte do regime de Beijing com vista a melhorar os direitos humanos a caminho dos Olimpicos. A Embaixada do EUA também condenou a acção chinesa e salientou que esta seria uma oportunidade nobre para Beijing melhorar o seu cadastro sobre os direitos humanos e liberdade religiosa. Do governo aliado natural do regime comunista chinês não houve nenhuma reacção sobre esta situação, senão o envolvimento da Mcel na angariação de fundos para os dois atletas que aos jogos de Agosto na China. Foto: TurkishPress

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Moçambique e China reforçam laços de cooperação

O governo moçambicano está a cooperar com a República Popular da China nas áreas de Agricultura, Educação, Desporto, empréstimos preferenciais sem juros, perdão de dívida e isenção de impostos aduaneiros disse ontem aos órgãos de comunicação social o embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República da China em Moçambique, Tian Guangfeng.

Segundo Tian Guangfeng “a Republica Popular da China vai cumprir com os acordos que recentemente rubricou com Moçambique para abranger as áreas de agricultura, educação, desporto, empréstimo preferencial e sem juro, perdão de dívida e isenção de impostos aduaneiros”. Tian Guangfeng recordou que “os acordos firmados entre Moçambique e China foram feitos com base em visitas frequentes de alto nível, diálogos e negociações intensificadas”.

Ainda de acordo com aquele diplomata do país mais populoso do Mundo “os acordos vieram para ficar porque neste momento o banco da China está a avaliar projectos de cooperação nas áreas de agricultura, alargamento do aeroporto e telecomunicações” submetidos pela parte moçambicana. “Perdoámos também a dívida moçambicana no valor de 134 milhões Ren Minbi que venceram no final de 2005”. “Aumentamos o critério de bolsas para Moçambique como também formamos 110 técnicos profissionais em matéria de gestão financeira”, disse o diplomata. Acrescentou que a breve trecho “com donativo financeiro da China vamos construir escolas e instalar um centro de tratamento de malária no Hospital de Mavalane em Maputo”.

Por outro lado Tian Guangfeng diz que “durante um período de dois anos, isto é de 2008 a 2010, o Governo chinês vai oferecer medicamentos de tratamento de malária orçados em 2 milhões de Ren Minbi como também enviar equipas médicas para Moçambique”.
Fonte: Canal de Moz.

sábado, 27 de outubro de 2007

China e países de língua portuguesa debatem aviação em Macau em Dezembro

O MIRADOUR(O)NLINE pode revelar que a 2ª Conferência de Aeroportos da China e dos Países de Língua Portuguesa vai decorrer em Macau de 6 a 8 de Dezembro, anunciou quinta-feira em Macau Liu Suning, directora executiva da Sociedade do Aeroporto Internacional de Macau (CAM).

O objectivo, de acordo com Liu Suning, é "a troca de experiências" sobre as operações aeroportuárias e proceder ao debate dos melhores meios para o desenvolvimento da aviação civil, temas que são de interesse para a indústria e que poderão tornar-se em oportunidades de negócio e cooperação.

Para a conferência são esperados mais de uma centena de representantes da China Continental, Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Moçambique e Macau. Desde a primeira edição desta conferência, em 2004, que 360 controladores de tráfego aéreo e pessoal administrativo de Macau e da China continental recebeu formação em Portugal, no âmbito de um programa organizado pela CAM.

Em paralelo à conferência será realizada uma exposição de produtos e serviços da área dos aeroportos e indústria da aviação, com o objectivo de estabelecer contactos comerciais entre os participantes e fornecedores da indústria.

Fonte: Macauhub / M I R A D O U R (O)NLINE - CANAL NOTICIOSO - MOÇAMBIQUE - MMVII

_________________________________________________
Do You Yahoo!?
Tired of spam? Yahoo! Mail has the best spam protection around
http://mail.yahoo.com

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Embaixador de Taiwan na Swazilandia acusa

China fornece armas a países vizinhos para sabotar relações bilaterais
Só Moçambique e a África do Sul fazem fronteira com o reino de Mswati III
O embaixador de Taiwan no Reino da Swazilândia, Leonard Chao, acusou o governo da República Popular da China de estar a "fornecer equipamento militar a algumas nações vizinhas e a indivíduos na Swazilândia para sabotagem das relações calorosas entre os dois países." Falando em Mbabane durante uma cerimónia que assinalou o dia nacional de Taiwan, Chao disse que a República Popular da China "não se sentia satisfeita pelo facto do seu país e a Swazilândia desfrutarem de boas relações diplomáticas, estando por isso apostada em destrui-las."
O diplomata taiwanês não especificou quais as nações vizinhas que estarão a colaborarem com a República Popular da China na alegada sabotagem das relações entre Taiwan e o Reino da Swazilândia. Moçambique e a África do Sul são os dois únicos países que fazem fronteira com a África do Sul..
Leonard Chao referiu que o governo de Beijing tem vindo a manter contactos com um membro do parlamento swázi, eleito pelo círculo eleitoral de Manzini, com o intuito de conseguir que a Swazilândia estabeleça relações diplomáticas com China.
A Swazilândia é dos poucos Estados que mantém relações diplomáticas com Taiwan, sendo este país um dos seus principais parceiros económicos. As declarações do embaixador Leonard Chao foram interpretadas por alguns círculos diplomáticos em Maputo como uma indicação de que a China está preocupada com as tentativas que têm vindo a ser feitas nos últimos meses visando o estabelecimento de relações comerciais, e eventualmente diplomáticas, entre Moçambique e Taiwan. Esses círculos precisaram que "determinados membros do executivo moçambicano mostraram-se receptivos a um entendimento entre o nosso país e Taiwan no ramo dos negócios".
Falando na mesma ocasião, o Rei Mswati III afiançou que a Swazilândia continuaria a pressionar a Organização das Nações Unidas para que readmitisse Taiwan como membro de pleno direito desse organismo internacional.

(Redacção / ) 

Fonte: CANAL DE MOÇAMBIQUE/TIMES OF SWAZILAND / M I R A D O U R O - ACTUALIDADE NOTICIOSA - MOÇAMBIQUE - MMVII



Moody friends. Drama queens. Your life? Nope! - their life, your story.
Play Sims Stories at Yahoo! Games.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Lei do Trabalho de Moçambique está a ser traduzida para a língua chinesa


A Lei do Trabalho de Moçambique está a ser traduzida para a língua chinesa a fim de ajudar os empresários chineses com interesses em Moçambique, informou terça-feira em Maputo o Ministério do Trabalho.

De acordo com o comunicado, a tradução da Lei é uma das formas de ajudar os empresários chineses a conhecerem a lei, evitando assim possíveis conflitos laborais derivados do seu desconhecimento ou má interpretação.

A informação sobre a tradução da lei do português para o chinês foi veiculada há dias, aquando da audiência concedida pela ministra do Trabalho, Helena Taipo, a Gean Zhaoyao, director da SOGECOA-Moçambique, maior empreiteira chinesa no país.

Na ocasião e de acordo com o comunicado ministerial, Gean Zhaoyao garantiu a Helena Taipo que os chineses a trabalharem em Moçambique estão apostados em evitar conflitos laborais e a respeitarem as leis vigentes.

O estabelecimento de relações de cooperação entre a SOGECOA e o Ministério em matéria de formação profissional foi um dos assuntos abordados entre as duas figuras.

De salientar que encontros de formação de cidadãos chineses sobre a cultura e legislação em vigor no país têm sido promovidos pelo embaixador da China em Moçambique, Tian Guangfeng.

Desconhece-se o tempo que o processo de tradução da Lei de Trabalho, um documento de 273 artigos e 209 páginas, vai durar.



Tonight's top picks. What will you watch tonight? Preview the hottest shows on Yahoo! TV.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Madeira em toro continua a sair do país


UM total de 1248 toros de madeira da primeira do tipo pau-ferro e mondzo foram exportados há dias a partir do Porto de Nacala, em Nampula, para China pela empresa China-HK Development Group L.da, operação que constitui mais uma flagrante afronta à legislação em vigor, que considera ilegal qualquer transacção para os mercados externos da madeira não processada.

Uma credencial datada de 4 de Julho, com referência 88SDAECNP/11/-16-2007 e emitida pelos Serviços Distritais das Actividades Económicas de Nacala-Porto, informa a Direcção Regional Norte das Alfândegas que aquela operadora chinesa, HK Development Group L.da, estava autorizada a exportar madeira em toro e nas quantidades acima referidas.

A autorização da exportação da madeira em causa, atropela de forma flagrante o diploma ministerial de 20 de Dezembro do ano passado, o qual retira o mondzo e pau-ferro da classe das madeiras preciosas, o que legitima a sua venda externa em toros, para a de madeira de primeira, o que obriga ao processamento antecipado e posterior exportação.

Segundo dados apurados pelo nosso Jornal junto dos Serviços de Fiscalização Florestal de Nacala-Porto, fazem parte da classe das madeiras de primeira que não podem ser exportadas em toros, as espécies como mondzo, pau-ferro, jambire, umbila e chanfuta.

Armando Uahide Coerre, chefe dos Serviços Distritais das Actividades Económicas, assegurou à nossa Reportagem que desde Junho do ano em curso, que a instituição que dirige não emite certificados para exportação de qualquer tipo de madeira, seja ela em toros ou processada.

Todavia, segundo dados colhidos pela nossa Reportagem, levam-nos a concluir que tal depoimento não corresponde à verdade uma vez que, para além do lote da China-HK Development Group L.da, que por essas alturas segue a bordo do navio LEILA para os mercados chineses, existem ainda no porto de Nacala 323 contentores levando consigo 6135 toneladas de madeira supostamente serrada, mas ao que se presume ainda em toros.

Agostinho Langa, director executivo do Porto de Nacala, explicou que a tarefa do porto é, exclusivamente, a de transportador de cargas entregues pelos clientes. "Para o caso específico da madeira, não compete a nós confirmar se ela está serrada ou em toros. Há dois anos que nos distanciámos desta actividade", explicou.

Com efeito, segundo nos confirmou o sector de fiscalização florestal do distrito de Nacala-Porto, tal tarefa está adjudicada a uma equipa mista envolvendo os sectores da Agricultura, Alfândegas e Polícia da República de Moçambique, o que pressupõe que qualquer suposta ilegalidade é algo partilhado entre sectores.

FRACA FISCALIZAÇÃO ABRE ESPAÇO PARA MANOBRAS

A nossa Reportagem que esteve em Nacala-Porto constatou que o negócio do dia na província de Nampula é madeira, a avaliar pela multiplicação do número de pessoas interessadas na sua exploração e processamento.

Só nos últimos dias deste mês, segundo dados do sector da indústria e comércio de Nacala-Porto, foram inscritas oito empresas, maioritariamente de capitais chineses, para processamento de madeira em moldes semi-industriais.

Do número acima referido, pelo menos cinco já estão a laborar em pleno, tendo como capacidade diária a produção de cerca de 20 metros cúbicos de madeira. Vimos isso na Metal Wood e África Timber, duas indústrias que segundo apurámos dos seus respectivos gerentes, só e só se limitam a comprar madeira para processar, não olhando em nenhum momento pelo perfil dos fornecedores ( se são legais ou furtivos).

Salameti Bin, da Metal Wood, quando confrontado sobre esta particularidade, a de não dispor de áreas de produção, facto que até certa medida estimula a proliferação de furtivos, assegurou-nos que já tinha requerido uma área de exploração no distrito de Lalaua.

Michael Ligung, da África Trading, por seu turno, tem a meta de exportar este ano 300 metros cúbicos de madeira diversa, mas não tem área de exploração.

Falando especificamente de exploradores furtivos, importa referir que recentemente, foram interceptados três camiões com atrelados transportando cerca de 25 metros cúbicos de madeira que tinha como destino a cidade de Nacala-Porto.

Aristides Muate, chefe provincial de Florestas e Fauna Bravia, diz que só conta com 50 fiscais para toda a extensão desprovidos de meios de trabalho e não só.

Em Nacala-Porto, zona considerada conturbada por ser ponto de saída de toda a madeira abatida não só em Nampula, como nas províncias de Niassa, Cabo Delgado e Zambézia, só tem cinco fiscais e apenas o chefe tem motorizada.

Para este ano, teriam solicitado a concessão de licenças simples, um total de 190 pessoas, para abate de mais de 173 mil metros cúbicos de madeira, quantidade superior àquela que a província tem capacidade anual de autorizar, que é de 52 mil metros cúbicos. Contudo, por maior parte dos candidatos a madeireiros não apresentarem uma performance empresarial credível, foram excluídos mais de 100.


Fonte: Notícias

M I R A D O U R O - bloge noticioso-MMVII





Luggage? GPS? Comic books?
Check out fitting gifts for grads at Yahoo! Search.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Avião da “China Airlines” explode em chamas no Japão


UM Boeing 737 da "China Airlines", de Taiwan, explodiu ontem em chamas no aeroporto de Okinawa, no Japão, sem causar vítimas entre as 165 pessoas que transportava, disseram autoridades aeroportuárias, afastando a hipótese de terrorismo..

Todos os 157 passageiros - entre os quais duas crianças de colo - conseguiram escapar pelas mangas de emergência, bem como os oito tripulantes, antes de o avião se transformar numa bola de fogo, disse um funcionário do Ministério dos Transportes, Akihiko Tamura.

O porta-voz da "China Airlines", Sun Hung-wen disse que o avião, após a aterragem, derrapou ao sair da pista rumo terminal, registando um incêndio que automaticamente fez accionar as saídas de emergência.

"O fogo começou quando o primeiro motor sob a asa esquerda explodiu um minuto depois de o avião ter entrado na placa de estacionamento", disse Tamura, acrescentando que um membro da tripulação ficou ferido sem gravidade.

O incêndio de Okinawa é um revés sério para a "China Airlines" que, nos últimos anos, parecia recuperar de um registo desfavorável em matéria de segurança.

Um Boeing 747 despenhou-se em 2002 quando viajava de Taipé para Hong Kong, morrendo 225 pessoas e cerca de 450 pessoas perderam a vida em acidentes da "China Airlines" nos anos 90.


Fonte:Noticias

M I R A D O U R O - bloge noticioso-MMVII





Park yourself in front of a world of choices in alternative vehicles.
Visit the Yahoo! Auto Green Center.

Angola24Horas

Últimas da blogosfera

World news: Mozambique | guardian.co.uk

Frase motivacionais

Ronda noticiosa

Cotonete Records

Cotonete Records
Maputo-based group

Livros e manuais

http://www.scribd.com/doc/39479843/Schaum-Descriptive-Geometry